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Desvias-te dos meus olhos mas logo depois regressas. Esse momento, em que não os fixas, mas em que passas por eles, são leves passos que crescem. De emoção. De pensamento.
Os teus olhos parados, ou a andar, são vozes inevitáveis, que espreitam, sem nunca se despedirem.
Quando chegar o dia, diferente dos outros, conseguirei em qualquer decurso do teu toque fixar as minhas palavras nos teus olhos.
Impossível não teres reparado em como sou incapaz de te dizer tudo o que escrevo.
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