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Em 1759 os jesuítas eram expulsos de Portugal, por muitas razões, e ainda hoje se invoca, no ensino escolar, o carácter modernizador do ensino impulsionado pelo Marquês de Pombal.
O que é mais difícil de encontrar são referências ao efeito das políticas de ensino do Marquês de Pombal em Portugal: uma redução do número de alunos em qualquer coisa como 90% (não, não me enganei num zero, são mesmo noventa por cento, o que se pode dizer é que é uma estimativa que pode ter algum erro, mas a ordem de grandeza não deve andar longe), uma redução brutal na qualidade do ensino e um quase bloqueio do acesso ao ensino pelos mais pobres (com os jesuítas havia algum acesso dos mais pobres ao ensino, embora muito limitado como era corrente na época).
Portugal só voltaria a ter o mesmo número de alunos na escola por volta de 1930.
O país, não contente por destruir uma vez a quase totalidade do ensino, e em especial, o ensino de qualidade, em nome de ideias sobre um futuro muito melhor, resolveu reforçar a dose, embora de forma bastante mais limitada (porque também a influência dos Jesuítas já era muito menor no ensino em 1910), voltando a fechar colégios dos Jesuítas, fechando várias das melhores escolas do país, como o Colégio de Campolide ou o de São Fiel (que ardeu este ano, no meio dos fogos de Verão, depois de anos de abandono e incúria por parte do Estado).
Mais uma vez o que se destruiu em nome de um mundo novo no ensino não foi substituído, e só muito a custo, várias décadas mais tarde, já com o Estado Novo, parte da destruição do melhor ensino do país estaria sanada.
O país, não contente, está agora, a uma escala mais reduzida, numa nova campanha de destruição de escolas exemplares em nome de ideias certas, como a secularidade do Estado e coisas que tal.
Mais uma vez substitui-se ensino de qualidade por uma promessa de qualidade futura e um presente bem menos risonho, embora agora as consequências sejam, felizmente, muito mais limitadas para o país, mas, como sempre, tem nos mais pobres (aqueles que precisam mais de boas escolas e bons professores) os mais prejudicados.
Não me choca o fecho de escolas, não acho que exista qualquer direito de cada uma das escolas ter o Estado a garantir o seu funcionamento, mas choca-me que as decisões sobre o assunto, em especial, custos, qualidade pedagógica e resultados dos mais pobres e frágeis, estejam simplesmente ausentes de avaliações sérias das decisões tomadas.
Até hoje o Governo foi incapaz de demonstrar que o fim dos contratos de associação representam qualquer ganho para os contribuintes, qualquer ganho pedagógico e qualquer reforço da capacidade da escola reforçar a mobilidade social.
E, aparentemente, isso não é já, sequer, uma questão de debate político, caiu naquela zona cinzenta em que tomar decisões é uma prerrogativa arbitrária cujas consequências não é preciso avaliar e discutir.

A razão por que um monárquico não poderá ficar indiferente à invasão desregulada de migrantes no espaço europeu é porque a coroa será a primeira instituição a ressentir-se duma fragilização do tecido social das velhas nações, como comunidades de história e língua.
Foi isso que me chamou a atenção na esplêndida série “The Crown” da Netflix que relata a história do reinado de Isabel II, com a exibição de imagens do início da década de 50, das viagens da Família Real para passar o Natal em Sandringham, em que se vê o povo a acorrer em massa às plataformas das estações para acenar à passagem do comboio real. Este entusiamo, que emana da pátria profunda, só é possível por uma sólida identificação da população com os seus monarcas, na cumplicidade dos acontecimentos partilhados desde os confins da História.
