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Num dos raros momentos inteligíveis do texto, Pilar informa Saramago que a entrevista que lhe está a fazer será publicada numa revista dedicada ao "esplendor de Portugal". Inebriado como o cão de Pavlov pela letra do hino, Saramago despeja que isso são coisas fascistas, da Mocidade Portuguesa, do Quinto Império e do Padre António Vieira. "Falsidades", enfim. Surdo à informação de que ele próprio é a piéce de resistence do dito esplendor, com 16 páginas a abrir o dossier.
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