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Papa Francisco

por João Távora, em 09.11.13

O “inquérito distribuído às paróquias” chama-se "documento preparatório" e afinal não é mais do que um preceito tradicional da Igreja que sempre existiu a anteceder os Sínodo dos Bispos. O que decorrerá no ano que vem será dedicado ao tema «Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização» e dele não se deve esperar nenhuma revolução. De resto é evidente que os Papa Bento e Francisco têm diferentes carismas, nao percebo a euforia, caro João.
Como eu costumo dizer, as desilusões são sempre fruto de ilusões.  

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O busílis da questão

por João Távora, em 09.11.13

Quando pelo final dos anos setenta a qualidade da gravação e de fabrico de discos atingiu o seu auge, um dos maiores desafios dos fabricantes de gira-discos high end era a erradicação de qualquer interferência na leitura do disco, por exemplo com cabeças de bobine móvel extremamente sensíveis, do atrito provocado pelos elementos mecânicos da máquina.

Nesse sentido que a tão celebrada invenção do CD surge ironicamente aos ouvidos exigentes como a solução que reúne o pior dos dois mundos, seja digital ou analógico.

 

Convido-vos a saber porquê aqui

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Sob o jugo da partidocracia

por João-Afonso Machado, em 08.11.13

O insuspeito Público reconhece hoje, em editorial, «a economia está a dar sinais de retoma, ou pelo menos de já ter estancado a recessão». Isto a propósito dos mais recentes dados fornecidos pelo INE acerca do desemprego, finalmente em queda.

Não se consegue, exactamente, definir a autoridade de quem enuncia os números em causa. Afinal, o que vale o INE?

Para a Oposição - isso consegue-se definir - vale o que lhe interessar valer. No caso em apreço - nada. Ou seja, a Esquerda inteira apressou-se a vir a terreiro misturar imigração com emprego para firmar a tese de tudo como antes ("quartel em Abrantes"). Adiante, a ninguém terão passado despercebidas as concomitantes declarações reproduzidas na televisão.

Em vez de satisfação geral, pois, o alarme destrutivo da Oposição. Facto, de resto, não inédito. E directamente decorrente do mais elementar instinto de sobrevivência da partidocracia.

Poderá, vez alguma, um partido admitir os sãos resultados do exercício dos seus opositores? Se o fizesse, onde permaneceria a sua razão de ser?

Assim Portugal vai padecendo, sob os tiros perdidos da guerra partidária. Assim se vão cobrindo de glória os generais - e os aspirantes a tal - desse mesmo conflito.

Abreviando: a política não é um serviço; é uma profissão. Feia e suja. Muito mais do que a dos limpa-chaminés. Os quais infelizmente vão faltando.

 

 

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E eu a achar que isto era um defeito

por Maria Teixeira Alves, em 08.11.13

"Mário Lino fala do amigo José Sócrates e compara-o ao Maradona, pela forma como ridiculariza as fraquezas dos adversários".


E eu a achar que ridicularizar as fraquezas dos adversários era um traço de mau carácter!


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Notícias Extraordinárias:

por Vasco Lobo Xavier, em 08.11.13

Sindicatos, partidos da oposição e comunicação social contra descida dos números de desemprego!

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Até quando?...

por Vasco M. Rosa, em 08.11.13

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Listen to the winds of change

por Maria Teixeira Alves, em 07.11.13

1 - Teixeira dos Santos, ex-Ministro das Finanças do governo de Sócrates: "Aludindo aos sinais que temos tido é altura, de facto, de discutirmos uma revisão constitucional".


2 - Luís Amado, ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros de Sócrates: "O Guião da Reforma do Estado é uma base de trabalho deste Governo, acho que nenhum actor se deve refugiar na necessidade de encarar os problemas do país e do meu ponto de vista o guião reflecte alguns desses problemas com seriedade".


