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A ambiguidade das palavras

por Maria Teixeira Alves, em 27.06.11

O Expresso publicou no último sábado um novo estatuto editorial. A primeira pergunta que nos vem à mente é porque um novo estatuto? Havia alguma coisa de mal com o anterior? A segunda coisa que nos vem à mente é porquê agora? Porque o Governo mudou? Ou porque o Director do Expresso mudou?

Lendo o que está escrito no novo estatuto editorial, chama a atenção os pontos 7 e 8:

 

7. O Expresso sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério.

8. O Expresso sabe, igualmente, que a publicação insistente de determinados assuntos - do crime e do sexo às baixezas da vida política e económica - poderia aumentar a venda de exemplares, mas recusa-se a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade que sempre pretendeu fazer (...).

 

Há coisas que são óbvias e implícitas e como tal não precisam de estar escritas, porque ao estarem escritas tomam forma de lei, e nessa medida tornam-se perigosas. Evidentemente que, se calhar venderia muito saber quantos políticos ou gestores são discípulos das taras strauss-khanianas, mas eu percebo que um jornal como o Expresso não as publique.  Mas é preciso isto vir escrito numa tábua de mandamentos? Não. É demasiado vago, e por isso exige logo que se elenque exaustivamente os casos que cabem neste ponto 8, sob suspeita de caber lá tudo.

O ponto 7 é mais dúbio e por isso mais criticável. O que são casos muito excepcionais? Até onde vai esse conceito? "O jornal reserva-se o direito de definir caso a caso a aplicação deste critério", apetece-me perguntar logo: Querem um lápis azul?

 

Depois de defender a independência do jornal e dos jornalistas, o jornal parece desorientado numa sucessão de normas que contradizem as anteriores. Reparem :

"1. O Expresso defende, desde sempre, a liberdade de expressão e a liberdade de informar, bem como repudia qualquer forma de censura ou pressão (...)" para depois dizer no ponto 7. "há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas"

 

"5. O Expresso sabe, que é indispensável, em cada momento, distinguir entre as notícias - que deverão ser, tanto quanto possível, objectivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos para cujo apuramento devem ser ouvidas as diversas partes - e as opiniões que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis e publicadas em termos de pluralismo". Para logo dizer: "

O Expresso toma posição através de editoriais não assinados que vinculam a posição do jornal".

 

Já que insistem em regras, então falta aqui uma regra fundamental:

Os jornalistas podem não se rever na opinião editorial do jornal não assinado... e isso devia estar salvaguardado. Porque ao não estar assinado o jornal impõe uma ideologia a todos os jornalistas. Pode-se sempre cair na ditadura do politicamente correcto, que é em si, um obstáculo à liberdade de pensamento e de expressão.

Depois é preciso ver que a imparcialidade pura não existe. Basta escolher uns factos em detrimento de outros e já se está a cair na falta de parcialidade.

 

Pelo que o melhor é deixarmo-nos guiar pelo velhinho BOM SENSO.

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Um barril (afinal) nunca tem pólvora...

por João-Afonso Machado, em 27.06.11

É uma mancha florestal considerável: umas dezenas de hectares a pinheiros, eucaliptos, carvalhos e acácias, árvores exóticas.

Anteontem, já em final de serão, alguém à janela, felizmente, viu-o atravessar o breu da noite.

Não era um OVNI - era um balão sanjoaneiro!...

Uns minutos volvidos, acendia-se uma vasta claridade do lado de lá do monte: o balão tinha aterrado...

De realçar a prontíssima intervenção dos bombeiros, e o seu cuidado em impedir que o restolho reacendesse. Apagaram o fogo, partiram a encher o reservatório de água da sua viatura e regressaram para empapar o terreno. Foi longa a noite dos homens da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de V. N. de Famalicão (de seu nome completo).

A questão primordial a saber, então, é se será portuguesa esta gente pirómana e assassina de Portugal.

