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O lobo a tomar conta dos cordeirinhos

por João Távora, em 22.07.10

 

O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro  por ocasião do centenário da implantação da República.  A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo.

 

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8 comentários

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De Esse? a 22.07.2010 às 17:56

Deve ter sido escolhido pelo Aarons de Carvalho, eh eh
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De Réspublica a 22.07.2010 às 18:44

Vai ser o regabofe maçónico... vão apresentar a monarquia como um baile satânico.
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De Vasco Rosa a 22.07.2010 às 18:50

Com uma brisa de cinismo, até se poderá dizer que essa nomeação de AR é bem previsível, muito previsível até.


Afinal...


Da ciência republicana entende bem a maçonaria, e vice-versa.
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De Velho da floresta a 22.07.2010 às 21:08

Mais uma série histórica da RTP que pela amostra nos maravilhará pela isenção politica e coerência histórica, aposto que os assassinos do Rei e do Príncipe Real serão apresentados como mártires. Tudo serve para a irmandade conseguir alapar mais uns dinheiritos, é mesmo o fartar vilanagem.
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De João Távora a 22.07.2010 às 21:23

Desconfio que não farão qualquer referência ao regicídio...
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De Ega a 22.07.2010 às 23:56

Vai ser duro, vai.
Essa malta pula por cima de tudo e faz disto um western.
Ganham os cowboys, é claro.
O Reis é o faca-longa mor. E nós vamos todos penar na reserva. No deserto.
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De Nuno Castelo-Branco a 23.07.2010 às 10:50

Bah... depois da esmagadora derrota no Prós e Contra, o Reis terá de mostrar algum serviço que lhe garanta o sacerdócio. Mas podes crer que os Morangos com Açúcar serão mais vistos, eheheheheh
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De Ricardo a 24.07.2010 às 14:04


Isso seria o mesmo que eu, por ser republicano, não poder estudar, como historiador, a Monarquia Constitucional, por exemplo. Uma coisa são as nossas convicções, outra o nosso trabalho como historiador. É óbvio que não há uma objectividade completa num trabalho historiográfico. Este é feito por homens, não por máquinas, e a própria natureza da "ciência" histórica tem uma componente subjectiva forte, nomeadamente na interpretação dos factos.
Agora, a impossibilidade de se ser totalmente objectivo, não implica que não exista rigor e profissionalismo, e quanto a isso penso que o Prof. António Reis tem que sobre. E digo-o com conhecimento da pessoa e da obra.
Mas também é verdade que, sobretudo no que diz respeito à História da 1ª República, que tem estado muito na "montra" por causa do centenário, parece-me haver, em geral, pouco esforço no sentido da objectividade na análise. Isto por aquilo que vou por aí observando e lendo. Muitas vezes usa-se a História como muleta para fazer campanha política.

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