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Quero deixar aqui esta citação de um excelente post de Luís Rocha, em Blasfémias. Muito bem observado.
Todos os anos, o 5 de Outubro é ocasião para uns trés ancients de Verdun comemorarem acontecimentos mal contados. Dizem-se umas balelas sobre os "ideais republicanos" serem os ideais da "liberdade e da democracia", como se fossem isso ou algo de aproximado. Há umas excitações sobre o regime.
A monarquia portuguesa caiu de podre e a primeira república caiu de podre e da pior forma, quase com guerra civil. O Estado Novo caiu de podre e a terceira república lá se mantém, apodrecendo periclitante, embora vivinha da silva, porque a Europa não permite aventuras.
Na minha opinião (e sei que o João Távora discorda), o regresso de um regime monárquico não iria resolver os problemas do país e até talvez os agravasse.
Agora, também não compreendo os nostálgicos da primeira república. Têm nostalgia de quê? Dos maluquinhos à solta?
Henrique Raposo, em Clube das Repúblicas Mortas, republica este magnífico texto. José Gomes André, em Delito de Opinião, diz o essencial. E, ambos os casos, era o que eu gostaria de ter escrito sobre este assunto, se tivesse a cultura suficiente para o fazer.
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