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Uma parábola na estação tola que aí vem

por João Távora, em 27.06.11

Reeditada e Publicada originalmente aqui

 

Tramado é que esta ingrata civilização do bem-estar e do consumo desempregou os nossos corpinhos feitos para malhar na terra, para caçar, subir às árvores ou para alvorar a fugir dalgum animal selvagem mas deixou-nos um dilacerante apetite de quem precisa de armazenar calorias para uma semana de carência. Nesta cultura de sofreguidão hedonista somos desafiados a corresponder ao primeiro assomo de apetite (não me refiro apenas à comida) e tratar o nosso corpo como tratamos o resto da natureza, num total desprezo pela sua ecologia: são os efeitos colaterais da democratização da alarvidade. 
Aqui chegados, todos conhecemos almas inquietas com a sua decadência física, que a partir dos quarenta-e-tal anos se entretêm em dietas, ginásticas passivas e outros exercícios sem esforço que o dinheiro possa comprar. As mulheres são vítimas privilegiadas desta ilusão: começam cedo no escritório com garrafinhas de água e golinhos de cinco em cinco minutos para iludir o apetite e exercitar a bexiga, um disparate que resulta num corrupio constante, um ver-se-te-avias entre o seu posto de trabalho e a retrete. Perante a ausência de resultados, começa a fase dos chás verdes, bruxarias e outras mezinhas de ervanária: inicia-se assim um desaguisado colateral com os intestinos até estes se tornarem tão preguiçosos como a dona. Passam-se anos nestes rituais, com uma vida cada vez mais próspera e sedentária, num desafio crescente com o espelho e a ingrata balança, até chegar a fase desesperada. Esta surge na sequência duma visita a um dietista famoso ou dica duma amiga, e é constituída por um metódico programa de ingestão de comprimidos coloridos: cada vez mais nevrótica, entra numa espiral de euforia, perde o apetite, a calma, e uns gramas até cair numa depressão depois duma violenta disputa com o cônjuge inocente.

Tudo se irá resolver com uma semana a chocolates e um programa de fim-de-semana de reconciliação com o marido num hotel com SPA e restaurante gourmet. Assim se recuperam todos os gramas e mais uns quilinhos optando então a dondoca por mudar de vida, queimar incenso e passar a vestir balandraus. A moral da história é que as aldrabices não funcionam: não há fuga possível, nem caminho fácil para o sucesso.

É irónico como nesta sociedade que venera o corpo e as aparências não haja parábola mais eficaz sobre as virtudes do mérito e do prazer diferido do que a da forma física. Tal como na escola só se aprende com estudo e empenho, tal como a riqueza só é criada com esforço e trabalho, a partir duma certa idade, a forma física depende fatalmente da austeridade alimentar e de muito, muito, exercício físico. Quem se preocupa com o implacável efeito da gravidade nos seus músculos e outros apêndices, está condenado a trabalhar e suar o corpinho, semana após semana, mês após mês, ano após ano, com muita perseverança e desapego, que o resto vem com as endorfinas e mais algum desapego; afinal, o mais importante na vida nem sequer é isso!

 

Nota: qualquer semelhança com factos ou pessoas reais é mera coincidência.

 


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Saber de experiência feito

por João Távora, em 26.06.11

 

Subscrevo na integra esta erudita tese da Inês Teotónio Pereira. Dá trabalho (na perspectiva dos pais) e arrelias (na opinião dos Infantes) mas é assim que funciona.

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Ou porquê o Estado é anafado e o País definha:

 

a) O Belmiro não precisa de pagar as compras que faz no Continente, porque cada euro que gasta é um euro que ganha.

b) Não faz mal nenhum o Joaquim comer as bebidas que expõe no balcão do seu café. Os produtos já são seus, não lhe custam mais por isso.

c) É normal que o grupo SONAE compre activamente o jornal Público durante a semana, porque a sua despesa é a receita do jornal.

 

Priscila Rego no Douta Ignorância a propósito disto

 


 

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Domingo

por João Távora, em 26.06.11

Evangelho segundo São Mateus:


Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim. Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, receberá a recompensa de justo. E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: Não perderá a sua recompensa».

 

Da Bíblia Sagrada

 

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Das "Memórias de um Átomo"

por João-Afonso Machado, em 25.06.11

«Naquele tempo, Lisboa era mourisca, toda ela, e a Cristandade, encolhida na Galiza e nas presurias minhotas e durienses, não conseguia pensar além Mondego.

Sabia-se, vagamente, que as mulheres desse Sul longínquo, envoltas em sedas finas, torciam-se exímias na dança do ventre e expunham aos ares umbigos vertiginosamente belos. Partilhavam, em grupos numerosos, os mesmos homens e mudavam de camisola conjugal por troca com camelos. O sorridente liberalismo do califa Costa afamara-se por toda a Península.

Enquanto isso, as nortenhas, gordas descendentes dos godos, ostentando nomes - Gordinas, Urracas, Trazimundas, Sanchas, Maiores - pesados como potes de ferro, trajavam de serapilheira e, sobrando os maravedis, com roupagens de linho de Guimarães. Sempre a suarem em bica, a protestarem, roendo-se de inveja das odaliscas lisboetas.

