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O descaradinho

por Rui Crull Tabosa, em 24.02.11
"Rui Pereira diz que número de eleitor é obsoleto". Cá para mim, os eleitores (em especial os que foram impedidos de votar) acham que o ministro Rui Pereira é que é obsoleto...

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Que nervosinho... Porque será?

por Rui Crull Tabosa, em 24.02.11

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O Kadhafi nos anos do liceu

por João-Afonso Machado, em 24.02.11

Lembro perfeitamente, do meu tempo de liceu, o Muammar Kadhafi. Um rapaz de causas. Danado. Estou a vê-lo à dar para trás na Líbia, uma monarquia armada em menina bem, e de namoro pegado com a República Arábe Popular e Socialista, o nome mais comprido da turma, para uma gaja estreitinha de ideias e muito apeixeirada. Mas aí de quem ousasse soltar tal opinião! Aí vinha o Kadhafi de punho em riste e o pessoal todo atrás, porque ele era o maior, enfrentava a malta dos States e chamava-lhes na cara "imperialistas", "colonialistas", "fascistas", o diabo mais.

Era da pesada, o Kadhafi. Um ás no paintball. E, vá lá, engraçando com alguém, o Kadhafi oferecia logo a sua quinta, os seus préstimos, um lugar na equipa, treino à borla na mata e nos pastos. Tinha sempre uma kalashnikov consigo - pronta a disparar contra os manfios americanos, quando não a cedia a qualquer compincha. Desde que para os mesmos fins, claro.

Da última vez que soube dele, justamente, esses malandros dos camones tinham-lhe feito uma espera, à porta de casa. Partiram-no todo, os cobardes. E calaram-no.

Mas não é que o gajo reapareceu agora, em tudo quanto é jornal, riquíssimo, empresário, mandão? Aos empurrões a toda a gente!

Afinal qual será o verdadeiro Kadhafi? O de hoje ou o que me apresentaram no liceu?

Ainda hei-de perguntar isso ao Zé da Esquerda, qualquer dia.

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Ainda ninguém se pôs verdadeiramente a pensar que estas manifestações, que levaram à queda do poder na Tunísia e no Egipto e que se preparam para levar à queda do poder na Líbia, podem tornar-se um precedente perigoso.

 

Senão vejamos: Hosni Mubarak, que foi varrido do Governo através destas manifestações populares, foi eleito em 2005 por 88% da população. Quem nos garante que o próximo governo do Egipto é estável? Quem nos garante que o próximo Governo eleito pela maioria da população não é imediatamente contestado por convulsões de facções em desacordo? E se ganhar um governo simpatizante do Ocidente, quem garante que não surgirão revoltas populares contra esse governo?

 

Se há uma coisa que é constante no mundo árabe é o desprezo pelas sociedades não religiosas. Os muçulmanos respeitam o homem religioso (ainda que possa ser de outra religião) mas não engolem a 'desreligiosidade' do Ocidente.

 

Onde começa e acaba a democracia? Será democracia a mudança de poder através de revoluções?

Foi Hosni Mubarak pior governante desde 2005, do que nos 25 anos antes?

Será verdade o que diz hoje Kadhafi, será isto uma revolta arquitectada pela Al-Quaeda? Quem governará a Líbia depois de Kadhafi?

 

Por outro lado, há já outra ameaça (para além obviamente da crise económica provocada por um preço alto do petróleo):  A União Europeia vai hoje discutir os preparativos para enfrentar uma eventual chegada massiva de imigrantes às suas fronteiras, na sequência da instabilidade que se regista no Norte de África, em particular na Líbia. Esse é outro dos grandes problemas resultantes destas "lutas" romanticamente chamadas de "democráticas" e de "lutas pela liberdade". Onde encaixar uma vaga de imigrantes num continente já de si assolado por graves problemas económicos, com elevadas taxas de desemprego?

 

Há ainda o efeito contágio. O presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, afirmou nesta quinta-feira, que as revoltas pró-democracia no mundo árabe deveriam ser um exemplo para países como a Coreia do Norte. A escalada mundial desta violência em nome da democracia (há quem fale em chegar a países como Angola), aonde levará o mundo?

 

As actuais convulsões no mundo árabe,  são "a situação mais perigosa" que a União Europeia enfrenta desde a II Guerra Mundial.

