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Domingo

por João Távora, em 03.07.11

Evangelho segundo São Mateus


Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
Palavra da salvação.

 

Da Bíblia Sagrada

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estado de espírito

por Rui Crull Tabosa, em 02.07.11
Noite de luar
 
Era como se tivesse o céu
Beijado silenciosamente a terra
Para que ela na luz irradiante das flores
Só sonhasse com ele.

 

A brisa soprava através dos campos,
As espigas ondulavam suavemente,
Os bosques murmuravam docemente,
Tão clara de estrelas estava a noite.

 

E a minha alma estendia
Amplamente as suas asas,
Voava através da natureza silenciosa
Como se voasse para casa

 

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Fontes do Minho

por João-Afonso Machado, em 02.07.11

Não as há tão bonitas em outro canto do País. As fontes do Minho silenciam o calor nestas tardes a que somos chegados, tardes de sol e de água a cantar num fio incansável. Cerca-as o verde, em volta do seu granito trabalhado e muitas vezes secular. Com outros toques de cor, sirva de exemplo o azul dos agapantos. Por regra, sob a benção de um santo padroeiro e vigilante: as fontes minhotas cumprem sempre a proibição de não secarem, não se calarem.

 

(Fonte de S. Jerónimo, na antiga e sempre hospitaleira Casa do Enxido, em Crespos, Braga).

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Adamastor

por Luísa Correia, em 02.07.11

 

(... em Santa Catarina...)

 

Recordava em tempos um elemento da «oposição» ao actual Governo, de seu nome Pacheco Pereira, que um bom comandante é aquele que planeia com pessimismo e actua com optimismo. Planeia com pessimismo quem equaciona e se prepara para todas as hipóteses, das mais benévolas às mais dramáticas, das mais prováveis às mais inverosímeis. Age com optimismo quem acredita no sucesso das soluções adoptadas em cada caso; melhor dizendo, quem acredita num futuro. Assim sendo, considero natural – senão elementar - que um Governo, que se propõe exercer um bom governo, tivesse na manga a solução do imposto extraordinário antes mesmo do conhecimento da derrapagem do défice, como parece querer «denunciar» o semanário Expresso (que não leio). Pela minha parte, aliás, espero bem que o actual Governo tenha na manga soluções para todos os cenários, incluindo o de um já quase verosímil fim do mundo. Quem vai para o mar, «previne-se» em terra.

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Terreiro do Paço

por Luísa Correia, em 02.07.11

 

 

Os portugueses votaram, há cerca de um mês, na alternativa que lhes propunha «fazer sacrifícios», enormes sacrifícios, em prol da reabilitação do seu país. Verifico agora, pela reacção dos «media» ao novo imposto extraordinário, que, para os portugueses – ou para alguns portugueses - a disponibilidade para «fazer sacrifícios» é, no essencial, a disponibilidade para um aperto de coração, mas não para um aperto de bolsa. A sua disponibilidade é uma atitude meramente abstracta, ao jeito das boas intenções que em nenhum caso devem passar a actos. Embora reconheça que não é legítimo pedir sacrifícios aos portugueses para cobrir aquela parcela das despesas do Estado contraídas para rechear as contas bancárias dos seus agentes e amigos, e me revolte a impunidade de uns e outros, gostaria, ainda assim, que os portugueses - ou alguns portugueses - percebessem que «fazer sacrifícios» não é apenas viver, com maior ou menor intensidade, uma angústia intelectual. E se congratulassem, apesar dessa chocante percepção, com o facto de terem no comando quem, para já, parece considerar as palavras mais do que um amontoado de letras ou sons, mas antes a expressão franca – e o aviso antecipado – de coisas concretas.

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Sexta-feira do assalto social

por Corta-fitas, em 01.07.11

Evan Rachel Wood

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Porque é que privatizar a RTP é tão polémico?

por Maria Teixeira Alves, em 01.07.11

Alguém terá de explicar publicamente porque é que se levantam vozes contra a privatização da RTP? Porque é que a RTP é tão importante para o Governo? Para que precisa o Estado de um canal de televisão? Só se for porque dá lucro para o Estado e nesta altura isso é importante. De resto, concordo com o Pacheco Pereira, no programa do Governo adia-se ad eternum a privatização da RTP.

Claro que o sector não quer mais um concorrente privado. Isso percebe-se, num mercado pequeno de recursos vindos da publicidade, não lhe interessa nada ter mais um canal privado. Francisco Pinto Balsemão e Miguel Pais do Amaral alertam para as consequências da privatização da RTP no mercado publicitário. Dizem "não haverá mercado para mais um ‘player' em televisão de sinal aberto".

É o problema deste país é pequeno e pobre demais e por isso o Estado tem de ser empresário. 

Eu sou a favor da privatização de tudo. O mercado que se auto-ajuste.

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Um momento eterno

por João-Afonso Machado, em 01.07.11

Foi o súbito precipitar do finito para o Infinito. Como se os conteúdos e os contornos, todos os espaços delimitados, convergissem para ausência de si mesmos. Valendo-se da policromia dos mosaicos, formas animadas que se elevam e a Luz ao centro, o início e a chegada ao além do Tempo. Este o momento eterno da Basilica de S. Pedro. Não pode ser por mero acaso.

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Galhardetes

por José Mendonça da Cruz, em 01.07.11

Foi francamente divertido o programa  Quadratura do Círculo de ontem, com Jorge Coelho (que substituiu António Costa por um dia) a cumprimentar Pacheco Pereira pela coerência de ser oposição, no tempo em que ele, Coelho, era governo, e continuar oposição ao governo Passos Coelho. E era verdade - como sabe quem tem ouvido ou lido Pacheco Pereira sobre o programa eleitoral do PSD, sobre o líder do PSD, sobre o programa de governo, sobre a orgânica do governo, sobre os membros do governo, sobre os objectivos do governo e sobre as medidas do governo.

Pacheco Pereira, por sua vez, saudou Jorge Coelho por ser agora «da situação». E era verdade, como sabe quem ouviu este Jorge Coelho presidente de uma grande empresa saudar o programa do governo, o líder do governo, os membros do governo, os objectivos do governo e as medidas do governo (como, aliás, esperava que os grandes empresários fizessem com ele quando era socialista e ministro).

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Corta-fitas

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