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Só novidades

por Zélia Pinheiro, em 25.02.13

"Novos comentadores" na SIC e SIC Notícias, diz o título. Quem são os "novos comentadores"? Marques Mendes, Jorge Coelho, Bagão Félix, António Vitorino e Francisco Louçã. 
Isto a mim parece-me uma aposta muito arriscada. São demasiadas novidades ao mesmo tempo para Portugal, não sei se o País aguenta.

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Saudade e arrependimento

por José Luís Nunes Martins, em 25.02.13

Somos aquilo que escolhemos. A nossa identidade constrói-se no tempo com o que é mais relevante nos dias. Tristezas e alegrias sucedem-se. Os dias passam por nós, um a um, ordenadamente, e nós, passamos por eles... Sucedemo-nos a nós mesmos numa construção contínua que retém a luz e a escuridão de cada hoje.

 

Cada vida humana é tão singular e original como dinâmica e contínua, integrando sempre várias ideias, sentimentos, espaços e tempos... perante o que fica do que passámos podemos entristecermo-nos ou alegrarmo-nos, umas coisas pesam-nos outras fazem-nos voar.

 

Vivemos num pedaço de tempo a que chamamos presente, numa dinâmica entre o passado e o futuro. Estes, quase nunca se tocam. Mas no arrependimento e na saudade... sim. O arrependimento é um compromisso que assumimos connosco mesmos em que apresentamos o nosso futuro como redentor da culpa passada. Funciona de forma eficaz, se formos sérios. A saudade constitui-se como a presença de algo ausente, que se perdeu no tempo mas permanece no sentimento. O saudoso vive um estado de contraste entre o que lhe é dado no presente, o que tem diante de si, e o passado, representado dentro de si... a carência que sente é acompanhada pelo desejo de recuperar o que já foi e pela consciência de que tal anseio é impossível... mas, também aqui, se pode dar um salto logicamente absurdo pelo qual o futuro dá sentido ao passado, através da livre decisão de lhe alterar o rumo.

 

Há quem não se arrependa, talvez na convicção de que não foi livre de escolher, donde lhe resta apenas assumir aquilo que o destino lhe reservou; outros, não se arrependem porque acreditam que é possível e desejável passar por cima de si mesmos sem deixar marca do que foram... o arrependimento surge-lhes como uma mancha que lhes estraga o projeto de serem felizes, como se a culpa não fizesse parte da vida de qualquer ser humano comum. É necessário assumir os erros passados, tê-los presentes, para que os futuros sejam diferentes. Melhores.

 

A vida é curta, mas suficientemente extensa para que nela caiba a verdade toda.

 

A multidão é composta por muitos eus que não são diferentes de mim, não há bons nem maus, há pessoas de carne e osso, cada uma com a sua vida, construindo histórias sempre simples e complicadas. São raras as que se dão conta da urgência de sermos felizes e da tamanha responsabilidade própria em relação a isso. Não, não devemos acreditar que a felicidade nos virá abraçar enquanto deitados e tristes esperamos por ela. A alegria autêntica depende de mim, depende do que eu decidir hoje. A felicidade não é um destino paradisíaco a que se chega, mas uma forma de caminhar na vida, neste vale onde se misturam as solidões e o amor, neste imenso mar de saudades e arrependimentos.

 

As pessoas mudam, evoluem e revelam-se...

 

Da solidão que me rodeia devo concluir a certeza de que dependo inteiramente de mim. No fundo do que sou posso encontrar algo mais do que sonhos e memórias, algo divino que me ultrapassa mas que me pede que seja eu a decidir, que confia no que sou para criar uma vida que seja ela própria parte da alma do mundo, que o anime e faça avançar, enfim, que a minha existência funcione como um sustentáculo à vida plena dos que estão ao alcance do meu braço e do meu abraço.

 

Se compreendermos a essência irreversível do tempo e assumirmos corajosamente as saudades e os arrependimentos do ontem e do anteontem, então, estaremos no caminho certo. Aquele em que se é feliz a cada passo.

 

 

 

 

(publicado no jornal i - 23 de fevereiro de 2013)

 

ilustração de Carlos Ribeiro

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Machado, Fm

por João-Afonso Machado, em 24.02.13

A festa estava no auge. À luz da vela, somente. Mas a aparelhagem era já um portento de força e, ia jurar, Jon Anderson, estava lá dentro. Foi a noite da Joana, unanimemente a mais bonita de todas. E o slow, demorado, muito em volta do pescoço, das bochechas dela. Algumas mamãs chocaram-se com aquele dançar estático, apaixonado, com anos e anos de vida pela frente. Que "não havia direito", "era uma imororalidade"...

