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Do conservadorismo II

por João Távora, em 06.06.16

Na verdade o conservador não é um reaccionário, porque este representa aquilo que um conservador mais teme, que é uma mentalidade radical. Nesses sentido, reaccionário e revolucionário são dois tipos de ideais que chegam a ser indistinguíveis,(…)  duas formas radicais de olhar para o fenómeno político.

Conferência “Ideologias Contemporâneas e o conservadorismo” João Pereira Coutinho no IDL a 21 de Novembro 2015

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Que grande C

por Vasco M. Rosa, em 06.06.16

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Era só o que faltava que eu tivesse perdido o fim de semana a acompanhar pela tv ou rádio o congresso do partido socialista. Por isso, se alguém fez isso, que me diga por favor a percentagem das intervenções, moções, e outras acções dedicadas a temas de cultura, património e conservadorismo do mesmo.

Sim, certamente que a preocupação de P enorme com a cultura de C grande não pode ter deixado de infuenciar a reunião magna do partido. 

Costa criou um ministério e algo terá de lá pôr dentro. E que será? Muitas expectativas, muita clientela em fila para benesses, mas alguma coisa que se aproveite realmente? 

Algum diagnóstico, alguma agenda de trabalho? Ou só e apenas o pequeno circo de vaidades para um salutar, eloquente bocejo — inesquecível... histórico mesmo..

E António Maria Carrilho, desta vez não foi aplaudido? Não apareceu sequer?

O grande Carrilho, da Grande Cultura!! Eh pá eh pá!!

As mulheres socialistas não o foram buscar a casa para que ele não deixasse de inspirar o congresso com todo o impacto da sua fulgurante personalidade e inteligência? Ou ficaram incomodadas com alguma coisa?... E que coisa seria essa de que não se ouviu falar?... 

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Lisboa lisboeta (4)

por João Távora, em 05.06.16

D. José.jpg

Estátua do Rei D. José

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Domingo

por João Távora, em 05.06.16

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas


Naquele tempo, dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada Naim; iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva. Vinha com ela muita gente da cidade. Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores». Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que o transportavam pararam. Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te». O morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe. Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo: «Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo». E a fama deste acontecimento espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizinhas.


Palavra da salvação.

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Deixado à porta do Congresso do PS

por João-Afonso Machado, em 04.06.16

«As claridades do dia, mal o sol se debruça no horizonte, encontram já de olhos abertos para a vida e para o labor quotidiano a gente alemã dos campos, das vinhas, das encostas do Reno, das fábricas, das vilas e das cidades».

Começa assim a notícia do insuspeito (e pela II República vigiadíssimo) O Século de 30 de Maio de 1963.

Duas décadas antes, mais de 13 milhões de alemães haviam perecido e a Alemanha desvastada, arrasada, na Grande Guerra e dividida a meio, conforme as conveniências dos americanos e soviéticos.

Veio então auxílio monetário estrangeiro. O Plano Marshall. Vieram imigrantes trabalhar. Em 1963 eram 700 mil, entre eles 1857 portugueses.

«A vida não pára e todos deixam como refém, para a reconstituição do país, o reencontro constante com o trabalho e a ordem social», prossegue O Século. - «Não há milagre: há organização, entendimento e formação humana e profissionalismo».

Isto na RFA. Na RDA, com zero de SPD e CDU e muita Stasi, o discurso e a praxis andariam pelo mesmo. E por cá, sem Guerra Mundial e sem destruição, apenas - apenas? - com a República a cavalo? Apesar dos fundos estruturais, dos muitos milhões que nos ofereceram?

Por cá, estamos onde estamos, como estamos: pobres, rancorosos e invejosos do sucesso alemão. Para agravar as coisas, entregues à governação costista e comunista, entre o requintado saborear do Poder e o obsessivo contrariar do que a Direita ainda conseguira realizar.

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Obrigado Ana Catarina!

por João-Afonso Machado, em 02.06.16

«A mudança do espectro político foi uma aposta ponderada pelo PS há dois anos» - disse Ana Catarina Mendes em entrevista à RTPNotícias. Foi nada, é pura mentira, o único espectro que angustia o PS é o fantasma do afastamento do Poder. Mas o dito é de um valor inestimável e cumpre não o deixarmos por motivo algum esquecer.

Só para definir as coisas. O PS é de esquerda, não mais a Direita o deixará namorar, e enganar com promessas falsas, a maioria do eleitorado que tende para esta banda de cá.

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emVolta.pt | AidLog

por João Távora, em 02.06.16

Desafio os meus amigos a despenderem 5 minutos para votarem no portal da Comunidade Vida e Paz desenvolvido pela I-AM. Trata-se de uma ferramenta para ser usada pelos voluntários e técnicos de forma a poderem ter um trabalho de continuidade na rua e a melhor comunicarem entre si no socorro aos sem-abrigo. Aqui

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Este equívoco da modernidade

por Maria Teixeira Alves, em 02.06.16

Eu sei que corro o risco de ser apelidada de "old fashion woman", mas alguém me consegue explicar o que leva um partido a achar que as pessoas podem inventar a sua própria natureza, contrariando a realidade natural, para mudar de sexo (mudar de sexo?! Mas o sexo não é escolha nossa, assim como a raça, ou a altura, por exemplo)? Porque carga de água é que alguém com menos de 18 anos tem maturidade para ir contra a sua natureza real, em nome de um realidade mental, e não tem maturidade para ser forcado, ou para ser alpinista, ou para jogar rugby?

