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A política no frigorífico II

por João Távora, em 29.01.11

 

De olhos postos na execução orçamental consta que Passos Coelho até Abril não terá qualquer bandeira. Melhor assim: em boca fechada não entra mosca.

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A política no frigorifico I

por João Távora, em 29.01.11

 

A bandeira de Portas pela limitação dos salários dos gestores públicos é do mais básico populismo. A direita em que acredito pugna-se pela sobriedade.

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A questão geracional

por João Távora, em 29.01.11

 

A dedicatória "aos jovens" da vitória eleitoral de Cavaco Silva é o exemplo supremo da hipocrisia de toda uma geração de políticos que, com palavras mansas, arruínam o presente e o futuro desses "jovens". Mostra ainda uma fantástica inconsciência da frustração acumulada por milhares de pessoas, pais e filhos, um caldo de desilusão que ferve sob o verniz da sociedade.

Cavaco Silva, o principal político português da sua geração, tem por bandeira a defesa da estabilidade. Acontece que o tipo de estabilidade que Cavaco defende - que perpetua um regime com instituições fracas, um Estado social que distorce o contrato implícito entre gerações a favor dos mais velhos e uma política laboral discriminatória - é incompatível com os interesses dos jovens a quem dedicou a sua vitória. ler mais >>>

 

Bruno Faria Lopes, Jornal I

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Justiça!

por João-Afonso Machado, em 29.01.11

 

Clamou, em 1908, o Conde de Arnoso - justiça! Jamais feita, às vítimas do Regicídio. Mas persistem outros meios, para além da paródia judicial. Por isso, uma vez mais, na data do crime, os monárquicos portuenses celebram uma cerimónia religiosa, na Igreja dos Clérigos, lembrando o Portugal assassinado.

Decorrerá às 19 horas do próximo dia 1 de Fevereiro.

Como sempre, os universitários fieis - tantos são! -comparecerão. Será uma noite de tristeza, pelo Passado impune, e de esperança - pelo Futuro sem fim.

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Súbitamente,

por João-Afonso Machado, em 29.01.11

Antes ainda de 1974, o mundo dava uma cambalhota para o operariado textil do Baixo-Minho. A indústria ia de feição, a inflacção era um palavrão desconhecido, o nível de vida subia.

E a Toyota entrava triunfalmente em Portugal!

Sobretudo com o modelo Corola 1200. Azul-bébé ou vermelho-agudo. Para todos.

(Não exactamente com o da foto, um Deluxe).

Reminiscências. Na época, máquinas galopantes. A carestia era pertença do Passado, e triplicavam-se as moradias, onde hoje choramos, saudosos, as bouças e as leiras. Mas sem recriminações.

Surgiram construções de gosto duvidoso, chez nous, vacances. Propagaram-se os cães - invariávelmente os Lobo da Alsácia. E os Toyota também.

Do Cávado para cá, a paisagem mudou. Tragada por estrangeirismos: uma arquitectura made in France, diziam eles; uma guarda canídea made in Germany; e o carroço made in Japan.

Assim chegámos a hoje....

 

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'inteligências comprometidas'

por Rui Crull Tabosa, em 28.01.11

Se Daniel Proença de Carvalho não advogasse José Sócrates de forma tão diligente, até me comovia com este peditório...

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Uma pouca vergonha

por Rui Crull Tabosa, em 28.01.11

Já se sabia do pouco respeito que Carlos César tem pelo dinheiro dos contribuintes portugueses.

Permitir que a sua mulher e dois assessores estourassem mais de 27 mil euros numa viagenzita de cinco dias ao Canadá já seria digno de participação ao Ministério Público.

No final do ano passado ficámos a saber que o soba dos Açores resolveu dar um subsídio aos funcionários do governo regional, o qual, na prática, anula os cortes salariais que os restantes trabalhadores da administração pública estão a sofrer desde o início deste mês.

Agora, a criatura foi ainda mais longe, estendendo o referido subsídio aos trabalhadores das autarquias e das empresas municipais dos Açores.

