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Finalmente o esclarecimento...

por Vasco Mina, em 05.11.13

Operações do PGR angolano suportadas em negócio legal. Será que tudo o que não é estritamente processo jurídico escapa ao Ministério Público? Será que as relações diplomáticas entre países não dever ser tidas em conta quando se tratam de processos envolvendo responsáveis políticos de outro país? O tal processo foi arquivado em Julho e só na semana passada se soube. Porquê?

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É hoje...

por José Luís Nunes Martins, em 04.11.13


Um dia inteiro, por mais curto que pareça, é enorme... assim saibamos descobrir tudo quanto nele é possível. Nada neste mundo está decidido, nem ninguém está terminado. Construímo-nos, pela forma como nos criamos, enquanto respostas ao mundo e aos outros. Somos sempre mais do que aquilo que esperam de nós. Sempre.

 

A mais perfeita das criações divinas é o Homem... perfeição pela incompletude. Sublime criação criadora.

 

A verdade da nossa essência será aquela que, com o nosso tempo, conseguirmos construir. Só no fim seremos completos. Até esse momento, há que viver as horas e minutos do que nos resta do dia de hoje, sem nos perdermos na contemplação dos futuros. De pouco nos serve preocuparmo-nos com o que não está nas nossas mãos. Poderá chegar depois, sim, mas que seja, então, uma preocupação do dia em que chegar, não de hoje.

 

O futuro que importa é o tempo que temos na ponta dos dedos... o hoje. Tudo o mais é parte de uma eternidade que não nos diz respeito.

 

Nunca somos o fim de nós mesmos, mas conseguimos sê-lo de outro... uma via para a finalidade de alguém, um fim do seu ser... um por quê e para quê da sua vida... um sempre.

 

O prémio por abandonarmos o que fomos é sermos um eu novo, e melhor, a cada dia. Sacrifiquemos o ser finito e completo do ontem, pela eternidade em aberto que há no instante que nos é dado viver neste preciso, e precioso, momento. Nada somos senão o que formos capazes de construir com o amor das nossas mãos, agora.

 

Afinal, tudo quanto não aconteceu num ano acontecerá num só dia!

 

 

 

 

(publicado no jornal i - 2 de novembro de 2013)

 

ilustração de Carlos Ribeiro

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Um óscar, já!

por José Mendonça da Cruz, em 04.11.13

Não é preciso esperar nem procurar mais. Podem entregar o óscar de melhor actriz principal a esta mulher extraordinária, Sandra Bullock, pelo seu magistral underacting no filme Gravidade. E podem, já agora, entregar o prémio de melhor realizador a Alfonso Cuarón, por um dos filmes mais intensos da história do cinema. E podem também, por favor, atribuir o óscar de actor secundário a George Clooney, pela muito nobre e competente assumpção de um papel discreto e simpático que é inteiramente acessório e servidor -- secundário na mais elevada acepção do termo -- da sua amiga Sandra. (E, extra-concurso, entreguem, por caridade, o prémio de «melhor recusa do ano» a Angelina Jolie, a quem o papel foi proposto primeiro, e não o aceitou --  e cuja presença teria, obviamente, estragado tudo.)

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Assombração

por João Távora, em 03.11.13

Isto anda tudo assombrado e não é só na Venezuela: hoje vislumbrei as feições de José Sócrates numa prata de chocolate amachucada. Mandei logo para o largo do Rato para análise.

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28 – Jardim da Estrela

por Vasco Mina, em 03.11.13

 

O Jardim da Estrela foi o meu jardim de infância. Vivíamos em Campo de Ourique e juntamente com os meus irmãos e guiados pela minha mãe ou pelas minhas avós, aí passámos longas tardes. Mais tarde e já aluno do Pedro Nunes por aqui também vivi bons momentos e posteriormente aqui voltei com os meus filhos pois quase em frente vivemos deste mui agradável Jardim de Lisboa. Tem espaço infantil, dois cafés com esplanadas, vários lagos com muitos cisnes e patos, vegetação abundante e variada, um miradouro (que já teve vistas mais alargadas), numerosas estátuas, um belo “chalet” em madeira pintada (que é creche da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa) e ainda um Coreto que é como que um ex-libris do Jardim da Estrela. Também podemos observar várias aves desde os populosos pombos até um bando de papagaios.

