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Contra os monopólios...

por João-Afonso Machado, em 22.09.13

O amigo José Viana, da Ponte do Prado, trouxe ao desfile de V. N. de Famalicão o seu vetusto milorde e ofereceu a boleia. Dois cavalos holandeses a puxá-lo e aquele saber apreciadissimo de os animais responderem às vozes acima de qualquer outra forma de entenderem. Foi um memorável passeio pelas ruas de Famalicão.

Factos irrelevantes para tantos do Sul, decerto. Mas cá a vida também era assim. E os sinais, não os deixamos o tempo os esqueça. Mais de trinta equipagens o atestaram. A cultura portuguesa, felizmente variada, tem os seus elos, pontos comuns. O Norte não os esquece e pugna pela afirmação dessa identidade. A tradição do desfile nas Feiras Grandes de S. Miguel não engana: todos os participantes eram minhotos, gente que conservou os seus haveres - obsoletos, sim, mas não mais do que o grassa por aí num país sem jeito de se encontrar.

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Pois, um homem novo e assim...

por João Távora, em 22.09.13

(…) A realidade, quando dela não gostamos, combate-se! Eis o que ficou de Marx. Será quixotesco? Eu diria que, em boa parte, é. Mas a 11ª tese ficou entranhada em quase todos os actores políticos.

 

Henrique Monteiro no Expresso de ontem

 

(…) Em Março (de 1988) Ceausescu, apresentou um plano de transferência de grandes quantidades de agricultores e camponeses para as cidades. O seu objectivo era demolir 8.000 das 13.000 aldeias da Roménia até ao ano 2000. Além de destruir as aldeias, propunha-se derrubar igrejas e arrasar cemitérios. Na sua perversa visão, a Roménia tornar-se-ia uma sociedade predominantemente urbana, com gigantescos «complexos agro-industriais» para satisfazer as necessidades alimentares do país. 

 

Martin Gibert História do Século XX 

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Domingo

por João Távora, em 22.09.13

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo a Timóteo

 

Caríssimo: Recomendo, antes de tudo, que se façam preces, orações, súplicas e acções de graças por todos os homens, pelos reis e por todas as autoridades, para que possamos levar uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isto é bom e agradável aos olhos de Deus, nosso Salvador; Ele quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, que Se entregou à morte pela redenção de todos. Tal é o testemunho que foi dado a seu tempo e do qual fui constituído arauto e apóstolo – digo a verdade, não minto – mestre dos gentios na fé e na verdade. Quero, portanto, que os homens rezem em toda a parte, erguendo para o Céu as mãos santas, sem ira nem contenda. 


Da Bíblia Sagrada


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Bragaparques, Soares, Sampaio e Costa

por Vasco Mina, em 21.09.13

Esta semana foi lançada a biografia do homem da Bragaparques – Domingos Névoa. A obra foi apresentada por João Soares que considerou aquele empresário como sendo  "Um homem de trabalho", um "homem honrado", vítima de "um labéu injusto”. O livro denuncia alegados "jogos de interesses opacos protagonizados por Pedro Santana Lopes, o grupo Amorim e os irmãos Sá Fernandes". Ora o José Sá Fernandes integra (mais uma vez) a lista do PS para a Câmara Municipal de Lisboa. O que pensam Sampaio (ex Presidente da CML e público apoiante do candidato do PS) e António Costa sobre Domingos Névoa e os negócios da Bragaparques? Também consideram, tal como João Soares (outro ex presidente da CML), que o dito empresário é um "homem honrado", vítima de "um labéu injusto”? Acompanham a afirmação feita no livro sobre “jogos de interesses opacos protagonizados por … os irmãos Sá Fernandes"? Em tempo de eleições autárquicas conviria que esclarecessem os eleitores.