Seria?  Não haveria «one reason to be here»?

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Top of the pops

por João Távora, em 24.02.13

 

É p'ra casar ou p'róquéquié?

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Procura-se

por João-Afonso Machado, em 24.02.13

A desisão de envelhecermos na nossa terra é humana, talvez a mais condigna de um bom filho. No meu regresso à vila da minha adolescência, onde o  centro das nossas andanças é agora o centro da cidade que inexistia quando parti, tratei - continuo afincadamente a tratar - de encontrar poiso que me satisfaça. Enfim, que nos satisfaça, torres à margem, lugar de gatos, pombos, lagartixas e o mais que afugente baratas tontas, porque para as outras existe o spray e ausência de quem morra apavorado.

Mas é difícil! Vão lá poucos meses, o edíficio térreo dos meus sonhos mostrava todos os sintomas de decadência. Mas, num ápice, crescera, esbranquiçara, ganhara acesso automóvel em plena rua pedonal. E a bolsa, aqui no meu bolso, parca, limitada, incompetitiva. Outra que se vai, tão à distância do meu poder de tiro.

A solução estará na persistência. Já descartei a hipótese da greve de fome à porta da Câmara Municipal, unicamente porque me parece sobremaneira desagradável morrer -  à fome, ao frio... e ante a indiferença e a risota da comunidade, ainda por cima.

A busca continua, pois. Dê para onde der, duas certezas: liberdade e independência, acima do mais; e a nossa casa é a nossa obra - criada ou suportada, por isso, unicamente com o produto do nosso trabalho.

E nos dias que correm... é como antigamente, na feira do gado - atilho desapertado e notas à vista. Com bancos é que jamais.

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Antologia do Sonho (... no masculino...)

por Luísa Correia, em 24.02.13

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Se se chamasse Ulrich ou Jonet estava tramado

por Maria Teixeira Alves, em 24.02.13

Rui Semedo, CEO do Banco Popular

Rui Semedo: "Não podemos criar a sensação de que vamos ter a vida que tínhamos antes"

 

O Presidente do Banco Popular Portugal deu uma entrevista ao Dinheiro Vivo (site de economia do Diário de Notícias) e eu, de propósito, partilhei na minha página do Facebook, e fiquei na expectativa. Nada.

Pensei cá para mim, se se chamasse Jonet ou Ulrich já tinha os ressabiados de esquerda em cima dele e acabava chamado ao Parlamento a ser interrogado por aqueles que dão grande contributo à economia portuguesas: Ana Drago e João Galamba.

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Instantâneos de Lx

por Luísa Correia, em 24.02.13
(Em Santa Clara...)

"Sorriso audível das folhas
Não és mais que a brisa ali
Se eu te olho e tu me olhas,
Quem primeiro é que sorri?
O primeiro a sorrir ri.

Ri e olha de repente
Para fins de não olhar
Para onde nas folhas sente
O som do vento a passar
Tudo é vento e disfarçar.

Mas o olhar, de estar olhando
Onde não olha, voltou
E estamos os dois falando
O que se não conversou
Isto acaba ou começou?"

Fernando Pessoa

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Domingo (2º da Quaresma)

por João Távora, em 24.02.13

Evangelho segundo São Lucas

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.
 

 Da Bíblia Sagrada

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Recortes

por João Távora, em 23.02.13

 

(…) No fundo, as oposições só querem apostar num cenário: a ruptura da coligação, de preferência numa altura em que o ajustamento esteja consumado ou esforços adicionais sejam dispensáveis. Em Setembro, o imbróglio da TSU criou-lhes uma esperança de divórcio governamental. Como favorecer esses desentendimentos? As oposições esperam que aumentando o ruído, criando alarme, forçando incidentes, levantando escândalos alguém acabe por fraquejar. A imprensa, a perder audiências, ajuda desesperadamente: fala de radicalização do PS (Seguro a mandar redacções à troika) e chama “contestação social” às velhas liturgias dp PCP e BE. (…) A liderança do PS lembra o homem que todos os dias, antes de amanhecer, ia até à janela e dava uma ordem: sol, levanta-te. O sol levantava-se e ele continuava a acreditar que mandava no sol. A política portuguesa é, neste momento, a comédia ao lado da tragédia. 

 

Rui Ramos no Expresso

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Antologia do Sonho ("Vi toda a beleza"...)

por Luísa Correia, em 23.02.13

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Grandes marcos...

por Luísa Correia, em 23.02.13

1950 - Pela primeira vez, na história da Fórmula 1, o vencedor de um Grande Prémio celebra a sua vitória com uma garrafa de champanhe. O Grande Prémio é o de França, o circuito de Reims e o vencedor, Fangio.

