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Os tais dos "outros interesses"

por Maria Teixeira Alves, em 11.05.16

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A SIC acabou por dar a resposta, de forma velada é certo, que toda a esquerda procura. A que se referia Pedro Passos Coelho quando falou do Ministro da Educação dizendo: "começamos a ter dúvidas que ele seja mesmo o Ministro da Educação, parece que ele representa outros interesses que não os da comunidade em geral"?

O que será?

Piadas à parte. Não há uma dúvida de que tudo o que tem associado fortes sindicatos acaba politizado. Este assunto do fim dos contratos de associação tem todos os condimentos para se tornar numa guerrilha esquerda/direita. É daqueles temas que até tem como stakeholders alunos e famílias, que é uma coisa que toca a uma grande maioria da população. Tem dimensão e é ideológico q.b.

Eu, claro, concordo com Pedro Passos Coelho quando diz:"Essas organizações têm investimentos realizados que o Estado rentabiliza [contrata] impondo regras e condições, e desde que essas estejam asseguradas, não há nenhuma razão para que o Estado esteja a substituir essas escolas privadas, por escolas públicas que irão construir, despendendo mais dinheiro dos contribuintes, quando existem equipamentos que estão disponíveis nessas organizações e que não são mais caros do que os do Estado".

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5 de Outubro nunca mais

por João Távora, em 09.05.16

Não, para o jovem soviético, pobre é pobre e nem pensar deixar de ser pobre. Sem os pobres, que não têm outro remédio do que frequentar a escola do Estado, os partidos de esquerda deixavam de mamar votos nas eleições. Sem a escola pública para pobres, os professores deixavam de alimentar a FENPROF do Nogueira e o Estado lá perdia uma mão-cheia de funcionários públicos que dão votos aos partidos de esquerda, que não vivem sem pobres e sem a escola pública para pobres. Remédio santo seria mesmo acabar com a escola pública. Com o dinheiro que se gasta com o monstro da Educação davam-se cheques aos pais para escolherem livremente a escola para os filhos.

 

A ler "Fechem a escola pública" por António Ribeiro Ferreira no jornal i

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Deve ter a ver com amor à liberdade

por João Távora, em 09.05.16

Curioso que sejam os mesmos que querem o Estado a subsidiar "jornais de referência", rendas de lojas "tradicionais" e táxistas da ANTRAL a serem contra os contratos de associação para o ensino.

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Temos aquilo que merecemos

por João Távora, em 08.05.16

O monopólio do ensino público pelo Estado tem como objectivo último o controlo da república sobre a educação dos portugueses.

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Domingo

por João Távora, em 08.05.16

Conclusão do santo Evangelho segundo São Lucas


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois testemunhas disso. Eu vos enviarei Aquele que foi prometido por meu Pai. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos com a força do alto». Depois Jesus levou os discípulos até junto de Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, afastou-Se deles e foi elevado ao Céu. Eles prostraram-se diante de Jesus, e depois voltaram para Jerusalém com grande alegria. E estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus.


Palavra da salvação.

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A reabilitação de Sócrates

por Vasco Mina, em 07.05.16

A conclusão da obra do Túnel do Marão foi hoje celebrada com a presença de António Costa  Primeiro Ministro que convidou, para a cerimónia, os dois PM que o antecederam no cargo. Bem esteve Passos Coelho que recusou o convite pois impediu a concretização da intenção de António Costa em reabilitar, mas relativizando, a obra de José Sócrates. Assim, este foi a “estrela do dia” tendo estado no centro das atenções da comunicação social. Costa queria, com o jogo de cintura política que reconhecidamente tem, colocar Passos Coelho e José Sócrates no mesmo plano; se o tivesse conseguido teria conseguido três objetivos: 1) suavizar (para não dizer conter) as públicas e frequentes intervenções inconvenientes de Sócrates; 2) relativizar Sócrates com a presença de Passos Coelho e 3) passar a mensagem de elegância democrática (a esquerda dita democrática adora estes sinais) ao convidar e misturar, no mesmo evento, antigos governantes socialistas com governantes não socialistas. Falhou redondamente: Sócrates continuará a intervir no seu ritmo habitual; Sócrates foi hoje o centro do destaque, ou seja, não foi relativizado; o tal gesto de diplomacia democrática ficou por ser evidenciado nas televisões e jornais.