O Jardim foi ideia e iniciativa do Marquês de Tomar e o terreno (que era de cultivo e tinha alguns casebres) pertencia a um António José Rodrigues. Da Estrela pois fica junto ao Hospital da Estrela (que foi inicialmente Convento de Nossa Senhora da Estrela, ou da Estrelinha, dos frades da Ordem de S. Bento, de Tibães).  Graças a um donativo do benemérito Barão de Barcelinhos (Manuel José de Oliveira) os terrenos foram adquiridos e passaram para o erário público. Os trabalhos de transformação dos terrenos para Jardim terão tido início em 1842 mas foram interrompidos. Foram retomados em 1852 e contaram com outro donativo, agora de um português que vivia no Brasil - Joaquim Manuel Monteiro (que mais tarde recebeu o título de Visconde e depois Conde da Estrela). Este espaço foi também conheciso como “Jardim Guerra Junqueiro”

Este Jardim Romântico, que oficialmente é designado por “Jardim Guerra Junqueiro”, tem um traçado típico à inglesa e teve como arquitecto Pedro José Pezerat.  As plantações foram orientadas pelos jardineiros João Francisco e o francês Jean Bonard. Durante a segunda metade do sec. XIX este local local era conhecido como sendo o “Passeio da Estrela”. Entre as várias estátuas salientam-se a de Antero de Quental (do escultor Barata Feyo), o “Cavador” (de Costa Mota, sobrinho) e “A Filha do rei guardando patos” (de Costa Mota, tio) e um Neptuno (ou Tejo de longas barbas) que deita águas para o lago maior.

 

 

O belíssimo coreto foi projectado pelo Mestre José Luís Monteiro em 1893-94 e foi trazido (em 1936) do Passeio Público. Único no seu género tem escadaria dupla em ferradura e um desenho que lhe confere um estilo algo exótico. Hoje, tal como o foi no seu início, é palco de diversos espectáculos.

Uma história curiosa tem a ver com a oferta (na década de 70 do sec. XIX) de um leão pelo africanista e colonial Paiva Raposo e que teve direito a jaula em pleno jardim; ficou conhecido pelo “Leão da Estrela” e mais tarde referência para um famoso filme rodado em 1947 e que teve António Silva como protagonista.

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Domingo

por João Távora, em 03.11.13

Evangelho segundo São Lucas

 

Naquele tempo, Jesus entrou em Jericó e começou a atravessar a cidade. Vivia ali um homem rico chamado Zaqueu, que era chefe de publicanos. Procurava ver quem era Jesus, mas, devido à multidão, não podia vê-l’O, porque era de pequena estatura. Então correu mais à frente e subiu a um sicómoro, para ver Jesus, que havia de passar por ali. Quando Jesus chegou ao local, olhou para cima e disse-lhe: «Zaqueu, desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». Ele desceu rapidamente e recebeu Jesus com alegria. Ao verem isto, todos murmuravam, dizendo: «Foi hospedar-Se em casa dum pecador». Entretanto, Zaqueu apresentou-se ao Senhor, dizendo: «Senhor, vou dar aos pobres metade dos meus bens e, se causei qualquer prejuízo a alguém, restituirei quatro vezes mais». Disse-lhe Jesus: «Hoje entrou a salvação nesta casa, porque Zaqueu também é filho de Abraão. Com efeito, o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido».


Da Bíblia Sagrada


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Até Abril

por Vasco Mina, em 02.11.13

O  Presidente da República aprovará o Orçamento de Estado aprovado na AR e depois enviará, logo no início de Janeiro, com fundadas dúvidas, algumas das medidas para avaliação do Tribunal Constitucional.

Até Abril vamos aguardar a decisão do Tribunal Constitucional sobre algumas das medidas constantes no Orçamento de Estado para 2004.

Até Abril não se registará qualquer (ou notícia de) investimento estrangeiro.

Até Abril as taxas de juro no mercado secundário da dívida pública não descerão significativamente, ou seja, não atingirão o patamar ideal para um cenário de saída do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF).

Até Abril o PS e António José Seguro farão de conta que estão preparados para serem Governo e não negociarão o que quer que seja com a atual maioria PSD-PP.

Até Abril Passos e Portas segurarão a coligação mas sem deixarem de se “entalar” mutuamente.

Até Abril Soares e Sócrates marcarão a agenda política à esquerda.

Até Abril as estruturas partidárias (os chamados aparelhos) do PSD, do PS e do CDS entrarão em processos eleitorais internos e até Congressos que irão provocar o envolvimento de algumas “elites” pois estaremos no tempo de escolhas para o Parlamento Europeu e, quem sabe, para deputados à Assembleia da República.

Até Abril, o PCP, o BE, a CGTP e o tal de movimento “Que se Lixe a Troika” farão semanalmente manifestações que irão tendo cada vez menos participantes.

Até Abril teremos mais duas avaliações da Troika.

Em Abril estremos a dois meses da conclusão do PAEF.

Em Abril celebraremos os 40 anos da Revolução de 74

Até Abril estaremos à espera de… Abril !!!

