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Certa noite eleitoral escrevi um post de gosto duvidoso sobre um conhecido socialista.
Arrependi-me. Posso não ter consideração pelo sujeito, mas a verdade é que, por maiores que fossem os rumores ou mesmo as suspeitas sobre o seu comportamento, ele não tinha sido objecto de sentença condenatória em qualquer tribunal. E o caso não tinha que ver com ataque político, mas antes com costumes.
Por isso preferi, após sumária reflexão, alterar o sentido do post – acto que foi confundido com cobardia por alguns burros anónimos da blogosfera – de modo a não enlamear alguém que podia estar inocente.
Vem isto a propósito desta outra piada fácil que Daniel Oliveira resolveu postar no Arrastão e que não é politicamente incorrecta. Representa simplesmente uma infâmia que é a de arrastar para a lama a generalidade dos padres da Igreja apenas porque alguns deles cometeram sórdidos e miseráveis crimes contra os seres indefesos que são as crianças.
Espero sinceramente que Daniel Oliveira - cujos textos aliás aprecio, embora deles normalmente discorde - caia rapidamente em si e corrija o sentido do que injustamente escreveu sobre milhares de pessoas de bem. É que não se pode confundir a árvore com a floresta.
Tal gesto ficar-lhe-ia bem e só mostraria que tem a grandeza de alma que o seu actual post, definitivamente, compromete.
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