1967 - Nasce, no final das 24 horas de Le Mans, a tradição do duche de champanhe. O piloto Dan Gurney agita freneticamente o seu "magnum", a rolha salta e... voilà!

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Contributos para a compreensão da palavra...

por Luísa Correia, em 23.02.13

(Em Santiago de Compostela...)

DEMOCRACIA

"Eu não partilho dos argumentos de ninguém. Entre outras coisas, o princípio da igualdade, que com tanto brilho o nosso companheiro de tertúlia defende, deixa-me frio. E já que fala no assunto, digo-lhe que prefiro ser governado por César ou por Bonaparte, que posso sempre tentar assassinar se não me agradarem, a ver decidirem-se as minhas preferências, costumes e companhias pelo voto do tendeiro da esquina… O drama do nosso século, don Marcelino, é a falta de génio; que só é comparável à falta de coragem e à falta de bom gosto. Isso deve-se, com certeza, à irrefreável ascensão dos tendeiros de todas as esquinas da Europa".
(Arturo Pérez-Reverte, O Mestre de Esgrima)

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Antologia do Desgosto (Lágrimas)

por José Mendonça da Cruz, em 23.02.13

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Salivando

por José Mendonça da Cruz, em 23.02.13

A Sic tem uma política de informação canina, como a dos de Pavlov: Governo=Mau (corneta), Ataques ao Governo=Bom (campaínha).

O Governo isenta de cortes determinada empresa ou classe profissional? A Sic chora por o Governo ser mau e iníquo.

O Governo põe fim às excepções para determinada empresa ou classe profissional? A Sic chora por o Governo ser mau para a empresa ou a classe.

Ontem, no jornal das 20 horas, a Sic dedicou uma peça à irritação dos sindicatos da TAP por não continuarem a ser excepção aos cortes nas empresas públicas. Como sugeria uma voz off, a TAP vai para o brejo porque saem dezenas de pilotos, e os aviões ficam em terra, e é tudo uma grande desgraça. A Sic não ouviu, é claro, nem administração da empresa nem tutela, não fossem estragar-lhe o choradinho. O qual choradinho lamentava que, feitas as contas e descontos, os pilotos levem para casa «pouco mais de 5000 euros».  

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Oh que pena, não é para as pessoas

por José Mendonça da Cruz, em 23.02.13

Sócrates deu-nos um Freeport expedito para amenizar uma zona protegida da outra banda e consumirmos à farta; este governo dá-nos um novo terminal de contentores na Trafaria.

Sócrates deu-nos PPPs bem pagas para acelerarmos e um novo aeroporto para nos divertirmos a aterrar e descolar no deserto; este governo dá-nos uma linha de mercadorias para a Europa que enriquece empresas e portos.

Não são estas provas bastantes de que é o PS que tem uma «política para as pessoas»?

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Machado Fm

por João-Afonso Machado, em 22.02.13

Em 1976 mandava a Donna Summer. Por muito que, nós outros, quisessemos sonoridades mais elaboradas. Nada feito! Mas, no intervalo das corridas, na sua janela em frente ao "S" do circuito, o Pai do Duarte, cavalheiro conhecedor da boa música e senhor do seu pick-up, oferecia-nos Booker T, depois da prova do Grupo 2 e enquanto esperávamos pela dos Sport Protótipos. E dançava, em cima do sofá, esperando o disparo da partida. Saudosa Vila do Conde...

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Antologia do Sonho (O Verso e o Reverso)

por Luísa Correia, em 22.02.13

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Antologia do Desgosto (Desejo)

por José Mendonça da Cruz, em 22.02.13

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A política é muito divertida ... (II)

por José Mendonça da Cruz, em 22.02.13

... como, por exemplo, quando António Costa acusa, 5ª feira, o ministro da Economia de inexistir, exactamente na véspera de o ministro da Economia anunciar um plano para execução imediata que desafoga a sua, dele, Costa, Lisboa do terminal de contentores de Alcântara (passa para a Trafaria) e dá plena lógica, racionalidade e corpo ao projecto de uma linha de mercadorias entre Trafaria e Sines para o centro da Europa.

Divertido, ainda, será supor que interrogações terá agora aquele manipulador da Sic que aceitava que a linha de mercadorias era uma poupança, mas rosnava que não contabilizara a travessia do Tejo em Lisboa (Sines-Lisboa-Europa, na cabeça do pobre).

Divertido, também, será imaginar que «recuos», ou «contradições», ou «polémicas» inventarão desta vez os «noticiários» do costume para obscurecerem a notícia.

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