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Um título que está a dar que falar

por João Villalobos, em 06.03.09

O blogue da revista, aqui

 

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9 comentários

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De Luis Melo a 06.03.2009 às 11:24

Ora... o Magalhaes ?!... esse caso de (in)sucesso?

http://mudaportugal.blogspot.com/2008/12/o-sucesso-do-magalhes.html
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De Carlos Santos a 06.03.2009 às 12:14

Chamou-me mais a atenção o subtítulo: "intelectuais, podemos confiar neles?". Eu diria que sim, mas nunca em pseudo-intelectuais liberais que revestem o que dizem duma credibilidade emprestada por quem nunca apoiaria o que les dizem.
Enfim, veja por sim:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/03/verdades-e-mentiras-sobre-as-causas-da.html
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De José Manuel Faria a 06.03.2009 às 12:10

O Magalhães/computador/internet.

Concordo. A Juventude deixou de ler, procura resumos. Uma imensa maioria até de Universitários nunca leu uma Obra de princípio a fim.

Eu sei que esse instrumento não deveria substituir, mas substitui.
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De Martins a 06.03.2009 às 15:41

Que estupidez! O que tem o Magalhães a ver com a leitura? Uma coisa não impede a outra, a não ser, pelos vistos, para o tótó do Barreto. E, já agora, poquê o Magalhães? O Toshiba não? E o Samsung? Pobre Barreto! Pobre país, com "intelectuais" destes!
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De Manuel Leão a 06.03.2009 às 17:11

Pois...

Não deveria impedir, mas impede.

É como o outro: eu não acredito em bruxas, mas que as há, há...
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De Tiago Moreira Ramalho a 06.03.2009 às 17:57

Que estupidez tanta exaltação!

Em primeiro lugar porque é despropositada, em segundo lugar porque certamente ainda nem leu o artigo para falar assim dele!

Porquê o Magalhães e não os Toshiba? Porque que eu saiba os computadores que vão ser entregues a TODOS os estudantes do ensino básico ainda são os Magalhães.
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De Martins a 07.03.2009 às 08:44

Caro Tiago:
Costumo le os artigos do A. Barreto e conheço bem o seu pensamento retrógado e avesso a tudo o que seja tecnologia.
Sou professor de português e de literatura portuguesa e francesa e também um utilizador do computador, como aliás você e todos os intervenientes na blogosfera. Essa posição em relação ao Magalhães, além de disparatada, é profundamente elitista. E poquê? Porque, hoje em dia, umja parte dos miúdos tem já acesso ao computador, em casa dos pais, e isso não os impede de ler, se forem educados nesse sentido. Por isso eu falei nos Toshiba, Samsung, etc. Os miúdos de famílias sem recursos não têm computador em casa, daí a grande revolução e democratização dos Magalhães. Ou você acha que estes miúdos menos favorecidos não têm os mesmos direitos que os outros? Se lêem ou não, isso compete ao professor incutir, porque, continuo a afirmar por experiência própria, uma coisa nada tem a ver com a outra.
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De Tiago Moreira Ramalho a 07.03.2009 às 10:03

Sim, uma coisa não tem tido nada a ver com a outra, é certo. Mas, como o Martins diz, até agora apenas famílias "confortáveis" é que tinham computadores e existe uma correlação inegável entre famílias com mais recursos e uma maior propensão para a leitura. As consequências de dar o perfume antes do sabonete, perdoe a expressão, às famílias carenciadas são uma incógnita para mim nesta altura: não sei mesmo o que irá acontecer com a "democratização do magalhães".
Para além disso, acho que não devemos todos pagar para que as crianças tenham magalhães, deveriam ser as famílias a comprá-los se o entendessem.

E desculpe a minha primeira resposta, mas o seu primeiro comentário foi um daqueles com os quais gosto de "gozar" aqui...
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De Manuel Leão a 07.03.2009 às 12:32

Prof. Martins:

Por falar em português, que tal a qualidade daquela tradução a que se refere o jornal Expresso? É aquele rigor que queremos para os nossos filhos e netos?

Já agora, mais uma questão: tenho dois netos a quem foram distribuídos "magalhães". Sabe quantas vezes já foram utilizados nas respectivas escolas: zero! Estão guardados em casa, porque entregaram as "máquinas", mas não criaram as condições para que os alunos fossem ensinados a utilizá-las. De certo modo, ainda bem: pouparam o contacto com erros ortográficos, de sintaxe e gramaticais de "caixão à cova".

Consegue acreditar que a "operação magalhães" foi lançada a benefício da educação dos alunos? Que foi planeada nesse sentido? Que está a atingir resultados? Ou foi principalmente uma operação de distribuição, por vezes com a utilização de pequenos actores?
Que logística existe? Vamos ver quanto tempo vai demorar até estar completamente removido o tal produto tóxico e quem vai pagar a factura ...

O computador é útil? Claro que sim, mas não passa de uma ferramenta que é preciso aprender a utilizar. Primeiro na escola, bem entendido, e depois em casa.

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