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A simplicidade de uma Família Real

por Pedro Quartin Graça, em 11.05.10

 

Outros não o fariam. A começar pelos actuais governantes. Mas o Senhor D. Duarte e a sua Família são pessoas simples. De trato e de hábitos. A eles não lhes repugna estar no meio do Povo. As fotos, de autoria do deputado  José Ribeiro e Castro, esta manhã em plena Av. da República em Lisboa são bem elucidativas. A Família Real estava, como o demais Povo, atrás das grades. A ver passar o Papa. Uma lição para aqueles para quem gestos deste tipo são impossíveis. No fundo, e como sempre, o Rei com o seu Povo!

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53 comentários

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De Ai, coitado dele! a 11.05.2010 às 15:06

E  que frio e chuva faziam, coitado do sr. D. Duarte Pio.
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De Ega a 12.05.2010 às 07:58

A chuva que os senadore da República não apanharam , enquanto participavam nas cerimónias e diziam mal do Papa com a boca cheia de croquetes.
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De Aí há engano, de certeza! a 11.05.2010 às 15:19

Então a família real foi para a AVENIDA DA REPÚBLICA para ver o Papa?
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De editor69 a 11.05.2010 às 16:56

É lá teve de ser...AINDA se chama assim...!
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De Nuno Castelo-Branco a 11.05.2010 às 15:20

Os da seita "louca-laica" devem andar a tomar muitos "benurões". Não faz mal, são apenas quatro dias. O pior é que nunca conseguiram fazer "comícios" com tanta gente...
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De Rui Silva a 11.05.2010 às 17:49

Olhe que não, olhe que não...
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De Cristina Ribeiro a 11.05.2010 às 20:20

Pois, Nuno, isso é que lhes faz urticária: não gostam de ver um LÍDER a captar tanta gente.
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De João Pedro a 12.05.2010 às 09:40



Talvez tenha razão, aquela imagem de país beatificado  que passou na televisão e que se comove mais com a presença do papa do que com o aumento dos impostos, leva-me a crer que realmente merecemos ser enganados.
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De Maria da Fonte a 12.05.2010 às 01:52

Não, não são só quatro dias!

Bento XVI, que é óbviamente um Humanista, e um Papa extremamente culto, conhece bem a história da Humanidade.
Por isso, diz que a maior perseguição à igreja, nasce do pecado dentro da própria Igreja.

E para as manchetes, o Papa referia-se à Pedofilia.

Como se a Pedofilia não fosse apenas um detalhe de uma impiedade muito maior.
Um detalhe duma traição milenar, que nos tem conduzido a esta eterna luta, do Bem contra o Mal.

Bento XVI, apelou para que Portugal, siga o seu destino.

Um destino que foi interrompido há cerca de 500 anos, quando D. Manuel I, se revelou ser incapaz de compreender a dimensão do Mal, e a maneira do contornar, como fizera brilhantemente Dom João II.

Hoje a Maçonaria, deu ao Papa Bento XVI, a Chave da Cidade de Lisboa.
E o Papa respondeu-lhe, que só deseja saber usá-la.

E com esta frase, transformou quatro dias, em tantos quantos forem necessários.

Espero que os Portugueses, compreendam as suas palavras, e que vejam no Cálice que o Papa ofereceu ao Cardeal Patriarca de Lisboa, um Símbolo.

O Símbolo, do Graal, que nos pertence desde há cerca de 12 500 anos.

PAPA BENTO XVI
SEJA BEM VINDO A POR-TU-GRAAL

Maria da Fonte


   
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De Ega a 11.05.2010 às 16:47

Lá por Basto, quando era catraio, sempre ouvi os senhores dizer: "Quem é não precisa de o mostrar"...
Eis o caso.
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De nunofcouto@mail.com a 11.05.2010 às 23:20

Da Ega.

Até um "Dandy" como o meu amigo já sente saudosismo da simplicidade de Celorico.

O sr. D Duarte a mais a família vão ver o Papa como o fizeram milhares de Portugueses, uma pessoa amiga fotografa e mete na Internet; nem me parece que a família procurou essa exposição, nem tão pouco me parece que mereça metade dos adjectivos que lhes colocam na testa por motivo absolutamente nenhum.

Como republicano acredto que são cidadãos como os outros, mas o "como os outros" também inclui respeito.

100 anos depois continua tudo na mesma, continuam os "talassas"... E continua a "canalha" ! Bom senso pouco... Muito pouco.