É violenta a corrida de toiros? É violento para o toiro e para o toureiro? Até pode ser,. Mas por acaso há mais violento do que mudar a natureza? Nada é mais violento do que isso.

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A OCDE também persegue a geringonça?

por Maria Teixeira Alves, em 01.06.16

ConselhoMinistrosCosta07PF.jpg

Foto: Diário Económico (Paulo Figueiredo)

 

“Sim, sim, é geringonça, mas funciona. É uma grande vantagem, estão a ver? É geringonça mas funciona.” Disse uma vez, não há muito tempo, o Primeiro-Ministro.

Governar um país é como guiar um barco, roda-se o volante vigorosamente e nada acontece, e depois passado uns minutos, o barco responde rapidamente. Há um delay entre a acção e a reacção. 

Também acontece isso com um país, criam-se medidas, revogam-se as anteriores, devolvem-se os rendimentos, e num primeiro momento o equilíbrio não é afectado, até que de repente, zás, o resultado. Se forem acções bem pensadas o resultado é bom, se não forem o resultado abrupto será desastroso. A geringonça só se vê se funciona quando houver a resposta da economia à actuação do Governo.

O Ministro das Finanças também sabe isso. Pois disse-o à CNBC.  “A paciência é a essência para a recuperação económica”. Deve haver um alinhamento “na capacidade de esperar que elas [as medidas] surtam os seus efeitos”. Medidas? Quais Medidas? As do anterior Governo? Eis a resposta: [é preciso esperar] que as reformas estruturais feitas nos últimos anos se materializem”, o que ajudará a acelerar o crescimento e a redução da dívida. 

O ministro socialista, longe dos palcos políticos lá disse que o rácio de dívida pública “está a cair desde 2014” e que Portugal conseguiu “colocar o rácio de dívida (sobre o PIB) numa trajectória descendente”.

Centeno já antes tinha admitido que as previsões do Governo dependem da retoma do investimento.

O que diz hoje a OCDE?

A economia portuguesa só irá crescer 1,2% neste ano e 1,3% no próximo, e para este ano prevê um défice de 2,9% este ano.  O governo tem metas muito mais favoráveis, prevê no Orçamento de Estado para 2016 como um crescimento do PIB de 1,8% e um défice de 2,2%.

A Comissão Europeia prevê um crescimento de 1,5% e um défice de 2,7%; o Fundo Monetário Internacional 1,4% e 2,9%, respectivamente e o Banco de Portugal prevê 1,5% de crescimento do PIB (e não publica previsões para o défice). 

A OCDE diz ainda que o Orçamento de Estado de 2016 baseia-se mais em impostos sobre o consumo e menos em impostos sobre o rendimento.

"A redução da taxa do IVA dos restaurantes vai reduzir as receitas fiscais e provavelmente terá pouco efeito sobre o emprego”, refere o novo estudo Panorama Económico de hoje.

Em relação à ancora do crescimento económico do Governo de António Costa, isto é, o consumo interno, a OCDE admite que o consumo privado “pode compensar parcialmente os resultados negativos do investimento”. Mas avisa que não será sempre assim: “As políticas para impulsionar a procura interna não vão produzir efeitos duradouros”.

O aumento da despesa em consumo sofre limitações impostas por uma taxa de poupança historicamente baixa e uma reduzida criação de emprego, levando o consumo privado a perder o vapor. Quem o diz é a OCDE, não é a direita que está na oposição.

Já o INE disse que a evolução do PIB foi suportada apenas pela procura interna. O INE anunciou ontem uma ligeira revisão em alta do crescimento do PIB face às estimativas divulgadas a 13 de Maio último, mas o investimento caiu pela primeira vez desde 2013, numa altura em que as previsões económicas do Governo estão dependentes da retoma do investimento. Ao mesmo tempo, as exportações caíram, enquanto o consumo privado manteve o ritmo de crescimento que já vinha do último trimestre de 2015. 

Pois, o investimento diminui pela primeira vez desde 2013.

A OCDE lamenta ainda que “as reduções previstas nos impostos sobre as empresas, que poderiam aumentar o investimento e o crescimento" tenham sido "canceladas”. “Um aumento dos benefícios sociais apoiará as famílias de baixos rendimentos”. Mas “as reduções de despesa previstas estão sujeitas a riscos de implementação severos”. Isto é, a OCDE duvida destas medidas e da sua execução orçamental. 

Os riscos para o crescimento da economia “são maioritariamente internos e estão relacionados com o alto endividamento dos sectores público e privado”.

A organização também piorou a estimativa para o desemprego, esperando que represente 12,1% este ano e 11,5% no próximo, quando em Novembro apontava para taxas de 11,3% e 10,6%, respectivamente.

A geringonça funciona? Só se for na aparência, que é como quem diz no marketing. Mas o que parece tem muita força.

 

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