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Justiça ao ritmo das vuvuzelas !

por Pedro Quartin Graça, em 12.06.10

3 dias 3. Foi apenas isto que demorou a captura dos assaltantes dos jornalistas portugueses e de um espanhol na África do Sul e o seu JULGAMENTO em tribunal!!! Da decisão do mesmo saíram pesadíssimas sentenças. Dois dos três homens que roubaram os nossos compatriotas na madrugada de quarta-feira foram condenados este sábado a uma pena de... nada mais nada menos do que 15 anos de cadeia (!). Os condenados são naturais do Zimbabué. Um terceiro homem, de origem nigeriana foi igualmente sentenciado com uma pena de cadeia efectiva mas de menor dimensão. Que diferença para os ritmos que se praticam em Portugal! Afinal onde está o 1º e o 3º Mundo?

Confira mais aqui.

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14 comentários

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De Atão tá bem a 13.06.2010 às 10:02

Essa de achar que a África do Sul é o 1º Mundo não lembrava ao careca.
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De Pedro Quartin Graça a 13.06.2010 às 14:11

Se calhar é mais primeiro do que nós...Image
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De Réspublica a 13.06.2010 às 13:27

A regras de due process e afins devem ter sido totalmente cumpridas!?
Caro Quartin, nem 8 nem 80, a justiça não deve ser demorada mas, também, não pode ser realizada de modo excessivamente célere, sob pena da descoberta material da verdade cai por terra.
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De Pedro Quartin Graça a 13.06.2010 às 14:10

Caro Rés, concordo que a velocidade é, aparentemente, excessiva mas quem lhe diz que não foi feita a descoberta material da verdade?Image
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De Réspublica a 13.06.2010 às 14:35

O processo penal baseia-se em três bases:
1. Princípio da realização da justiça;
2. Princípio da descoberta material da verdade;
3. Princípio da reintegração social da norma violada;
Não me aprece que em 3 dias se consiga descobrir plenamente todos os implicados!
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De Pedro Quartin Graça a 13.06.2010 às 14:58

Caro Rés,
como que jurista que sou conheço bem do que me fala. Ainda assim só a Justiça sul-africana poderá responder à sua dúvida.
Cumps,
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De Renato a 13.06.2010 às 15:11

Um jurista a defender que em três dias se condenem pessoas? Estamos bem :( Ó Pedro Quartin Graça, isso é Justiça Mundial de Futebol. Tirou o curso num fim de semana na Lusiada? 
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De Pedro Quartin Graça a 13.06.2010 às 15:45

Vejo que coloca na minha boca o que eu não disse o que só demonstra que não percebeu o que aqui se escreveu... Sugiro que faça um estágio, longo, bastante longo mesmo, na África do Sul e logo veremos se vem de lá com a mesma impressão. Image
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De Renato a 13.06.2010 às 15:31

Só mais uma coisa, para esclarecer o Pedro Quartin Graça,: em nenhum país decente, uma pessoa é condenada em tribunal três dias após a detenção. Em nenhum país decente. Nem que confesse logo no momento da detenção.
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De Pedro Quartin Graça a 13.06.2010 às 15:52

V.Exa lá saberá que países fazem parte dessa lista. O tempo é muito curto para o normal no que aos prazos de funcionamento da justiça diz respeito mas desconhecemos pormenores. Assim sendo, só com conhecimento mais profundo de causa nos poderemos pronunciar de forma mais alongada. Contrariamente ao que Vexa fez. 
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De Renato a 13.06.2010 às 17:48

Não sei. O especialista é o Pedro. Não foi o Pedro que fez um estágio longo na África do Sul e descobriu que o 1º Mundo da justiça era lá?
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De Anónimo a 13.06.2010 às 22:49


SE confessa, nã é preciso prova. Passa-se à sentença. Alguma dúvida?

O que que há de indecente nisso?
Decente e andarmos anos a adiar julgamentos? A não conseguir notificar? A fazer autos de inquérito que nada valem em fase de julgamento, onde o arguido pode dedizer tudo?

E desde quando o sistema português com os seus principios da treta que não aplica, tem conseguido fazer boa justiça...com o tempo qu eleva? Nalguns casos nem julga, deixa prescrever. Dá demasiado trabalho.
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De Paulo Rosário Dias a 13.06.2010 às 20:19

Se 3 dias é pouco (independentemente do conhecimento do processo), e "evidentemente injusto". Qual é o tempo mínimo?

Também posso suspeitar da excessiva celeridade, mas fazê-lo sem dados concretos seria e reconheceria, como sendo pura e simplesmente, preconceito de superioridade.
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De Anónimo a 13.06.2010 às 22:29

Se de descobriram os impetrantes, se estes confessaram ou factos houve que lhes imputava responsabilidade, não vejo porque razão um tribunal não há-de julgar e condenar rapidamente.
Naturalmente que em Portugal, onde a justiça não tem pernas, e alguns advogados são especialistas na chicana, uma decisão tão célere como a que o Pedro nos informa fará confusão.

O que é espantoso é que afinal se a justiça fôr rápida já não é ...justiça.

Talvez se mandarmos Sócrates e outros da laia para as bandas do artigo....quem sabe nos livramos do mair impropério da púlhitica portuguesa..

Bom artigo Cher Quartin, boa mensagem.


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