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Não foi depois, estúpido, foi sempre!

por José Mendonça da Cruz, em 22.03.16

Na tese geral dos comentadores televisivos que temos, Lula da Silva foi muito benéfico para o Brasil, pena depois ter-lhe dado para roubar. Esta visão complacente começou a ser enunciada por Miguel Sousa Tavares, e, na sua esteira, repetida anteontem por Marques Mendes. É bonito julgar que foi assim nesta nossa choldra socializante, mas não foi. O que Lula fez foi aplicar no Brasil a velha receita socialista: fazer jorrar dinheiro dos contribuintes para sucitar o «crechimento». Dinheiro «do estado» para comprar casas, carros, móveis, electrodomésticos e C.ª. O dinheiro poude jorrar porque o Brasil elegera antes (estranhamente) um homem que seria um estadista em qualquer parte do Mundo, Fernando Henrique Cardoso, que saneou a moeda e preparou uma moldura institucional para que a economia crescesse com os privados (e como ela cresceu!). Os anos de Lula são os anos da despesa pública, menos gravosos no Brasil e pagos a mais longo prazo porque o consumo interno tem, em muitos sectores, oferta interna à altura. Mas foram anos gravosos, anos de ladroagem e grandes investimentos públicos em via férrea, rodovias, portos e aeroportos com taxas de incumprimento de mais de 90%. E, como sempre acontece após governações socialistas, chegou a factura. Chegou agora, em recessão, desemprego, inflação, défice e dívida. Lula e a inefável Dilma, maus governantes agora? Não, maus governantes sempre. 

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O enviesamento da Sic nunca desilude. Segundo uma peça sobre a visita de Obama a Cuba, «o povo sofre na pele as consequências do bloqueio económico americano». Para a Sic, o que «o povo sofre na pele» não é o resultado de um regime comunista, ditatorial e torcionário. 

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Profecias centeninas

por João-Afonso Machado, em 21.03.16

Dos jornais de hoje, o desemprego há sete meses não cessa de aumentar. Pelo lado da verdade ou pelo da mentira, em qualquer caso, - reaccionariamente. Porque era já tempo de o desemprego se submeter à democracia e aos desígnios dos deuses Costa, Catarina e Jerónimo.

Sim, contando para trás - pelos dedos - damos com a fatídica estatísitica reportada a Agosto do ano transacto, quando a campanha eleitoral para as Legislativas principiou a acelerar, digo, o abutre socialista se viu a pairar.

É claro, há ainda as profecias centeninas. As tais promessas de uma economia consumista, um mundo melhor. O «tempo novo».

Um paraíso que, já resta acreditar, se nos abrirá em Julho próximo, quando o IVA restauracionista vier abaixo dos 23% Com um senão: em matéria de líquidos é olhar para os combustíveis - muito bom será se a carga fiscal se mantiver. A República está penalizando (este gerúndio já são influências de Dilma e Lula) a gasolina e o sumol, o vinho e o gasóleo. E a ordem dos factores é arbitrária: a República laica nada quer nem com Júpiter, nem com Mercúrio, nem mesmo com Baco. Só com - inconstitucionalmente - Costa, Catarina e Jerónimo.

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A corrupção boa

por João Távora, em 21.03.16

 (...) Se o potencial corrupto é “um dos nossos” trata-se invariavelmente de uma cabala; se o potencial corrupto é um adversário político, deve ser linchado. Este maniqueísmo, que corrompe a inteligência, está espalhado na sociedade e atravessa todos os quadrantes políticos. É evidente que vive da enorme tolerância com que, tanto em Portugal como no Brasil, as elites convivem com o fenómeno da corrupção.

Em Portugal, o caso Sócrates foi exemplar a este respeito. (...)

 

Ana Sá Lopes sem papas na Lingua hoje no Jornal i 

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Interesse nacional

por João Távora, em 20.03.16

"De uma assentada, o Costa conseguiu que o BPI passasse para a mão dos espanhóis e em troca entregou o BCP aos angolanos. Isto depois de ter dado o Banif ao Santander! É assim que se defende o "interesse nacional"? Só num país de brincadeira se fazem estas trocas e baldrocas sem que haja escrutínio mediático, e sem que a opinião pública tenha opinião."

