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O Bloco de Esquerda é assim um “partido comunista” versão adolescente urbano depressivo, revoltado contra a sociedade que lhe deu tudo menos um sentido para vida. Afinal a rapaziada anafada não quer a luta de classes, apenas se rebelou contra "o pai", contra "o sistema", contra "a autoridade". Se as suas desventuras não acabarem mal, na simples marginalidade ou num asilo psiquiátrico, a moléstia ainda vai passar com a maturidade: um bom tacho na administração publica ou o acasalamento com descendência terminarão com todas as veleidades. Para já o importante é salvaguardar a nossa liberdade desta caprichosa demanda: é que a vida não é um festival de rock e a história não é um filme experimental.
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