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As fotos desconhecidas do III Reich

por Pedro Quartin Graça, em 04.06.10

Estas fotos, fazendo parte de um conjunto mais alargado que aqui não podemos reproduzir por falta de espaço, são documentos raros e dizem respeito ao III Reich de Adolf Hitler. Publicadas pela Revista Life, as fotos foram tiradas por um fotógrafo daquela revista em Berlim mas estiveram desaparecidas por mais de 50 anos. O fotógrafo, de nacionalidade americana, desapareceu no início do conflito, juntamente com a sua máquina e os diapositivos originais (utilizados na época para reprodução em revistas) a maioria em 6 x 9 polegadas. Os cromos foram encontrados por uma enfermeira alemã de um hospital em Berlim que os guardou todos estes anos. Após a sua morte, a sua filha encontrou-os de novo e devolveu-os ao actual editor americano que tem os direitos da marca Life Magazine, revista esta que não se publica desde o início dos anos 70. Fantásticos retratos estes.

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22 comentários

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De luikki a 04.06.2010 às 22:07

a "coincidência" do achado serve para branquear o ataque aos navios?
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De Pedro Quartin Graça a 04.06.2010 às 22:49

Image!!! Vexa tem uma mente perversa!
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De Vasco Rosa a 04.06.2010 às 22:54

Ver essa Besta a rir é uma afronta que mete nojo
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De Pedro Quartin Graça a 04.06.2010 às 23:01

Tem razão Vasco!
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De Falta de educação a 04.06.2010 às 23:53

Nas fotografias a única pessoa que aparece a rir é uma senhora, chamar besta a uma senhora é sinal de muito má educação.
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De Anónimo a 05.06.2010 às 00:33


A besta é feminina...alguém que se sentava e confratenizava com o monstro em causa, só podia ser besta...Image
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De Réspublica a 05.06.2010 às 11:13

Apoiado, tem toda a razão.
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De Juve Leo Grupo 1143 a 04.06.2010 às 23:07

Magnificas fotos de Adolf Hitler!
Sieg Heil


Já agora, uma a preto e branco de Portugal - 20.000 elementos da Mocidade e Legião portuguesa fazem a saudação romana no hino nacional português


http://img263.imageshack.us/img263/7416/suarmocidadeportuguesa.jpg (http://img263.imageshack.us/img263/7416/suarmocidadeportuguesa.jpg)
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De Réspublica a 05.06.2010 às 11:14

E será que também se dedicavam ás práticas sexuais depravadas das SA e das SS, muito do agrado de Hitler, Goring e Gobbels?
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De Anónimo a 04.06.2010 às 23:46