 

Comentário anónimo ao post "Regresso ao Paternalismo" da Maria Teixeira Alves 

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Domingo Domingo (6º da Quaresma)

por João Távora, em 20.03.16

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, Jesus seguia à frente dos seus discípulos, subindo para Jerusalém. Quando Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. Se alguém perguntar porque o soltais, respondereis: ‘O Senhor precisa dele’». Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Eles responderam: «O Senhor precisa dele».
Então levaram-no a Jesus e, lançando as capas sobre o jumentinho, fizeram montar Jesus. Enquanto Jesus caminhava, o povo estendia as suas capas no caminho. Estando já próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus em alta voz por todos os milagres que tinham visto, dizendo: «Bendito o Rei que vem em nome do Senhor. Paz no Céu e glória nas alturas!». Alguns fariseus disseram a Jesus, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos». Mas Jesus respondeu: «Eu vos digo: se eles se calarem, clamarão as pedras».

 

Da Bíblia Sagrada

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O regresso do paternalismo

por Maria Teixeira Alves, em 19.03.16

Ao ler a notícia do Expresso de que Isabel dos Santos foi a São Bento, falar com o primeiro-ministro António Costa para este lhe dizer que apoiava a sua entrada no capital do BCP – um encontro que terá tido como objectivo pôr fim à longa contenda que existe entre a empresária angolana e o BPI onde tem 18,6% directamente – lembrei-me dos velhos tempos. Isto é que é a tradição nacional. O pai Estado resolve. Pois com este encontro António Costa pretende resolver o impasse negocial entre os accionistas do BPI. 

A isto associa-se o facto de ter já havido um envolvimento político do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apelando à oposição à espanholização da banca portuguesa. Segundo o Expresso, o Presidente está concertado com o primeiro-ministro e o governador do Banco de Portugal, para diversificar as fontes de capital accionistas dos bancos. António Costa surge com um papel activo de exercicio de uma magistratura de influência não oficial para que os accionistas espanhol e angolano do BPI dessem gás a um entendimento.

Este é pois mais um sinal do regresso da velha ordem. A ordem em que o Estado ajudava os grandes grupos.

Esta coisa de: "o primeiro-ministro, António Costa, chamou a si este dossiê. E o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mostrou preocupação" é já o sinal de um regresso ao passado. Aliás o PSD já veio questionar o Governo sobre a alegada intervenção em negócios da banca com Isabel dos Santos.

Estamos de volta ao velho paternalismo do Estado, que remonta ao Estado Novo, e que não morreu com o tempo, pelo contrário. Não admira que uma sociedade que não consegue viver sem esse paternalismo nutra ódios profundos por Vítor Gaspar, Maria Luís Albuquerque e Pedro Passos Coelho.

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Lula e Dilma, os tupinambás

por João-Afonso Machado, em 18.03.16

Um interessantíssimo livro de Stefen Zweig intitulado Brasil, país do futuro retrata impressões primordiais dos portugueses sobre essa terra enorme e os seus estranhos costumes. Coisas únicas. Como, por exemplo, a sua absoluta arreliogiosidade (circunstância perturbante na prova filosófica da existência de Deus), o  total despojo de vestimenta, afora os adornos com penas e plumas de aves coloridas, e o extase dos nativos face ao pôr-do-sol.

Rapidamente entre os indígenas os portugueses (Pêro Vaz de Caminha ainda não relatará tal) deram conta das tribos dos tupinambás - salvo erro - que, desprezando o cultivo da terra e a caça, saqueavam as vizinhas e se banqueteavam com os capturados. Eram canibais. E para que a carne melhor lhes soubesse, tenra e sumarenta, - descontraída! -  o chefe dos vencedores oferecia às vítimas boa ementa e a própria filha, uma espécie de festim nupcial, na noite anterior à do repasto...

Tudo isto a propósito dos 600 anos decorridos entretanto. Cada um sabe do Brasil o que sabe. Eu sei que o Império legado pelo nosso D. Pedro IV claudicou porque o Imperador, na sua visão europeísta da modernidade, quis abolir a mão-de-obra grátis - a escravatura - e os grandes proprietários - a cause - se tornaram republicanos. E sei o que as televisões hoje transmitem sobre Dilma e Lula. Sei também a recente vinda do ex-presidente brasileiro a Portugal para apresentar a "tese" (já não sei é como ela se chamava) de Sócrates. E os abraços recíprocos, mais os de Mário Soares.

