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Levantemo-nos do chão! (3)

por João Távora, em 11.02.10

 

 

 

Chego ao escritório vindo de S. Bento e confirmo que a indignação deste grupo de cidadãos que se manifestou pela Liberdade é mais do que legítima: afinal há uma providência cautelar com vista a impedir a publicação de mais escutas no semanário "Sol".

Em frente ao Parlamento estiveram muitos daqueles que não se conformam com o condicionamento da liberdade de imprensa por um poder político tentacular e com o crescente descrédito dos órgãos de soberania. De resto, a petição foi entregue e Sócrates que se cuide, que este foi apenas o primeiro dia duma luta que nunca deveria acabar. Pela liberdade.

 

Video 31 da Armada



6 comentários

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De Há mas não foi entregue a 11.02.2010 às 16:02

Há, mas não foi entregue.

O director do Sol mais as jornalistas que têm abordado o caso podiam era muito simplesmente ir passar uns dias a Espanha, assim a modos do que fez o sr. Pinto da Costa, mais aquela piquena do alterne.

Dá um resultadão...
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De pedro M a 14.02.2010 às 20:38

devem estar a gozar... só podem.
Sabem mesmo o que é falta de liberdade (seja do que for)?
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De Manuel Pacheco a 15.02.2010 às 09:52

Sois uns pândegos:
Quem o diz ou quem o espalha sabe lá o que é medo. Medo, era quando se levava algo a um patrão, para empregar um seu filho ou um seu parente e julgava que o que dava era pouco, podia haver outro que dava mais, mesmo sabendo que o que dava fazia falta aos seus.
Medo: era quando se levava algo para o professor (a) para que seu filho fosse “puxado” não abandonado, para não reprovar nenhum ano para quando acabasse o círculo escolar, 4ª classe, ir trabalhar. O que acontecia aos 10/11 anos, para ganhar algum para o sustento da casa.
Medo: era quando se tinha direito a reclamar o que era seu e não o fazia porque era despedido. E tinha a P.I.D.E. à perna e um rótulo de conspirador, que nunca mais arranjava um emprego.
Medo: era quando o patronato andava a negociar com o dinheiro, meses de atraso do abono de família, que era dos seus filhos, tinha de tirar o chapéu, a vergonha e algo mais, para receber o que era seu.
Medo: era quando os pais viam os seus filhos irem para o serviço militar, além do que deixavam de receber (a féria) ainda tinha que suportar com outros gastos – viagens de fim semana, certos tipos de alimentação, se não passavam fome, o que era servido por vezes nem os cães tragavam.
Medo: era quando se era metido no Vera Cruz ou noutros barcos e se partia para defender o que era de meia dúzia e as promoções dos oficiais. Quando se regressava encontrava-se um futuro incerto e ainda se tinha de suportar a cura de algumas doenças tropicais.
Medo: era quando se queria constituir família e não havia condições habitacionais, salariais e outras tais, para se almejar a ter um filho, o que se ganhava pouco dava para o sustento quinzenal - nessa altura recebia-se à quinzena.
Medo: era quando se tinha das intempéries porque a construção civil deixava de trabalhar - a chuva o frio e a neve não permitia - e não havia subsídios para isso nem para a doença.
O que posso dizer dos que dizem terem medo é que deviam de viver nesse tempo. Julgo que não passavam a meninice, que o medo os levava como a meningite nesse tempo, levava parte das nossas crianças.
Muitos falam do medo e sabem lá o que é o medo. Sabem o que digo: tenho medo de viver num País de me(r)d(r)osos.
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De fiodobeck a 15.02.2010 às 10:32

este parece um encontro de malta amiga para um landhe. é de rir.
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De m.Azevedo a 15.02.2010 às 17:14

A manif , teve pouca gente,era esperado, segundo o Eng. Belmiro, cito:" Quem quiser mandar no Público tem que o comprar"fim de citação. Perante isto, estando os Jornais e TV, na mão de Homens de direita, e alguns até militantes do Psd , SOL,Visão Sic etç , não compreendo como é que o governo possa condicionar esta gente. Alguns jornalistas entraram nesses jornais pela porta da esquerda, e, hoje, estão de "cócoras" perante as suas entidades patronais. Lembro, que na comunicação social só há três patrôes , este facto é que limita a liberdade dos jornalistas motivo que os leva quase todos a falar a uma só voz-Governo Abaixo, venha quem vier. Isto é,o poder económico, no seu esplendor, a querer comandar o politico, como antes do 25 de Abril.
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De Quintanilha a 16.02.2010 às 16:17

E o xôr dótor Pedro Santana Lopes recebeu dinheiro do sucateiro Manuel Godinho, e não fazem por aí grande alarido. Não interessa porque a criatura não é do PS !!! Há ganda país!!!

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