Sócrates ficou hoje politicamente reabilitado por António Costa: " quero, na pessoa do senhor engenheiro José Sócrates, cumprimentar e saudar todos aqueles que desde 2007 até hoje contribuíram para que esta obra tenha sido concluída". José Sócrates também não poupou elogio ao atual Secretário Geral do PS: “ é um sinal de decência e grandeza democrática”. O PS terá em breve o seu Congresso, Costa precisa da união da família socialista e hoje deu um contributo ao convidar Sócrates para uma cerimónia pública. Será que o conseguiu “calar”? Seguramente, conseguiu a sua reabilitação política na área socialista. Porque o fez? Cenas dos próximos capítulos de uma telenovela que não corre apenas na Justiça e na Comunicação Social.

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A comunicação social que temos:

por Vasco Lobo Xavier, em 06.05.16

É simplesmente extraordinário que a esquerda considere mais importante a escola pública do que o direito de escolha das pessoas, principalmente aquelas mais pobres que de outra forma forma ficam privadas da possibilidade de escolherem livremente a escola que pretendem para os seus filhos.

 

A mim não me espanta nada isto pois há muito que sei que a esquerda considera mais importante poder impor às pessoas a sua visão das coisas do que permitir que estas escolham livremente ou tenham direito de opção, mas incomoda-me que nenhum jornalista confronte a esquerda desta geringonça com realidade tão evidente e manifesta.

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Música para os meus ouvidos

por João Távora, em 06.05.16

"O melhor é supor que a música contém em si um potencial de expressividade que se encontra aberto ao nosso desejo de nela descobrirmos as nossas emoções, um desejo que é indesmentível e irrecusável. E que nós somos capazes de explorar essa expressividade da música, através dos sentimentos de prazer e de desprazer, de modo a fazer sentido dela."

 

A ler Paulo Tunhas "A música é triste"

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Educação - o assalto comunista

por José Mendonça da Cruz, em 06.05.16

Fátima Bonifácio titulou assim um livro indispensável sobre o comunismo português: «Os Engenheiros de Almas».

É de almas frescas para conformar ao arcaico ideário da seita criminosa que os comunistas andam à procura na educação, e a oportunidade de as ceifarem está a ser-lhes oferecida pela geringonça.  Um primeiro-ministro perdedor mas capaz de tudo para se manter, e um ministro da educação disposto a ser testa de ferro em troco de alguma notoriedade vão mostrando todos os dias que o apoio do PCP se compra entregando-lhe não só sectores da economia como o dos transportes, mas também escolas e programas escolares. Que se lixem alunos, famílias, qualidade da educação, cultura, qualificações profissionais, futuro. Costa e o pobre diabo do ministério entregam tudo em troca de ficarem.

O lamentável estado de coisas suscita reacções da sociedade civil? Nada. O estado de coisas é tão triste que até o insuspeito Observador titula assim um artigo sobre o tema: 

O que opõe, afinal, colégios privados ao Governo?

E qual é o problema? O problema é que o título deveria ser exactamente oposto, ou seja, «O que opõe, afinal, o Governo aos colégios privados?»

 

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Dos novos tempos

por João Távora, em 06.05.16

A grande conquista do camarada Mário Nogueira de se cortarem os apoios ao ensino particular e cooperativo, não se chama austeridade?

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O túnel de Évora

por João-Afonso Machado, em 06.05.16

Depois de uns meses de escuridão e faróis bem acesos até às eleições - com uma breve paragem, apenas, no Estabelecimento Prisional - Costa revê finalmente a luz do dia: o P44 ficou para trás. É Sócrates outra vez.

E é já, também, um convidado do Estado - do Estado que consta ele ter roubado (quantos milhões, graças à parceria do Marão?) e que continua a reunir provas para o acusar.