Um abraço caro amigo, e cumprimentos à Srª Cohen.
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De Ega a 12.05.2010 às 08:15

Caro Nuno:

Vai-me desculpar o atrevimento, mas eu duvido seriamene do seu republicanismo. Iso não é preesão psicológica, mas algo me diz que o Amigo não se dava mal em Monarquia.
E há um aspecto que convem esclarecer: eu vim para a cidade estudar e por cá fiquei, sempre com saudades do meu canto. Estroinice e tal, mas sempre simples no trato - estroinice com todos os que me parecessem boa gente, jamais aquele ar enfatuado de um deputado da República.
Por isso, quado volto à terra, broa e sardinha assada, umas malgas de tiro mais umas desgarradas. Eu creio que por lá não dizem que «eu tenho a mania...».
Não preciso.
Que El-Rei é um cidadão como os outros, nós sabemos e Ele também. É o que está escrito no seu cartão de identificação. Mas é mais: é o representante de uma Dinastia e de um regime de 800 anos. Isto são factos. (E já não entro no que ele simboliza para a maioria dos portugueses que - fora os neutros - é monárquica).
Sendo assim tem outro peso institucional (muito superior) relativamente a qualquer «senador» da República que no fim da carrreira politica adquire o direito vitalicio de se sentar no camarote destes eventos.
É claro que o Senhor D. Duarte educadamente dá o lugar às senhoras idosas, para se sentarem, ou a esses maçons decrépitos que gostam de ir ao beberete e depois maldizem.
É essa a diferença: a sua simplicidade é a sua superioridade. Ou o meu amigo imagina alguma piedosa senhora  dos nossos politicos (dessas que vai à missa enquanto o «esposo» proclama o seu laicismo) entre as cotoveladas populares a tentar uma foto do Papa, ou a acenar-lhe com o lencinho?
Um abraço.
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De NunoFCouto a 12.05.2010 às 09:48

João da Ega.

Eu só me limito a tentar não ver o mundo a preto e branco, não me chocaria absolutamente nada viver numa monarquia constitucional, prefiro é escolher o mais alto dignitário da nação.

Sabe bem que como o Pulido Valente acredito que ser monárquico é exercer uma "profissão de fé", é acreditar que alguém por ser Rei é supostamente mais isento que alguém que é Presidente, na minha humilde opinião Cavaco veio a destronar essa teoria, tem deixado o governo governar, ao contrário de Sampaio ou Soares que tiveram uma clara agenda política subordinada ao PS. Para mim vai da pessoa, não do regime, por isso sou republicano, mais nada.

Quanto ao que D Duarte representa, para mim a história do país vai para além da história dos Reis, aliás a história dos segundos pertence à do primeiro... E não o contrário.

Quanto à ipocrisia meio-jacobina (que isso dos jacobinos já não existe, agora são mesmo interesseiros), há disso em todos os lados; já estou farto de ver gente que se diz monárquica pois acha que aquilo é uma elite, os que o são verdadeiramente fogem deles como o diabo da cruz; é como lhe digo, vai da pessoa...

Um abraço.
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De Ega a 12.05.2010 às 13:26


Caro Nuno:
Como sabe, tenho o mior respeito sobretudo pela sua maneira de pensar (e independentemente das ideias até).
E estou de acordo com a maior parte do que diz. desde logo quanto a esses pretensos elitisnos de tantos. Por isso comecei o comentário com o «quem é não precisa de andar a mostrar». Simplicidade, naturalidade, humildade...
Um abraço
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De NunoFCouto a 12.05.2010 às 14:16

Agradeço e retribuo.

Estes posts que envolvem família Real ou igreja normalmente são muito polémicos e geradores de um rol de disparates extenso.

Acho que vou fazer de Bonifácio enquanto o tema se discute e deito-me a jeito na almofadinha a olhar de soslaio, o Carlos da Maia já deitou leite no covilhete de Estrasburgo e tudo; damos por ela e isto já parecem as sessões parlamentares do fim da I república, não há pachorra.