Claro que o facto de as próximas eleições regionais deverem ocorrer em 2012, ou seja, já no próximo ano, é um simples pormenor…

Mas o que esta atitude revela é a mais descarada falta de solidariedade nacional, da parte de um aparachic socialista que não tem já sequer o elementar escrúpulo de ser solidário com as decisões que o seu próprio partido impôs ao País, o que revela bem como José Sócrates está a perder a autoridade junto dos seus apaniguados, para mais atentas as criticas que, em vão, fez ao demagogo açoriano.

Neste contexto, resta esperar que essas ilhas afortunadas não venham a precisar da solidariedade nacional que, por culpa de uns irresponsáveis de vistas curtas, se preparam novamente para recusar aos restantes Portugueses.

Se vierem a precisar, não tenho dúvidas de que o régulo regional virá cá ao Continente tecer loas sobre o seu portuguesismo, que agora enjeita, e a necessidade de os contribuintes, então, apoiarem uma vez mais os Açores.

Por mim, esperarei que ele antes devolva ao País o dinheiro que lhe está a roubar, desviando fundos que seguramente não têm como finalidade anular as medidas de redução da despesa pública, com o claro mas inconfessado objectivo de comprar o voto dos açorianos nas próximas eleições regionais.

Enquanto ele não se lembrar de vir pedir esmola à República, faço votos para que não apareça por cá a gozar com o zé povinho e, acima de tudo, para que o próximo Orçamento do Estado reduza as transferências para aquela região no montante dos desvios agora efectuados.

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Coelho ou Bugs Bunny?

por João-Afonso Machado, em 28.01.11

O homem, afinal, sabe-a toda. Tolo? Tolos somos nós. Fez a sua encenação, agitou a suástica, imitou o Big Ben. Candidatou-se à Presidência desta República - que não o desmerece - e multiplicou os disparates em campanha.

Depois veio o resultado, mano a mano com o nosso partido albinista. Surpreendentemente.

E, com o resultado, veio também a Comunicação Social...

Fatalmente, o homem apresentou-se à entrevista televisiva. Com uma gravata da moda, o nó quase bem dado. Num falar de onde tinha fugido todo o surrealismo, restando apenas o sotaque, aliás simpático.

Sobretudo - frise-se - o discurso era outro. Os projectos também. A neblina dissipou-se, Manuel Monteiro e Baltazar Aguiar eram um fumo longínquo. Agora é o Coelho e a sua meta: o Governo Regional. Santa paciência, meus senhores!, parecia ele dizer, como se roesse a cenoura à porta da toca, home, sweet home...

Do se passado só ficou, ao que consta, o emblema do PCP sobre a lareira da residência.

(- O PND-Madeira não é um partido reaccionário - afirmou, à laia de aviso à navegação...).

Realmente, a Política não se ensina. Aprende-se. Nem deve ser levada a sério. Apenas como um fait-divers.

 

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Tudo Bons Rapazes

por Maria Teixeira Alves, em 28.01.11

"O Eng. Sócrates foi o político mais causticado desde que temos democracia. Injustamente", diz Proença de Carvalho hoje em entrevista ao Jornal de Negócios.

 

O advogado que, por acaso, entrou a defender a Camargo Correia depois do processo da compra da Cimpor. A mesma Cimpor onde o Governo queria pôr, para o lugar de chairman da cimenteira portuguesa, Mário Lino.

Acabou por ser Castro Guerra o feliz contemplado socialista com o lugar na Cimpor.

Camargo Corrêa, a mesma que contratou Armando Vara para assumir o cargo de presidente do conselho de administração da cimenteira brasileira para África.

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Dizer presente!

por João Távora, em 28.01.11

 

Na próxima 3ª feira dia 1 de Fevereiro pelas 19h00, na Igreja de Nossa Senhora da Encarnação ao Chiado, será celebrada missa em memória do Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe homenageando-se o seu sacrifício ao serviço da Pátria há 103 anos. A Real Associação de Lisboa apela à presença de todos neste tributo que contará com a presença da família Real. Um povo sem memória é um povo sem futuro.

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As forças da reacção

por João Távora, em 28.01.11

 

Ao ouvir Pedro Marques Lopes ontem à noite na SIC Notícias em comovente comunhão com Adão e Silva a verberar com inusitada arrogância contra Paulo Portas, apercebemo-nos como o deslumbramento pelo poder pode cegar, fazer confundir o acessório com o que é essencial. O essencial é resgatar Portugal. Assim foi, a loira de Passos Coelho deu uma série de recados, enumerando uma série de lugares comuns, velhas teorias e tacticismos, da conquista do centro esquerda, e do perigo da direita, um argumentário que mais não pretende do que assegurar às hostes laranjas de que tudo permanecerá igual ao que sempre foi, acalmar as ávidas clientelas que há décadas encalharam o país num cinzento e profundo centrão.

