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Há um tempo da nossa vida em que os percursos do rali se tornam evidentes. Longe vai o arranque, esse olhar maravilhado sobre a máquina, o último grito, a tecnologia dos poderosos. Mais à frente, chegará o desdém pelo obsoleto, a adesão à modernidade. O sonho de outrora é então um chasso. E a gincana prossegue com direcção assistida, outra aerodinâmica, estabilidade e conforto.
Mas o dia do reencontro aguarda-nos sempre. Do reencontro, connosco mesmo, entenda-se, através da recordação do que venerámos antes de desprezarmos. Torrente imensa de memórias, ponderada selecção entre o bom e o mau. Par et passu, tantas vezes, com velhos ensinamentos de velhos sabedores a quem, em outras tantas vezes, não ouvimos.
Nada disto traduz o culto do saudosismo. Há um aspecto em que somos extraordináriamente parecidos com os automóveis: não surgindo as avarias, o caminho é para diante. A marcha-atrás nunca será mais do que uma manobra de recurso.
Para diante, como este Porsche 356, o modelo com que a marca se apresentou no mercado. Vai lá mais de meio século. Pois nem por isso esmoreceu a sua utilidade, a sua performance. Como a nossa capacidade de criar, construir a obra. Antes de partir - não em frente, mas para cima...
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