Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Morreu um ícone do Rock

por Maria Teixeira Alves, em 27.10.13

No tempo em que a música era isto Lou Reed era rei:

Nada substitui o rock, viril e sensual como nenhum outro.

Domingo

por João Távora, em 27.10.13

Evangelho segundo São Lucas

 

Naquele tempo, Jesus disse a seguinte parábola para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros: «Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de todos os meus rendimentos’. O publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; mas batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».

Da Bíblia Sagrada


As fronteiras ao longo dos séculos

por Maria Teixeira Alves, em 26.10.13

Double sided

por João Távora, em 26.10.13

Já aqui publiquei diversa informação referente aos primitivos discos em goma-laca com um lado só fabricados até ao final da primeira década do século XX. Se a ilustração de um lado "não gravado" é visualmente pouco reveladora, talvez o não seja a imagem deste “moderno” espécime de 1912 da etiqueta britânica The Twin que aqui hoje desvendo. 

Opiniões sólidas

por Maria Teixeira Alves, em 26.10.13

João Moreira Rato, presidente do IGCP

João Moreira Rato: "A dívida portuguesa é perfeitamente sustentável"

 

Aos 42 anos, João Moreira Rato, doutorado em Economia e com especialização em Finanças pela Universidade de Chicago explica que a dívida pública é sustentável na condição de se atingir um saldo primário positivo (saldos das contas públicas - despesas versus receitas - sem incluir os juros da dívida emitida): "E estamos a falar de saldos primários da ordem dos 2%, dois e tal por centro, níveis que Portugal registou no fim dos anos 80, princípio dos anos 90, portanto, dentro do que já foi conhecido historicamente".

Isto é possível num cenário de crescimento modesto da economia (1% a 2%).

Disse também que parte da dívida emitida fica depositada, são reservas para fazer face a necessidades, o que explica que a dívida pública seja maior do que as necessidades do Estado. Essa prudência tem um custo de oportunidade (juros), mas é essencial. E se em 2013 não tivesse havido a crise política (Paulo Portas) Portugal tinha emitido dívida em quantidade suficiente para fazer face a necessidades de 2014.

Avante Camarada

por Vasco Mina, em 26.10.13

 

 

Para  Jerónimo de Sousa o comunismo é ”um projecto que alguns se apressaram a declarar como definitivamente morto, mas que está não só vivo e bem vivo, como o ideal que transporta continua a iluminar o caminho dos que continuam a lutar pela concretização das mais profundas aspirações do povo, certos de que um dia ele será futuro”. Será que já perguntou aos norte coreanos e aos cubanos se se sentem iluminados com esta via? Será que, finalmente, se vai apresentar, nas próximas eleições, como Partido Comunista Português e assim iluminar os eleitores? Avante Camarada Jerónimo!

A invenção do PEC IV

por José Mendonça da Cruz, em 25.10.13

 A ficção foi retomada há uma semana: o PEC IV ter-nos-ia salvo da bancarrota, do resgate e da austeridade, e o chumbo dele foi um acto anti-patriótico da direita. Foi Miguel Sousa Tavares que regressou à falácia há uma semana, na sua crónica do Expresso. Vinha acompanhado de uma entrevista em que José Sócrates insistia no mesmo engano, embora em português mais rudimentar. Seguiram-se-lhes os inevitáveis Pedro Silva Pereira e Santos Silva. É claro que o PEC foi feito no pressuposto de um défice de 7% (que afinal era de 10%), não levava em conta a dívida metida debaixo do tapete, e que o dinheiro que viesse não nos aguentaria nem 3 meses. E é claro que o governo já dera provas gritantes de incapacidade. Mas, para os adoradores do PEC IV (para que as leiam ao menos uma vez) ficam aqui as principais medidas. Para os outros, serve a leitura para se rirem muito quando algum «responsável» socialista criticar como asfixiante da economia e do povo a mesma medida que incensava como parte do esquálido Pacote.

As faces que deixaram de ser ocultas

por João Távora, em 25.10.13

Num tempo em que a memória se apaga diariamente com a avalanche ininterrupta de casos, a banalização do "escândalo" faz com que as situações verdadeiramente indignas passem despercebidas. A presença de Noronha Nascimento, ex-presidente do Supremo Tribunal de Justiça, e de Pinto Monteiro, ex-procurador-geral da República, no lançamento do novo livro de José Sócrates é um desses casos.

