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Não quero entrar em detalhes, porque me confesso ignorante no tema da privatização da RTP. Mas assim a olho nu parece-me que o serviço público de televisão é um mero pretexto para compensar os compradores por comprarem ao Estado um activo altamente deficitário e alavancado.

Essa é a única explicação para a manutenção da taxa do audiovisual, que, obviamente, racionalmente não faz qualquer sentido, nem hoje, nem amanhã.

A verdade é que o Estado ainda mantém algumas empresas, pela simples razão de que não as consegue vender sem pagar por isso, porque na verdade estão falidas e não há privados que as queiram com tantos encargos financeiros. Assim que um Governo se atreve a resolver o problema de vez (o que implica assumir as perdas) vêm logo uns santinhos de pau oco apontar o dedo ao Governo porque paga para vender. Como se fosse uma obrigação de quem compra levar com o passivo exorbitante, pagar para assumir dívidas que não se contraíram. Foi assim com o BPN, e será assim com todas as empresas deficitárias do Estado. Mas não é melhor estancar a sangria de uma vez, em vez de estar sempre a injectar dinheiro num circulo vicioso entre prejuízos e aumentos de capital?

 

Já agora para essa esquerda tendenciosa e de má memória deixo aqui uma notícia de 23 de Março de 2010, onde o Ministro das Finanças da altura, Teixeira dos Santos (governo de Sócrates) admitia privatizar a RTP: Teixeira dos Santos admite privatizar a RTP a prazo.

Recortes

por João Távora, em 26.08.12

 

(...) Anteontem, em Matosinhos, a morta era mãe do dono do cão assassino. E, por essa relação, dei-me conta de que faltou qualquer coisa. Sempre que há uma morte destas, as caixas de comentários dos jornais enchem-se da frase "não há cães perigos

os, há é donos que blá-blá-blá... (...) Mas não houve um só comentário assim: "Não há filhos perigosos, há é mães que não os souberam educar." (...) É que cães perigosos são negócio e filhos perigosos, não. (...)  Há cães perigosos, sim, sem mas nem meio mas, perigosos como granadas. E a eliminar do nosso quotidiano civilizado, como as granadas.

Ferreira Fernandes no DN

Domingo

por João Távora, em 26.08.12

Evangelho segundo São João


Naquele tempo, muitos discípulos, ao ouvirem Jesus, disseram: «Estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?». Jesus, conhecendo interiormente que os discípulos murmuravam por causa disso, perguntou-lhes: «Isto escandaliza-vos? E se virdes o Filho do homem subir para onde estava anteriormente? O espírito é que dá vida, a carne não serve de nada. As palavras que Eu vos disse são espírito e vida. Mas, entre vós, há alguns que não acreditam». Na verdade, Jesus bem sabia, desde o início, quais eram os que não acreditavam e quem era aquele que O havia de entregar. E acrescentou: «Por isso é que vos disse: Ninguém pode vir a Mim, se não lhe for concedido por meu Pai». A partir de então, muitos dos discípulos afastaram-se e já não andavam com Ele. Jesus disse aos Doze: «Também vós quereis ir embora?». Respondeu-Lhe Simão Pedro: «Para quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós acreditamos e sabemos que Tu és o Santo de Deus»

 

Da Bíblia Sagrada

Neil Armstrong - In memoriam

por João Távora, em 25.08.12

 

Quando os Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram a Lua eu tinha sete anos e estava em Milfontes de férias. Nessa noite morna de Verão, como grande parte dos habitantes da vila, desci com os meus pais ao Café Miramar na Barbacã, para assistir na televisão ao acontecimento em directo. Não mais me esquecerei da emoção vivida, aquelas imagens difusas e misteriosas, as palmas, as interjeições e efusivos comentários dos adultos.

De resto lembro-me da estranheza que me causava o Jacinto, um pescador nativo amigo da família, que afirmava que tudo aquilo era uma encenação cinematográfica à boa maneira do cinema americano.  Para ele era inconcebível que o homem chegasse à Lua, talvez porque acreditasse que o satélite era feito de queijo: custa-me a acreditar que a sua opinião se devesse a qualquer dogma político.
Apesar da desilusão que senti nos anos seguintes com a perda de espectacularidade dos programas espaciais da NASA, imagino que este terá sido o maior acontecimento histórico sucedido na minha existência. Por mim continuo a imaginar com entusiasmo como será a grande aventura da expansão humana para o Espaço.
Armstrong foi o Vasco da Gama desse grandioso projecto. O Sítio onde chegou hoje ainda é mais alto. Ganhou perspectiva. Paz à sua alma.
Texto adaptado daqui

Ninguém tem muitos amigos

por José Luís Nunes Martins, em 24.08.12

A maior parte daqueles que nos estão próximos farão as malas assim que o céu se cobrir de nuvens. Bem a tempo de não lhes cair nenhuma lágrima nossa em cima.