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Areia nos olhos

por Vasco M. Rosa, em 20.09.13

JS vem dizer na televisão do estado que o governo vai ser muito penalizado nas autárquicas. Logo se saberá. O que ninguém esquece é o desmanchar de feira das noites eleitorais em que esse delinquente político (como foi chamado) perdeu eleições: convencidos loucamente que alcançaria o júbilo das vitórias a humilhação das derrotas abriu caminho à bruta para a falta de fairplay democrático que é a matriz desse figurão, que como qualquer provinciano vai publicar um livro, com as banalidades que escreveu ou pagou a alguém para escrever por ele. «Ó Luís, veja aí se o enquadramento está bom». 

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Está magnifica, a cidade!

por João-Afonso Machado, em 20.09.13

O Porto está uma sorridente cidade de cartazes eleitorais, cada qual mais promitente, mais juvenil de pose e convencido da vitória do retratado. Será mesmo caso para julgarmos, desta feita não haverá perdedores, à boa maneira das conclusões comunistas no regresso da cada ida às urnas.

Com uma excepção, é claro: o grande perdedor será o Porto. Disso não tenhamos dúvidas.

Desde logo porque os candidatos piores vão levar de vencida os menos maus. Que bons é do que a cidade carece.

E depois porque do generalizado festival de promessas, fica apenas a certeza de quanta aldrabice povoa a feira autárquica. Quanta - em quantidade; e quanta - em qualidade: a gente lê os jornais e ri da criatividade dos candidatos. É o eufórico regresso da banha-da-cobra, das mezinhas para todos os males, da comichosa busca de cada concorrente por todos os recantos onde possam descobrir um canteiro mal plantado ou uma bica com água imprópria para consumo. Que eles, ganhando, reporão em funcionamento.

(Já agora, se posso alvitrar, que tal uns flamingos no Parque da Cidade?).

Enfim, a campanha eleitoral afigura-se de estalo e mui vantajosa para os comerciantes da zonta antiga. Como judiciosamente comentava um deles, já lhe tinham entrado no estabelecimento, esse dia, mais concorrentes autárquicos do que clientes.

É certo que aqueles por regra só deixam esferográficas: mas com uns ditozitos de apoio ainda se abalançam a qualquer comprita, duas ou três maçãs para roer no resto da arruada... Aproveite-se.

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Sobre o Colégio Militar

por João Távora, em 20.09.13

Muito bem aqui pelo Nuno Pombo

 

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Se for de esquerda, a pedofilia é chique

por João Távora, em 20.09.13

(...) Em 1998, no 30.º aniversário do Maio de 68, a imprensa de esquerda justificou as práticas pedófilas de Daniel Cohn-Bendit e de outros meninos mimados que brincaram à revolução. Pois claro, um esquerdista nunca pode ser um pulha, só pode ser um tipo que curte a vida na transgressão da moral, essa coisa burguesa, reaccionária e talvez neoliberal. Mais exemplos? Quando François Bayrou questionou Cohn-Bendit sobre os seus actos de pedofilia, rebentou uma onda anti-Bayrou. Bayrou, coitado, é um ignorante e desconhecia a primeira regra do espaço público: se és de esquerda, estás acima do bem e do mal, mesmo quando andas a comer meninos. Não se pense porém que a esquerda francesa tem o monopólio deste comportamento abjecto. Na campanha eleitoral em curso, Os Verdes da Alemanha têm sido confrontados com um passado pouco digno . Eis a posição que esta esquerdinha alemã manteve ao longo da década de 80: se não existem provas de violência, o acto não deve ser considerado pedófilo. Tudo muito bonito, tudo muito transgressor, tudo muito de esquerda. (...)

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-tempo-e-a-desmodo=s25269#ixzz2fQLfj1T0

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A Banca pública paga

por Vasco Mina, em 20.09.13

Para Seguro e para os socialistas a banca pública, ou seja a CGD, deveria pagar a dívida do Estado às empresas. Percebem-se as habituais bondade socialista e facilidades processuais desta proposta. Falta responder a uma pergunta: e quem pagaria à CGD?