Processo de Reabilitação em Curso

por José Mendonça da Cruz, em 25.10.13

Ontem, na Quadratura do Círculo, António Lobo Xavier teve que suportar, apesar de repetidos protestos, que fossem dedicados a José Sócrates preciosos minutos que poderiam servir para tratar de coisas inteligentes (o exercício serviu, ao menos, para constatar os perigos que adviriam para o país de ter António Costa como governante, pois perfilha as mesmas exactas ilusões e crenças que nos trouxeram à bancarrota).

Hoje, no Público, Vasco Pulido Valente espanta-se porque «o extraordinário não é que Sócrates se leve a sério, o extraordinário é que o levem a sério».

Mas no panorama político português a inteligência é uma ilha, perdão, no panorama político português a inteligência é uma ilhota.

Basta ver a reverência com que foi acolhido um livro «absolutamente desnecessário, (...) sem uma ideia original ou sombra de perspicácia, que assenta na larga citação e paráfrase de - vá lá, sejamos generosos - 30 livros que se usam pelo Ocidente inteiro, e em algumas fantasias francesas.» (VPV dixit)

Basta ver a corte de deve e haver de favores que se espalhava pela plateia.

Basta ver o renovado fôlego que ganharam os clones de Sócrates na Assembleia, atrevendo-se à negação descarada das próprias malfeitorias e acusando os remédios de provocarem a doença.

Basta ver o entusiasmo e o zelo (deontologicamente vergonhosos) com que os noticiários da SIC montam e seleccionam os debates parlamentares para glorificarem os seus heróis socialistas.

Basta ver a quantidade de gente que, não tendo visivelmente lido as medidas do PEC IV, agora se juntam ao coro (encomendado por Sócrates) dos que o apresentam como salvação do país e fatal recusa da direita.

Basta ver quem se esquece (e porquê) de que nem um programa de austeridade adequado (que o PEC IV não é) aguentaria muito com os gastos públicos descabelados alcunhados de «investimento», os défices escondidos em PPPs, Swaps e empresas públicas, e, sobretudo, com a medular falta de seriedade e competência dos Sócrates, Silva Pereiras, Teixeiras dos Santos, Santos Silvas, Paulos Campos e C.ª.

Como bem adverte Pulido Valente, que fala de Sócrates, «dar uma réstia de poder a semelhante criatura seria inaugurar uma campanha de represálias contra Portugal em peso: contra a «aristocracia» do PS (que ele se gaba de ter «vencido«), contra a Direita, contra o velho Cavaco, hoje apático e diminuído, e principalmenmte contra o povo, que não votou por ele em 2009.»

Resta que votar neste PS que aí anda seria, afinal, votar bastante na mesma coisa.

 

Parabéns, José de Matos

por José Mendonça da Cruz, em 25.10.13

Fez bem Henrique Granadeiro em estar presente na apresentação do livro de José Sócrates. Granadeiro tem, como o «animal feroz» e toda a sua fiel corte, um talento especial para culpar os outros dos actos que acabam de praticar, que foi o que fez ao acusar a Caixa Geral de Depósitos de desinteresse pelo país ao sair do capital da PT, quando precisamente a PT se fundia com a Oi brasileira.

Parabéns genuínos e entusiásticos merece o presidente da CGD, José de Matos. Ele é um dos poucos protagonistas financeiros ou políticos a compreender a tempo que as políticas de Lulas e Dilmas (exactamente como as políticas de Sócrates) iludem durante algum tempo e pagam-se caríssimas mais tarde.

Não passarão sequer 5 anos até que o problema de algumas empresas portuguesas seja a exposição ao Brasil (por enquanto chamada investimento). Vai ser feio, ruinoso e muito violento.

Carteiros de outrora, ciclistas exímios

por João-Afonso Machado, em 25.10.13

A notícia da próxima greve dos CTT e da distribuição de correio amanhã, sábado, trouxe-me à memória os velhos carteiros de antigamente. Deslocando-se de bicicleta de casa em casa, pelos íngremes e escalavrados caminhos municipais desse tempo.