E insistiam nos apelos a Vímara Peres, conde portucalense, que já não suportava ouvir tanta Mumadona junta:

- Não deveis vestir-vos como vadias se não quereis ser atacadas!,

explodiu um dia.

Foi como se o Demo avassalasse os territórios dos cristãos. Como se o fogo do Inferno consumisse  os soutos e os carvalhais da nossa gente, sem meios, sem bombeiros e sem Protecção Civil que nos valesse.

- Sou minha!,

berrou-lhe Tareja, enquanto despia a túnica e se despartilhava. E até os seus homens-de-armas, apanhando essa boleia reivindicativa, deram em queixinhas sobre as cotas de malha, ora porque rangiam e apertavam no pescoço, ora porque oxidavam e poluiam. Exigiam a indumentária fácilmente degradável dos sarracenos: ou isso ou um par de cuecas em passeio pelas vielas do burgo.

Cavalgando a sua montada, de lança em punho, no cimo de um morro de Portus Cale, Vímara Peres percebeu ainda demoraria um par de séculos a chegar a algum sítio que valesse a pena».

 

(Com a devida autorização do meu Amigo J. da Ega, a quem muito agradeço).

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Ainda Peter Falk

por Maria Teixeira Alves, em 25.06.11

Eu sempre achei que Peter Falk era uma versão satírica e cómica de Humphrey Bogart

 

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Quando o assessor de imagem é a notícia...

por João Távora, em 24.06.11

 

Passou algo despercebida a notícia do dia, um furo do jornal i, novidade da estação, quem sabe o mais profundo golpe no destino, tal como o conseguiriamos prever: o celebrizado "Luís fico melhor assim ou assim", o maior especialista de spin do gabinete de Sócrates vai apoiar António José Seguro. Significa isto que a “máquina” não pára, muda só "o boneco". Que certamente ficará melhor assim… ou assado. O consumidor é que sabe.

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Os sabores da vida (In memoriam)

por João Távora, em 24.06.11

É simplesmente deliciosa aquela cena de Peter Falk  no filme "Nas Asas do Desejo" de Wim Wenders junto a uma roulotte de bebidas quentes, quando ele esfrega as mãos enregeladas pelo Inverno de Berlim, descrevendo os mais prosaicos prazeres humanos ao ingénuo anjo Damiel (Bruno Ganz).
Gosto muito do Verão, do sol, de luz e do mar, de roupas leves e noites mornas com trinar das cigarras de fundo. Mas o frio do Inverno possui uma estética própria, uma magia que os anos nos ensinam a apreciar.
Ao contrário do calor que acicata os ânimos e enerva as pessoas, a chegada do frio torna-as afáveis e cúmplices perante o incómodo. No café, enterrados em casacos e cachecóis comenta-se o tempo com desconhecidos. E apenas com uma bica escaldada conquista-se o céu.

Nesta altura até os mais desapegados casais se aninham à noite na cama. É o tempo do aconchego e da intimidade, de tardes em família, dum bolo feito no forno e chá quente para consolar. O frio também tem o seu encanto. 

 

Post originalmente publicado  num enregelado dia de Janeiro de 2009 Risco Contínuo

 

Post scriptum: o céu ganhou um mais anjo. Deus o Tenha na sua Graça

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Morreu Peter Falk

por Maria Teixeira Alves, em 24.06.11

 

O famoso detective Colombo, de uma série dos anos 70/80, morreu hoje com 83 anos.

Eu adorava a série.

 

 

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Sexta-feira da ponte

por Corta-fitas, em 24.06.11

Adriana Lima

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A pesada herança socialista

por João-Afonso Machado, em 24.06.11

Os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vivem dias negros, de inocultável agonia. A situação não é de agora e culminou com a demissão de Veiga Anjos, o Presidente, na sequência de um "motim" em que, além de injuriado, esteve prestes a ser agredido.

Existe, evidentemente, um plano de restruturação da empresa (pública). Mas o mesmo envolve o despedimento de 381 trabalhadores (num total de 720) e as eleições vinham aí... Agora que já chegaram, e passaram, o assunto está de novo na berra.

Que é como quem diz, o novo Ministro da tutela, Aguiar Branco, que se desenrasque. Entre outros bicos de obra, tem em mãos o Atlântida - um ferryboat que o nosso fiel amigo Hugo Chavez prometeu comprar, na sua visita de Outubro de 2010, por 42,5 milhões de euros.

