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Foto do dia

por Luísa Correia, em 13.05.10

(No Castelo...)

 

«[...] um povo, que deixa de saber qual é a sua verdade, fica perdido nos labirintos do tempo e da História, sem valores claramente definidos, sem objectivos grandiosos claramente enunciados.» (Bento XVI)



9 comentários

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De LERIAS a 13.05.2010 às 22:44

Nao vai ser essa bacorada que nos vai salvar.
Se já tivéssemos arrepiado caminho, não tínhamos de estar à espera de milagres e de outras tonteiras de corruptos, amigos de corruptos, amigos de inaptos recebedores de prebendas, no fim de tudo daquelas coisas substitutas do que eu se pudesse e soubesse seria com toda a minha força.
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De Maria da Fonte a 14.05.2010 às 04:55

Ó Lérias
Não ouviu lá muito bem pois não?!
Bem me parecia!

Então, eu passo a explicar.

A chérrr Maçónerrrie clubistica, é velha como a noite.
E a Igreja de Cristo, está infiltrada desde os primórdios, por essas Almas desinteressadas, que visando apenas o bem do Mundo, do mundo deles, é claro, adulteraram o Velho Testamento, coisa que o Nosso Jesus, bem combateu.

Mas foi só ele partir, que a Falange regressou, viçosa e fresca, pela mão do Império.

A questão começa, quando a querida Irmandade, por motivos de conveniência económica, digamos assim, coloca o dentra da História no Oriente, quando o Centro da História, foi na nossa Terra, no Ocidente.

A partir daqui, nasce a Grande Mistificação.
E uma Sarça Ardente, que é uma espécie de Acácia, nativa da Mata Atlântica, cresce robusta e verde, no alto de um cabeço no Deserto, O Monte Sinai, regada talvez pela secura dos ares, ou quem sabe, se o pôr-do-sol, nas areias escaldantes, faria as vezes da água.

E providencia-se a destruição de todos os vestígios do passado a Ocidente, que para isso existe o Império.
Antes do qual, era a escuridão. 
E com dele, veio a luz que iluminou toda a Europa, Norte de África, e Médio Oriente .

E o pouco que escapou à fúria da Imperial chama, levou um banho de civilização Romana e encerrou-se o Capítulo.

Mas como nem tudo na vida é perfeito, há sempre uns transviados, que pretendem repôr tudo nos devidos eixos. 

E ciclicamente, lá foram voltando à Terra dos Antepassados.
Foram-lhes dado vários nomes, e ainda mais variadas origens: De Celtas a Fenícios, a Lusitanos, a Suevos, a Hunos, a Árabes, chamaram-lhes de tudo.

O importante era que a sua origem  Konii, se perdesse nas Brumas da Memória.

E perdeu!

Mas porque estes Onai ou Ainos das Hibérias , eram teimosos como mulas, lá voltam de  novo a casa, por alturas do Século XII.
E trazem no Baú das Recordações, Mapas, Papiros e Manuscritos, Antigos como os Tempos, que tinham herdado dos seus Antepassados.

Assentam arraiais.
Dão aos Monges- cavaleiros que entretanto vão aparecendo, Castelos e Comendas.
Despacham daqui para fóra a Moirama do Níger, que entretanto se apropriara do espólio. E partem para o ocidente, em demanda do Paraíso, levando a bordo os amigos que haviam acolhido.

Ora o Paraíso, como eles muito bem sabiam, tinha Matas luxuriantes e Rios Magníficos, e Flores e Frutos de todas as espécies, e Pássaros de multiplas cores.

Mas também tinha Ouro e Prata e outros metais raros.

E alguns desses amigos, que eles haviam acolhido, agazalhado, protegido e honrado,  sofriam de mercantilismo congénito.

É certo que o negócio era rentável, mas a verdade, é que naquele Tempo, a Terra pertencia a Deus.
Assim sendo, teria que pagar tributo, ao Papa.

E sempre houve Papas e Papas.

E os que tomáramos por amigos não estavam habituados a pagar Dízimos.
Estavam habituados a cobrar Dízimos, por isso Jesus em tempos os expulsara do Templo.

Mas Jesus já partira há muito, e nem sempre os filhos e os netos, têm a visão e a força dos Pais e dos Avós.

E com o tempo, alguns dilectos amigos haviam criado vastos Paraísos Fiscais.
Mas o assunto não era pacífico.
E quem tinha que driblar o Vaticano eram os nossos, não os amigos, que passavam por desapegados de tudo quanto é bem terreno.

Mas como nada é eterno, e tantas idas e vindas, e tanto ouro e especiarías, já andavam a dar nas vistas, os nossos resolveram legalizar a situação.

(continua)


   
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De Maria da Fonte a 14.05.2010 às 06:34

(Continuação)

Ora os nossos Mercantilistas, experientes como só eles, sabiam bem que um dia, a Legalização das Terras do Ocidente, seria inevitável, e já tinham tomado as suas providências.