É caso para inquirir se foi Portugal que descobriu o Brasil, ou o Brasil a descobrir Portugal. E quem são os carijós (se não me falha a memória a tribo preferencialmente vítima da gulodice dos tupinambás).

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Não lhe ficaria mal

por Vasco M. Rosa, em 18.03.16

Curiosa, sem dúvida, a agilidade do ministro João Soares, que passa parte da semana na estrada participando em eventos de maior ou menor relevância. Há dias assistiu no Museu das Janelas Verdes à doacção dum príncipe estrangeiro para viabilizar a compra dum quadro de Domingos Sequeira, cuja entrada no museu depende da generosidade privada. Hoje estará na Misericórdia do Porto, celebrando a aquisição em Nova Iorque dum quadro de Josefa de Óbidos por aquela instituição.   

Não sei se a gasolina está muito barata ou quanto pesam os encargos duma comitiva, por reduzida que seja, mas acredito que, ao fim de alguns meses, esse «ministério aberto» acumule gastos apreciáveis e que, além disso, o sr. ministro tenha muito que fazer no seu escritório. E não me refiro à «engenharia financeira» para compra dos famigerados Mirós...

Será melhor governo aquele que não se vê mas faz, ou aquele que se vê muito mas pouco faz?

Ainda assim: veremos se o sr. ministro da cultura aproveita esta ida ao Porto (no sábado passado esteve perto, em Guimarães) para visitar na galeria municipal a exposição-homenagem a Paulo Cunha e Silva. Não lhe ficaria mal.

 

Paulo-Cunha-e-Silva.jpg

 

 

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À descarada

por João Távora, em 17.03.16

A situação política no Brasil tresanda a "ética republicana". O presidente da república protege os da sua facção... 

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Já agora...

por Vasco M. Rosa, em 16.03.16

Seria bom que, por cá, se distinguisse — duma vez por todas! — o que foi (e já não é) um cantor de talento e um cúmplice de política e propaganda ruins.

A velha oligarquia agora sob um manto só aparentemente justo; e pouco mais....

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Aqui e ali, lá e (quem sabe?...) cá

por Vasco M. Rosa, em 16.03.16

— Feito! O Lula a conseguir safar-se...

— Por que ainda não pensámos nisto?

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Um sorriso de esperança

por João Távora, em 16.03.16

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A chegada de Assunção Cristas à liderança do CDS enche de expectativa uma Nação desgastada e desiludida que clama por uma renovação significativa no estilo e no discurso político, e que há muito entendeu não ser possível um “tempo novo” com os problemas e vícios antigos. Assunção Cristas traz para o espectro político um perfil inédito que possui um profundo significado: uma mulher inteira, jovem mãe de família que não prescinde dum brilho próprio muito feminino, alguém que emergiu para a vida partidária pelos seus méritos profissionais, pela determinação e inteligência com que defendia as causas em que acredita, mesmo que contra o discurso do politicamente correcto. Sem vergonha das suas convicções humanistas e católicas, com um discurso fluente e afectuoso, ela conseguiu unir o partido e rodear-se de uma jovem e renovada equipa, cujo génio e capacidade de trabalho esperam-se reflectidos quanto antes num dinamismo de propostas e ideias que catapultem o CDS para um novo patamar de afirmação, urgente, tendo em conta os dramáticos desafios que esperam os portugueses. Para já Assunção irradia um atraente sorriso de esperança, que não é coisa pouca na política dos nossos dias.

 

Publicado originalmente no Diário Económico

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TRACTOR E ATRELADO.JPG

Todos viram na televisão mas para o Governo nada foi. Dezenas e dezenas de tractores, milhares de pessoas, uma parcela do trabalho minhoto ainda muito significativa. Não eram sindicalistas, eram gente que vive do seu labor e sabe muito bem onde foi e vai.

Basta andar cá por cima e ouvir as conversas. Se a chave do problema está no incremento do consumo - pois que se consuma, os produtores estão aí e os produtos também.

Evidentemente, os nossos agricultores não desconhecem (e os suinicultores também...) o público procura o que mais lhe convém à bolsa. Os preços da produção nacional não são competitivos em razão dos custos inevitavelmente mais elevados. Por causa - agora agravada por via tributária - de alguns factores essenciais como os combustíveis.