 Fotografias interessantes, de uma época em que a Alemanha conseguiu no espaço de seis anos, apenas seis anos criar um sistema social justo e solidário para a população alemã. Na medicina com a implementação de um serviço de saude nacional, que inclusive tinha unidades móveis para irem às localidades mais pequenas e remotas, com programas de apoio à maternidade e prevenção de doenças infantis até então endémicas. Nos transportes com a modernização dos caminhos de ferro e das vias de transporte fluviais, com a implementação de transportes publicos até ao nivel local, com a construção de uma rede interna de auto estradas, com o desenvolvimento de automóveis acessíveis às classes trabalhadoras, com o crescimento da aviação comercial tanto de passageiros como de mercadorias. No desenvolvimento de projectos de habitação condigna para a classe trabalhadora a nivel nacional, tanto nas zonas urbanas como nos meios rurais, dotadas de todas as condições e infra estruturas de saneamento básico, de comunicações, gás e electricidade. Na industria com a implementação de normas de higiene e segurança no trabalho, com a introdução de férias pagas para os trabalhadores, com a modernização do regime de segurança social, com a introdução da semana de 40 horas de trabalho e com a criação de um conjunto de novas leis laborais, defensoras dos direitos dos trabalhadores mas não inimigas dos empresários, que conseguiram em apenas dois anos acabar com o desemprego que tinha chegado perto dos oito milhões. Na agricultura e pecuária com a atribuição de terra aos camponeses, que tinham sido espoliados pelos especuladores e pela banca nos tempos de crise, com programas de modernização e mecanização da actividade agricola, de forma a conseguir a auto suficiencia (que foi conseguida) na maioria dos generos alimentares, alicerçada num sistema de escoamento e distribuição da produção, que permitia a manutenção de um preço justo tanto, para quem produzia como para quem consumia. Na educação com a criação de um sistema de ensino nacional, que erradicou definitivamente a iliteracia, pois abrangia todas as crianças em idade escolar, protegendo-as de uma precoce entrada no mercado de trabalho, num sistema que permitia a formação desses jovens, tanto para a via academica e cientifica como para a profissional. Na investigação cientifica e tecnológica onde a Alemanha era lider no campo da industria quimica e farmaceutica, assim como na fisica, medicina, engenharia mecanica e eletrotécnica, assinalando que na investigação agricola e pecuária o desenvolvimento de variantes mais robustas e saudáveis de várias gramineas e tuberculos fundamentais, assim como na criação de estirpes de gado mais saudável. Na defesa da natureza e dos recursos naturais, desenvolvendo aquilo a que podemos chamar a primeira consciencia ecologista nacional, com a criação de inovadoras e revolucionárias leis de proteção tanto da fauna como da flora, de tal forma avançadas para a época que muitas delas ainda estão em vigor na legislação alemã actual. Na cultura com a proteção das artes tanto ao nivel académico como ao nivel artesanal regional e local, com o desenvolvimento de uma consciencia estética tradicional alemã, que produziu obras primas aclamadas internacionalmente tanto na pintura como na escultura e na musica. No campo da engenharia com a aplicação de inovadores conceitos de utilização de betão armado e da pedra conseguiram criar em harmonia com a arquitectura obras que desafiavam a tecnológia da época. Para terminar no campo da economia e das finanças publicas, desafiaram o sistema capitalista vigente com o abandono do padrão ouro e adopção do trabalho como fundamento da moeda alemã, tendo dessa forma cortado cerce os interesses da alta finança internacional, adoptando no plano económico o sistema de troca directa com outros paises europeus e da América latina, conseguiram fazer crescer a economia alemã, enquanto simultaneamente diminuiam a influencia do sistema capitalista nesses paises. Tudo isto apenas em seis anos de paz, o que teria acontecido se a Inglaterra e a França não tivessem declarado guerra à Alemanha.             
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De Réspublica a 05.06.2010 às 11:16

Isso, e o assassinato indiscriminado e injustificado de parte da população alemã, olhe se não tem sido a invasão ilegítima da Polónia o que teria acontecido...
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De Anónimo a 05.06.2010 às 13:51

Eu não sei se li bem o texto supra. Fiquei com a sensação que Hitler não é besta, é um Deus, um estadista, um homem inteligente, um tipo que se soube rodear de outros tão inteligentes, que desenvolveu a Alemanha.
Creio, ainda, que o texto está incompleto...é que não vi menção aos fornos de gas, às violações, à morte de crianças, de homens e mulheres, à morte de filhos pelos pais porque odiariam que  esses filhos de puta nazis matassem as suas crias...também não vi menção à separação de famílias e ao seu tratamento como gado em vagões e vagões cheios de gente com estrelinha....também não vi menção à pseudo superioridade de uns porcos nazis que queriam dominar o mundo e se acharam no direito de invadir a terra dos outros...

Não vi nada sobre sentimentos humanos, o daqueles que de repente eram denunciados e andavam com uma estrela no peito....

Também não vi menção às tatuagens «para a vida» dos que escaparam ao desenvolvimento rácico nazi...

E no que concerne aos esqueletos sorridentes que de quando em vez vemos nos documentários televisivos....aqueles que viviam em campos de concentração...

Nesta altura vejo um povo porquinho que cospe no chão, que abanca» as suas caravanas em qualquer lado,e que no que concerne à superioridade «humana» deixa muito a desejar. Ressalvo, naturalmente, larga excepção, que conheço gente das bandas da Alemanha, simpática, honesta e muito envergonhada com um passado tão inqualficável como esse que o homem do bigode nojento imprimiu à história alemã....para não falar do muro....

Bem a história tem destas coisas, querem ver que alguém forjou aquilo tudo e que afinal o Hitler foi um bem para a Humanidade? que as suas políticas devem ser seguidas?
Convido o autor que escreveu tão sentidamente sobre a «coisa» a esclarecer-me....

Já agora se Salazar fosse imortal, eu acho que nós hoje não estaríamos em crise...o homem tinha queda para a colecção de lingotes de ouro...não tínhamos que ir ao Dubai a uma qualquer máquina «ATM» e trocar dinheiro por rectângulos dourados....