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Um país inSeguro

por João Távora, em 19.09.13

O tom radicalizado assumido por António José Seguro reforça a minha ideia de que o PS envereda por caminhos escusos na sua estratégia de assalto ao poder, que fragilizado, arrisca um dia destes lhe caia ao colo. Se esse discurso de desespero satisfaz o aparelho do partido e as franjas mais à esquerda do seu eleitorado que acredita genuinamente que a ruptura com o Euro é saída válida para a crise, desconfio que a irracionalidade das reivindicações assuste o eleitorado de centro que é aquele que consubstanciaria aos socialistas uma clara vitória eleitoral. De resto, nas actuais circunstâncias o excesso de teatralização no combate político prejudica qualquer uma das partes da contenda: as pessoas da rua não só descrêem em promessas fáceis, como anseiam secretamente o termo deste ambiente de pré guerra civil e por uma solução o menos dolorosa que possível para a crise financeira em que o País mergulhou com o governo Sócrates.

Se a votação nas autárquicas não for um indicador credível desta tese, aguardemos então pelas próximas sondagens para verificar.

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Presos ao passado

por José Luís Nunes Martins, em 19.09.13

São muitos os que hoje sofrem as dores do que lhes aconteceu ontem. Angustiam-se porque visitam e revisitam tantas vezes os mesmos tempos e espaços, sentem e ressentem a dor dos mesmos espinhos cravando-se-lhes nos pés... vivem numa espécie de noite eterna onde parece não haver vontade de manhã... mas a manhã é agora.

 

Julgam que estarão para sempre condenados a carregar o peso do que passou, desconhecem que o seu hoje está em aberto e que pode, eventualmente, servir para se redimirem, para se ultrapassarem... para voarem bem alto. Afinal, nenhum de nós é o que já foi.

 

Os sucessos e fracassos de cada dia pertencem mais a esse dia do que a quem os protagonizou. O Homem existe enquanto lançado no tempo, segue a uma velocidade constante em direção a todos os horizontes possíveis, ao futuro aberto. Faz-se nesta viagem onde nunca se pode demorar mais num lugar do que noutro... vive a radical vertigem de não pertencer a lugar nem a tempo nenhum.

 

Amamos... e podemos ficar junto a alguém para sempre... mas nunca de forma estática e definitiva. Seguimos os dois lançados, por entre espaços, tempos, alegrias e sofrimentos... numa expedição em que o fim é o hoje de cada um.

 

A maior parte das relações não suporta o tempo, como que sucumbe à necessidade de a cada dia se renovar a atenção e o cuidado, porque hoje eu sou já diferente – e o outro também.

 

As alegrias e tristezas mais valiosas são as de hoje. Aqui e agora. São as únicas de que somos responsáveis. Quanta gente se descobre tarde demais em cada dia... julgam que um presente estragado é o que merecem pelo passado que ainda não os deixou, mas nunca se deixam redimir, nunca se perdoam, nunca olham para diante... abortam sonhos. Anulam-se... e, ainda assim, acham pouco. Agarrados ao que já não existe sofrem com o seu passado como se ele fosse real, mas não é.

 

As frustrações do passado assassinam as esperanças.

 

Outros infelizes há que vivem agarrados às alegrias de outrora... não se dão conta que a felicidade é uma forma de viver cada dia como único. E que o verdadeiro heroísmo consiste em criar sempre novas e belas formas de ser no mundo. Sem heranças nem âncoras. Navegando tempestades com o sorriso da fé no fundo do coração. Atracando em portos sempre novos, nunca demorando em mar algum.

 

A infelicidade alimenta-se das memórias. Distorce-as e fá-las piores. Mesmo em relação às boas recordações, logo o pessimismo nos grita que são... inacessíveis e irrepetíveis. Ora, na verdade, também assim o são as más, mas, a essas, quer a falta de fé que nos revisitem vezes sem conta, magoando-nos sempre, mais e mais.

 

Aprender com o ontem não significa ter de ficar por lá.

