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O tabuleiro contem as peças do costume, na hirta posição de sempre. Louve-se a leal ortodoxia dos comunistas; e escute-se o silêncio envergonhado dos bloquistas: eles que sonharam um dia também poder e se desfazem agora em lascas (algumas, que belíssimas lascas!...); suporte-se o cansativo reco-reco socialista, um partido que não faz política e vive da construção de obras dispensáveis, in casu um discurso político a permitir-lhe sobreviver de contradições e despesismo eleitoralista - qualquer coisa oscilando entre a dita "austeridade" à sua espera, quando governar, e a miragem grega nacionalizada, nossa.
Assim se compõe o bruá do nosso quotidiano "nacional". É urgente a próxima legislatura seja marcada por uma maioria e um governo PS. Pela singela razão de uma esperança - a de que Portugal aprenda finalmente. E empiricamente. Se vacine. E assegure o seu futuro.
É a esperança de que Portugal aprenda a não viver de argumentos e golpes de rins palavrosos; nem de radicalismos, de fanatismo, demagogia ou facilitismo; ou da sistémica culpabilização dos outros; de BMW's para que não tem bolsa e incumpre as prestações do pagamento; de reivindicações e exigências de uma economia melhor para a qual não quer contribuir...
Talvez não a despropósito, Tsipras inicia agora um périplo "bem agendado" Europa fora. Trazendo às nossas recordações o saudoso Soares, Ministro dos Negócios Estrangeiros e homem de comitivas.
Da mesma forma que no dia em que os jihadistas assinaram, em Paris, várias vítimas me assumi como “je suis Charlie” também hoje “sou D. Carlos e D. Luís Filipe”. No dia 7 de Janeiro último não me tornei leitor ou defensor da abordagem editorial do “Charlie Hebdo” nem hoje me torno monárquico. Mas ontem e hoje repudio os actos terroristas e manifesto o meu pesar pelas vítimas inocentes. Hoje recordamos o assassínio do Rei, legítimo Chefe de Estado de Portugal que ocorreu em 1908. Tão legítimo quanto o é hoje o Presidente da República. Mais, o País vivia em liberdade (que, plenamente, só a recuperou em 1974) e por isso o meu repúdio acrescido por este acto horrendo.
Não esqueceremos os mártires da nossa Pátria. Logo às 17h00m, Missa de Sufrágio por Alma de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe, na Igreja de São Vicente de Fora, Lisboa.
Evangelho segundo São Marcos
Jesus chegou a Cafarnaum e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas. Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar: «Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo: «Cala-te e sai desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: «Que vem a ser isto? Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe!». E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia.
Da Bíblia Sagrada
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