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Domingo

por João Távora, em 07.08.11

Evangelho segundo S. Mateus

 

Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus, e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».

 

Da Bíblia Sagrada

A expressão do olhar

por João-Afonso Machado, em 06.08.11

De manhã à noite ouve-se o piar dos milhafres enchendo o céu, no seu voo longínquo de caçadores. São círculos infindos de quem procura alimento para a criação, esfomeada e impaciente, reclamando carne no pico mais elevado de um pinheiro qualquer. É assim ao longo do dia inteiro, por toda a liberdade do espaço que nos envolve.

Outra foi a sorte do bufo real. Viverá o resto dos seus dias preso por uma pata a um poleiro, olhando sempre espantadamente quem o olha, de feira em feira, de gaiola em gaiola. Eternamente atónito, parecendo hipnotizado no tempo que - oxalá para ele - já não conta nem pesa. Dão-lhe de comer às colheradas...

Mas encara de frente os curiosos. Ainda há no bufo altivez bastante para não sucumbir à escravidão. Ninguém o verá chorar ou congeminar planos mesquinhos de vingança.

 

Qual é o seu Plano de Emergência Social?

por João Távora, em 06.08.11

Esmola é uma pequena quantia de dinheiro dada a alguém necessitado por caridade. Caridade é um sentimento ou uma ação altruísta de ajudar o próximo sem buscar qualquer tipo de recompensa. Fui buscar estas definições à Wikipédia a propósito da chinfrineira que por aí grassa a propósito do Plano de Emergência Social apresentado ontem pelo ministro Pedro Mota Soares. Resolvida a questão semântica, que é por onde a oposição laica, republicana e socialista pretende afrontar o projeto, o importante, mais do que saber se os portugueses merecem a desinstitucionalização da pobreza, para que possa ser encarada como um acidente, uma transitória, mesmo que trágica circunstância, é preparar toda a comunidade, suas instituições e organismos, para o que aí vem. As perspetivas são negras e mesmo que tudo corra bem, a breve trecho será difícil evitar a multiplicação de situações de indigência e profundo sofrimento das pessoas. O desafio é ciclópico e dispensa a tralha ideológica ou preconceitos fúteis. Na certeza de que o dinheiro deixou de brotar das pardes dos multibancos, hoje todos somos chamados a este combate. O resto são balelas.

As melhores ligações cinemusicais (IX)

por Luísa Correia, em 06.08.11

 

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Depois de ter ficado com Roberto e de estar em conversações adiantadas para comprar Fukushima, o Saragoça acaba de anunciar que fica com o BPN pela pechincha de 8,6 mil milhões de euros. Saiba tudo aqui!

Bar Refaeli

A novidade da próxima época: a caça ao melro

por João-Afonso Machado, em 05.08.11

Ouvi a conversa e o assunto era sério. Sinistro em excesso, para poder ser brincadeira. No auge da loucura, os irresponsáveis decisores dos nossos assuntos venatórios decidiram legalizar a caça do melro! Dessa ave negra, bico amarelo, um voo baixinho e estridente à nossa passagem por um silvado, um canteiro, um arbusto qualquer...

Como nos é exigivel, os caçadores logo levantaram o seu protesto. Porque a caça se faz nos matos, nos montados, nos socalcos, e vive das perdizes, das lebres, das galinholas ou das codornizes, dos coelhos e dos tordos que há séculos vimos matando. E nos servem depois de alimento, eles que antes se alimentaram do cultivo que fizemos. E cuja destinação é, e sempre foi, essa, a de serem caçados, tal qual a da vaca é dar leite e marchar para o talho.

Já o melro nasceu para o jardim. Assim como o pisco, a toutinegra, o chapim. Serve rigorosamente para mais nada senão encher de melodia os fins-de-tarde, na cidade ou no campo. A caça ao melro faz o mesmo sentido que a caça às bicas dos fontenários ou aos maciços de rosas ou de miosótis.

E vai produzir muita desgraça. Muita chumbada nas pernas - e oxalá só nas pernas - de quem andar por perto, azaradamente, na altura em que os matadores de melros se encontrarem em funções.

