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piadas fáceis recebidas por mail

por Rui Crull Tabosa, em 25.01.10

"Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego, depressão quando perdes o teu e recuperação quando Sócrates perder o dele".



10 comentários

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De Ega a 25.01.2010 às 16:51

Assim sendo, caro Rui, a tremenda realidade é que nunca mais vamos recuperar. POrque o «tacho» de Sócrates estará sempre assegurado.

Já o vejo integrando um alto organismo internacional qualquer de protecção do ambiente.
Isto, é claro, depois de se passar uma esponja sobre o Freeport.
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De Réspublica a 25.01.2010 às 17:09

Mas para isso ele tem que se demitir a meio/dois terços do mandato, como o António Guterres ou o José Barroso...
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De Nuno a 25.01.2010 às 23:17

Amigo Ega.

Acho que um destes dias até eu vou para monárquico !

Mas olhe que tem de ser daqueles absolutistas, ou então um presidente ao estilo do Sidónio !
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De Ega a 26.01.2010 às 00:17

Caro Nuno: o Rei é a única figura de Estado que, mesmo não mandando nada tem mais autoridade do qualquer outra.
Só é concebível um Rei quando a Nação o quer e se revê nele.

«A legitimidade de D. Miguel está na unânimidade com que foi aclamado. Esaa a legitimidade do Mestre de Avis» (Oliveira Martins in Portugal Contemporâneo)

Note bem: D. Miguel não era absolutista. Pelo contrário: desde D. João iV as Cortes não reuniam. Reuniu-as Ele, e nelas foi aclamado. O rsto foi apenas a inepcia dos seus generais.

E já depois, Luis de Magalhães defende brilhantemente o caracter tradicionalista da Carta Constitucional («Tradicionalismo e Constitucionalismo») equiparando-a a um «foral nacional» tal como eram outorgadas antigamente cartas de foral aos concelhos e suas populações.

Tudo era possivel, mesmo uma «regionalização» como manda o figurino. Mas que quer? Nós não queremos. Vivemos o que e como queremos.

Dizendo mal, acordando todos os dias a dizer mal. Só!
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De Nuno a 26.01.2010 às 19:28

Caro Ega.

D. Miguel até poderia ser digamos que, um absolutista bem intencionado. Na minha maneira de ver as coisas tanto Miguel como Pedro foram príncipes que se fizeram a eles próprios pois o modelo deixado pelo pai foi de um rei cobarde ao fugir para o Brasil transferindo para o Rio de Janeiro a sua corte durante as invasões Napoleónicas.

Pedro amava o Brasil e foi fortemente influenciado pelos movimentos independentistas das elites Brasileiras, ainda hoje é um Rei amado, Miguel era um príncipe revoltado que acreditava na força das armas e na autoridade do Estado para fazer vencer a ordem.

Portugal era um país depauperado pela guerra peninsular e o facto de D Pedro estar no Brasil talvez tivesse despertado a necessidade de D Miguel em tomar as rédeas ao reino por clara inépcia de D Maria para governar.

Segundo consta, embora Miguel tivesse mais homens, Pedro tinha o apoio dos Ingleses e por isso tinha a seu favor a logística da guerra e acima de tudo meu amigo, Pedro tinha do seu lado as gentes do Porto e do norte de Portugal e como o meu amigo sabe só isso dá para ganhar meia guerra !!!!!

Eu não sei se Miguel teria domado a força dos jacobinos nem sei se Pedro fez bem em entregar o Brasil aos Brasileiros com ele como Brasileiro um à cabeça, D Pedro I; só acho que ambos foram produto do facto de o seu pai ser um mau Rei, acredito que ambos fossem nobres nos seus intentos, mas fico a pensar se seria de facto positivo ter uma monarquia no meu país correndo o risco de me sair na rifa um D João VI... É que já me saiu um Guterres e um Durão Barroso, mas pelo menos nestes eu posso não votar !
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De Ega a 27.01.2010 às 02:42

Meu caro amigo Nuno (FCouto).
a minha ( friso: minha - nada quero impor) versão da História é muito diferente.
Estávamos numa época de convulsão política. Do ponto de vista das ideias e até da economia. Este um ponto fulcral na explicação da evolução do Brasil.
Amanhã continuarei. Para já um apontamento apenas:
- A dita «fuga» de D. João VI para o Brasil é uma falácia, obviamente republicana.
- Natrualmente, se Junot apanhasse o Rei em Lx, o Império (Portugal-Brasil) seria subjugado. Mais um, a contar aos tantos por essa Europa fora.
- A partida do ei para Brasil teve um significado que nem Napoleão conseguiu contrariar: a capital do Império estava no Brasil. E o Corso lá não chegava.

Seguiram-se convulsões (antes de 1820) que escaparam ao comando de quem quer que fosse. Passavam elas pela influencia de ideias estrangeiras (afrancesadas, jacobinas) e pelo atraso - a verdade é a verdade - do nosso povo.
Chegámos à questão de regime e à influência da Rainha.
E amanhã continuamos.
Um abraço.
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De Nuno a 27.01.2010 às 15:48

Meu caro, é pertinente essa sua observação, no entanto, mover a capital do império para o Rio deslocando atrás de si penso que 15.000 altos funcionários do Estado das várias especialidades condenou Portugal à derrota.

Um rei se quer ser Rei tem de morrer em pé ao lado do seu povo, se Napoleão eventualmente meteria as mãos no Império, até podia meter mas viveria em sobressalto com a guerrilha a bater-lhe às portas todos os dias.

Eu não demonizo D Miguel exactamente porque combateu à cabeça das suas tropas enfrentando cara a cara o irmão que aliás fez questão de desembarcar no Mindelo para esse efeito, ao invés de "mandar as cortes", isso é que faz a visão romântica de um Rei, a grande figura de estado que os monárquicos apregoam e nessa concepção, D João VI foi efectivamente cobarde.
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De NunoFCouto a 26.01.2010 às 19:37

Caro Ega.

Há mais Nunos a comentar, a partir de hoje sou o NunoFCouto.

PS: o Comentário anterior de Nuno é meu.
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De Pera Amarga a 25.01.2010 às 18:17

Infelizmente não haverá recuperação miraculosa quando o Sócrates perder o dele, até porque quem for ocupar o seu lugar não será, atendendo ao panorama que se avista, o contrário do sujeito, e ainda porque o pessoal político em geral anda nivelado muito por baixo.
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De Que façam bicha a 25.01.2010 às 18:26

Quando Sócrates mais a sua pandilha perderem o emprego sempre podem fazer bicha à porta do IEFP.

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