3 - António Barreto, sociólogo, socialista: "A Constituição, tal como está, é um travão para se avançar com medidas que ajudem o país a ultrapassar a crise. Que todos se envolvam, que ninguém diga que não tem nada a ver com isso, nem o Presidente da República, nem o Governo, nem o Parlamento. Todos têm muito a ver com isso. Este debate deveria terminar com um referendo em que o povo português votasse – sim ou não – se quer essa Constituição”


and, last but not least:

 

4 - Daniel Oliveira, ex-Bloco de Esquerda: "É fundamental que o PS e o PSD conversem. Há uns tempos o Presidente até o exigiu, eles fingiram que falaram uns com os outros e a vida continuou como antes".

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Agitação de caserna

por João-Afonso Machado, em 07.11.13

A Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA), na pessoa do seu presidente, o coronel Pereira Cracel, foi recebida pelo Chefe da Casa Militar da Presidência da República, a quem quis alertar sobre a preocupante «evolução da situação em Portugal». Coisa de presidentes, coisa da República, coisa ruim, evidentemente.

E a AOFA logo declarou «como oficiais» não poderem «ignorar os perigos que decorrem da quebra da coesão nacional». O alvo das suas críticas, vai-se percebendo, são os dirigentes políticos, por acaso eleitos pelo povo - por uma maioria de portugueses - o qual povo, salvo erro, os militares juraram defender, sem se imiscuirem no que tange aos poderes instituidos constitucionalmente. As Forças Armadas existem para servir a Nação, informou galhardamente, em posterior entrevista, o aludido Sr. Coronel.

Depois nota-se que não. Mais precisamente, no horizonte da AOFA assustam sobretudo os cortes dos salários e pensões, o congelamento das progressões, a redução de efectivos, os problemas de saúde... dos militares.

Entre o verbalizado e o escrito, tudo se resume, portanto, a um comunicado da AOFA dirigido ao Ministério da Defesa. Inquirindo se a Troika não seria, no fundo, somente um pretexto para alcançar «objectivos previamente defenidos de emagrecer as FA»! Com o que estaria em causa a sacrossanta soberania nacional, vista a subserviência do Governo!

Daí a um ataque cerrado ao «neoliberalismo» foi aquele passinho de menino que todos imaginarão. Restando a ameaça final de novas reuniões a promover pelos militares para congeminarem outras formas de protesto contra a «austeridade»!

Eu não sei se no mais da Europa tal comportamento será admissivel. Aqui na República é. De resto, todos recordarão, foi de reivindicações congéneres que despertou o 25 de Abril.

E se à conta da equiparação entre os oficiais do quadro e os milicianos - então - caiu o fascismo, é de acreditar que a AOFA - agora - por causa dos apertos financeiros afectando também as FA, pretenda, desta feita, derrubar o «neoliberalismo».

Depois do MFA, a AOFA. Tratem Cavaco Silva e Passos Coelho de convocar a "brigada do reumático" e em vão recorrer à sua fé. E mandem também aprovisionar a despensa do quartel do Carmo e comprar bilhetes de avião - com antecedência, que sempre sai mais em conta.

A AOFA insinuou o fim da III República. Pela força das armas, conforme manda a praxe republicana. Venha de lá a IV República, que a nossa curiosidade é muita.

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O desemprego e os intrujões

por José Mendonça da Cruz, em 07.11.13

O desemprego continua a cair, situando-se agora pouco acima dos 15%.

É uma boa notícia, que a Sic deu escorreitamente e cingindo-se aos factos no seu noticiário das 13. Com os mesmos elementos, a RTP fez uma enorme trapalhada, para a qual contribuiu o editor de economia que, manifestamente, não sabe do que fala. Enquanto a Sic decidiu e bem ignorar o folclore enganoso, a RTP ouviu Arménio Carlos e Rita Rato, do PCP, que disseram, um, que a descida do desemprego nada significava, porque era devida «à sazonalidade» e à emigração, e, outra, que se tratava de um «embuste».

