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Marcelo Rebelo de Sousa mantém o espaço de comentário político mais interessante da televisão portuguesa.
O que disse o ex-presidente do PSD no seu programa do passado domingo na RTP?
Disse que apoia Manuela Ferreira Leite na corrida para o posto de comando na São Caetano à Lapa, como já se esperava.
Mas de caminho foi anotando isto:
1. É a quarta vez que "o destino bate à porta" da ex-ministra das Finanças. "Nem toda a gente tem quatro hipóteses."
2. Esta candidatura representa "um regresso à geração Cavaco Silva" - dez anos mais velha que a geração de Fernando Nogueira e do próprio Marcelo, vinte anos mais velha que a de Durão, Santana, Mendes e Menezes.
3. Principal ponto fraco de Manuela Ferreira Leite: ser apoiada por "barões a mais do barrosismo". Os mesmos que estiveram com Santana quando Barroso rumou a Bruxelas. "Não pode aparecer com mais do mesmo", advertiu Marcelo.
4. A candidata precisa de um "discurso novo", que mobilize eleitorado jovem. "Tem que ter um discurso de futuro. As pessoas querem um suplemento de alma, de esperança."
5. Última observação, talvez a mais importante para refrear tanto entusiasmo que por aí anda, como se Ferreira Leite fosse a Padeira de Aljubarrota: "A um candidato a primeiro-ministro não basta ganhar o partido - tem que ganhar o País."
Todas estas observações confirmam que Marcelo está em plena forma. Para ele, ao contrário de outros, o comentário político não se confunde com adulação servil a gregos ou troianos.
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