 

 

A importância da razão de ser

por João Távora, em 04.08.11

O Benfica apresentou ontem no jogo com o Trabzonspor, pela primeira vez na sua história, uma equipa sem um único jogador português. O facto em si é de pouca monta face aos desafios que o País enfrenta, mas definitivamente constitui um terrível sinal dos tempos, além duma radical reviravolta no Clube, se tivermos em conta o extremo nacionalismo que ele ostentava orgulhosamente nos anos 70.
Sobre o tema da internacionalização das equipas e selecções, há dias o Daniel Oliveira opinava na sua coluna do jornal Record que a questão não o incomodava. A coisa percebe-se do ponto de vista do pensamento dominante, com raízes na interpretação da História sob a perspectiva da Luta de Classes numa dinâmica “internacionalista”… ou simplesmente “desconstrutiva”.
Indo ao fulcro da questão, pela parte que me toca, continuo a atribuir grande importância ao conceito de Nação, por estes dias uma maldição inflamada por um tarado Norueguês. Pela simples razão de que entendo o Homem como um Ser essencialmente gregário, e cuja civilidade emerge duma lógica fundada numa diversidade hierarquizada de associações interactivas, complementares e concorrentes. Como aqui defendi em tempos, considero como núcleo fundamental desta dinâmica a família alargada, que quando alicerçada em sólidos valores constitui o garante duma diversidade estética e cultural da sociedade: cada uma possuidora do seu legado de informação transgeracional, a família resulta num insubstituível microcosmos, plataforma insubstituível de mediação dos seus elementos com a Polis e com o Mundo, sem a qual os cidadãos se tornam mais vulneráveis, qual papel em branco fácil de ser preenchido e doutrinado por qualquer sinistro poder exógeno.
Com todos os seus defeitos, as diversas formas de organização comunitária das pessoas, constituem em si e entre si, pelos factores e carismas que os constituem, elementos que promovem a autodefesa, promoção e competitividade dos grupos. Não é por acaso que a Cidade, Vila ou Aldeia de origem é usualmente considerada com orgulho na apresentação das pessoas. Tal como uma família desfeita ou Nação desvirtuada dos seus valores, gentes e costumes, uma equipa de futebol sem referências da comunidade em que se insere está fragilizada, tornada um bando mercenário, numa lógica mercantil, sempre assim exposta à desagregação. A cor de uma camisola, ou duma bandeira sem consubstanciação numa determinada (definida) cultura ou carisma, é definitivamente fraca inspiração para a superação dos indivíduos, logo do grupo e dos seus apoiantes, tornados órfãos da sua razão de ser. Estas fragilidades, parece-me, influenciam a decadência das Nações. 

Férias alternativas (pub)

por João Távora, em 04.08.11

 

Principalmente em Agosto, usufruir umas férias revigorantes e descontraídas passa por fugir ao stress dos destinos de massas. O Monte do Laranjal, unidade de turismo rural que acaba de abrir em Monsaraz, empreendimento de família dum amigo meu, pode ser uma solução. Para além do alojamento e dos mimos inerentes, este Monte possui uma produção de deliciosos (experiência própria) vegetais biológicos gourmet. A decisão pode começar por uma visita ao site, acabadinho de produzir.

Chega de palavras, vamos aos actos

por João-Afonso Machado, em 04.08.11

No actual Governo eu aposto sobretudo na sua coragem de levar para a frente a concretização de medidas, embora impopulares, necessárias à lavagem do País. Do nosso País político, financeiro, económico, social... Enfim, quero crer na sua capacidade de reformular, reformar e pôr em campo uma verdadeira esfregadela nacional. Nem que isso lhe custe a legislatura, como tantos socialistas, nos momentos adequados, têm velada mas repetidamente ameaçado.

De modo que falo de um Governo, contrariando a tendência dos seus antecessores, que não viva a adiar a resolução dos problemas portugueses só para não perder as eleições. Que coloque a questão como ela deve ser colocada: qual o mal de perder as eleições? Para os não politico-dependentes, não significará, até, um imenso alívio a perda das eleições?