Se os resultados das presidenciais nos indicam algo para além do óbvio, é que os portugueses anseiam por novas propostas, desacreditam profundamente no discurso tradicional dos partidos, vistos como meros sindicatos de interesses e divorciados dos cidadãos. É justamente esse sentimento que favorece, quanto a mim, a formação dum espaço de união não socialista, um movimento descomplexado e afirmativo de ruptura, que reúna uma inquestionável selecção das mais importantes figuras à direita do PS, num projecto de aliança eleitoral virado para a regeneração e rejuvenescimento da política e para a mobilização do país. Algo parecido com o desafio feito por Paulo Portas, que, há que reconhecer, desta vez está repleto de razão e oportunidade.

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Sexta-feira vence a infâmia

por Corta-fitas, em 28.01.11

 

 

Laetitia Casta

 

Daqui

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António Barreto, sempre ele!

por João-Afonso Machado, em 28.01.11

Consta ser socialista. Será. Para mim, é, sobretudo, o politico mais sério e realista, das raras excepções que não desonram os portugueses. Daí a expectativa com que me sentei para mais uma Grande Entrevista de Judite de Sousa. Mesmo porque, obviamente, a conversa incidiria sobre as Presidenciais. Vale dizer, sobre o regime republicano.

Como de facto. E, palavras suas, o cargo em questão é um factor perturbador, quando devia não ser, do equilibrio politico-institucional. Quando devia não ser...

Desenvolvendo o seu raciocínio, António Barreto frisou a fortíssima união de que o País carece, e da qual está impedido, por via da elegibilidade da Chefia de Estado. Nomeadamente, neste crucial momento de sobrevivência, a congregação Presidente / Governo afigura-se-lhe imprescindivel, mas torpedeada pelas querelas partidárias envolventes. Torpedeada, ou seja, levada ao fundo do mar. Afogada.

Barreto defendeu ainda o modelo constitucional parlamentar. Muito bem. Uma opção já experimentada na 1ª República, com um Presidente eleito por um Senado. Conhecem, lembra-se dos resultados? Têm presente o produto do império dos Partidos?

Sobre o tema, a sua afirmação final é, no mínimo, premonitória: se não houver uma grande reforma, haverá uma revolução.

À atenção de cada um... E de todos.

 

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Um arauto da sinceridade

por Maria Teixeira Alves, em 28.01.11

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Ainda as eleições...

por João-Afonso Machado, em 27.01.11

Só hoje tive acesso, através da Imprensa local, aos resultados eleitorais na freguesia da minha gente, em V. N. de Famalicão. Uma mancha predominantemente rural, cuja população, se não estiver no desemprego, se dedica, sobretudo, ao comércio e aos serviços, na sede do concelho. E uma Junta administrada pelo Partido Socialista.

Ei-los, então, num universo de 1475 inscritos nos cadernos eleitorais: Abstenção - 528; Cavaco Silva - 521; Manuel Alegre - 170; Fernando Nobre - 120; Votos brancos - 40; José Manuel Coelho - 27; Defensor Moura - 25; Francisco Lopes - 24; Votos nulos - 20.

Comentários, eventualmente pertinentes, para além do que é óbvio: neste bocado minhoto, o voto em Coelho traduz um protesto similar ao dos votos em branco ou nulos; a opção Defensor resulta da nossa (relativa) proximidade a Viana do Castelo, de onde o candidato provém.

O mais está à vista. Com o acrescento, apenas, de que, em eleições autárquicas, os partidos abstencionista, albinista ou nihilista quase não têm expressão.

Porque será assim?

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Banqueiros com sentido de humor

por Maria Teixeira Alves, em 27.01.11

 

Depois de ontem Fernando Ulrich ter anunciado que o BPI não vai pagar dividendos aos accionistas (o que não acontecia desde 1986) e vai absorver o lucro num aumento de capital por incorporação de reservas, eis que Ricardo Salgado, presidente do banco concorrente, anuncia:  O BES "vai pagar dividendos"!