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Lembranças de Lisboa

por João Távora, em 24.02.11

 

Início dos anos 40 - O Viaduto Duarte Pacheco em Construção sobre o Vale de Alcântara. De notar que à época Monsanto ainda não havia sido florestado, (como me conta a minha mãe). 

 

 

Visto do outro lado, uns anos depois, num Domingo de passeio. (do fabuloso aqruivo de Marina Tavares Dias)

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Ontem, na Grécia; amanhã...

por João-Afonso Machado, em 24.02.11

Estudantes, pensionistas e trabalhadores. Uma centena de milhar deles. E mais uma manifestação de protesto, ontem, no centro de Atenas. Condimentada com uma greve geral e os inevitáveis conflitos com a Polícia.

O descontentamento dos gregos decorre das medidas de austeridade impostas. Foi, por isso, defronte ao Ministério das Finanças onde a violência atingiu o seu auge, com granadas de gás lacrimogénio lançadas de um lado e cocktails molotov do outro.

As escolas encerraram e os transportes públicos paralisaram. Os comerciantes correram os taipais das montras temendo as escaqueirassem e saqueassem o interior das lojas.

Enquanto isso, Sócrates (o nosso, não o grego dado à Filosofia) continua a assobiar para o ar, repetindo insistentemente que só sabe que nada sabe.

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Top of the pops

por João Távora, em 24.02.11

Radiohead - Weird Fishes. Sou pouco de modas, cheguei muito atrasado a esta banda como aconteceu com a maior parte da música que se me revelou sempre a tempo de eu desfrutar... 

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Olha, esqueceram-se do Sócrates

por Maria Teixeira Alves, em 23.02.11

Em visita a este blog rosa, deparei-me com um série de posts intitulados "Os amigos de Kadhafi", já lá vão 5 e nada de Sócrates, deixo aqui um retrato ilustrativo dessa amizade.

 

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"regime anacrónico", Sr. Ministro?

por Rui Crull Tabosa, em 23.02.11

Depois de, há escassos meses, ter comemorado noite dentro, com o 'chefe máximo', os 40 anos da cleptocracia líbia nas tendas do 'coronel' Kadhafi, o MNE português resolveu dizer hoje, a propósito da violação dos Direitos Humanos perpetrada por aquela ditatura afro-comunista, que a Líbia "é um regime anacrónico".

Anacrónico...

Luís Amado nada mais tem a dizer do que chamar antiquado ou esquisito ao regime de Kadhafi. Destoa dos nossos, por assim dizer...

Isto depois de se conhecerem os bombardeamentos e os massacres que, só nos últimos dias, provocaram a morte de centenas de civis e que foram cometidos pelas forças armadas ainda leais a esse déspota. Para já não falar dos crimes que esse beduíno praticou contra o seu próprio povo ao longo de décadas.

Mas a frase de Amado torna-se verdadeiramente obscena se tivermos presente esta declaração do ex-ministro da Justiça líbio, Mustafa Abdel-Jalil: "Tenho provas que Kadhafi deu as ordens sobre Lockerbie". Como sabemos, trata-se do atentado cometido em 1988 contra um avião civil do qual resultou a morte de 270 pessoas.

Perante esta gravíssima acusação a Kadhafi, que não é nova, como se sabe, e não surpreende se nos recordarmos que, ainda há menos de dois anos, esse terrorista abraçou o executor do referido atentado, se o Governo português mantiver, mais um só dia que seja, a tibieza interesseira com que tem gerido a questão líbia (à espera de ver para onde cai o poder), é caso para dizer que Portugal pratica uma 'diplomacia suja' ou mesmo uma 'diplomacia de sangue'.

Nesse caso, não estranharia se, sendo Kadhafi submetido a julgamento por crimes contra a Humanidade, como é de esperar, ainda viesse a arrolar José Sócrates e Luís Amado como ... testemunhas de defesa. Em memória da nossa 'diplomacia económica' deles, pois claro!

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Zangam-se as comadres

por Maria Teixeira Alves, em 23.02.11

O ex-ministro de Justiça da Líbia Mustafa Abdel-Jalil afirmou que o ditador Muamar Kadhafi ordenou pessoalmente o atentado a um avião que explodiu sobre a cidade de Lockerbie, na Escócia, em 1988, matando 270 pessoas.

 

Claro que esta notícia divulgada num jornal sueco tem a finalidade de afastar os Estados Unidos de qualquer complacência com Kadhafi.

