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Notas olisiponenses: o Beco da Mosca

por Luísa Correia, em 28.05.10

 

«Liga o Cais de Santarém – a linha normal de trânsito exterior da Alfama – e S. João da Praça. Ele, o Beco da Mosca, crismado há cinquenta anos, chama-se mesmo Travessa de S. João da Praça. Entrada discreta da Alfama, pelo sul, foi talvez um postigo da muralha de Lisboa, e é certo que se adornou de um decorativo arco, à ilharga do Chafariz de El-rei. Respira Lisboa velha por todos os lados; criou-se entre palácios senhoris, que ainda se deixam adivinhar nos restos enobrecidos, os dos Anjejas e de Vila Flor. […]

Passeia por aqui o tempo quinhentista. […]»


 

 

«Este Beco da Mosca pertence à arqueologia do pitoresco. Em Sevilha fariam dele uma jóia para turistas, engrinaldada de cravos e gerânios». (Norberto de Araújo, Legendas de Lisboa)

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9 comentários

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De Ké da mosca? a 28.05.2010 às 17:16

Não se vê a mosca!

Onde está o livro de reclamações?
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De Luísa Correia a 29.05.2010 às 13:29

As moscas esvoaçam, obviamente, por zonas mais ocidentais da nossa Pequena Alface: Terreiro do Paço, S. Bento… Não as queira também aqui,, caro Ké-da-mosca. ;-)))

P.S.: Livros de reclamações são estas caixinhas de comentários. Aproveite! :-)

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De Então, obrigadinho a 28.05.2010 às 18:36


Não ficará longe de sítios que conheço (embora não tenha lá passado ontem nem anteontem), mas não me lembro de todo desse local que parece tão pitoresco.

Provavelmente, falha minha.

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De Luísa Correia a 29.05.2010 às 13:50

Tive quase um choque quando por aqui passei pela primeira vez, caro Então-,-obrigadinho. É tão diferente de tudo o que se vê, até em Alfama. Esses arcos são passadiços do que foram os tais palácios senhoris de que fala Norberto de Araújo. Ao fundo, segundo li não sei onde, ficaria, noutros tempos, a judiaria da Alfama, fundada no reinado de D. Pedro I, e de que hoje resiste apenas o nome de uma ruela situada um pouco adiante, a Rua da Judiaria (com saída para o Largo do Terreiro do Trigo pelo Arco do Rosário).

P.S.: Perdoe-me a «prelecção», mas adoro explorar estes nossos cantinhos lisboetas.

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De Pelo contrário... a 29.05.2010 às 15:05

Só tenho a agradecer o que chamou «prelecção».
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De Vasco Rosa a 28.05.2010 às 18:53

Obrigado, Luísa. Conheço. Passei lá uma vez e nunca me esqueci. Lisboa tem memórias mas a do Tejo naval a montante perdeu-se, o que é uma pena, 
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De Luísa Correia a 29.05.2010 às 13:54


Já me deu vontade de entrar a pesquisar sobre esse assunto, Vasco. ;-)

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De c.a. a 29.05.2010 às 17:18

Gosto muito destes seus «apontamentos ilustrados»!
Felizmente estes edifícios parecem bem conservados. São habitações?  
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De Luísa Correia a 01.06.2010 às 13:53

Não sei, exactamente, que serventia foi dada a estes edifícios que foram o palácio dos Vila Flor, caro C.a.. Deduzo, pela ausência de referências no «site» Lisboa Interactiva e pela roupa que aí se vê pendurada, que sejam habitados, sim.

Obrigada pelo seu comentário. :-)

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