Para recorrer ao vocabulário deles, foram Arménio Carlos e a deputada os verdadeiros embusteiros (ou impostores, ou intrujões).

É que, em primeiro lugar, os números são do INE, que não participa em embustes.Em segundo lugar, os números continuam a mostrar uma descida do desemprego em comparação com período homólogo (ou seja, comparando idênticas «sazonalidades»). Em terceiro lugar, o desemprego desceu em relação ao trimestre anterior, no qual foi considerado o mesmo número para a população activa (ou seja, comparando iguais valores de não emigrados). E, por fim, acontece que, segundo o mesmo INE, o número de pessoas empregadas subiu 1,1%. Quem sabe se tal não se deverá também ao facto de, pela primeira vez, o número de empresas criadas ultrapassar o número de empresas que fecham em Portugal (coisa que, obviamente, nunca ouvirão nos telejornais).

Assim estão as coisas. Há boas notícias que não dão jeito nenhum aos embusteiros. 

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Torga já dizia

por Maria Teixeira Alves, em 07.11.13

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Um dos poucos indiscutíveis atributos dos republicanos de 1910 foi o voraz revisonismo de grande parte da toponímia nacional como arma de propaganda política. Eis aqui um exemplo paradigmático recolhido na cidade de Tomar que me chegou mão de um amigo. 

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O ciclo vicioso das crises

por Maria Teixeira Alves, em 07.11.13

Muito interessante o Negócios da Semana de José Gomes Ferreira, com Paulo Pinto, da Dif Brokers, com João Ermida e com Ventura Leite. Paulo Pinto descreve uma sucessão de crises que culminará com uma crise soberana nos Estados Unidos.

Ventura Leite acrescenta que: "A relação entre a crise do subprime e a crise financeira, não pode ignorar a crise económica. A alta de preços de petróleo em 2008 é o principal motor da crise económica, do abrandamento da economia. A crise financeira, a crise de confiança, agrava a crise económica, mas é a crise económica que torna frágil a economia dos EUA, e que leva à crise do subprime. É o abrandamento da economia japonesa, que faz a crise evoluir num determinado sentido".

 

P.S. Só faltou saber: daqui a quanto tempo se dará essa crise dos EUA? É que acabei de escolher o S&P 500 para investir uns tostões. E eu que queria ter escolhido o DAX Alemão, zás... Nunca acerto nos totolotos.

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No cobrear do Tempo

por João-Afonso Machado, em 06.11.13

Ei-la, outra vez, rápida e barulhenta, a ribeira a correr entre o parque, as casas, o nosso quotidiano. Com peixes já crescidotes no remanso junto à ponte; mas sem a cobra, as rãs, até que o tempo aqueça e as acorde e traga de volta. Nessa forma manhosa em que o Tempo parece rodopiar apenas no ciclo imparável das estações do ano, ora encamisolado, ora de manga curta, conforme o tempo...

( O Tempo, circulo depois confessadamente semi-recta - segmento, afinal, com início e com termo escondido entre as profundezas do imprevisível...).

Mas certo é a ribeira caminhar para o auge da sua alegria, da sua vitalidade. Ruidosa, até, nas cascatas de toda ela, onde ainda surgirá a truta voadora do conto fabuloso de Jorge Brum do Canto. E vocês, cachopas, porque arrefecendo os dias, instalando-se a chuva por aí, não vos quero entre as frestas do canil. Vêm as duas, sim senhor, vêm com muito juízo. Para muita brincadeira junto à ribeira - mas, em casa, nem cotovelos à mesa nem pés no sofá. 

É uma promessa. E é uma ordem!

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Realmente importante...

por João Távora, em 06.11.13

é que António Lobo Xavier apresentará o novo volume dos Pensamentos de Dalai Lima de hoje a oito dias, Quarta feira dia 13 de Novembro às 18:30, no restaurante Mercearia Vencedora – Docas de Alcântara. Lá estaremos, Jorge.