Chovesse ou torrasse o sol. E de manhã, sobre o cedo. O carteiro trepava a ladeira que dava acesso ao terreiro de trás e, muito sonoramente, proclamava cá em cima: - correio! Logo subia as escadas da varanda com O Primeiro de Janeiro e o Comércio do Porto - ambos já falecidos - porque a assinatura dos jornais era mais cómoda, evitava uma viagem diária à vila para os comprar.

O carteiro vinha fardado de escuro, com uma mola em cada baínha da calça, uma gravata negra e um almirantesco boné na cabeça. Suava, por regra. E deixava um ror de cartas, o meio próprio das pessoas comunicarem à distância, dada a exorbitância do custo das chamadas telefónicas.

Aos sábados também funcionava e tinha-me sempre ansiosamente à sua espera. Era o dia em que recebia a revista Tintin, cuja assinatura anual era  invariavelmente o presente de Natal da minha Avó.

Vão lá quatro décadas. As bicicletas estão na moda outra vez (nessa altura, cada família tinha três ou quatro; hoje, em média, apenas dois automóveis...), os carteiros é que não. Apesar de, volvidos uns anos, ocorrer uma mudança extraordinária: passaram a deslocar-se de motorizada.

Ora aí está

por Maria Teixeira Alves, em 25.10.13

Teixeira dos Santos, ex-Ministro das Finanças do governo de Sócrates, defende que é altura de fazer uma revisão constitucional. Em entrevista ao Económico TV o hoje professor de Economia disse mesmo:"Aludindo aos sinais que temos tido é altura, de facto, de discutirmos uma revisão constitucional".

Só me resta dizer: Concordo!

A tortura é ter de ver isto!

por Vasco M. Rosa, em 24.10.13

Há uma imensa dose de delírio quando um político suspeito de corrupção convoca outro político igualmente debaixo de imensas reservas morais — e além disso um autoproclamado analfabeto —para que dê a bênção acerca de uma tese tardia numa universidade de Paris, escrita sabe-se lá por quem! E todavia aconteceu. Aqui em Lisboa. E no museu da electricidade, para curtocircuitar de vez a nossa vontade de futuro. Eles sorriem, mas não se sabe por quê!



Tomar nota

por João Távora, em 24.10.13

Lançada por ocasião do seu XIX Congresso, a plataforma de comunicação da Causa Real inclui um blog em que se pretende reunir conteúdos de interesse para a promoção de uma alternativa política para Portugal. A conhecer aqui.

A Desgarrada

por Maria Teixeira Alves, em 24.10.13

Henrique Granadeiro, presidente da Portugal Telecom - empresa que está em fusão com a brasileira OI e que vai passar a ter sede no Brasil -  a propósito da CGD ter posto à venda em leilão (accelerate bookbuilding) os seus 6,11% da PT, disse: 

A CGD, através do seu vice-presidente, Nuno Fernandes Thomaz, respondeu: – "Não [a Caixa não desistiu do país]. A Caixa aposta ainda mais no país, através da cobertura do core da Caixa e do core do país que são as PME". 

Memórias de som (1)

por João Távora, em 24.10.13

Porque a culpa é da chuva

por João-Afonso Machado, em 24.10.13

Há em todos nós, portugueses, um acto de contrição a fazer. Seja no mundo da política, seja em casa ou no trabalho - onde quer que elejamos alguém - um outro qualquer - para apontar o dedo e a causa de todas as calamidades. A culpa, enfim. Porque cada um (em seu próprio ajuizamento), se não é perfeito, é quase. Como escrevia Lambert, «vivemos com os nossos defeitos como com os odores do nosso corpo: não os notamos e só incomodam os que vivem connosco».

Daí a nossa infelicidade e o nosso fracasso. O nosso sofrimento. A nossa fuga. Daí o eterno e imerecido triunfo dos fazedores dessa desgraça toda. Esquecendo-nos permanentemente que os «maus governantes são eleitos pelos bons cidadãos que não votaram», na expressão de George Nathan.

(Ou que votaram e depois esquecem ou omitem que votaram. E que elegeram por isso).

Assim não aprendemos a viver, ou assim nos ensinaram a fugir às dificuldades da vida. Descrentes, desmotivados, é no cantinho do nosso comodismo que condenamos o próximo e nos esquecemos de mirar o espelho. Insisto: nas relações políticas, familiares, profissionais, sociais...