 

Mas, infelizmente, também nós somos dos que se afastam quando, os que connosco contam, de nós precisam...

 

Talvez o leitor se julgue bem-aventurado por contar com muitos amigos. Mas a sabedoria antiga adverte que vive feliz aquele que nunca tenha que pôr à prova os seus amigos... mais, julgamo-nos a nós próprios quase sempre como bons amigos de outrem... mas será que somos capazes de o ser de verdade? Qual o limite de adversidade a partir do qual abandonaríamos esse papel? Afinal, a dureza da prova da amizade em nada se compara à troca de sorrisos depois de uma piada. A vida real é a sério, passa por muitos caminhos duros até... encontrar caminhos ainda mais duros. Sermos capazes de pensar em alguém que não em nós mesmos é, neste cenário, algo arrojado. Raríssimo. Quase ilógico. Sem reciprocidade garantida. Solitário.

 

É comum (e errado) o preconceito de que todas as pessoas amam. Como se amar fosse uma espécie de prémio distribuído de forma universal e personalizada a todos e cada um dos seres humanos. Não. Muito longe disso. Poucas pessoas são capazes de amar, porque isso não é nenhuma recompensa, mas uma firmeza capaz de seguir adiante pelos trilhos mais impiedosos. Quase um castigo voluntário em nome de algo maior que nós.

 

Há ainda que ter em conta que as coisas que não têm fim assustam qualquer espírito menos sólido, porque comprometem a essência de uma forma não egoísta, não lhe permitindo vaguear/errar ao sabor dos prazeres imediatos. É bem mais simples do que parece: um amor que acaba prova que nunca chegou sequer existir.

 

Hoje, com as novas tecnologias, a ilusão da proximidade é de tal forma convincente que cada vez há mais distâncias... pobrezas que se escondem por detrás de horizontes em forma de montras de intimidade... gritos desesperados de quem se vê num deserto de emoções... onde todos parecem felizes, mas, na verdade, cada um vive no fundo de um poço. E porque hoje se busca mais ser resgatado do que resgatar, há cada vez mais vítimas e menos heróis...

 

Nascemos sós e morrermos sós.

 

À tristeza da solidão não faltam nem beleza nem grandeza. Mas o abandono dos que julgávamos chegados revela tanto sobre eles (os que partiram antes mesmo de chover), como a respeito de nós mesmos que, crédulos, julgámos que seríamos uma exceção. Cumpre-nos não lhes seguir o exemplo.

 

Se ser amigo é raro, abrigar um amor no coração é-o superlativamente. Nem todos os caminhos são para todos os caminhantes e, perante os mais penosos, apenas aqueles que percebem que há valores mais altos que a própria vida seguem adiante. Caminham mesmo descalços por onde for necessário para não deixar o amigo só.

 

Há quem considere que a amizade é uma forma de amor. Concordo. O que ama é um amigo absoluto. Sem porquês nem para quês. Apenas para que se ser quem se é. Dão-se as mãos e enfrentam-se as tempestades. Vive-se, e morre-se, sem nunca fazer contas ao que passou. Olhos postos no sonho. O verdadeiro amigo será feliz ainda que numa vida carregada de sofrimento, porque a sua existência tem sentido, ao contrário da esmagadora maioria dos demais.

 

Neste mundo cada vez mais distante e deserto é urgente preservar o amigo, viver o amor, para que não se seja apenas mais um.

 

É a mais impiedosa das tempestades que naufraga perante a firmeza de um amor autêntico. Afinal, nenhuma tormenta dura para sempre.

 

 

(publicado no jornal i - 18 de agosto de 2012)

ilustração de Carlos Ribeiro

O Desejado

por João-Afonso Machado, em 24.08.12

Não se sente a proximidade do deserto. Tão pouco o plangente instrumental do mundo muçulmano, e a dança do ventre foi apenas uma ideia saborosa e passageira. A cidade desconhece o pó e a as algazarras. E adagas, cimitarras, fuzilaria, se as tem, esconde-as bem.

Somente o nevoeiro envolve Ceuta e se apodera dela, parecendo que nem tudo pode ser visto: o Rife, Gibraltar, o estreito...