 

A existência humana implica que compreendamos que não fomos criados para qualquer espécie de imutabilidade, mas antes para uma incessante criação de nós mesmos... na sublime certeza de que seremos tão felizes quanto quisermos e decidirmos ser. Na estrita medida do que fizermos dos nossos dias.

Que disparate é o desespero de quem desperdiça as suas horas com as angústias do ontem e as ansiedades de amanhã...

 

O passado não existe. Passou.

 

Pelo que fizemos e pelo que deixamos de fazer... o arrependimento é sempre uma certeza. É preciso compreender a importância e a urgência de existir. De tratarmos de ser quem queremos ser, sem nos adiarmos nunca.

 

Só se vive para diante... em direção ao infinito.

 


(publicado no jornal i - 14 de setembro de 2013)

 

ilustração de Carlos Ribeiro

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Santa Clara

por João-Afonso Machado, em 18.09.13

Não houve nunca o tempo das apetecíveis correrias ao longo dos infindos corredores que se adivinham naquele gigante. Nem nos idos das religiosas, aproveitando os segredos da noite para se atirarem das janelas, apontadas a carros de bois de fieis caseiros e à liberdade da espera dos seus amados. Eram apenas histórias guardadas nos séculos que antecederam a casa correcional, os rapazes ali encarcerados e a sua habilidade em encadernar, barato e bem, os livros merecedores desses desvelos em pele e ferros que enchiam a alma das bibliotecas.

Somente nos templos vizinhos, entre as estátuas jacentes dos sepulcros e outros bocados de passado, se repetiam os passeios até ao miradouro sobre o Ave com horizonte até ao mar. Há anos que já lá vão.

Da derradeira vez assim foi. Com um amigo, veraneante vilacondense de sempre. A memória transparente do rio, dos jaquinzinhos pescados do jardim, da velocidade no esqui, as lanchas, os botes, um trânsito automóvel exíguo - tudo já não era senão essa vaga recordação. Vila do Conde, outra atropelada por uma modernidade a quem ninguém ensinou a buzinar. Por tanto, a romagem que cada subida a Santa Clara traduzia exigia a qualidade dos romeiros. Daquele alto, quantos apelos aflitos da praia da nossa infância não ouviamos e acompanhávamos!

Depois o mosteiro entrou em manifesta ruina. A Vila (quero dizer: a cidade) insurgiu-se. Organizou-se. E posta em formação de ataque, investiu sobre aquela pouca-vergonha. Anteontem sairam de lá 54 toneladas de lixo vário.

Resta um destino a dar a Santa Clara. Um hotel? Algum malabarismo oficial? Um museu?

Não faço ideia. Gostaria apenas de, assim como não pude na meninice, ser agora livre de calcorrear aqueles corredores, as celas, sentir em cada uma o sofrimento de cada freira, sobretudo dessas mais formosas, vítimas de uma devoção que não era a sua. Ainda haverá por aí muitos carros de bois a transportá-las para melhores destinos...

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Não havia necessidade

por Vasco M. Rosa, em 18.09.13

 

 

Prevalece ainda esse sentimento de que o capitalismo é aquela aberração que deu muito dinheiro aos artistas expressionistas alemães de há cem anos....

Algumas formas dele — não produtivas nem inventivas, opostas àquelas das quais dependemos pois é assim que a civilização avança (haverá dúvidas?), e por causa delas o capitalismo e a iniciativa privada de pequenos, médios, grandes e muito grandes são indispensáveis — dão aso a desenhos como este, que buscam adesão fácil em tempos de crise, em que os bodes expiatórios e não a implicação de todos e de cada um nos problemas e nas  soluçõescontinuam a ser a via de uma esquerda que insiste em demonizar o Dinheiro e em tudo fazer depender do Estado.

