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A benevolente desplicência com que muitos "analistas" encaram o PCP enquanto debitam as mais assombrosas vacuidades a propósito deste partido, como não fariam com nenhum outro, ficou há dias bem patente num debate televisivo, realizado logo após o congresso comunista. Cinco jornalistas, quatro dos quais na pele de comentadores, debitaram pérolas como estas que fui anotando:
"O PCP está bem consigo mesmo, gosta de si. É um partido sereno."
"Tem uma máquina perfeitamente oleada."
"O crescimento do PCP implicará o enfraquecimento do BE."
"O partido mais aberto que Carlos Carvalhas formatou era mais vulnerável."
"O PCP tem o seu 'core business' muito bem estruturado."
"As pessoas choram a ouvir Odete Santos."
"Ninguém entrou atrasado. Toda a gente falou exactamente o tempo que estava previsto."
"No final do congresso as pessoas arrumaram as próprias mesas."
"É importante ver que os comunistas na blogosfera estão claramente alinhados com Jerónimo de Sousa."
"O PCP é o que é."
Conclusão a condizer: a "análise" política, em Portugal, muitas vezes é o que é. Isto. A bola é redonda e quem mais marca é quem ganha.
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