De facto, as nações europeias vivem em cima de uma bomba relógio com o prenúncio de uma crise demográfica que só vem sendo mitigada através do escancaramento das fronteiras, uma estratégia que deve pouco ao altruísmo, mas antes à cegueira economicista da burocracia que nos governa. Assim, sem tempo para a aculturação das novas populações que à Europa afluem com costumes e línguas muito diferentes, as redes comunitárias vêem-se ameaçadas, relativizando-se o chão comum, promovendo-se a desconfiança e acicatando-se veleidades nacionalistas.
Ironicamente, Portugal, histórico palco de cruzamento de povos e culturas diferentes, onde sempre prevaleceu uma assinalável capacidade de assimilação, se não escapa à crise demográfica, vai estando imune à invasão massiva de migrantes que aflige outros países europeus. Mas não evita a agressividade da massificação cultural deste mundo globalizado, razão que deve motivar os monárquicos portugueses a concentrar esforços na defesa da nossa língua, património cultural e histórico. Porque só uma casa com identidade e carisma próprios está capacitada para bem receber novos hóspedes e visitantes. E se é verdade que temos de nos preparar com inteligência para essa luta pela afirmação identitária, em bom rigor temos razões para nos orgulharmos do Senhor Dom Duarte e da Família Real, que se vêm afirmando resolutos defensores dos mais perenes valores da portugalidade. Aqui, no extremo ocidental da Europa, e nos quatro cantos do Mundo.
O meu editorial para o Correio Real nº 17 em distribuição em Junho.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo, Jesus chegou a casa com os seus discípulos. E de novo acorreu tanta gente, que eles nem sequer podiam comer. Ao saberem disto, os parentes de Jesus puseram-se a caminho para O deter, pois diziam: «Está fora de Si». Os escribas que tinham descido de Jerusalém diziam: «Está possesso de Belzebu», e ainda: «É pelo chefe dos demónios que Ele expulsa os demónios». Mas Jesus chamou-os e começou a falar-lhes em parábolas: «Como pode Satanás expulsar Satanás? Se um reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode aguentar-se. E se uma casa estiver dividida contra si mesma, essa casa não pode durar. Portanto, se Satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não pode subsistir: está perdido. Ninguém pode entrar em casa de um homem forte e roubar-lhe os bens, sem primeiro o amarrar: só então poderá saquear a casa. Em verdade vos digo: Tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e blasfémias que tiverem proferido; mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: será réu de pecado para sempre». Referia-Se aos que diziam: «Está possesso dum espírito impuro». Entretanto, chegaram sua Mãe e seus irmãos, que, ficando fora, O mandaram chamar. A multidão estava sentada em volta d’Ele, quando Lhe disseram: «Tua Mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura». Mas Jesus respondeu-lhes: «Quem é minha Mãe e meus irmãos?». E, olhando para aqueles que estavam à sua volta, disse: «Eis minha Mãe e meus irmãos. Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe».
Palavra da salvação.
O meu post anterior parece que incomodou algumas pessoas que se sentem injustiçadas por ninguém lhes pagar aquilo a que acham que têm direito por viver em zonas de baixa densidade populacional.
Resolvi por isso ser mais explícito falando do Forno de Jales, o restaurante do Toni, em Vreia de Jales (aqui num video de um dos projectos sobre alimentação e gestão de paisagem, não no dia a dia do restaurante).
O Toni resolveu fazer um restaurante no cimo de uma serra, longe de grandes concentrações populacionais, mas em vez de abrir uma porta como estivesse em Campanhã e depois passar o tempo todo a queixar-se da falta de condições, desenhou o restaurante para as condições que tinha, longe de tudo e com produtos de muito boa qualidade, boa parte deles de produção própria.
O restaurante não está aberto, só serve por marcação, o que imediatamente limita os custos fixos (o Toni e a família têm muitos outros afazeres na sua exploração agrícola e o restaurante é complementar).
Mas o Toni foi mais longe, embora possa receber grupos bastante grandes, decidiu que só abre para um grupo de cada vez, um mínimo de dez pessoas, é certo, mas uma vez feita a marcação, considera o reataurante cheio, apesar de poder acolher mais de cem pessoas à larga.