Nesse sentido, o Luteranismo já havia separado do Vaticano, vários Reinos, agora Francos.
E Henrique VIII de Inglaterra, já tinha inventado o filme da Grande Paixão por Ana Bolena, e em nome do amor, separara-se da Igreja de Roma, e criara a Igreja Anglicana, que pagava tributo ao Rei, que se tornara assim o representante de Deus, e o Recebedor de Impostos em seu nome, naqueles Reinos.

E se é um facto que o amor de Henrique por Ana Bolena, só durou até à oficialização da nova Igreja, posto que de imediato, lhe cortou a cabeça por imprestável , a verdade é que o Off-Shore Inglês viera para ficar.

Porque os Vendilhões do Templo, velhos como a noite dos Tempos, andam sempre à frente dos acontecimentos, que em parte provocam, quando Cristóvão Colombo partiu para a América, e oficializou assim a Descoberta do Paraíso, os nossos dilectos Vendilhões  fizeram as malas, encafuaram nos baús o ouro e a prata amealhados durante mais de um século, arrecadaram os Mapas que entretanto, os seus da Holanda, da França e da Inglaterra não tinham surripiado, da Casa que os acolhera, despacham o pateta do Rei D. Manuel para o Alentejo, para casa da mãe, e aprontaram o grande tumulto, do qual ,quais virgens ofendidas, se apressam a escapar ,rumo ás Zonas Francas da Flandres e da Inglaterra.

Assentam a Banca Central, no Centro Comercial da Flandres, que constróiem, e  apressam-se a abrir Filiais Bancárias e do Comércio, pelos quatro cantos do Mundo.

Quanto aos idiotas que os acolheram de braços abertos, e os protegeram quando Filipe o Belo os perseguiu.
E lhes deram Castelos e Comendas.
E lavaram e cozinharam, e trataram das suas terras.
E os transportaram e acarinharam nas viagens, por Mares e Oceanos, apesar do Escorbuto e da Malária, com que tantos morreram.

Foram atirados para a ponta da Espada dos Filipes de Castela.

Fizeram-nos perder a Indepêndência e a Vida.
Arruinaram-lhes a Marinha, pilharam-lhes os barcos que restaram, e roubaram-lhes os Pilotos.

Porque os Navegadores, eram agora Holandeses, Ingleses e Franceses.
Mas porque só sabiam atravessar os rios de barco a remos, e não percebiam nada dos Mapas que haviam roubado; para cruzar Mares e atravessar Estreitos, faziam reféns os navegadores Portugueses, que obrigavam a pilotar os barcos, sob as suas ordens.  

É claro que há muito, muito mais para contar.
Isto foi apenas um esboço da Saga dos
5 000 sobreviventes do Dilúvio.
Os únicos  que sobreviveram na Europa, que mais tarde edificaram o povoaram.

A Saga do Povo Konii, que levou  tudo o que lhe restou da Antiga Civilização de onde viera, a todas as partes do Mundo.

Levou Tradições, Língua e Escrita.
A Escrita da Estela de Bensafrim, o ONAH ou ONAI, que com o tempo e a distância, se transformou em UNO e em AINO.
E se espalhou das Antilhas dos Tainos, à Bacia de Tarim dos Uygures, ou Ligures na China, à Suméria dos Nasr, a Ugarrit, ao Egipto dos Faraós,  à Tailandia e ao Tibete, dos Thai, ao Cambodja, dos Kmer de Angkor Vat (Templo), ao Japão dos Ainos de Jómon, a Civilização que floresceu em Nagasaki.

A Saga de um Povo que está na Eupopa há 12 500 anos, e que a construiu.
A Saga do Povo de Krishaor, o Homem da Falcata de Ouro.

O Povo AINO, o Povo do CORDEIRO, do ANHO.

A Multidão imensa, vestido de Branco, que veio de todas as partes do mundo, de todas as Nações, de todas as Tribos, de todas as línguas, e  que segurando em suas mãos Folhas de Palmeira, a Árvore da Hibéria, louvou Kristo, o Seu Rei, Seu Pai e Seu Filho.

A Multidão imensa vestida de Branco, que atravessou a Grande Tribulação, e lavou as seus vestes, e purificou-as no Sangue do ANHO.
No Sangue de Jesus, Ruivo de Olhos Verdes. 

O AINO.

Maria da Fonte

-Em Memória das vítimas de Nagasaki-
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De Luísa Correia a 14.05.2010 às 17:07

Bravo, Maria da Fonte!!! :-)

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De Luísa Correia a 14.05.2010 às 17:07

Lérias, mas também não arruína, como essa gente arruinou. Pessoalmente, acho que para além da melhoria da nossa «produtividade» (aspecto material), se impõe também uma melhoria das nossas educação, cultura e civismo (aspecto espiritual), sem a qual nunca vamos livrar-nos das tais corrupção e inépcia de que fala.

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De Com Castelo, sim? a 14.05.2010 às 08:39


Faxavor, para mim, é um whisky com Castelo, enquanto não sobe...

 
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De Cristina Ribeiro a 14.05.2010 às 18:40

Depois de concordar inteiramente com Bento XVI, a sósia dessa estátua, manda daqui de Guimarães, cumprimentos à irmã capitalista ( da Capital ) :)
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De Luísa Correia a 17.05.2010 às 17:47

E nós por cá agradecemos. ;-)

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