Mas convém prevenir. Sócrates, em entrevista recente, lá foi dizendo nas entrelinhas a Costa (nunca aceitaria ser Governo se não tivesse sido o mais votado...) para se pôr a pau, o mais aconselhável será tê-lo como amigo. E Costa, para cair da cadeira, já lhe basta a tolice de Centeno, o apoio dos socratistas é-lhe imprescindível.

Em suma, Sócrates, amanhã triunfalmente em terras transmontanas, ao lado de Costa, como se o desprezo em Évora nunca tivesse acontecido. E o que ouviremos do seu douto pensar? Mais diatribes contra a Procuradoria da República? E contra a judicatura da República? Ali ao lado do Governo da República?

É isto a República. É isto a ética republicana. Aguardemos apenas se Sócrates responderá a perguntas dos repórteres do Correio da Manhã...

 

 

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Para lá do Marão...

por João Távora, em 06.05.16

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O projecto do Túnel do Marão, que será amanhã inaugurado, constitui por si uma parábola sobre a forma de desgoverno socialista em que os dinheiros públicos são feijões para jogar à batota com os amigos. Lançada a obra em 2008 pelo Governo Sócrates na forma de uma parceria público privada, nela se previa um investimento inicial de 458 milhões de euros, dos quais 341 milhões destinados à construção. Chegados a 2011 com o País intervencionado pelos credores e sem financiamento, o governo Passos Coelho negoceia e consegue o resgate da obra em 2013 - um facto inédito em Portugal - e em Fevereiro de 2014 o governo lançou três concursos públicos para a conclusão do empreendimento. O resultado foi a viabilização desta ambiciosa obra com poupanças de mais de mil milhões de euros não só na renegociação das PPPs mas também com a execução das obras. É por isto que, se José Sócrates e António Costa tivessem um pingo de vergonha na cara, amanhã ficavam recatadamente em casa a ver a inauguração pela TV. Quanto ao mais, Passos Coelho faz muito bem evitar certas companhias. 

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Estou a ouvir o Fernando Rosas na TVI24...:

por Vasco Lobo Xavier, em 05.05.16

... a defender que só os ricos devem ter acesso à escola privada, que só os ricos podem ter direito de escolha, que só os ricos devem poder optar.

 

Para Fernando Rosas, e julgo que de igual forma para o Bloco de Esquerda, os pobres não devem ter direito de escolha, não podem ter direito de escolha, os pobres devem submeter-se ao que o Estado escolhe para eles, nunca decidir o que prefeririam para si.

 

E quem não pensar como Fernando Rosas é um perigoso liberal. Este país não tem emenda.

 

Post sciptum e acrescentando: o Dr. Silva Pereira, cujo filho estudou em Paris em casa do amigo Sócrates, concorda inteiramente com Fernando Rosas. Este país não tem emenda, mesmo!

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Descentralização, dizem eles

por João-Afonso Machado, em 05.05.16

V. N. de Famalicão, Maio de 2016.

Todos os partidos com assento na Assembleia Municipal (PSD, CDS, PS, BE e PCP) se pronunciaram em unanimidade - contra a já declarada intenção do Governo de rever a legislação dos "contratos de associação" com os estabelecimentos de ensino privado e cooperativo.

O corte de turmas resultante dessa iniciativa poderá atingir os 40% em cinco escolas do concelho, afectando quase 5.500 alunos.

Da intervenção dos deputados socialistas na AM, citando: «Deverá garantir-se que o Ministério da Educação cumprirá integralmente os contratos celebrados, não havendo qualquer perda de financiamento relativamente ao que foi assumido no ano passado e que os alunos que estão em turmas com contratos de associação terminarão os seus ciclos lectivos», criando medidas que evitem «o colapso destas instituições e o desemprego de centenas de profissionais».

Em termos idênticos se manifestou a Câmara Municipal de Santo Tirso presidida por um histórico socialista.

Seria bom saber o que se passa: se vamos dissimuladamente a caminho de um novo PREC ou se a Esquerda, com Costa ao leme, se "neo-libelarizou" e está em mandar a eito gente para o desemprego.