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De Anónimo a 05.06.2010 às 15:15

Como convida eu respondo-lhe, sem insultos e sem ódio.Todas as afirmações escritas referentes aos vários sectores abordados, são factos que poderá comprovar se assim o entender, investigando a evolução da sociedade alemã através dos elementos estatisticos disponiveis, tanto nos arquivos federais do governo Alemão, como na Livraria do Congresso nos USA, estes elementos são de consulta livre, lá encontrará a corroboração através de informação detalhada da informação que contesta. A análise histórica feita com rigor cientifico baseia-se em factos e na discussão lógica e racional das divergências de opinião, não através de argumentos emocionais.
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De Anónimo a 05.06.2010 às 15:37

Não tem por que responder com insultos e com ódio. Nem eu carrego tais sentimentos comigo. Eu tenho pena, vergonha, e não consigo olhar para um documentário onde vejo seres humanos, que apesar de terem sido destruídos na sua vida, conseguem sorrir para sempre, na sua desgraça...a que foi provocada por um presumível ser humano - hitler e a sua máquina. O tal que trouxe o céu do desenvolvimento que tão «racionalmente» descreve.

Não me interessa o que esse «sistema de soluções» que elenca de forma tão
«objectiva» trouxe à sociedade alemã...não aceito, nunca aceitarei a mortandade que esse mesmo sistema que aparentemente defende, trouxe ao meu semelhante.
Não posso imaginar o horror das gentes que foram mortas, porque não eram «perfeitas» como um tal Hitler pretendia...


Que me diz? Já que defende a excelência do método económico e social hitleriano, qual é a sua opinião sobre a destruição em massa que levou a cabo junto de seres humanos? Com que direito invadiu? Pois então elenca argumentos «racionais»...mas não pode prescindir de factos que ocorreram...e que não são fruto da emoção dos que sobreviveram para contar, não acha?

Mortes, tortura, sofrimento, destruição de famílias, perseguição, genocídio...não me diga que as fontes em que busca a sua informação ou estudo não contemplam estas «ocorrências emocionais»....a história é mesmo ...história, não é ? Se não existissem tatuagens daquele tempo, filmes e outros, atrevo-me a pensar que Hitler seria idolatrado...quem sabe, assistimos a uma teoria levada a livro ...onde se limpa o nome do «Besta»...uma espécie de Código DaVinci...

Faça a sua análise, mas faça-a completa...não esqueça o resto...não me interessa o bem estar dos alemães da época, quando houve outros que foram tão barbaramente tratados por essa BESTA chamada Hitler. Alguma dúvida?
Image




 
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De Anónimo a 05.06.2010 às 18:36

Não há possibilidade de discussão quando esta está viciada de principio pelo preconceito, os argumentos têm que basear-se em factos e serem apresentados racionalmente, não emocionalmente como é a sua posição, ou então não tem sequer a intenção de discutir de forma civilizada o assunto, qualquer que seja a sua razão para tal, se for por ignorância sobre o tema, além das entidades que referi outras há que fornecem abundante informação sobre a matéria, como por exemplo este site, http :/ www.fpp.co.uk books /  onde vários dos livros estão disponiveis para download grátis, se as suas razões forem de natureza diversa, então nada há que possa esclarecer a sua falta de informação pois não está interessada nisso. Não subestime os efeitos de sessenta e cinco anos de informação unilateral sobre o tema.
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De Anónimo a 05.06.2010 às 19:18


Caro leitor


Não sou formatada de forma alguma, nem viciada em nada. A expressão preconceito nem sequer tem lugar nesta matéria, sob pena de assim ser, a história da humanidade ser viciada no preconceito que alega.


O epíteto ou qualificação quanto ao que exponho de forma natural parte de si, não preciso de me inspirar na cabeça dos outros para tirar conclusões, atentar na verdade, relatar evidências, que por o serem, não carecem de qualquer discussão.


Ignorância posso ter, pois admito muita imperfeição, mas garantidamente é mais ignorante aquele que mo chama ou o insinua.


Brincar à informação e «ao eu sei mais do que tu» nem sequer cabe nesta matéria: não me distraio facilmente, e para já, registo que caro leitor foge à questão, como a lebre do caçador….não creio que entenda a diferença entre racional e emoção, sendo certo que andam ambas de mão dada…mas se assim não entender, será um privilégio seu. Os factos são isso mesmo - factos: e a resposta ao que lhe questionei não veio – a mortandade, o genocídio, a discriminação, o esclavagismo, a utilização do ser humano para as experiências que salvariam as pessoas alemãs perfeitas, a morte com o gás, os esqueletos falantes, a tortura, a massificação, a submissão, a invasão, a pseudo - superioridade, a ditadura, o horror…meu caro…quer falar de emoção ou de factos?!