Ou seja, o Toni ofereceu uma coisa que é difícil aos restaurantes de porta aberta, movimentados, oferecer: privacidade a cada um dos grupos que vão ao seu restaurante.
E ao fazer estas escolhas, o Toni consegue não só reduzir os custos fixos, como consegue servir pratos de cozedura lenta, como o javali no pote, porque sabe com antecedência quantas pessoas vai servir, quando e o que vão comer.
Isto permite à sua exploração subir na cadeia de valor e vender as suas galinhas pica no chão a um valor bastante mais alto que o que conseguiria se as vendesse como é tradicional.
E era isto, um mero exemplo de como um empresário desenha o seu negócio para as condições que tem e é capaz de criar, em vez de passar o tempo a queixar-se da injustiça de não ter as condições que existem no centro de Nova York.
Com isto o Toni cria riqueza, cria algum emprego, aumenta o preço de venda do seu produto e a distância ao Porto, de onde vêm muitas vezes os seus clientes, deixa de ser uma dificuldade inultrapassável para ser uma vantagem relativa quando uma empresa resolve fazer o jantar de Natal difernete do habitual, no Forno de Jales.
É claro que tudo isto só funciona porque se come muito bem no Forno de Jales.
O meu post anterior era só sobre isto, sobre as possibilidades que existem e a inutilidade de chorar o facto de Alcaravela não ser Aveiro.
Questão diferente, sobre a qual, aliás, escrevo frequentemente, é a do pagamento da gestão de bens difusos que o mercado tem dificuldade em remunerar, como é, por exemplo, a gestão de serviços de ecossistema.
Tal como é diferente a questão do Estado desviar os recursos disponíveis para apoiar a coesão territorial para Lisboa e Porto, com o argumento de que a economia circular é muito importante.
Tal como é diferente a questão do Estado resolver colocar grande parte dos seus serviços nas grandes cidades em vez de os localizar nas cidades intermédias.
Tudo isso são questões que merecem atenção e discussão, mas nenhuma delas, nem todas elas, justificam a cultura de calimero que está instalada no "interior" do país, como o Forno de Jales bem demonstra.
Assisti serenamente a mais uma demonstração do jovial servilismo dos media, quando o governo inventou mais um imposto, agora sobre os plásticos, e rádios, televisões e jornais acorreram, atentos, venerandos e obrigados, a dizer que o plático é um ho-rrrrr-rrroooorrr, e que até uma baleia coitadinha, morreu porque ingeriu plástico, a pobre, plástico mau, que tudo polui. Inventaram até que a União Europeia também está a taxar o plástico, que não é só cá, embora nós (eles) estejamos (estejam) na vanguarda da «modernidade».
Ora eu, que já sabia muito bem -- e até achava curioso -- que os media portugueses sempre defendem o seu governo, nunca os cidadãos leitores (embora paradoxalmente se queixem de que já ninguém lhes liga, e roguem algum subsídio por parte daqueles a quem servem) ora eu, dizia, senti, ainda assim que faltava qualquer coisa, uma adenda, um complemento, uma convergência, uma unanimidade qualquer. Ontem, ela chegou: Rui Rio acha muito bem mais impostos de plástico, e, para não ficar atrás da ideia, até sugere a urgência de outros: taxem mais o açúcar, o sal, os doces, os fritos, taxem a vida, taxem o sol, a chuva, o gasto dos passeios, o ar, taxem tudo para que os «cidadãos» (a gente) aprendam a comportar-se.
