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Papel para que te quero

por Maria Teixeira Alves, em 06.10.13

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Domingo

por João Távora, em 06.10.13

Evangelho segundo São Lucas

 

Naquele tempo, os Apóstolos disseram ao Senhor: «Aumenta a nossa fé». O Senhor respondeu: «Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: ‘Arranca-te daí e vai plantar-te no mar’, e ela obedecer-vos-ia. Quem de vós, tendo um servo a lavrar ou a guardar gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: ‘Vem depressa sentar-te à mesa’? Não lhe dirá antes: ‘Prepara-me o jantar e cinge-te para me servires, até que eu tenha comido e bebido. Depois comerás e beberás tu’?. Terá de agradecer ao servo por lhe ter feito o que mandou? Assim também vós, quando tiverdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei: ‘Somos inúteis servos: fizemos o que devíamos fazer’.


Da Bíblia Sagrada


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Ética Republicana

por Vasco Mina, em 05.10.13

Sempre que os mais altos dignatários do Poder se confrontam com questões que consideram altamente relevantes e que remetem para princípios fundamentais do regime político, vem a uso a expressão “ética republicana”. Naturalmente, a data de 5 de Outubro estimula ainda mais a opção por esta terminologia. Assim hoje aconteceu com o Presidente da República que, no discurso proferido na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, alertou para a “necessidade de não baixarmos os braços na defesa da ética republicana”; na mesma intervenção acrescenta que “numa República ninguém possui o monopólio da ética”.

António José Seguro, referindo-se a Rui Machete, considerou que "em causa, está a dignidade que a ética republicana exige aos seus governantes"

Faço aqui uma declaração de interesses: não sou monárquico mas sim um comodista republicano (vivo bem em República sem a defender na praça pública). Isto dito pergunto: a ética nao é apenas a ética? Existe uma ética republicana e uma ética monárquica? Será que também existe uma ética portuguesa e uma outra espanhola ou cubana? Será que a ética de um partido no Poder é diferente da reclamada por uma partido da oposição? Será que a ética benfiquista é diferente de uma ética sportinguista? Como bem disse Cavaco Silva ninguém tem o monopólio da ética e por isso se contradiz totalmente quando alude a uma ética republicana. A ética é transversal  aos regimes políticos, aos partidos, às nações, aos clubes… enfim, transversal a tudo o que é actividade humana. A ética não tem dono e muito menos pode ser apropriada por quem quer que seja. Pior ainda, como hoje aconteceu, é a ética ser usada como argumento de superioridade como quem quer vender a ideia de que a “ética republicana” é superior a qualquer outra. Por isso pergunto aos republicanos convictos: o que entendem por “ética republicana”? Existe algum código de “ética republicana”? Estamos a falar da mesma “ética republicana” quando nos referimos a qualquer das 3 Repúblicas em Portugal? O que se entende por dignidade exigida pela “ética republicana”? Como republicano comodista gostaria muito que explicassem estas questões pois, comodisticamente, gostaria de permanecer como até aqui e não ter de mudar de posição por falta de uma ética que parece não ser entendida por quem a reclama.

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Mais cinco... de Outubro

por João-Afonso Machado, em 05.10.13

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O republicanismo de Ramalho Ortigão é apenas mais uma mentira da República, ela própria. A circunstância de, logo em 1911, o escritor ver a sua casa devassada por um bando de caceteiros do Partido Republicano, sob a suspeita de esconder armas para a reacção é absolutamente verídica e... mais uma omissão da História do actual Regime.

De resto, as três Repúblicas apresentam, todas elas, um factor comum: a propaganda, a emulação. Disso mesmo dá conta Ramalho, nas suas Últimas Farpas (1911-1914), na seguinte forma magistral, quando alude ao Governo:

«Reproduzindo-se tão prolificamente, por meio da fotografia e associando assim a humanidade inteira às intimidades da sua existência, é indubitável que está o Governo, dia a dia conquistando um considerável relevo de simpatias aos olhos do mundo e sobretudo aos seus próprios olhos. É este, sem questão alguma, um dos mais relevantes serviços prestados à causa democrática, ao ressurgimento da nacionalidade pelo gabinete verde e encarnado».

E logo após:

«Além das felizes inovações introduzidas nas artes decorativas e sumptuárias (...) ao gabinete (...) cabe ainda a glória de estar, por meio de lavor intenso de reportagem, enriquecendo copiosamente a cacologia nacional com preciosos neologismos, entre os quais não quero perder o ensejo de registar o vocábulo homenagear,  (...) do qual é sujeito o povo (...) e complemento objectivo o Governo».

Afonso Costa, Bernardino, Salazar, Marcelo, Soares, Cavaco... Quantos deles não viveram quase só da propaganda do Regime? Da mentira transformada em verdade sobreposta a um sem-número de crimes e e golpes baixos, como recomenda a «ética republicana»?