Esforçam-se os olhos no desvendar dos segredos. Do porto às muralhas, abrindo caminhos entre a neblina, enquanto a História desperta das brumas e recorda e fala. Um vulto, as cores claras do seu albornoz, surge das escadarias e estaca junto das ameias, como se o tempo acabasse ali. Ou ali recomeçasse, depois do nevoeiro, em Ceuta, no mais provável percurso do regresso de D. Sebastião.

O ambiente está criado, os espíritos absolutamente receptivos.

Oxalá Ele não demore...

Sexta-feira com concessão

por Corta-fitas, em 24.08.12

Halle Berry

Jornalistas - 1; Políticos - 0

por Zélia Pinheiro, em 23.08.12

Frente-a-Frente no Jornal das Nove da SIC-Notícias: António Capucho e Francisco Assis. Meia hora de comentário vazio, clichés e banalidades, onde se destacou Capucho a repetir a muleta do dia, a palavra "terapêutica" (contei seis vezes).

Frente-a-Frente no Jornal das Dez: Francisco Sarsfield Cabral e Helena Garrido. Meia hora de análise séria, informada, tranquila e objectiva com dois excelentes jornalistas especializados em economia.
Jornalistas - 1; Políticos - 0. 

Top of the pops

por João Távora, em 23.08.12

Oiçam esta preciosa interpretação de Weber, popular barítono luxemburguês nascido em 1875. "La voix des chênes", tema de Marius Richard criado em 1888 aqui numa gravação cilindro de cera Edison de 1903 em Paris.


P.S. O fonógrafo não tem ligação USB nem saída directa, a minha gravação do tlm que não tem qualidade...


E o Zorrinho não vem pôr a boca no trombone?

por João Távora, em 23.08.12


Enquanto o primeiro ministro grego reivindica "mais ar" para respirar (leia-se mais tempo, menos juros) o malvado socialista François Hollande pressiona o país a prosseguir a via das reformas, e avisa que a permanência da Grécia no euro depende do esforço dos gregos. 


Do blogue Público

O estreito do horizonte infindo

por João-Afonso Machado, em 23.08.12

Inesquecivel meia-hora de bordo. O tempo rápido unindo distâncias tão secularmente inultrapassáveis. Transportado em ventos de caravela, na multidão das etnias, sob uma capa espessa de nevoeiro e mistério, ou crença, só deixando adivinhar as cordilheiras, o relevo de dois mundos que se encaram calados.

Esse o fado do estreito de Gibraltar. Onde se sentem as cores mudar, o trato conveniente, admitido mas jamais convencido. E o interior do ferry guarda consigo gratas memórias coloniais envoltas em espaço para todos, enquanto na amurada se respira a maresia ignota e se palpa esses ruídos e essa neblina, a parecer levar-nos do esquecimento para uma vida nova.

África é a minutos dali e só morrerá quase no fundo do planeta. O termo da viagem anuncia o início do sem fim da descoberta.

Da liberdade

por João Távora, em 23.08.12

 

"Não tenho tradição, não pertenço a partido algum, não tenho outra causa se não as da liberdade e da dignidade humanas".

 

.../...

 

"Sempre considerei que a república era um governo sem contrapeso, que prometia sempre mais, mas dava sempre menos liberdade do que a monarquia constitucional". 

Alexis de Tocqueville

É como o eclipse?

por Maria Teixeira Alves, em 23.08.12

Angolanos votam pela terceira vez em 37 anos

 

Dá à razão de uma 1 vez por década!

Rui Ramos

por João Távora, em 22.08.12


(...) Rui Ramos tem partido muito traste velho que se instalara na cristaleira da historiografia portuguesa, tem varrido muito lixo que se acumulara sob as passadeiras vermelhas da História-ao-serviço-da-politicazinha, pelo que concitou inimizades, às quais se somou a sempiterna invejazinha lusitana. (...)


Miguel Castelo Branco 

Promiscuidade

por João Távora, em 21.08.12

 © Rodrigo

 

Administração da Tecnovia e sindicatos da construção civil, uma só luta! Só há uma razão para a promiscuidade entre o capitalismo e os sindicatos: aumentar a despesa pública, sacar-nos mais impostos

Edisom Home Phonograph

por João Távora, em 20.08.12


Fausto - M. Baer 1903. Cilindro Edison fabricado em Paris.