A embarcação está concluida e pronta a ser entregue. A sua vigilância (24 horas por dia) e manutenção orçam os 500 mil euros anuais. Mas Chavez ainda não assinou o contrato e os venezuelanos não atendem o telemóvel, apesar das muitas insistências da Administração dos ENVC...

 

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Não me parece grande ideia

por Maria Teixeira Alves, em 24.06.11

Luís Marques Mendes disse ontem que Marco António Costa, vice-presidente do PSD e vice-presidente da Câmara de Gaia, deveria ir para Secretário de Estado das Obras Públicas. Não o conheço e só há pouco tempo ouvi falar desse nome. Mas a minha "intuição feminina" diz-me que é preciso ter cuidado com executivos camarários com pastas de Obras Públicas, é uma mistura perigosa....

 

... se tiver que ser que o ponham na Segurança Social.

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Falando de trabalho...

por João Távora, em 24.06.11

 

Aceitem este convite.

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Pacheco Pereira na Quadratura ajuda António Costa

por Maria Teixeira Alves, em 23.06.11

 

Pacheco Pereira é um quase jornalista, logo tem uma preocupação de não perder o sentido crítico. Só isso explica que esteja a procurar realçar "as ligações ao aparelho do PSD no novo Governo". Foi até agora quem mais criticou o Governo do seu partido, em nome do combate à abulia crítica. Mas que na Quadratura do Círculo deixa o PSD órfão e dá uma grande ajuda ao PS, disso não há dúvidas.... António Costa fica quase sem função ali.

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S. João tripeiro

por João-Afonso Machado, em 23.06.11

«(...)

Ontem mesmo insisti em tentar decifrar o S. João. Espiei-o da minha varanda e captei-lhe os gestos no pátio dos vizinhos do rés-do-chão. O Sr. Fraga e a D. Amélia. Ele de calções e camiseta, com uma barriga de quem tragou inteiro o cabrito do jantar; ela, igualmente nédia, muito dada à transpiração, de braços poderosíssimos e vestido sem mangas. Agarram-se os dois e dançam amorosos, sob o colorido dos lampiões de papel. Os convidados - alguns casais amigos, silhuetas semelhantes - seguem-lhes as pisadas "e para quem tiver sede a cerveja está ali"...

Enquanto isso, vou perdendo a conta às dezenas e dezenas de balões que, lançados de toda a parte, enchem o céu da cidade e fazem o delírio da miudagem. (...)».

 

(in Estrada Real, nº 4, Maio/Junho 1999)

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Arautos da ética, com rabos de palha

por Maria Teixeira Alves, em 23.06.11

O homem que se enalteceu de ter denunciado uma suposta "fraude de colarinho branco no BCP", vê-se agora a braços com a acusação da Inspecção Geral de Finanças de ter fugido ao fisco. Estes arautos da ética são depressa apanhados nas teias da contradição:

A Fundação Berardo é acusada pela Inspecção-Geral das Finanças de não ter liquidado IVA e retido IRS, em 2009, quando adquiriu obras de arte para o Museu Colecção Berardo, que recebeu fundos estatais da Cultura.

O relatório da Inspecção-Geral das Finanças revela que a Fundação Berardo - que detém aquele museu instalado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa - registou um incumprimento fiscal de 129 mil euros, entre 2008 e 2009, respeitante à falta de liquidação de IVA e à não retenção na fonte de IRS na compra de obras da arte.

 Berardo nega, de forma atabalhoada. "Que eu saiba não temos qualquer dívida", para depois acrescentar que "é o Governo que está em falta para com a Fundação"; "falta dinheiro das verbas do Estado que seriam a ela destinadas".

Esclareceu depois também que, quando foi criada, "e como está previsto na Lei da República, a fundação ficou isenta de IRC".

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Porreiro, pá!

por Rui Crull Tabosa, em 23.06.11

O processo Face Oculta foi cortado à tesoura nas partes onde constavam as escutas de José Sócrates (...). A destruição das escutas neste caso foi decidida pelo presidente do Supremo Tribunal de Justiça...

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Da cobardia

por Rui Crull Tabosa, em 23.06.11

O Pita, a criatura que se presume da literatura, insinua que não sou educado. Ainda bem. Desconfiaria sempre de um elogio vindo de um sacripanta de tal jaez.

Acontece que o Pita refere o meu nome sem fazer o pertinente link. Tal não é, apenas, falta de educação. Releva da mais elementar cobardia.

O que não surpreende, convenhamos...

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