Faça uma viagem aos mesmos pontos de informação – leia os relatos do grande holocausto, e por favor, não gabe o que foi mais uma vergonha da raça humana. Pelo menos junto de mim.


O assunto para mim está encerrado. Aos hitleres da vida eu desejo o melhor julgamento de Deus, esperando sinceramente que não se volte a ter nesta Terra um louco como ele e insuficientemente inteligentes que o seguem e apregoam.


 


Educadinha

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De Proteger os animais a 05.06.2010 às 00:08

Eis aqui como os chamados sanguinários nazis em 1933, através de leis absolutamente novas protegeram os animais:

Section I

Cruelty to Animals</a>

#1

    (1) It is forbidden to unnecessarily torment or roughly mishandle an animal.
    (2) One torments an animal when one repeatedly or continuously causes appreciable pain or suffering; the torment is unnecessary in so far as it does not serve any rational, justifiable purpose. One mishandles an animal when one causes it appreciable pain; mishandling is rough when it corresponds to an unfeeling state of mind.


Section II

Measures for the Protection of Animals</a>

#2

It is forbidden:

1. to so neglect an animal in one's ownership, care or accommodation that it thereby experiences appreciable pain or appreciable damage;
2. to use an animal unnecessarily for what clearly exceeds its powers or causes it appreciable pain, or which it-in consequence of its condition-is obviously not capable of;
3. to use and animal for demonstrations, film-making, spectacles, or other public events to the extent that these events cause the animal appreciable pain or appreciable damage to health;
4. to use a fragile, ill, overworked or old animal for which further life is a torment for any other purpose than to cause or procure a rapid, painless death;
5. to put out one's domestic animal for the purpose of getting rid of it;
6. to set or test the power of dogs on cats, foxes, and other animals;
7. to shorten the ears or the tail of a dog over two weeks old. This is allowed if it is done with anesthesia;
8. to shorten the tail of a horse. This is allowed if it is to remedy a defect or illness of the tail and is done by a veterinarian and under anesthesia;
9. to perform a painful operation on an animal in an unprofessional manner or without anesthesia, or if anesthesia in a particular case is impossible according to veterinary standards;
10. to kill an animal on a farm for fur otherwise than with anesthesia or in a way that is, in any case, painless;
11. to force-feed fowl;
12. to tear out or separate the thighs of living frogs.

#3

The importation of horses with shortened tails is forbidden. The minister of the Interior can make exceptions if special circumstances warrant it.

#4

The temporary use of hoofed animals as carriers in the mines is only permitted with the permission of the responsible authorities.

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De Proteger os animais a 05.06.2010 às 00:09

Eis aqui como os chamados sanguinários nazis em 1933, através de leis absolutamente novas protegeram os animais: 2

Section III

Experiments on Living Animals</a>

#5

It is forbidden to operate on or handle living animals in ways that may cause appreciable pain or damage for the purpose of experiments, to the extent the provisions of #6 through #8 do not mandate otherwise.

#6

    (1) The minister of the Interior can at the proposal of the responsible government or local authorities confer permission on certain scientifically led institutes or laboratories to undertake scientific experiments on living animals, when the director of the experiment has sufficient professional education and reliability, sufficient facilities for the undertaking of animal experiments are available, and guarantee for the care and maintenance of the animals for experiment has been made.
    (2) The minister of the Interior can delegate the granting of permission to others among the  highest officials of the government.
    (3) Permission may be withdrawn without compensation at any time.

#7

In carrying out experiments on animals (#5), the following provisions are to be observed:

1. The experiments may only be carried out under the complete authority of the scientific director or of a representative that has been specifically appointed by the scientific director.
2. The experiments may only be carried out by someone who has previously received scientific education or under the direction of such a person, and when every pain is avoided in so far as that is compatible with the goal of the experiment.
3. Experiments for research may only be undertaken when a specific result is expected that has not been previously confirmed by science or if the experi­ments help to answer previously unsolved problems.
4. The experiments are only to be undertaken under anesthesia, provided the judgment of the scientific director does not categorically exclude this or if the pain connected with the operation is outweighed by the damage to the con­dition of the experimental animals as a result of anesthesia.
    Nothing more severe than a difficult operation or painful but unbloody experiment may be carried out on such an unanesthetized animal.
    Animals that suffer appreciable pain after the completion of such a difficult experiment, especially involving an operation, are, in so far as this is, in the judgment of the scientific director, compatible with the goal of the experiment, immediately to be put to death.
5. Experiments on horses, dogs, cats, and apes can only be carried out when the intended goal may not be achieved through experiments on other animals.
6. No more animals may be used than are necessary to-resolve the associated question.
7. Animal experiments for pedagogical purposes are only permitted when other educational tools such as pictures, models, taxonomy, and film are not suf­ficient.</a>
8. Records are to be kept of the sort of animal used, the purpose, the procedure, and the result of the experiment.

