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Porque o Presidente da República fala hoje à noite ao país, sugere-se a leitura integral do texto de que apenas uma pequena parte se cita:
"Através dela (da palavra pública), o Presidente comunica com os Portugueses, exprimindo a sua opinião sobre as mais diversas políticas públicas, pronunciando-se sobre a situação do País e sobre questões internacionais, dando testemunho das suas experiências e das suas preocupações.
Pode influenciar, por essa via, os comportamentos dos agentes políticos, económicos, sociais e culturais e as atitudes dos cidadãos em geral.
Por isso, o Presidente da República deve ser ponderado no uso da palavra pública e falar de modo a ser escutado. Deve procurar contribuir, com a sua voz de bom senso e moderação, para que os problemas que surgem sejam resolvidos com um máximo de benefício para o País. Perante a pressão mediática que caracteriza os nossos tempos, encontrar a palavra certa, na ocasião apropriada, nem sempre é um exercício fácil.
A palavra pública faz parte da magistratura de influência do Presidente da República, a qual inclui também a palavra em privado. A influência do Presidente, para ser eficaz e benéfica para o País, não só recomenda contenção da sua parte como pode exigir que actue com discrição, longe dos holofotes da comunicação social, e que sujeite certas matérias a um dever de reserva. Este dever de reserva não significa, como já tive ocasião de explicitar, alheamento ou passividade relativamente às políticas e às medidas governamentais, nem uma renúncia definitiva a, se for caso disso, sobre elas vir a tomar posição pública".
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