A ser verdade ter chegado a hora dos actos, findo o extenso período da retórica, a taxação dos automóveis no centro das maiores cidades portuguesas constituiria uma decisão sem dúvida polémica, mas da maior conveniência. Sem entrar em pormenores, suponho que essa é uma prática corrente em cerca de 40 grandes urbes europeias - onde a qualidade de vida há-de ser inquestionávelmente superior á nossa, não obstante as respectivas populações e arredores também nos fazerem sentir vivendo em vilóriazinhas....

A ver vamos, portanto. Tem a palavra a Sr. Ministro da Economia. A palavra e, oxalá, o gesto também.

 

 
O Presidente da Câmara de Vilnius, capital da Lituânia, combate o estacionamento ilegal de forma radical.
 
 
 

 

Ponham os olhos nisto

por Maria Teixeira Alves, em 03.08.11

Olha, olha, os bancos todos em queda livre, e vai daí o banco que dá crédito aos agricultores desata a crescer os lucros.

 

"No primeiro semestre de 2011, o grupo Crédito Agrícola obteve um lucro de 30 milhões de euros, o que representa um crescimento na ordem dos 61%, relativamente ao período homólogo. A margem financeira (aquela coisa da diferença entre juros pagos e recebidos, que os bancos se queixam por causa dos preço alto que têm de pagar pelos depósitos) registou uma subida de 21,4% face aos primeiros seis meses de 2010. O core capital do banco é de 12% (roam-se). No que diz respeito à solvabilidade do Grupo, entre Janeiro e Junho de 2011, o rácio de transformação de depósitos em crédito foi de 89,5% (o banco tem mais depósitos do que crédito concedido, logo não precisa dos mercados para nada)".

 

Comparem:

Lucros do BCP caem 45,8% no primeiro semestre 

Lucro do BPI cai 20% no primeiro semestre

Lucro do BES cai 45% no primeiro semestre

Lucros do Santander Totta caem 70% em Junho

 

P.S. Tenho só pena que o Crédito Agrícola (que é gerido por João Costa Pinto), não tenha divulgado os números do malparado....

Mordomias estatais

por João-Afonso Machado, em 03.08.11

Curiosamente, vamos constatando a dupla incumbência do Governo em funções: denunciar os abusos do Passado e explicar os apertados caminhos do Futuro. Ainda ontem, assediado por uma horda furibunda de deputados oposicionistas, o Ministro Álvaro Santos Pereira, além de justificar a necessidade de rever e aumentar os preços dos transportes - sob pena de ficarmos apeados - fez um pouco de luz acerca daquilo que, aliás, todos imaginávamos, sabiamos ser certo.

Pormenorizou sobre as viaturas do Estado. Os muitos "carros de alta cilindrada", nas suas palavras. Esses em que nós os vemos passar por aí, rodeados de escolta motorizada e muitas sirenes. Objecto de contratos de leasing "blindados", significando centenas e centenas de milhares de euros em encargos estatais.

Uma escolha socialisticamente direccionada para os Audi, os Mercedes, os BMW. Enquanto os franceses, por exemplo, orgulhosos das suas próprias marcas, consideram o Poder não minimizado deslocando-se em Citroens, Peugeots...

Talvez nada disto fosse excessivamente importante se a notícia televisiva seguinte não abordasse a afluência das famílais carenciadas à Caritas. De 2010 para cá, o número triplicou. Trata-se de uma "pobreza envergonhada, que não se manifesta e não faz buzinões", esclareceu um responsável daquela instituição.

 

 

Chitas não são chite

por Vasco M. Rosa, em 03.08.11

Recomendo, aos que se orgulham da nossa gente e àqueles que por desleixo a não conhecem bem:

Novas oportunidades?

por Vasco M. Rosa, em 03.08.11

 

 

 

Uma das questões que faltou no balanço dos 30 dias do novo governo foi sem dúvida a de se saber onde trabalham agora e do que vivem aqueles valorosos vassalos das brigadas socráticas que durante anos vigiaram a blogosfera, minando debates livres e insultando adversários democráticos. Esses mesmos, conhecidos como Abrantes e Companhia. Onde estarão, coitados? Foram bem direccionados e garantidos antes do rombo? Foram, também eles, tirar cursos para a estranja? Reciclam-se nas maravilhosas Novas Oportunidades? Alguém diga o que sabe, que não consigo dormir pensando nessa gente a quem se deve tanto.