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O mar de Sophia

por João-Afonso Machado, em 27.01.11

«De todos os cantos do mundo

Amo com um amor mais forte e mais profundo

Aquela praia extasiada e nua,

Onde me uni ao mar, ao vento e à lua» (1944).

 

Foi na Granja que nasceram os primeiros poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen. Na sua «Casa Branca», onde corriam - ou passeavam, somente, - as suas férias. E, tantas décadas volvidas, ninguém saiu do seu lugar. Nem o seu génio, desde sempre em total triunfo literário. Nem nós, que a lemos, relemos... e sentimos, nas suas palavras, a profunda verdade das coisas.

Tão-pouco o mar foi embora. O «Mar» de Sophia, não um oceano qualquer. Com cores, com alma, reactivo, familiar. Curveteando entre as rochas, até chegar à praia. Um confidente, enfim. Sentado nos degraus, noite fora, ouvindo recados, guardando segredos. Quem o conhece não me desmente.

 

(Virá a propósito lembrar que os descendentes de Sophia doaram o seu espólio à Biblioteca Nacional).

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Sob o alto padrão moral socialista

por José Mendonça da Cruz, em 27.01.11

Há tempos e por conveniência mútua, acordei a minha saída de uma empresa multinacional americana. A minha indemnização correspondeu à multiplicação do meu vencimento por 14 seguida da divisão por 12, seguida da multiplicação do resultado pelo meu tempo de serviço, e seguida ainda da multiplicação desse resultado por 1,5.

Mas a empresa de onde saí é americana. Pertence, portanto, a essa classe horrorosa de gente que acredita «nos mercados», que jura pela liberdade económica e pela inciativa privada (são «especuladores», em suma) e que faz as coisas tal qual como as combinou de início, sem mudar as regras a meio nem fazer o contrário do que prometeu (gente pouco «hábil», em resumo).

É um consolo ver que o nosso governo socialista, do alto do seu pedestal moral, jamais teria permitido este abuso de ser-se tratado não só decentemente, como bem. E que envida todos os esforços para que situações igualmente decentes e boas não venham a repetir-se com ninguém.

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Bem aventurados os pobres de espírito

por José Mendonça da Cruz, em 27.01.11

 

Diz Bibi que, afinal, nunca conheceu nem conhece nenhum dos arguidos do caso Casa Pia; diz que só disse mentiras, diz que sob efeito de drogas.

Disse Bibi tudo isto em entrevista à revista Focus, ao jornalista Carlos Tomás. O qual Carlos Tomás, incidentalmente, em 2004, escreveu com Marluce, mulher de Carlos Cruz, o livro As Grades do Sofrimento, sobre como é penoso ser arguido do caso Casa Pia.

Vêem nisto alguma coisa suspeita? Não? Estão como eu. Julgo que assim ganhamos o céu.

 

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Por uma Aliança Democrática permanente

por Duarte Calvão, em 26.01.11

Muito boa e corajosa a iniciativa de hoje de Paulo Portas de defender uma coligação pré-eleitoral PSD-CDS. Não só pelo que isso significa em termos se soma de votos, não se desperdiçando a votação dos círculos em que cada um dos partidos concorre sozinho e que não chega para eleger mais um deputado, mas sobretudo pelo que pode significar para uma reorganização do espaço não socialista, a exemplo do que aconteceu em vários países europeus. É claro que Portas tem que se precaver contra a “clubite” (e os interesses instalados em ambos os partidos) e esclareceu que os dois partidos devem continuar a existir. Já eu acho que não, acho sim que se deve criar um novo, que tem já nome escolhido pela história, Aliança Democrática, e terminar com uma divisão que hoje não faz sentido. E não ter respeito pelo estafado argumento de que o CDS apanha os votos da direita e o PSD do centro…Todas estas ideias estão ultrapassadas. Parece-me que um novo partido, desde que defenda aquilo de que o país precisa urgentemente, com clareza e determinação, é capaz de motivar eleitores de todos os quadrantes. Não fosse a nossa situação tão desesperada e talvez pudéssemos continuar atolados em conceitos velhos e prudentes, mas no estado que estamos é preciso arriscar em ideias novas e rupturas.

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