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Lou Reed - uma homenagem

por João Távora, em 02.11.13

“Não sei se as minhas expectativas são muito altas, sei que são muito difíceis. Quero ser o maior escritor que alguma vez viveu nesta terra de Deus. Falo de Shakespeare, Dostoiévski… Quero ser um escritor que faça rock and roll que se possa comparar a Os Irmãos Karamazov… quero começar a construir um corpo de obras. Sei que posso soar pretensioso e é por isso que normalmente nem digo nada. Prefiro ficar calado.”

 

Lou Reed 1979 em entrevista ao New Musical Express
Via Blitz 

 

Contactei pela primeira vez com as canções de Lou Reed, por volta de 1976 através do seu álbum Lou Reed Live que ainda hoje guardo e que de tão gasto pelo uso, no gira-discos mais parece um ovo a estrelar. Porque a vertigem daqueles anos loucos não auguravam um final feliz, o meu fascínio pelo lado selvagem e pela obra de Reed foram esfriando mais tarde. Hoje reconheço que ele foi um dos maiores poetas da decadência ocidental, da cultura urbano-depressiva emanada dos bas-fonds de Grande Maçã, que marcou toda uma geração desassossegada com tanta Liberdade e bem-estar. Foi assim que, por uma questão de sanidade, os valores estéticos que fui recuperando afastaram-me da sua obra, que no entanto mantenho como superior, talvez perpétua.
Depois de há algumas semanas me chocar com a interpretação de Solsbury Hill de Gabriel que eu mal sonhava vir a ser a sua última (generosa) prestação, Lou Reed acaba por se me revelar nestes dias de revisitação, como um autêntico aristocrata da cultura rock and roll, rodeado pela qual eu cresci e me fiz gente. De resto acredito que a misericórdia de Deus é redobrada no que respeita aos poetas e artistas, que da transcendente dor que sustem a sua essência, no acto de libertação que resulta a sua criatividade, de forma tão sublime espelham a matriz divina da espécie humana.

 

A ler também: O lado selvagem 

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Ainda há patriotas

por João-Afonso Machado, em 02.11.13

Não me tinha ocorrido, mas parece que as infelizes declarações do Presidente da FIFA, Joseph Blatter, além de atingirem a honorabilidade de Cristiano Ronaldo, ofendem também «os portugueses em geral». Pelo menos é que consta da petição pública de que são signatários já mais de 42.000 patriotas lusos e que aguarda ainda a sua, a nossa, assinatura.

O facto, verdadeiramente extraordinário, - o da preenchidissima petição - faz luz ainda sobre a corrupção que grassa no futebol internacional. E, pelo seu volume - o tal preenchimento - traz também a vantagem adicional de demonstrar como a "bola" é capaz de meter Arménio Carlos num chinelo.

Por isso, talve se pudesse ir mais longe. Não digo fretar um barco, como há anos, até Timor à vista do potente binóculo. Aliás, a viagem marítima à Suiça  é muito incómoda. Mas que tal uma frota intimidante de autopullmans estrada fora até aos arredores de Zurique? Só para acordar aquela pacatez de gente e a malandragem da FIFA, com o bom vernáculo português, e regressar a casa de alma cheia? 

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Uma tragédia

por João Távora, em 02.11.13

Há quem diga que eu odeio Sócrates. Não é verdade. Eu tenho pena de Sócrates, porque ele nunca vai ter o respeito que poderia ter tido. E, acima de tudo, vejo nele o reflexo de um país que parece destinado a uma guerra cívil perpétua entre queques e arrivistas, uma guerra silenciosa mas omnipresente. É triste viver num país que não aceite facilmente que dois homens com berços distintos encontrem um chão comum, uma amizade que supere todas as diferenças de apelido, sotaque e trejeitos. Esta é a nossa tragédia, da qual Sócrates é apenas um actor.


Henrique Raposo hoje no Expresso

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Bancos levaram sopa da Ministra

por Maria Teixeira Alves, em 02.11.13

Os bancos lá foram criticar o novo produto de poupança do IGCP. Alertaram para a fuga de depósitos e para o impacto que isso poderá ter na capacidade de financiamento da economia, porque se os bancos perderem funding terão de se financiar nos mercados a taxas mais altas e isso reflecte-se no crédito. Maria Luís Albuquerque ouviu-os com muita atenção, mas vai manter os certificados do tesouro que a equipe de João Moreira Rato criou, com as mesmas taxas e sem qualquer alteração das condições (quem investir 10 mil euros, ganha ao fim de cinco anos mais de 1500 euros e ainda participa na subida do PIB, se houver). 

Iron Lady!