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Um historial de Natais desnorteados

por José Mendonça da Cruz, em 06.11.13

Há sempre um sorrisinho trocista a acompanhar a notícia de que o Maduro incumbente venezuelano antecipou o Natal para Novembro. Mas Maduro, mais os jacobinos, mais os que cantam que o Natal é quando um homem quiser, mais o pernicioso Afonso Costa que inculcava que o Natal era a «festa da família» para tentar distrair do nascimento de Cristo são farinha do mesmo saco. Maduro é um pouco mais ridículo, convenhamos. Mas só um pouco.

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O director de informação e pivô da TVi, José Alberto de Carvalho, noticiou ontem, no jornal da noite - antecipado devido ao jogo do Benfica - que o Ministério da Educação publicou na internet os novos programas de português e matemática para o secundário, e que apanhou os professores de surpresa. Depois, a TVi entrevistou dirigentes da Associação de Professores de Português e da Associação de Professores de Matemática, as quais afirmaram em uníssono que os professores não foram ouvidos e que os novos programas são um retrocesso. Fim  de notícia.

Eis, agora, o que a TVi omitiu, ou por intenção dolosa ou por grosseira incompetência:

1.º - que ambos os programas são propostas, e que foram colocadas na rede (podendo ser consultados e descarregados aqui) exactamente para dar início à discussão pública. O mesmo endereço electrónico permite fazer contribuições.

2.º - que embora a Associação de Professores de Matemática (uma entidade de credibilidade duvidosa) considere a proposta de novo programa de matemática má por demasiado exigente, a Sociedade de Matemática, que é autoridade neste tema, considera-a «muito positiva». Vale a pena consultar também, no documento, os nomes e credenciais dos autores e consultores do novo programa, nenhum dos quais a TVi ouviu (o que é ainda mais lamentável por autores e consultores formarem uma longa lista de professores que a TVi diz que não foram ouvidos).

3º - que a classificação de «retrocesso» no caso do programa de Português tem a ver com o facto de a dirigente da Associação de Professores de Português (outra entidade de credibilidade duvidosa) considerar «retrocesso» voltar à leitura de Eça, Camões, Mendes Pinto, P.e António Vieira, Antero, Herculano, Garrett, Pessoa, Sena, e outros grandes; e considerar «retrocesso», certamente, que a proposta recomende ainda a leitura, entre outros escritores enormes, de Dante, Cervantes, Dumas e Shakespeare. A introdução a esta proposta, cuja leitura recomendo vivamente, teria sido uma boa vacina contra a patetice noticiosa e um poderoso anti-vírus contra as acusações retrógradas das dirigentes associativas. Mas era preciso que alguém na TVi a tivesse lido, para já não dizer que alguém ali deveria ter lido as propostas.

Duma penada, a TVI fez desinformação e pôs-se do lado da facilidade e do retrocesso contra a cultura. A isto há ainda quem chame «jornalismo».

 

P.S. Para os que julgaram fazer uma grande descoberta ao verificar que o ministro da educação, Nuno Crato, foi presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, e que o actual presidente é amigo dele, deixo aqui o link para a história da SPM. Talvez compreendam (mas duvido que consigam) que essas ligações não diminuem, antes acrescentam. E talvez vislumbrem (embora eu duvide que possam) a diferença entre uma instituição científica com historial e crédito, e uma associação de representatividade desconhecida e opiniões enviesadas. Quanto aos que fervem em indignações esquerdistas, talvez as referências a Bento de Jesus Caraça os acalmem um pouco. 

 

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Da Capital, hoje

por João-Afonso Machado, em 05.11.13

Lisboa em final de manhã de sol assim-assim. Depois do julgamento, do revisitado e venerável Palácio de Justiça. Lisboa cá em baixo, no Rossio, e um minhoto feito cicerone de ocasião.

E foi a Praça da Figueira, o cantinho africano de S. Domingos, a volta pela Suissa, Rua Augusta fora. Em sentido aquando da esquina da Rua de S. Julião, meu caro Amigo H., excelente Sr. Pereira, desculpem, esta vez não houve tempo..