Um presente de anos impar recebido há dias. Portátil, (fecha-se como uma mala com pega) suporte de gravação e leitura de som só pesa 25 kg. Um portento teconológico Edisom Home Phonograph. Após limpeza e lubrificação, vi-me forçado a substituir a correia de transmissão (em cabedal) com mais de 105 anos. Fiquei a saber que há uma fábrica de correias, de todo o género, para todos os fins e por medida, ali para os lados da Av do Brasil. Como são modernas e tenho muitos cilindros para desvendar, encomendei 3. O aparelho fabuloso: tirando a correia e o diafragma o mais é feito para chegar à eternidade, tudo maciço, desde a madeira ao ferro e ao aço. Como se pode verificar o aparelho está impecável, e reproduz magnificamente registos do tempo da monarquia. 

Já não quero saber mais de FLAC ou Blu-ray nem das colunas Bowers & Wilkins.

No comments

por Maria Teixeira Alves, em 19.08.12

"A Queda de um Anjo"

por João-Afonso Machado, em 19.08.12

O venerando Patriarca torna público, finalmente, que abdicará aos 55 anos, após 30 e tal de liderança política. A questão não é explicada exactamente assim, há sempre que recorrer aos eufemismos, vale dizer, esperar pela Convenção do partido, onde a sua Direcção se pronunciará e será ouvido o povo da Esquerda bloquista (isto entoado como quem informa os habitantes da aldeia da Luz de que têm de mudar porque vem aí a submersão nas águas do Alqueva).

Em suma, Francisco Louçã salta fora antes do previsível desastre nas próximas Autárquicas. Espera-o não uma sinecura pública, daquelas repolhudas (quem o aceitaria, mais os ecos do seu discurso parlamentar?), mas sim o retorno à vida académica, a administração do património familiar (ao que se sabe muito confortável) e toda a sorte de actividades circum-partidárias. Não ficará mal, pois.

Já o BE... Desde logo, vítima dessa tão nossa mania de querermos andar à frente do mundo, campeões da originalidade. A chefia bicéfala do BE é, realmente, algo de espantoso. Ainda para mais - Igualdade, a quanto obrigas!... - com um casal, ele sexagenário, ela com idade para ser sua filha. Um arranjo matrimonial extraído do ambiente torna-viagem dos "brasileiros" das novelas camilianas. Temos adultério, pela certa...

Mas há males que vêm por bem. O BE já foi suficientemente pernicioso para o País; e aquele género literário e o genial Autor sempre venderam, e continuam a vender, formidavelmente.

 

Domingo

por João Távora, em 19.08.12

Evangelho segundo S. Mateus

 

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?». Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Na verdade, o reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida. Então o servo prostrou-se a seus pés, dizendo: ‘Senhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei’. Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, começou a apertar-lhe o pescoço, dizendo: ‘Paga o que me deves’. Então o companheiro caiu a seus pés e suplicou-lhe, dizendo: ‘Concede-me um prazo e pagar-te-ei’. Ele, porém, não consentiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia. Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido. Então, o senhor mandou-o chamar e disse: ‘Servo mau, per¬doei-te, porque me pediste. Não devias, também tu, compa - decer-te do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’. E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração». Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, partiu da Galileia e foi para o território da Judeia, além do Jordão.

 

Da Bíblia Sagrada

Revista de Imprensa

por João Távora, em 18.08.12

  • Atraído pelo tema de capa que neste número é dedicado às políticas do combate à droga, gastei preciosos 3,50€ no Courrier Internacional “versão Empresa”. Se quanto à abordagem à questão os artigos não trazerem qualquer novidade nem aprofundamento digno de nota, já o facto da revista vir em genericamente em mau português e repleta de gralhas foi uma desagradável surpresa. 

  • Duas agradáveis surpresas no tradicional painel de palpites da bola no Expresso, habitualmente ganho pela Fátima Campos Ferreira que deve perceber tanto de bola quanto eu: Francisco José Viegas e Henrique Raposo, dois autênticos especialistas nos seus clubes Porto e Benfica, respectivamente, denotando as apostas deste último uma inquebrantável fé.

  • Tendo em conta os recursos e o preço de capa, o Jornal i de fim de semana continua um "produto" com bastante qualidade e interesse. Compacto e sem notícias requentadas, apresenta um painel de cronistas de eleição, como a Inês Teotónio Pereira sempre a um metro do chão mas com a cabeça no céu, o intrépido revolucionário Tiago Mota Saraiva, ou mesmo a irreverência filosófica de José Luís Nunes Martins, já para não falar do caderno LIV sobre boa vida, boas leituras e boas viagens. 




Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




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