Sendo, ainda por cima, geralmente implacáveis. Gandhi - um franzino... - notava que «o fraco nunca perdoa. O perdão é característica do forte».

Porquê este arrazoado logo pela manhã? Porque chove e não vai deixar de chover. Porque assim não vai dar prá pescaria... Porque vivemos o Outono e o Inverno a suspirar pelo Verão. Porque o mal está no frio, ou então na ausência de calor. Porque assim nos conduzimos na vida, de braços caídos e apenas com olhos e censura para as graves falhas de quem nos cerca. Apostando sempre na desistência, quando «quem abandona a luta nunca vence e quem vence nunca abandona a luta» (Paul Schmitt).

Acontecerá, por vezes, mentirmos a nós próprios e aos outros, não tendo sequer andado na luta... Mas ainda aí, justificando-nos com as atitudes de quem, ao nosso lado, é a origem dessa opção e desse mal causado.

Não vale a pena: somos todos assim, salvo os que não são e nos cavalgam de todo o jeito e feitio. Por isso, só a ninguém (em particular) podem ser dirigidas estas palavras.

Fim de citações.

Arqueologia dos desportos radicais

por José Mendonça da Cruz, em 24.10.13

Quando os carros de rali tinham 800 cavalos, os pilotos, corações de aço, e o público português era louco (ou como os ralis de hoje parecem brincadeiras de crianças).

 

 

Dissensões entre os cultores e o objecto do culto

por José Mendonça da Cruz, em 24.10.13

Ontem, na apresentação do livro de Sócrates, Mário Soares teria apenas (segundo a Lusa) classificado o livro de excepcional para logo passar a palavra. Mas a Lusa não estava atenta. Soares disse mais coisas. Disse-nos, por exemplo, que «A Confiança no Mundo», de José Sócrates,  foi escrito por «um engenheiro, aprovado com altas notas na universidade de Coimbra». É algo inteiramente novo e que merecia notícia. Ou então, trata-se apenas de lamentável confusão de Soares (e, nesse caso, não é notícia nenhuma).

Ontem, apresentando o seu livro, José Sócrates demarcou-se dos que fazem política escolhendo entre o mal menor, e apontou a dignidade humana como a «linha vermelha». Enganou-se Clara Ferreira Alves, que, ainda há poucos dias no Expresso, transcrevia como resposta de Sócrates que «esse livro foi escrito por alguém que tem as mãos sujas, que passou toda a sua vida a sujar as mãos na política para escolher o mal menor». Mas não faz mal. Como Sócrates talvez dissesse, não há contradição porque ou se trata de outro livro ou se trata de outra pessoa ou se trata de uma campanha.

Para os que estão sempre a agoirar com o segundo resgate

por Maria Teixeira Alves, em 23.10.13




Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




Notícias

A Batalha
D. Notícias
D. Económico
Expresso
iOnline
J. Negócios
TVI24
JornalEconómico
Global
Público
SIC-Notícias
TSF
Observador

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Anónimo

    A TAP não consegue ser rentável.Frankfurt e Madrid...

  • Anónimo

    "sendo o Estado Português a sua única possibilidad...

  • Anónimo

    De facto, poderíamos ter agido como outros países,...

  • Jose Miguel Roque Martins

    Aqui a vitima não é o Porto, é o contribuinte!

  • Anónimo

    A mesma conversa de sempre, somos mesmo uns parolo...


Links

Muito nossos

  •  
  •  
  • Outros blogs

  •  
  • Links úteis


    Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2019
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2018
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2017
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2016
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2015
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2014
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2013
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2012
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2011
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2010
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2009
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D
    157. 2008
    158. J
    159. F
    160. M
    161. A
    162. M
    163. J
    164. J
    165. A
    166. S
    167. O
    168. N
    169. D
    170. 2007
    171. J
    172. F
    173. M
    174. A
    175. M
    176. J
    177. J
    178. A
    179. S
    180. O
    181. N
    182. D
    183. 2006
    184. J
    185. F
    186. M
    187. A
    188. M
    189. J
    190. J
    191. A
    192. S
    193. O
    194. N
    195. D


    subscrever feeds