Por causa do horário do comboio. O Terreiro do Paço abriu-se-lhe perante o olhar como uma exclamação enorme, apontei ainda o Cais das Colunas, onde El-Rei D. Carlos um dia desembarcou para a morte, a vastidão do Tejo, o navio imenso atracado. E até Santa Apolónia foi, sem angustias, uma longa conversa pedonal.

Lisboa, assim, um local de visita que se recomenda aos nortenhos. Descendo o Chiado, durante todas as excentricidades com que deparamos no trajecto.

E Lisboa hoje, dia de semana, estranhamente calma, vagarosa. Despolitizada, até.

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Afinal há socialistas bons

por Maria Teixeira Alves, em 05.11.13

A coragem está no consenso e não na divergência. Tenho pena que o PS esteja minado de "terrorismo político" e não de pessoas inteligentes e responsáveis, que possam um dia ser governo. Pois o que tenho visto são intrigas e guerrinhas perversas. E lá diz o povo, casa em que não há pão todos ralham e ninguém tem razão.

Neste país, que precisa de estabilidade como de pão para boca, a oposição bloqueia tudo e não se importa de arrastar Portugal para a destruição. Só olham para o seu umbigo. Na Alemanha, que é o país mais rico da Europa, o PS está a convergir com a Merkel nalgumas medidas importantes. Irónico!

 

Mas gostei de ler que Luís Amado diz que o guião da Reforma do Estado merece atenção.

O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros diz que documento «reflete com seriedade» alguns dos problemas do país

 

O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros socialista Luís Amado considerou hoje que o Guião da Reforma do Estado apresentado pelo Governo «reflete com seriedade» alguns dos problemas do país e merece a atenção de todos os atores políticos.

«O Guião da Reforma do Estado é uma base de trabalho que o Governo propõe. Tinha-se comprometido a isso, provavelmente deveria tê-lo feito há um ano atrás, até se o tivesse feito há dois anos a situação estaria provavelmente melhor do que está», referiu em declarações à Lusa e Antena 1 à margem da sessão inaugural do VI Congresso Internacional da África Lusófona - I Encontro da África Global, que decorre na universidade Lusófona, em Lisboa, até quinta-feira.

«Mas é uma base de trabalho, acho que nenhum actor se deve refugiar na necessidade de encarar os problemas do país e do meu ponto de vista o guião reflecte alguns desses problemas com seriedade», considerou o ex-chefe da diplomacia e convidado para a conferência inaugural do congresso.

Numa referência à atual situação política interna, Luís Amado insistiu que o país vai necessitar «mais cedo ou mais tarde» de um «amplo consenso» que ajude a resolver os problemas do país.

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Um mundo maravilhoso

por João Távora, em 05.11.13

A montante do meu caprichoso prazer de coleccionar os sons antigos e de saborear sofisticados sistemas de reprodução sonora está uma enorme paixão. Neste blog que agora vos apresento reuni uma selecção de textos, imagens e vídeos com que aqui no Corta-fitas venho prestando tributo a essa que considero a mais divinal forma de expressão humana: a música.

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Por cima da carne seca

por Vasco M. Rosa, em 05.11.13

Esta manhã, na Visconde Valbom, avistei Manuel Maria Carrilho em passada firme, de semblante jovial tipo vaidosão, bem arrumado a caminho da universidade. Não me pareceu que estivesse abatido, em sofrimento ou sob arrependimento. A lagrimazinha, essa, foi só para o boneco da propaganda enganosa... Vinha mesmo com aquele ar sobranceiro e vitorioso que lhe é típico. Por cima da carne seca, como se diz no Brasil. Aos filhos, ao bom trato e ao bom senso, a todos nós, insultados pela sua brutalidade e perfídia («Não lhe bati nem com uma flor...»), ele só tem uma palavra: esperem sentados!

 

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