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De pedra e cal... até mais ver

por Pedro Correia, em 14.11.08

José Sócrates tem manifestado confiança na ministra da Educação. Não admira. Fez o mesmo com Correia de Campos: um mês antes de o despedir do Governo, em Janeiro, garantia aos portugueses que o ministro não saía.


4 comentários

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De Anónimo a 14.11.2008 às 13:12

Ah, mas quando o grande poeta Alegre chegar a PM estas mentirolas vão acabar, isso é certo e sabido.
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De Manuel Leão. a 14.11.2008 às 15:05

Pedro Correia:

Tomo a liberdade de transcrever um comentário que fiz no "Arrastão":

«Finalmente!
Até a Comissão Episcopal: «A Conferência Episcopal Portuguesa, reunida, hoje, responsabiliza o Governo pelo clima de tensão nas escolas».

E em declarações ´TV, que eu ouvi, um dos seus membros criticou veementemente quem se manifestou contra o aumento do salário mínimo. E disse mais, disse que cadência do aumento deveria ser mais rápida ainda (não são palavras SIC, porque não consegui tomar nota).

Sendo Cristão e não sendo praticante, por não estar de acordo com as posições tomadas pela Igreja, na esfera social, e por se opor normalmente aos avanços civilizacionais, não posso deixar de saudar estas declarações. Oxalá os novos ventos, venham ajudar a inflectir as posições conservadoras».

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De Eng. J. Pitágoras a 14.11.2008 às 17:40

É o resultado da evolução: já não há pedra nem cal como antigamente...
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De Ana Costa a 14.11.2008 às 18:28

A comparação com o que se passou com Correia de Campos não me parece que deva ser feita.No caso da saúde os manifestantes eram pessoas que viviam em zonas do País com dificuldades de acesso,pessoas sobretudo idosas e com fracos rendimentos para se deslocarem aos locais onde podiam receber cuidados médicos.Quem visse e ouvisse os manifestantes decerto compreendia as suas razões e os seus motivos.Neste caso a situação é diferente trata-se de uma manifestação de professores,pessoas no activo,classe com rendimentos razoáveis muito diferentes das magras pensões dos idosos que viamos nas manifestações no caso da saúde.A adesão da opinião pública é muito diferente até porque os problemas da grande maioria dos portugueses que trabalham no sector privado é bem pior que a dos professores.

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