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Desfecho inteligente

por Maria Teixeira Alves, em 02.11.13

Se há uma coisa que a guerra do BCP, em 2007, nos ensinou é que pequenos conflitos podem tomar proporções devastadoras. Uma pequena guerra de poder, que começa numa casa, torna-se mediática, os ânimos sobem, os aliados juntam-se ao conflito, o conflito torna-se uma guerra, outros interesses começam a juntar-se à guerra com fins paralelos, começam a vir à luz do dia os segredinhos empresariais, as contas não divulgadas, as offshores que estavam na sombra, as trapalhadas nas contas, as avaliações acima do valor de mercado. Este conflito entre Pedro Queiroz Pereira, accionista com 7% da ES Control (holding primeira do GES), e Ricardo Salgado, presidente de um grupo que tinha uma posição importante nas holdings que controlavam a Semapa, corria o sério risco de ir pelo mesmo caminho.

O mediatismo do conflito começava a atrair fins paralelos. Foi por isso de enorme bom senso que Ricardo Salgado tenha conseguido estancar a sangria que se adivinhava. Às vezes é preferível perder um prémio de controle, ceder ao adversário, para cortar o mal pela raíz, para que o desfecho não seja o mesmo que tiveram os intervenientes da guerra no BCP, onde ninguém, mas mesmo ninguém, ganhou (a não ser os advogados). Assim é motivo de felicitação o desfecho que teve o caso PQP/GES.

 

Hoje em comunicado foi finalmente confirmado o acordo. Ricardo Salgado conseguiu vários triunfos, e um deles é que se livrou de um imprevisível accionista no coração do Grupo (hoje lá vinha no Negócios a derradeira informação de que a ES International - a segunda holding na estrutura do GES - contabiliza no seu balanço as acções que detém na Espírito Santo Financial Group por 22 euros, quatro vezes a cotação da ESFG em bolsa).

O outro é que evitou outras guerras maiores ao ter estancado este conflito. O acordo entre Pedro Queiroz Pereira e o Grupo Espírito Santo (GES), a sua irmã Maude e a família Carrelhas porá fim a todos os processos judiciais interpostos na sequência do litígio pelo controlo da Semapa. Inclusive a providência cautelar, cuja audição de testemunhas arranca na próxima semana. 

 

Pedro Queiroz Pereira conseguiu o que queria, ao preço que queria. O GES sai da Semapa e o PQP sai do GES. O Grupo da família Espírito Santo vende as suas participações nas holdings da Semapa (Cimigeste e Sodim). Maude Queiroz Pereira e a família Carrelhas também vendem. PQP paga com os 7% da holding do GES e com dinheiro.  O BES e o BPI emprestam-lhe ainda o dinheiro para pagar o que falta. Tudo isto foi comunicado oficialmente ao fim do dia.

O Fundo de Pensões do BES fica com os 10% que já tinha na Sodim, dona da Semapa. 

 

Dito isto falta dizer que, tal como diz o comunicado, a assessoria e financiamento da operação ficaram a cargo do Banco Espírito Santo de Investimento, do Banco Espírito Santo e do Banco BPI.


Tudo está bem quando acaba bem.


Todos os embaixadores do conflito, oficiais ou informais, estão de parabéns.

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«Informação» - Trabalhar como o PS trabalhou

por José Mendonça da Cruz, em 01.11.13

Um dia, um governo de direita terá que ter uma política de comunicação social. O PS teve e tem uma política de comunicação social, com os resultados que todos os dias se sentem.

Hoje, após o debate parlamentar, o noticiário das 19 da SicNotícias lá tinha Paulo Baldaia, director da TSF e comentador da estação. A que vinha? Depois de dias em que o isolamento do PS e a sua política de negação ficaram cristalinamente evidentes, Baldaia veio fazer o papel de dizer que o mal é de todos, «dos partidos» que não se entendem, espalhando por todos as culpas da esquerda.

Logo a seguir, o noticiário da Sic dedicou 5 minutos a uma manifestação «de centenas de pessoas» da CGTP, que a Sic filmou, zelosamente, sempre á altura do chão, para que não fique evidente o pouco que umas «centenas de pessoas» são.

Todos os dias, a todas as horas, os acontecimentos são tratados assim, inclinadamente, com cuidada gestão de manipulações e omissões.

Ao contrário do que pensam alguns na direita, o enviesamento da comunicação social para a esquerda não é uma inevitabilidade sociológica, nem um dado de facto com que seja preciso viver. É antes o fruto de uma competente política de prémio e castigo por parte dos socialistas. Há muitos incentivos para encorajar o jornalismo verdadeiro, e há muitas armas para desencorajar a acção de agentes políticos socialistas mascarados de jornalistas. Mas quem quiser evitar o bombardeamento indecoroso e constante a que está sujeito qualquer governo que não fale a arcaica linguagem da esquerda tem que trabalhar como o PS trabalhou.

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“Sindicatos acusam Governo de aprovar lei que aproxima sector público do sector privado”, lido em rodapé, na RTP.

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