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Sobre o amor maior

por João Távora, em 05.05.16

Ontem nas cerimónias fúnebres de um parente meu muito querido, um transeunte anónimo comentava que o finado devia ser alguém muito famoso. Acontece que eram largas as centenas e centenas de amigos e familiares que se apertavam na Basílica da Estrela para uma última homenagem. Para quem trabalha em comunicação como eu, actividade que visa a potenciação de notoriedade e reputação de pessoas ou marcas, este fenómeno a que chamo de “notoriedade orgânica” não deixa de dar que pensar. Acontece que há pessoas que ao longo da sua vida têm o dom construir um largo rasto de sólidas relações sociais, porque feitas de amor verdadeiro. Escuso-me explicar como o amor verdadeiro nada tem a ver com romance, mas antes com dádiva de si aos outros. Porque a vida realiza-se mais plena na medida em que fazemos bem àqueles com quem nos cruzamos. Não me constando que tenha merecido manchetes ou sido notícia de jornais, estou em crer que “a fama” alcançada por este meu parente é aquela que realmente conta na construção de um mundo mais habitável. O seu legado, construido ao longo duma extensa vida, uma história de trabalho, coerência e bondade, está bem espelhada numa das mais bonitas e fecundas famílias que é a sua, uma casa em que eu tive a Graça de ter sido sempre tão bem acolhido.

Em memória de D. Miguel de Almeida 1923 - 2016. Deus o tenha em sua infinita Graça.

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Ricardo Mourinho Félix

Resumindo a participação de Ricardo Mourinho Félix é esta, todos os caminhos do Banif vão dar a: 'Nós [o governo socialista] somos uns santos que tinhamos imensas soluções óptimas para salvar o Banif (como integrar o Banif e o seu buraco na CGD), mas que os malandros da DG Comp europeia não deixaram porque dizem que a Caixa já tinha ajuda do Estado e não a pagou, imagine-se, como é possível que alguém leve o dinheiro público a sério, como se fosse capital privado, e não o deixe usá-lo para um governante sair bem politicamente, pelo menos numa legislatura. Quem propõe integrar o buraco do Banif na CGD depois diz-se indignado com a intervenção no Banif de 1.100 milhões de euros feita em 2012? Tem algum nexo?

A DG Comp tinha tudo combinado com os espanhóis e isto tudo foi de propósito, pois já tinha um fato à medida para vender ao Santander, e o Popular devia estar também combinado com Bruxelas e Espanha pois só isso explica que tenham apresentado uma proposta tão má.

O Banif, qual banco péssimo, é culpa exclusiva da Maria Luís Albuquerque e de todos esses malandros da direita, que tinham obrigação de ter soluções miraculosas para o Banif, soluções essas que o PS não conseguiu ter, mas tudo porque apenas teve pouco tempo. O Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, esse culpado de tudo e mais alguma coisa, porque, entre outras coisas, não propôs o banco de transição para a resolução ao Banif, mesmo que não houvesse possilidade nenhuma de ser aceite, isso agora não interessa nada, o que interessa é apontar culpas políticas ao Governador do Banco de Portugal e transformá-lo no culpado disto tudo ( a ver se liberta o posto).

Na prática tudo serve para fazer oposição política, e o Banif também. Nada mais do que isso, de resto os argumentos de acusação ao BdP e ao Governo anterior são puras balelas, e falsas questões, algumas delas não passam de formalidades e tecnicalidades.

Portanto para o secretário de Estado tudo o que aconteceu ao Banif foi... político. Não teve nada a ver com má gestão privada, nada. Foi político. É tudo político. Só que as perdas, quer dos lesados da resolução, quer dos contribuintes, é sempre real, palpável e pragmática. A política é coisa de diletantes.