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Canções com história

por João Távora, em 17.09.13

 

Ontem na sua crónica musical “Se as Canções Falassem” (blog desde já na barra lateral) transmitida diariamente de segunda a sexta na Antena 1, Miguel Esteves Cardoso homenageava com justiça o compositor americano Harold Arlen com uma curiosa interpretação por Etta James do seu tema "Stormy Weather", originalmente integrante da banda sonora do filme Cotton Club nos primórdios do cinema sonoro. O que poucos conhecem, e desconfio que o popular cronista também não, é esta interpretação do tema pelo próprio Harold Arlen, para a gravadora Victor, num disco His Master’s Voice de 1933. 

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Modernices

por João Távora, em 17.09.13

 

Louis Armstrong - "Blues for yesterday" em gravação de 1949
a tocar num Perpetuum Ebner - musical 2V, de 1958 a válvulas

 

Os velhinhos discos de goma-laca mantiveram-se muito populares até meados dos anos 50, o advento da alta-fidelidade das micro espiras em vinil. Acontece que os mais modernos 78 rpm's com gravação ortofónica (eléctrica e equalizada) soam mal no gramofone de amplificação mecânica (campânula) e surpreendentemente bem num gira-discos portátil de válvulas. A performance desses aparelhos era perfeitamente adequada à amplitude de frequências gravadas dos profundos e resistentes sulcos desses discos. 

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O caminho do abismo

por João Távora, em 17.09.13

Ter contas públicas controladas. Impor limites à forma como os governos usam o dinheiro dos contribuintes. Se não fizermos isto, ou saímos do euro e criamos uma moeda barata, ou continuamos a aumentar impostos e a cortar pensões e salários. Qualquer que seja o caminho, ficaremos mais pobres. Não há outra forma, porque não existem milagres nem árvore das patacas. Apenas políticos a querer fazer carreira à custa do desespero.


A ler André Abrantes do Amaral aqui

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Boas notícias

por Maria Teixeira Alves, em 16.09.13

São boas as notícias que dão conta de uma projecção de vitória do CSU tido como a homóloga da CDU de Angela Merkel na Baviera. Bom para a Europa, bom para Portugal. Vamos ver se Merkel mantém a autonomia para continuar a segurar o projecto europeu.

 

 

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Autárquicas

por João-Afonso Machado, em 15.09.13

Não deixei de comparecer, hoje. A freguesia (a minha) reunia hoje em qualquer coisa que, resumidamente, era o apelo ao voto em um dos candidatos à Junta. Obviamente, o da minha preferência.

Houve discurso, houve cantares ao desafio. Com três intervenientes musicais: ela de Arouca, eles, um de Barcelos, o outro de Vermoim. O programa desenrolou-se sobretudo em torno das calças dos ditos, belíssimas, restava saber se com algo de válido lá dentro. Foi uma brincadeira pegada, quem estava gostou, riu-se, não demonstrou enfado. Por aqui é assim.

É claro, o candidato à Junta tem a sua empresa, o seu sólido modo de vida. Emprega gente e não precisa do metier autárquico para nada. Vai lá por devoção e espírito de serviço. Caso perca, no dia seguinte está em volta do torno que é o que faz há anos sem conta.

Conheço-o de longa data para poder afirmar a sua falha de ambições políticas. Não fora assim, há muito se embrenhara nas partidarites.

Ainda falaremos de Seguro e da sua recente descoberta do Interior. Por ora, apenas este registo: um freguês cidadão jovem, ciente das falhas socialistas dos últimos anos, em pleno coração do Minho decide perder dinheiro. Delega responsabilidades na sua indústria e faz-se à estrada.

Sem medo do vespeiro.

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Para trás é que é o caminho!

por João Távora, em 15.09.13

"A miséria de há meio século ainda está ao nosso alcance e, se o jacobinismo visionário insistir, não será impossível recuar um século inteiro."


O imperdível Alberto Gonçaves aqui no DN

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Cheques-ensino

por João Távora, em 15.09.13

A esquerda conservadora é contra um sistema de "cheques-ensino" que permita aos mais pobres escolher a escola para os seus filhos. Como se tivessem medo de ver a plebe invadir os colégios que julgavam reservados aos seus filhos.

 

(Adaptado da crónica de Rui Ramos no Expresso). 

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