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O Anti-Feminista, por Edward Raven-Hill,
publicado no «Punch»
Para o fim do mundo tudo se há-de ver: e talvez seja sinal de não estarmos longe a convergência crítica entre os clérigos islâmicos radicais e certos movimentos feministas, até hoje inimigos ferozes deles, contra um piropo do Presidente do Paquistão a Sarah Palin. O Homem disse que compreendia porque estava toda a América doida por ela. A visada gostou e agradeceu. Teve a contestação das libertadoras da Mulher por base a falsidade da afirmação, já que só poderia corresponder ao real no que toca a metade da população dos EUA, mais coisa, menos coisa? Nããããããão! O motivo adiantado foi tratar-se de um dito sexista. Ou seja, elogiar uma Senhora passa a ser sexismo repugnante, para aquelas cabecinhas.
Ainda estou para saber se o vigor da reacção se deverá a querer igualizar todo o universo feminino, não permitindo que se distinga as que, nas mentes machas, merecem elogio e as outras, ou se, simplesmente, foi o pretexto mais à mão para boxear a bête noire. Para aqueles mostrengos também existe o conceito leninista de Inimigo Principal. Só que não se resume aos instauradores de uma lei que condiciona chocantemente a movimentação do Belo Sexo, antes querem estender a todo o género oposto o anátema, sempre que ele tome qualquer iniciativa.
Ou seja, para elas, sempre que exprimo a uma Senhora verdades agradáveis, sou igual a um Ayatollah. Meus caros Colegas de Blogue, como vêem proibir os nus não compensa. Perdido por um...
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