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É consabido que o cão é o melhor amigo do homem. Fiel companheiro, espera-o todos os dias com uma alegria sempre renovada, ainda que o dono a possa não merecer. Fazer experiências com esse extraordinário animal que, descendendo presumivelmente do lobo, se humanizou entretanto ao ponto de ser a nossa melhor companhia, é algo de profundamente repugnante que deveria envergonhar a comunidade científica portuguesa.
Sinto nojo desses javardos pseudo-cientistas que maltratam esses admiráveis animais e espero bem que a universidade de Évora esteja em condições de desmentir formal e frontalmente esta notícia.
Aproveito a ocasião fazendo votos para que aqueles que se sentem habilitados a possuir um cão (ou seja, que percebam que ele não é um brinquedo para um dia abandonar), ao invés de comprarem cães para exibir o pedigree destes, prefiram trazer para os seus lares animais abandonados na rua ou em canis, dando-lhes a amizade e recebendo a afeição de que esses nossos grandes amigos certamente são merecedores e capazes. Consegue ficar indiferente a esta imagem?

Ao escrever este pequeno post tenho o meu cão, companheiro de 11 anos, deitado aos meus pés. E que bem sabe a amizade que temos um pelo outro!
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