 E a sra. Fernanda Câncio, que não seja esquecida, ela que afinal fez tanto por tão pouco...

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O BPN passou de banco que ninguém queria a filet mignon

por Maria Teixeira Alves, em 02.08.11

O banco que os socialistas adoptaram como seu, mas que nunca resolveram o problema e deixaram-no engordar até aos 2 mil milhões de euros de imparidades, mais 3 mil milhões de empréstimos da CGD, é afinal uma pérola. Quem ouvisse hoje os deputados do PS a falarem, até parecia que o Governo deles defendeu os interesse dos contribuintes com o BPN. Afinal, de banco que ninguém queria o BPN passou a filet mignon.

É certo que o BIC só paga 40 milhões, mas salva 750 bancários. Se o banco fosse liquidado era pior. Depois também é verdade que o Estado se compromete a avançar com uma recapitalização de 550 milhões de euros, mas isso também estava previsto no anterior concurso do Governo PS (aquele que ficou deserto).

O custo do Estado com o BPN, descontando do preço de venda, ascende agora a cerca de 2,4 mil milhões de euros. Mas o Governo socialista  já tinha sido obrigado a registar no Orçamento de 2010 os 1,8 mil milhões de imparidades do BPN, o que agravou o PIB em 1%. O peso do BPN para o Estado é gigantesco, mas não surgiu com a venda ao BIC. O Governo PS já tinha criado três veículos com o “lixo” do BPN, com um valor facial de 3900m€ dos quais 1800m€ incobráveis.

 

Please, analisem se as outras proposta garantem que o banco chega vivo a 2012. Para que quer o NEI (sejam lá quem eles forem) um banco que não vai ter aonde se financiar? Ninguém empresta ao BCP quanto mais ao BPN. Para que quer o Montepio um banco, se já o Montepio tem a dificuldade de ser português, um país junk bond? Ao menos os angolanos ainda têm dinheiro, assim podem dar crédito a Portugal... E todos sabemos que este país não sabe viver sem o crédito.

 

A Mira Amaral só há que dar os parabéns, paga 40 milhões, leva a banqueta e 750 bancários, mas ganha uma brutal campanha de marketing e publicidade. É que o BIC não sai do prime time das televisões. Se ninguém sabia que existia um BIC, agora o logótipo de letras encarnadas com uma árvore da savana africana não sai da cabeça dos portugueses. Já ganhou!

Ser monárquico é uma maneira diferente de ver o país, e sobretudo de estar no país. Mudando o regime pode-se mudar qualquer coisa, sobretudo a mentalidade das pessoas. (...) Não há nenhum país monárquico que tenha pedido ajuda ao FMI, todos os países que recorreram à ajuda financeira são repúblicas. 


Rodrigo Moita de Deus, numa luminosa entrevista ao Jornal i em parceria com o Canal Q na integra aqui.

Propaganda republicana

por João Távora, em 02.08.11

A propaganda política é coisa antiga, não tem mal e não é novidade. Curiosa é a faiança da foto, que descobri em casa de um amigo, um brinde propagandístico “republicano”, cujo ideário do partido, como se sabe, se fundava algures entre o nacionalismo e... o anticlericalismo radical. Ler mais, aqui.

"Viva o Minho" - um livro

por João-Afonso Machado, em 02.08.11

"Viva o Minho" consiste na recolha de umas dezenas de depoimentos de minhotos dos mais variados quadrantes políticos ou profissionais. E oriundos dos quatro cantos da Provincia. Nele se abordam as premências da Região, em geral, e de diversos concelhos ou localidades, em particular.

O livro pode ser obtido através de contacto com a Chiado Editora. Também lá deixei umas breves impressões sobre V. N. de Famalicão.

 

And There Were 23

por Maria Teixeira Alves, em 02.08.11

Chipre em risco iminente de resgate financeiro




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Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




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