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Nestes tempos de dramática crise económica e de valores que atravessamos, ganha maior relevância a participação de cada um na vida politica do País. E hoje é dia de eleições na distrital de Lisboa do CDS, partido de valores humanistas e cristãos que abracei nos tempos também difíceis do Verão quente de 1975. Nesse sentido, há uns anos para cá, retomei a militância integrando com alguns amigos a corrente Alternativa e Responsabilidade, activa na preservação da matriz democrata cristã personalista do partido. Agora o desafio é uma lista alternativa à distrital de Lisboa, que pretende reactivar esta importante e adormecida estrutura local. Trata-se da lista B, liderada por Pedro Pestana Bastos e que reúne diversos militantes de base, que não vivendo da politica, assumem uma vez mais a sua responsabilidade na vida política, de forma desinteressada e patriótica. Um partido amorfo nas suas bases, é um partido tolhido e condenado. É contra isso que a lista B se propõe batalhar, em estreita cooperação com a direcção nacional.
Pela primeira vez em dez anos haverá disputa eleitoral no CDS de Lisboa: um sinal salutar que honra o partido que desejamos unido mas dinâmico, a fruir das bases e dos seus militantes. Nesse sentido, com a lista B já ganhou o CDS. Resta-me apelar ao voto, logo entre as 17,00 e as 22,00 nas sedes concelhias. Eu estarei em Cascais, na mesa de voto no Hotel Cidadela.
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