Por isso desabafava Ramalho, ainda na mencionada sua obra: «A República Portuguesa continua dando ao mundo o mais espantoso e inacreditável espectáculo - existe!».

Miraculosamente, um século volvido, enxovalhada por toda a vergonha republicana, a Nação Portuguesa continua a existir também...

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Preservar a esperança

por João Távora, em 05.10.13


(...) A militância Realista é, por tudo o que referi, um trabalho de longo prazo. Uma exigente maratona de persistência, paciência e inteligência. Porque só após edificada a monarquia, reflectida na solidez das instituições democráticas da Nação, faz sentido chamar o Rei.

 

A Ler na integra aqui 

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Caminhada Pela Vida

por Vasco Mina, em 04.10.13

Amanhã terá lugar mais uma Caminhada pela Vida. Este ano o lema é: UM DE NÓS (ONE OF US).  Uma iniciativa europeia que envolve os 28 países da UE e que vai levar ao Parlamento Europeu  uma Petição (aqui para os que queiram ler e assinar) no sentido de pedir a proibição de financiamento e manipulação do embrião humano.

Como bem refere o Sr. D. Manuel Clemente é “uma manifestação de cidadania democrática, em que as pessoas também ocupam o lugar público, que é de todos, para manifestar aquilo que lhes vai na intenção e aquilo que levam por diante como causa legítima. Portanto, só me resta esperar que corra tudo muito bem. Não é uma questão imediatamente confessional. Quem é cristão ou de outra religião em presença que também acredite no Deus criador por dentro de cada vida está, com certeza, aqui. Também está quem reflecte humanamente acerca de todas as consequências que se devem tirar de uma vida que, indubitavelmente, começa na concepção e que, se não se lhe opuser obstáculo, prosseguirá até à morte natural. [Espero] que todos participem e todos se apresentem, assim, com simplicidade. Não é ninguém contra ninguém. São, afinal de contas, todos a favor de todos.”

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Do Costa, fresquinhas

por João-Afonso Machado, em 04.10.13

O sumo edil lisboeta falou ontem. Dirigiu-se ao povo socialista - aparentemente - a quem, em suma, anunciou a grande desconfiança que separa o eleitorado dos partidos políticos. Algo de que ninguém se apercebera ainda. Nem mesmo ante o sucesso dos movimentos eleitorais independentes e do elevado percentual abstencionista...

Por tudo, preconizou o sumo edil lisboeta, o PS deverá envolver-se mais nas lutas sociais, isto será, não as deverá deixar em mãos comunistas, sob pena, presume-se, de perder o comboio da revolta popular, o passaporte para a grande vitória que almeja em 2015.

E mais disse: o Ps tem ainda muito caminho a fazer até ser alternativa ao Governo do PSD, quer dizer, muito trabalho pela frente até...

... até o quê? Até conjugar um punhadozinho de ideias coerentes e plausiveis, que convençam e garantam uma mudança para melhor?

Ou até ao piparote em Seguro e à liderança do sumo edil, desta feita transformado em chanceler da República?

Num caso ou noutro, o que pensar deste programa e desta figura?

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...

por Vasco Lobo Xavier, em 04.10.13

Ânimo!

 

Até porque vocês têm muito mais piada quando julgam que são os melhores e que vão ganhar tudo…

 

 

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Avieiros

por João-Afonso Machado, em 04.10.13

A explicação simplesmente encantou-me. Avieiros!!! Eu não calculava, mas... gente oriunda da Vieira de Leiria, gente da pesca, necessáriamente. Parece que, ou por comboio - foi em finais do século XIX - ou mesmo via marítima, chegaram ao Tejo, onde se fixaram nas margens até à Azambuja. O que teria sido a passagem do Búgio a bordo! O mundo inteiro há-de ter sofrido... Eles também, é claro, registos de acidentes é o que falta para estabelecer o entoar próprio da migração. O certo é que a pesca não chegava nos logos meses do mar mais rebelde.

Os pescadores trazem consigo sempre as cores próprias do infortúnio e da esperança. Trazem devoção e esperança e uma vida parca. E habituados a uma existência madrasta, invocam santos e a Mãe Santa. E sobrevivem.

Fui encontrar os derradeiros vestígios desta saga na Póvoa de Santa Iria. Numa extensão da Lisboa cidade das fábricas e armazéns, algures entre dois mamarrachos, entre os caminhos bravos que levam ao silêncio do Tejo acossado. Como se um carreiro e uma transfiguração. Eles estavam lá!

No silêncio do cenáro fotografei. Amanhã poderá ser tarde. Tudo é tarde neste Portugal que desconhece a alvorada seguinte.