Rui Rio tem sempre esta forma engraçada e dinâmica de demonstrar a sua própria inutilidade. Mas, tirando isso, que é um mero apontamento, resta o importante, que é o facto de estarem todos unidos contra o contribuinte, ou seja, nós. Dizem que é por bem, que querem mudar a nossa forma de vida -- que é má (eles é que sabem) -- embora secretamente prefiram que mudemos o mais tarde possível para entretanto enriquecerem taxando a nossa falta de virtude. E eu, que já recentemente simpatizei com o PCP a propósito da eutanásia, vou fazer como o PCP outra vez, e denunciar um novo e sinistro grupo: ora aí têm mais uns fascistas que acabaram de revelar-se.
Penso que terá sido a Frederico Lucas que ouvi, ou li, a frase que usei para título do post e lembrei-me dela a propósito de um colóquio cuja organização é da Montis, uma associação de sou presidente.
Na verdade não foi apenas a propósito desse colóquio, mas também da sessão sobre empreendedorismo a que fui falar no dia 5 de Junho, em Vila de Rei.
Há muitas pessoas a achar que se deve discriminar positivamente o interior (não vou discutir o conceito de interior, que me parece razoavelmente absurdo e que só uso aqui por facilidade de comunicação) e eu confesso que não vejo a menor utilidade social em investir milhões em economias ineficientes, dar benefícios fiscais para sustentar empresas não competitivas, e por aí fora.
Quer isto dizer que não vejo utilidade social em ter uma gestão de áreas marginais socialmente mais útil que a que fazemos agora e que rejeito qualquer papel do Estado nessa melhoria? Não, não quer dizer isso, quer apenas dizer que não é atirando dinheiro para cima de um problema que ele desaparece (ele, o problema, o dinheiro de maneira geral desaparece mesmo).
E foi ao pensar nessa sessão sobre empreendedorismo, em que alguns (não todos, sejamos justos) dos presentes se achavam no direito de ser pagos para viverem no interior, que olhei para o programa do colóquio e no seu efeito nos agentes económicos e sociais da região em que ocorre, e me lembrei da frase do título.
Não há razão nenhuma para beneficiar os residentes no interior: têm uma qualidade de vida melhor, têm casas mais baratas, têm acesso a melhor alimentação e mais barata, se quiserem, têm um acesso a boa parte dos serviços públicos que é muito melhor que os que vivem nas maiores cidades, e têm, também, outras coisas em que os habitantes das grandes cidades estão mais bem servidos.
No essencial, estamos ela por ela.
Há menos emprego, é certo, mas isso é uma questão menor: ou há razão para supôr que deve haver mais gente nos territórios de baixa densidade, e é preciso explicar que razão é essa, ou não há, como penso que não há, e a gente que lá está é o que é, nem bom, nem mau.
O que é um problema é o facto de haver uma gestão do território modelada pelo abandono, que tem efeitos positivos (os nossos sistemas naturais estão em franca evolução positiva) mas tem grandes efeitos negativos, quer na produção de riqueza (o risco de fogo diminui muito a competitividade de várias actividades económicas), quer nos custos sociais em mortes, destruição de infra-estruturas, diminuição da amenidade do território, etc..
Isso não se resolve com mais gente, resolve-se com mais gestão, o que não é a mesma coisa.
É aqui que entra o tal colóquio: o tema é exactamente a gestão da transição dos matos para os carvalhais, aumentando a diversidade e utilidade social dos territórios, e os palestrantes são do melhor do país nas suas áreas de trabalho: Carlos Aguiar é seguramente dos melhores botânicos e ecólogos que temos, António Salgueiro das pessoas que melhor usam o fogo controlado, Aldo Freitas é reconhecidamente do melhor que se encontra no uso da engenharia natural, Avelino Rego tem um trabalho notável de gestão do baldio de Alvadia com gado e a Mossy Earth é uma boa ilustração de como uma start up internacional se pode interessar pelo assunto e trazer recursos para a gestão.
Dir-se-ia que as pessoas que estão no tal interior e que reclamam recursos de terceiros para fazer não sei que benefícios sociais para todos, estariam interessadas em discutir o assunto, ver o que poderiam eles próprios fazer pela gestão do território em que vivem, etc..