Um abraço.
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De Não acredito em sondagens, mas que as há a 12.05.2010 às 10:30


Acho que há sondagens que dão uma maioria de portugueses monárquicos que ronda os oitenta por cento e algumas mesmo os noventa e seis.
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De sdas a 11.05.2010 às 17:00

Atrás das grades é que estavam bem.
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De Ega a 12.05.2010 às 08:18

Grande! Isso é que é patriotismo de pêra e bigode!
Cometeram que crime, já agora?
Pois, isso não interessa. Interessa é que são quem são.
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De NunoFCouto a 12.05.2010 às 10:35

"Patriotismo de pêra e bigode"

Hahahahahahahahahahahahahaha ! Até se me saltou fora um rim !
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De Anónimo a 12.05.2010 às 11:03

Ui deve ter doido, sair-lhe um rim. Hemodialise, não?
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De Fabio Serranito a 11.05.2010 às 17:09

Desde quando há uma Família Real e um Rei em Portugal? Houve algum desenvolvimento político recente em relação à natureza do regime que eu ignore? Da última vez que reparei, Portugal era uma república e o Sr. Duarte de Bragança era apenas um cidadão como os demais. E o Sr. Pedro Quartin Graça acha mesmo que, caso o Sr. Duarte de Bragança fosse Rei, ele estaria nesta ocasião "como o demais Povo, atrás das grades"?
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De Anónimo a 11.05.2010 às 20:05

Qem acredita na Monarquia, faz a vénia evidentemente ao seu Rei e à sua família.

O que está em causa é a humildade de alguns versus a cagonice de outros.

Quando eu vejo as figuritas do jet set teso Lili Caneças, Castelo - Bronco ( não tem nada a ver com o Castelo Branco do Estado Sentido, que é inteligente e não é bronco), Ronaldo e Ronalda e mãe Aveiro, até o treinador do Benfica, ...Barbaras Guimaroas, catarinas furtados, e judites de sousa, cinhas jardins e pimpolhas descendentes ...sei lá quem mais, armados em estrelas de óculos escuros, é claro que aprecio ver pessoas que têm atrás delas uma história tão importante como é o caso, não  se exibirem publicamente. 

Porque razão tenho que ver em lugares de destaque, esses republicanos rascas, da piolheira, corruptos, como os socretinos e copistas?
Porque razão temos de nos desviar na estrada se «lá vem a comitiva do PR»?

Pelo menos em obediência à História, aquela que nos ensinaram e ainda ensinam por cá, D. Duarte mereceria um lugar de destaque. Com mais destaque do que certos ídolos da treta que são aclamados como pondo Portugal no mapa ... da arruaça, da vulgaridade e da mediocridade.

Tenho pena é que os monárquicos não sejam mais activos, mais guerreiros e não aproveitem a mediocridade dos actuais republiquerdas para os varrer de vez para fora.

Educadinha





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De João Pedro a 11.05.2010 às 22:11


Já o senhor que levou o balázio dentro do carro, não era muito de se misturar com o povo, assim como tambem não indiciava grande preocupação com os problemas do povo.
Alegadamente era mais dado a certos habitos/vicios nada honrosos e pouco conformes a alguem merecedor de um "destaque" fora do vulgar.


Image
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De Ega a 12.05.2010 às 08:31


Aí está como V. exemplifica bem o mal que nos lixa a todos:
Falando como fala, oculta:
a) o carro era puxado a cavalos
b) Descoberto. Faltavam-lhe os vidros à prova de bala.
c) Guarda costas também
d) A preocupaçãp com o povo está bem patente em toda a sua vida politica que não cabe aqui?
f) Se houvesse alguma razão pra os tais «balazios» V. não tinha perdido a oportunidade de a escrever. Não o fez. Porque sabe que se tratou de um assassinato puro e simples e injustificável (a não ser à moda terrorista dos republicanos que se aproveitaram das liberdades que a Monarquia consentia)
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De João Pedro a 12.05.2010 às 09:29



a) sabe certamente que na época não havia algo semelhante a um... papamovel por exemplo.


b) também não havia,


c) se calhar ninguém se lembrou,


d) se compararmos o desenvolvimento económico de Portugal com boa parte dos países europeus no mesmo período, talvez o ajude a esclarecer alguma duvida que tenha relativamente às preocupações/prioridades do Rei,


e) Saberá também que o senhor antes de ter sido assassinado, foi avisado, no entanto, das duas uma:
ou preferiu arrogantemente ignorar o aviso, ou então considerou que viria a ser um mártir da monarquia.




Quanto às falsas humildades de quem se "mistura com o povo", nada lhe garante que não se destinem a um simbolismo politico.
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De Ega a 12.05.2010 às 13:32

Muito obrigado! É com comentários como o seu que quem lê rapidamente se afasta do republicanismo obsoleto.
Em suma, não havia carruagens fechadas, a Familia Real deixou-se martirizar (uns suicidas no fundo) e o atraso de Portugal pertence ao Passado, que a república tudo modernizou.
Faça-nos o favor de continuar a defender tais ideias, que tanto ajuda a Restauração.
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De João Pedro a 12.05.2010 às 15:25




Não tem de quê!