#8

Experiments on animals for judicial purposes as well as inoculations and taking of blood from living animals for the purpose of diagnosing illness of people or animals, or for obtainment of serums or inoculations according to procedures that have already been tried or are recognized by the state, are not subject to provisions #5 through #7. These animals, however, are also to be killed pain­lessly if they suffer appreciable pain and if it is compatible with the goals of the experiment.

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De Proteger os animais a 05.06.2010 às 00:12

Section IV

Provisions for Punishment</a>

#9

    (1) Whoever unnecessarily torments or roughly mishandles an animal will be punished by up to two years in prison, with a fine, or with both these penalties.
    (2) Whoever, apart from the case in (1), undertakes an experiment on living animals (# S) without the required permission will be punished by imprisonment of up to six months, with a fine, or with both of these penalties.
    (3) A fine of up to five hundred thousand marks or imprisonment will, apart from the punishment mandated in (1) and (2), be the punishment for whomever intentionally or through negligence.
1. violates prohibition #2 though #4;
2. acts against regulation #7;
3.violates guidelines enacted by the Ministry of the Interior or by a provincial government according to #14;
4. neglects to prevent children or other persons that are under his/her supervision or belong to his/her household from violating the provisions of this law.

#10

    (1) In addition to the punishments in #9 for an intentional violation of the law, an animal belonging to the condemned may be confiscated or killed. Instead of confiscation it may be ordered that the animal be sheltered and fed for up to nine months at the cost of the guilty party.
    (2) If no specific person can be identified or condemned, the confiscation or killing of an animal may be undertaken in any case when the other prerequisites are present.

#11

    (1) If someone is repeatedly guilty of intentionally violating the provisions that are punishable according to #9 the local authorities that are responsible can prohibit that person from keeping certain animals or from business involving them either for a specified period or permanently.
    (2) After a year has passed since the imposition of the punishment the re­sponsible local authorities may rescind their decision.
    (3) An animal subject to appreciable negligence in provision, care, or shelter may be taken away from the owner by the responsible local authority and ac­commodated elsewhere until there is a guarantee that the animal will be cared for in a manner above reproach. The cost of this accommodation shall be paid by the guilty party.

#12

If in a judicial process it appears doubtful whether an act violates a prohibition of #1, (1) or (2), a veterinarian shall be summoned as early in the process as possible and, in so far as it concerns a farm, an agricultural official of the gov­ernment shall be heard.

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De Proteger os animais a 05.06.2010 às 00:13

Section V

Conclusion</a>

#13

Anesthesia as it is understood in this law means all procedures that lead to general painlessness or eliminate localized pain.

#14

The Minister of the Interior can issue judicial and administrative decrees for the completion and enforcement of this law. In so far as the Minister of the Interior does not make use of this power, local governments can make the necessary decree for implementation.

#15

This law becomes binding on February 1, 1934 with the exception of #2, (8) and #3, (11), for which the Minister of the Interior must see the time of imple­mentation in consultation with the Minister of Food and Agriculture.


The laws #1456 and #360, (13) of the law of May 30, 1908  remain unchanged.

 

Berlin, November 24, 1933                   

Signed:                   
Adolf Hitler                    
Chancellor                   

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De Réspublica a 05.06.2010 às 11:17

Ou seja dão-se direitos aos animais, que nãos e recolheram às pessoas, grande lógica a de Hitler, mas como ele no fundo era um animal só estava a proteger a própria espécie...
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De joana andrade a 05.06.2010 às 15:04

O que e assustador e desconfortavel e concluir que mesmo monstros como o Hitler tinham aspectos de normalidade.
E mais confortavel pensarmos neles como viloes de desenhos animados porque nao temos que encarar a possibilidade que se as circunstancias forem propicias  havera pessoas com que nos cruzamos todos os dias (e mais assustador ainda, ate  nos mesmos) capazes de perpetuar e compactuar com as piores atrocidades.

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