 

Os estrangeiros têm de sair do país, porque há o perigo de acabarem por ser usados como reféns de Kadhafi para exigir apoios internacionais. 

 

Suspeito que Kadhafi não vai desistir da Líbia. Vai acabar por rebentar com os próprios poços de petróleo. Daqui ainda poderá surgir a guerra do Médio Oriente, entre os pró-ocidente e os fundamentalistas religiosos... a ver vamos como isto acaba.

 

 

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Muito pertinente

por Maria Teixeira Alves, em 23.02.11

Acabo de ler esta frase muito pertinente no Facebook, mais precisamente no mural do João Villalobos:

 

‎"Pelos acontecimentos recentes, parece-me que é mais fácil mudar de regime numa ditadura do que de política numa democracia!"

 

Autor: Luís Rodrigues

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Um estudo diz que... os homens de direita são mais bonitos

por Maria Teixeira Alves, em 23.02.11

 

De acordo com um estudo de três economistas, da Suécia e da Finlândia, os candidatos de direita são considerados mais bonitos que os de esquerda e isso beneficia-os nas eleições.

 

Tudo a achar que os programas dos governos é que contavam... afinal!

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O apelo

por Maria Teixeira Alves, em 23.02.11

 

Jenny Holzer
Azan art collection

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Almas gémeas

por José Mendonça da Cruz, em 23.02.11

 

  

Há duas entidades em Portugal que apregoam que a situação das finanças públicas não é preocupante. São elas o primeiro-ministro e o jornal Expresso.

Do primeiro-ministro, já não se esperaria outra coisa. Todos já compreendemos que está decidido a sacrificar todos à sua própria sobrevivência. Gastará mais uns milhões da propaganda a assentar pedras em Trás-os-Montes, a visitar obras de túneis e a proclamar futuros eléctricos. E, do mesmo passo, sonegará informação e números, proclamará como vitória e coragem suas arruinar o país e subtrair-nos mais dinheiro em impostos, enquanto ocultará todos os indicadores da sua acção incompetente e perdulária.

Do Expresso, algumas pessoas, que não eu, esperariam mais. Mas, com a sua manchete de sábado sobre como o défice descera - acompanhada de omissão clamorosa e provavelmente negociada com a fonte governamental dos dados sobre a subida da despesa ou das notícias sobre os artifícios contabilísticos a que o governo recorreu - com essa manchete o Expresso atestou que não é hoje um orgão de comunicação social, mas sim um orgão de transmissão socialista.

O primeiro-ministro não tem remédio. Lesar-nos-á gravemente até que se acabe a tibieza.

O Expresso, julgo eu, também não. Mesmo que algumas pessoas poucas dentro do Expresso beneficiassem de recordar a letra e o espírito do Estatuto do Jornalista (lei 1/99, actualizada), e depois tivessem um estremecimento de pudor, de brio profissional, um leve incómodo, ao menos.

O qual Estatuto do Jornalista reza, entre outras coisas, assim:

 

artigo 3º - Incompatibilidades

1 - O exercício da profissão de jornalista é incompatível com o desempenho de:

      (...)

      b) Funções de marketing, relações públicas, assessoria de imprensa e consultoria em comunicação ou imagem, bem como de planificação, orientação e execução de estratégias comerciais;

 

artigo 14º - Deveres

1 - Constitui dever fundamental dos jornalistas exercer a respectiva actividade com respeito pela ética profissional, competindo-lhes, designadamente:

      a) Informar com rigor e isenção, rejeitando o sensacionalismo e demarcando claramente os factos da opinião;

      (...)

      e) Procurar a diversificação das suas fontes de informação e ouvir as partes com interesses atendíveis nos casos de que se ocupem;

      f) Identificar, como regra, as suas fontes de informação, e atribuir as opiniões recolhidas aos respectivos autores.

      (...)

 

São ainda deveres do jornalista:

      j) Não utilizar ou apresentar como sua qualquer criação ou prestação alheia;

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Ratos é que não

por João-Afonso Machado, em 23.02.11

Num desses fins de tarde, onde se acoitava a beatitude. Gozando, em irmandade absoluta, o derradeiro adeus do sol.

Mas que fosse sob algum abrigo para a chuva, e a vida a desfiar-se em horas carregadas de memórias... Há sempre uma enseada segura onde a paz possa desembarcar em nós.

E dar conta dos ratos. É o diabo, a rataria! Onde ela permanece, é onde sobra fome para os demais. Sem esquecer os vampiros, a bem dizer, ratos também. Alados.