 

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Saudades de Pacheco Pereira

por João Távora, em 04.05.16

Pacheco já lutou contra "o socialismo em que vivemos impregnados, e que hoje se chama 'estado-providência', ou 'modelo social europeu', que nos condena à mediocridade'". Pacheco já achou que precisávamos de 'mais liberalismo': "sem mais 'crise' (da de que falava Schumpeter) e sem mais 'boa' insegurança, não somos capazes de mudar. O Estado faz tudo para nos poupar a essa insegurança, e, como toda a Europa, afundamo-nos, pouco a pouco, na manutenção, geracionalmente egoísta, de modelo social insustentável"(revista Sábado, Outubro de 2005).

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Isto vai acabar mal

por João Távora, em 02.05.16

card_antonio_costa_041115.jpg

António Costa soube sempre ao que vinha quando cavalgando a sua geringonça destronou a coligação vencedora das eleições legislativas de Outubro passado. Acontece que contra todas as previsões e num ambiente de pré-guerra civil, o País fora resgatado pelo governo PSD e CDS da iminente falência protagonizada por uma governação socialista de um modelo económico falhado e decadente, dependente do Estado e profundamente condicionado pela adesão a uma moeda “estrangeira”. Estancado o deficit e reconquistada a credibilidade de Portugal perante os mercados, iniciadas algumas tímidas mas dolorosas reformas, permaneciam por resolver a crise de dívida privada escondida nos bancos e a lenta transformação da economia portuguesa fundada em serviços e na construção civil, asfixiada por impostos.
Assim chegamos ao actual “estado da arte”, com um governo liderado por um partido derrotado nas eleições que por força da sua fraqueza política se vê na contingência de substituir a governação do País pela gestão do curtíssimo prazo, com manobras dilatórias e uma agenda esquerdista para o entretenimento das clientelas de que a sua sobrevivência depende. Entretanto a resolução de todas as ameaças e debilidades estruturais que ensombram a nossa economia permanecem sem qualquer abordagem séria.
A impressão que fica é que vivemos nestes dias perigosos uma espécie de nova "acalmação" como a que foi tentada pelos partidos e pela coroa em desespero após o regicídio de 1908. Então, a tentativa durou dois anos até chegar a revolução e o caos dos republicanos. A nova "aclamação", apadrinhada por Belém e pela CGTP, não sobreviverá muito tempo à realidade: as coisas são o que são, vivemos em cima de uma bomba relógio.

 

Publicado originalmente no Diário Económico.

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Vai começar a luta

por Vasco Mina, em 01.05.16

Hoje, nas celebrações do 1º de Maio, o líder da CGTP anunciou que “podem contar que na semana de 16 a 20 de Maio lá estarão os sindicatos a existir respostas às reivindicações e sempre que necessário a sair à rua para demonstrar a força que temos e a capacidade de mobilização suscetível de alterar o rumo dos acontecimentos.” Traduzindo, iremos assistir, nessa semana, a greves, manifestações e concentrações. Arménio Carlos foi muito claro: "só com a luta se alcança a mudança". Quase à mesma hora, mas nos Açores, António Costa afirmava que “a comemoração do 1.º de Maio muitas vezes é luta”. Temos o Primeiro Ministro e o líder da CGTP a falarem de luta no dia dos trabalhadores. E o que faz lutar a CGTP? O aumento de salários, o emprego com direitos, a renovação contratação coletiva e as 35 horas de trabalho semanal para os trabalhadores dos setores público e privado. E porque luta o PM? Contra o modelo de baixos salários e de precariedade laboral.  Até parece que combinaram os discursos e que até poderiam estar na mesma manifestação. Ambos empurraram, uma vez mais e com a barriga, a confrontação. Mas a partir da tal semana de 16 a 20 de Maio será fatal o confronto. Nessa altura, a verdadeira luta vai começar…

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Domingo

por João Távora, em 01.05.16

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quem Me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará; Nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada. Quem Me não ama não guarda a minha palavra. Ora a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que Me enviou. Disse-vos estas coisas, estando ainda convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes que Eu vos disse: Vou partir, mas voltarei para junto de vós. Se Me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Disse-vo-lo agora, antes de acontecer, para que, quando acontecer, acrediteis».


Palavra da salvação.

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