De modo que a lavoura minhota pôs ontem o dedo na ferida: o apelo aos consumidores vai ficar em águas de bacalhau, disso ninguém duvida; e Capoulas dos Santos, em Bruxelas trouxe (e continuará a trazer) zero da sua capoulice.

Moral da história: consumir mais, sim, mas a nossa produção. E esta, para estar à altura, tem de baixar os seus custos. Urge renovar, investir, portanto. E sem agravos fiscais na aquisição dos meios necessários ao processo produtivo.

Aguardemos os capítulos seguintes da novela.

 

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Nojo br

por Vasco M. Rosa, em 15.03.16

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Quem queira saber como acabar com o resto de credibilidade dum país, pois pergunte a Lula e Dilma. Eles sabem! Um dia depois de imensas manifestações pelo impeachment da presidente-marionete, os principais jornais anunciam que para evitar ser preso a qualquer momento Lula vai aceitar ser ministro, escapando por enquanto a decisão do poder judicial. (Uma manobra que o primo Maduro venezuelano seria capaz de riscar, o que merece ser lembrado.) Se ainda fosse preciso provar que o PT está a fazer muito mal ao Brasil, esta jogada torpe chegaria e sobraria. Que tudo isto acabe rapidamente, para bem dum grande país — que merece muito mais e melhor. 

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Ora batatas!

por João Távora, em 14.03.16

Andam há mais de duzentos anos cada vez mais a sublimar o individualismo e agora dizem que a culpa é do Facebook e das redes sociais.

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Pobres mas mimados

por João Távora, em 14.03.16

 Nestes tempos de crise, na política à falta de melhor prometem-se afectos, carradas de afectos, que são de borla.

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Formigas e cigarras

por João-Afonso Machado, em 13.03.16

O trabalhar trabalhar como a formiguinha preconizado no Congresso do CDS por Assunção Cristas vai de certeza colidir com os propósitos da cigarra socialista e manter intacta a dogmática leninista e trotskista, para quem a Direita estará sempre condenada a viver à custa das mais-valias geradas pelas classes trabalhadoras. O mundo político não muda, unicamente pode mudar a capacidade dos líderes partidários se fazerem ouvir e acreditar pelo eleitorado.

Seja como for, é interessante constatar a Direita - a sempre retrógada Direita -  não diz não, promove chefias femininas (Manuela Ferreira Leite, Assunção Cristas) enquanto a Esquerda palra sobre os direitos das mulheres mas concede todo o seu espaço à malandragem dos Sócrates e dos Costas das suas hostes. Também na Maçonaria as senhoras são só tema de conversa. E há-as também - de cabelo curto, pesadas cangalhas, inteiramente dedicadas - no Comité Central, porém sempre ao lado do omnisciente e longevo Secretário-Geral: Cunhal, Carvalhas, Jerónimo.

É verdade, as très M's parecem contradizer a ortodoxia da Esquerda. Trata-se da herança revolucionária armada de Isabel do Carmo (olhem lá se Marisa se enfurece...) e de uma boa dose de despeito e competição com a abolida Joana Amaral Dias. Que, essa sim, era bem engraçada.

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Domingo (5º da Quaresma)

por João Távora, em 13.03.16

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João


Naquele tempo, Jesus foi para o Monte das Oliveiras. Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo e todo o povo se aproximou d’Ele. Então sentou-Se e começou a ensinar. Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério, colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus: «Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres. Tu que dizes?». Falavam assim para Lhe armarem uma cilada e terem pretexto para O acusar. Mas Jesus inclinou-Se e começou a escrever com o dedo no chão. Como per¬¬sistiam em interrogá-l’O, Ele ergueu-Se e disse-lhes: «Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra». Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão. Eles, porém, quando ouviram tais palavras, foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio. Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?». Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Jesus acrescentou: «Também Eu não te condeno. Vai e não tornes a pecar».


Da Bíblia Sagrada.

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Portas para a ruína

por João Távora, em 12.03.16

Temos que incentivar lojas falidas, prédios arruinados, restaurantes "típicos" sem clientes e rendas baixas - o senhorio subsidia. Até Lisboa antiga se tornar numa enorme caractera de escombros. Viva o Socialismo, abaixo a economia de mercado!

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