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Histórias como a de Nojood fazem-nos perceber até que ponto somos fúteis quando nos dedicamos a concursos de rabos ou à defesa intransigente do multiculturalismo, seja em que contexto for.
Não é todos os dias que lemos no jornal um conto das mil e uma noites. Espero que como nas histórias de encantar ela agora possa ser feliz para sempre.
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