Tem que admitir, que com esse dom para deturpar o que os outros escrevem é difícil acreditar que não terá V. assento em S. Bento ou lugar afim.


Convido-o a transcrever o segmento do meu comentário onde associo a modernização à Republica, sabendo nós que não foi certamente durante o período   monárquico que tal ocorreu.


Ocorrer-lhe-à por acaso que durante o séc. XX houve um período onde não vigorou nem Republica, nem Monarquia? Imagino que não seja do seu agrado tal sistema politico, até porque não concedia espaço para determinadas vaidades/distinções que se sobrepõem ao interesse do pais.  





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De Ega a 12.05.2010 às 19:25

Faça o favor delêr o art. 1º da Constitução de 1933 e logo verá que esse período não existiu. Era republica.
Porventura ocorreu-lhe isso.
E já agora, só por curiosidade: Humberto Delgado candidatou-se a quê? E quem queria ele demitir? E de onde vinham os poderes para essa demissão?

S. Bento aguarda-o. Sócrates  precisa de discursos assim.
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De João Pedro a 13.05.2010 às 00:12



Toda a gente sabe que a constituição de 1933 era fictícia.
O segundo paragrafo é mera conversa da tanga.


O lugar em S. Bento faz mais o seu jeito, atendendo a que parece ter engolido algum livro com certa doutrina à semelhança de alguma gente que por lá deambula.
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De Nuno Castelo-Branco a 12.05.2010 às 07:51

Obrigado pelas suas palavras, Educadinha.  Mas os nossos "reps", não perceberam certas diferenças. Se quiséssemos e fossemos como aqueles que andaram durante semanas a fazer campanha anti-Papa e ontem estavam sentadinhos no Terreiro do Paço, podíamos ter feito uma coisa muito simples: arregimentado uns centos de miúdos da Real Associação com bandeiras  azuis e brancas. Mas não o fizemos e teria sido muito simples, eficaz e bastante visível. Como sempre, a dificuldade seria encontrar bandeiras para a procura. Não aproveitámos a situação. Isso marca todas as diferenças. 
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De Frederico Duarte Carvalho a 12.05.2010 às 00:18

Mas, Fabio, claro que há! Não sabias? É a Sagres que o diz, e se a Sagres o diz, então não pode haver engano... Se até a República o permite...
Confere aqui: http://www.centralcervejas.pt/include/imagedisp.asp?id=3818 (http://www.centralcervejas.pt/include/imagedisp.asp?id=3818)

A pergunta é: Portugal é um Monarquia disfarçada de República ou uma República da tanga?

Organizem-se, é o que vos peço...
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De Ega a 12.05.2010 às 08:24

Se o Senhor D. Duarte estivesse exercendo as suas funções de Reo, fá-lo-ia no local próprio e não poderia estar na rua.
A questão é outra: que funções exercem todos os convidados VIP (D. Maria Barroso e esposo, etc, etc) para estarem tão repimpados lá em cima no bem-bom. Tratar-se-à de algum direito vitalicio republicano que desconhecemos? E ainda: se não fossem «lá para cima», festejavam o Papa «cá em baixo»? Ná, «cá em baixo» só nas campanhas eleitorais, o que não era o caso.
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De PALAVROSSAVRVS REX a 11.05.2010 às 18:19

Tenho saudades do tempo que o Povo concederá a essa Família o cumprimento de um sacerdócio sem contabilidades tácticas políticas. Tenho saudades do tempo em que o Povo compreenderá a incomparável beleza e dignidade de alguém em nada toldados pelos interesses espúrios a Portugal, venham de onde vierem.


A República sem Rei faliu aí, nesse desnorte crasso: sem Povo, além do Povo, fora do Povo.
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De Pois é a 11.05.2010 às 18:40

Os reis, onde os há, vão todos para o meio do povo quando o Papa visita os países onde andam a reinar.

Image
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De Transmontana a 11.05.2010 às 18:41

Gostam mais de Portugal do que a malta que está no poder que é só esbanjar. Portanto viva D. Duarte e a sua família que se junta ao povo ,coisa que esses senhores do poleiro não fazem, digo até que para eles o povo nem existe, só existe a corja deles. 
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De mcm a 11.05.2010 às 19:03

Gostei de ver...E até lhe confesso uma coisa:
- Desde pequena que sei, porque sei, que os mais medíocres e os menos preparados, são sempre os que mais ostentam e mais esquisitos se mostram.
Obrigada por ter aqui divulgado estas fotos e seria bom que as pessoas soubessem interpretar a sua boa lição.
Fique bem
Maria Morais

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