Agora, é um prazer saber que há ainda quem viva do rio. De um "mar" imenso que o juizo não garante se não transforme noutra imensa porcaria. Muito se pode fazer, porém. Até deixar que nada se altere...

Atentemos na sorte dos descendentes dos pescadores de Vieira de Leiria. Os avieiros.

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Mãos à obra?

por João Távora, em 03.10.13


Uma coisa parece-me certa: primeiro temos que edificar laboriosa e pacientemente a monarquia: conceber credibilidade e reputação às instituições democráticas. Só depois, se chama o rei. 


Sobre o Congresso

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Tropa de elite do Santander enfrenta deputados

por Maria Teixeira Alves, em 03.10.13

Está a começar agora a Comissão Parlamentar de Inquérito à Celebração de Contratos de Gestão de Risco Financeiro por Empresas do Sector Público. António Vieira Monteiro levou a tropa de elite para enfrentar os deputados: Elias da Costa; Pedro Castro e Almeida e José Carlos Sítima. 

É uma delícia ver António Vieira Monteiro a dirigir-se aos deputados (João Galamba, Paulo Sá, Mariana Mortágua estão presentes) de Vossas Excelências. Ainda corre o risco de ser acusado (pela esquerda) de ser um ilustre representante do Estado Novo. 

 

"Senhor deputado não sei qual é o seu conceito de tóxico... todos os contratos têm um financiamento subjacente (que não foram contratados por nós, na sua maioria) e os indexantes são taxas do mercado que amortizam ao mesmo tempo que amortiza a operação principal. Não conheço o seu conceito de especulativo". António Vieira Monteiro dixit a Paulo Sá (PCP).
O presidente do Santander Totta disse ainda a certa altura que quando as taxas de juros inverteram a tendência subjacente aos contratos de swaps, tentaram encontrar com as empresas públicas uma solução.

 

Mas a verdade é que a natureza dos contratos (Metro do Porto, por exemplo) implicava uma expectativa de evolução da Euribor a três meses, e apostava num intervalo de taxas de juro. O Metro do Porto tinha uma possibilidade remota de perder (muito) com o swap do Santander Totta, mas o remoto a acontece...


Paulo Sá não se está a sair mal. Mas falta ali o IGCP (João Moreira Rato) para um confronto ao mesmo nível de conhecimento dos contratos.

Pedro Castro e Almeida a acusar o IGCP de não corrigir os mapas errados, o que levou ao processo judicial.

 

Mas insisto, o melhor mesmo é ver o Presidente do Santander Totta, com a sua natural pose de Senhor, a tratar a Mariana Mortágua de Vossa Excelência.... contra a forma de tratamento quase informal, na segunda pessoa do singular (você), como o trata a deputada do BE.

 

P.S. Para o caso de não se ter percebido o sentido deste meu comentário, deixo aqui claro: os administradores do Santander Totta tiveram uma presença impecável e profissional na Comissão de Inquérito, e uma prestação muito eficiente e esclarecedora. 

 

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Coleccionador de sons

por João Távora, em 01.10.13


Da editora do anglo-alemão Emile Berliner, a E. Berliner's Gramophone, o inventor dos ditos. Gravado em Londres editado em Hanover, final do século XIX. Mr Charles Foster canta "Why did i leave my little black room"... e encanta.

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É isto:

por João Távora, em 01.10.13

Para chefiar a tribo da extrema-esquerda, falta-lhes o grão de ódio na voz, o olhar vagamente alucinado, a sensação física de fanatismo sem a qual nem fiéis nem inimigos acreditam na tragédia da história, parafraseando Marx. Louçã tinha isso, e também Rosas e Fazenda. Mas alguém espera que Semedo e Catarina sejam capazes de “enforcar o último rei com as tripas do último padre”, segundo prometiam os anarquistas outrora?


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Incongruências do Bloco de Esquerda:

por Vasco Lobo Xavier, em 01.10.13

Se os maus resultados do Bloco de Esquerda não justificam mudanças de liderança por que estranha razão os dos outros implicariam tal coisa?!?

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Da coragem

por João Távora, em 01.10.13

um liberal acaba por defender um Estado verdadeiramente independente e livre, apesar de limitado. Que seja um justo mediador de conflitos e um ponto de equilíbrio entre os cidadãos, precisamente porque sujeito ao controlo efectivo dos indivíduos. Para que tal seja conseguido precisamos apenas de políticos que representem o povo, limitando o Estado, ao invés dos que em seu nome restringem as liberdades individuais. 


André Abrantes Amaral

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Boomerang

por José Mendonça da Cruz, em 01.10.13

... em todo o caso, o PSD não precisava de ter perdido nem Gaia, nem Sintra. Casos em que teimas partidárias fizeram mal ao partido.

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