Não, não é assim: uma boa parte destas pessoas especializaram-se em fundos europeus e projectos de financiamento, a sua verdadeira actividade (as autarquias são exímias nisso) é a captação de recursos de terceiros para manter em funcionamento uma economia e uma sociedade que reclama o direito divino a viver onde está, sustentada por terceiros.
E é aqui que está o busílis da questão: do que o interior precisa (e até tem em muitos exemplos, a que infelizmente o "interior" dá pouca atenção) é de pessoas que se especializem em contar consigo próprias, que inventem soluções sustentáveis para a sua vida.
Mas para quê fazer este esforço, para quê meter-se nesse caminho de pedras, incerto, trabalhoso, quando é tão fácil reclamar mais e mais estatuto de excepção que canalize recursos de terceiros para as regiões?
Do que o "interior" precisa é de menos paternalismo de quem lá não está, e menos choraminguice de quem está.
Do que o interior precisa é de pessoas que saibam e, sobretudo, queiram, fazer empresas competitivas que não têm medo de vender em qualquer parte do mundo, não é de apoios a modos de produção e gestão que, objectivamente, prolongam uma agonia económica que se justifica com mitos sobre o passado e sobre as injustiças do passado a que o "interior" foi sujeito.
Os sujeitos racializados negros vão continuar a afirmar com autonomia e determinação a escolha do momento de fala. E a força e as circunstâncias do seu aparecimento no espaço público são, efetivamente, uma posição política clara de luta pelo reconhecimento do seu direito à palavra, o seu direito ao lugar na sociedade portuguesa. Mais do que objetos de uma condição histórica determinada apenas por outrem, assumem-se como sujeitos políticos que lutam pela sua afirmação.
Mamadou Ba no Público
No entanto, esta pequena elite que pratica o ultra-feminismo semântico não pode ser menosprezada, porque tem uma influência significativa junto do poder político. O clube de Isabel Moreira, da CIG, das Capazes, mais respectivos amigos e amigas, tem uma presença parlamentar e mediática de peso, e está sustentada numa poderosa moda internacional que passa os dias em universidades e jornais a colocar cordões sanitários à volta do vocabulário de cada um, com o mesmo desvelo com que a Santa Inquisição escrutinava os sussurros dos cristãos-novos.
João Miguel Tavares a ler na integra aqui
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Passava Jesus através das searas, num dia de sábado, e os discípulos, enquanto caminhavam, começaram a apanhar espigas. Disseram-Lhe então os fariseus: «Vê como eles fazem ao sábado o que não é permitido». Respondeu-lhes Jesus: «Nunca lestes o que fez David, quando ele e os seus companheiros tiveram necessidade e sentiram fome? Entrou na casa de Deus, no tempo do sumo sacerdote Abiatar, e comeu dos pães da proposição, que só os sacerdotes podiam comer, e os deu também aos companheiros». E acrescentou: «O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. Por isso, o Filho do homem é também Senhor do sábado». Jesus entrou de novo na sinagoga, onde estava um homem com uma das mãos atrofiada. Os fariseus observavam Jesus, para verem se Ele ia curá-lo ao sábado e poderem assim acusá-l’O. Jesus disse ao homem que tinha a mão atrofiada: «Levanta-te e vem aqui para o meio». Depois perguntou-lhes: «Será permitido ao sábado fazer bem ou fazer mal, salvar a vida ou tirá-la?». Mas eles ficaram calados. Então, olhando-os com indignação e entristecido com a dureza dos seus corações, disse ao homem: «Estende a mão». Ele estendeu-a e a mão ficou curada. Os fariseus, porém, logo que saíram dali, reuniram-se com os herodianos para deliberarem como haviam de acabar com Ele.
Palavra da salvação.
A realidade não se deixa afectar pela forma condicionada como a interpretamos. Ela "é" apesar do nosso olhar... e isso é bom.
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