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A gritar ninguém vos ouve

por João Távora, em 31.03.10


Parece-me de facto lamentável a banalização duma linguagem rasca e assassina por parte dalguns blogers que liquida à partida qualquer discussão ou esclarecimento, como se a História fosse acabar amanhã sob o estrondo dum sound bite. Estranho é  que esses excessos fratricidas, mesmo sob capa duma qualquer pedagogia, provenham de  personalidades com pretensões sociais e ambições políticas. O seu estilo narcísico incontinente é a explicação lógica para o estatuto secundário desses sombrios jogadores da pulhitiquice nacional.

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6 comentários

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De MFerrer a 31.03.2010 às 19:10

Todavia trata-se de gente com palco, com esplanada e com cachet...
Pena que se dediquem mais ao trocadilho fútil e à boçalidade desatinada do que a qq coisa de mais sério.
Fazer trocadilhos baratos com o assunto da pedofilia dos padres é capaz de ter muita graça em programas rascas para a chungaria. Não serve é ao esclarecimento nem à análise dos problemas
Quem atira titica para o ventilador acaba apanhando com ela!
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De Anónimo a 31.03.2010 às 20:14

Gosto de palavras. Gosto de combinar palavras. Gostei de ler « linguagem rasca e assassina», «estilo narcísico incontinente»...gerando um texto que diz exactamente o que se deve imputar a quem brinca com assuntos demasiado sérios.

Esse «quem» é o tipo de «nojento» sem sentido, por certo inspirado nalgum perfil estrangeiro que ganhou fama chocando a comunidade com leviandades de fazer corar a merda. É o português moderno, enxertado no circo das asneiras, que se quer afirmar no meio dos «novos honestos» - pois não há corruptos em Portugal -, recorrendo, então, a essa incontinência bocal e boçal, pensando que todos tapam o nariz aos respectivos remates de estomâgo que o rabo não defende.

Eu não cedo perante esses «novos honestos», modernaços da asneira, armados em «Howard Stern» da estupidez, merecendo ser comentados na perspectiva conveniente. São rascas, são nojentos, são ignorantes e sobretudo apenas existem à custa do disparate - o que equivale a dizer que são inexistentes.

A lei da rolha ou do fecho, conforme o perfil é benvinda. De resto, um qualquer sanitário público seria o ideal para enfiar as cabeças do género do «quem» se fala, e encaminhá-las para o destino com o devido impulso da água. Nesses casos, a merda costuma ser bem mandada e seguir o seu caminho sem qualquer espécie de oposição.

Educadinha







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De Anónimo a 31.03.2010 às 22:17


O que é pena é que o seu discurso pela linguagem que usa se contradiga. Como diz o ditado não basta parecer, é preciso ser.Coisa que, manifestamente, não sabe.

Maria

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De Anónimo a 03.04.2010 às 19:49

Não, não sei muita coisa. Mas sei reconhecer quem sabe menos que eu. Contradições...e linguagem, é um tema que me interessa...estou sempre disposta a aprender. Ora venha daí, o primeiro ensinamento para eu formatar a minha cabeça...avisando desde já que não aceito moralerdices.

Educadinha
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De Maria da Fonte a 01.04.2010 às 05:25

Caro João Távora

Confesso que nunca tinha lido o Arrastão. Nem sabia da sua existência.
Agora que já li, os posts e os comentários, se me permite uma sugestão:

Não perca tempo com aquilo!
´
É a negação do que fomos.
É a negação, do que apesar de todas as traições, de todas as vilânias, ainda somos.
E é em tudo contrário, ao que defendemos, que um dia Portugal venha a ser.

Melhores Cumprimentos

Maria da Fonte
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De Nuno Castelo-Branco a 01.04.2010 às 19:05

Do que estava à espera, João?

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