 

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Os prosélitos do costume

por José Mendonça da Cruz, em 23.02.11

 

Enquanto no Egipto, na Líbia, no Iemen, em Marrocos, na Tunísia, na Síria, na Jordânia, morre gente e espreitam mortais perigos, vejo abrirem-se em sorrisos e agitar pueris entusiasmos vários comentadores de esquerda. Chamam «festa da democracia» ao que não é festa nenhuma e talvez acabe numa tirania islâmica friamente planeada. Esses prosélitos vão do repórter do Público (que com o cronista Fernando Alves, da TSF, melhor estaria ao balcão de uma boutique de ditirambos) ao comentário de Alfredo Barroso, ontem na SicNotícias, criticando contorcidamente os que dizem que tudo isto pode acabar muito mal. Que dirá ele, que dirão eles, se a sua Europa e o seu país se virem espoliados e asfixiados por mullahs de dedo em riste e a outra mão na torneira do petróleo? Arrepender-se-ão 5 vezes por dia?

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Malcom Gladwell em Portugal

por Maria Teixeira Alves, em 23.02.11

 

Acabo de ouvir falar Malcom Gladwell,  o autor dos livros The Tipping Point: How Little Things Can Make a Big Difference, Blink, Outliers. Para este jornalista do New Yorker as grandes decisões são inconscientes. Depois disse que tão importante como ter grandes ideias, conhecimento e experiência, era haver quem tivesse "fresh eyes", pessoas com capacidade de reconhecer uma boa ideia quando deparam com ela. Deu o exemplo de Steve Jobs.

Falou ainda, e deu o exemplo das recentes revoluções no mundo árabe, de que para além do conhecimento, das ideias novas, e da experiência, era também muito importante a "urgência", o sentimento de que é preciso mudar aqui e agora.  

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Geração à rasca... já vais tarde, diria eu.

por Maria Teixeira Alves, em 22.02.11

Geração à rasca:

 

Nasce o manifesto:

 

Manifesto

Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.

Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país.

 

Já vêm tarde, diria eu. Pois agora já nada cabe a este Governo decidir. A partir deste ponto depende totalmente da Europa e da cimeira de Março.

 

O FMI está à porta.... já nada, mesmo nada mudará essa realidade. Reparem em como o Governo anunciou um corte sem precedentes no défice, e mesmo assim os juros das obrigações do tesouro atingiram os 7,4%.

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Quanto pior, mais vende?

por João Távora, em 22.02.11

 

 

Pela enésima vez a revista Sábado surge nas bancas trazendo a tema de capa os pretensos vícios e taras das nossas ancestrais elites. A mensagem subliminar é a de que a m…é toda a mesma; de D. Afonso Henriques, um tarado que batia na mãe ao jovem D. Manuel II que se amancebou com uma corista de vaudeville, todos eram igualmente pervertidos como o lado mais obscuro de toda a gente. A exploração do mais básico voyeurismo popular, com este tipo de artigos sensacionalistas só cola devido ao ressentido preconceito indígena e à proverbial ignorância dos portugueses quanto à sua História. De resto, os que alimentam esta cultura desconstrutiva do escãndalo, seguem um conhecido guião revolucionário, os intentos daqueles que anseiam por um povo mais e mais desmotivado, verdadeiramente órfão de grandeza e pobre de ideais. Quanto pior, melhor!

 

Adenda: obrigatório é ler este texto do Nuno Resende

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Um caso recorrente

por João-Afonso Machado, em 22.02.11

Ela tinha 89 anos; ele 85. Eram casados há 62. Viviam sozinhos, ou melhor, na companhia permanente do alzheimer da senhora. Cada vez mais insuportávelmente para o senhor.

E o desespêro ditou a tragédia: o homicídio seguido do suicídio. O marido já não conseguia conviver com a doença da mulher, macerava-o a sua vegetabilidade, e também não lhe apetecia a solidão dos dias que lhe restavam

Antes de se enforcar, escreveu cartas à família, explicando a sua conduta.

Mas - não existiriam meios de evitar tudo isto? Onde estavam, afinal, os famigerados direitos sociais deste pobre casal de velhos?

O episódio não ocorreu na selva, antes em plena Lisboa, nesta soalheira democracia à beira-mar plantada...

 

Nota: faço hoje este apontamento acreditando não será esquecido já amanhã.

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