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Depois de casa roubada...

por Rui Crull Tabosa, em 02.11.10

..."61% dos portugueses não confiava a chave de casa a José Sócrates".

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Ou o candidato Coelho na sua faceta "anti corta-fitas"

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AJ Jardim bate forte e feio

por Pedro Quartin Graça, em 02.11.10

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Estão aí os portugueses; e o Estado, onde está?

por João-Afonso Machado, em 01.11.10

Para os mais desatentos, como eu, uma recente sondagem da Universidade Católica traduziu uma novidade absoluta.

Versava a mesma, essencialmente, duas questões, ambas relacionadas com o Orçamento de Estado para 2011.

Quanto à primeira, 55% dos inquiridos pronunciaram-se a desfavor do aludido documento; não obstante, 54% concordaram na importância da sua aprovação para o futuro do País.

Já a segunda incidia sobre a anunciada greve geral - a merecer o beneplácito de 59% dos "sondados", conquanto 66% não tencionasse aderir.

As conclusões parecem claras: os portugueses perceberam que o Governo lhes quer ir aos bolsos, através da tributação, de modo algum para melhorar a sua qualidade de vida (através da criação dos necessários equipamentos ou comodidades), antes para, à descarada, realizar meios financeiros bastantes à cobertura da despesa do Estado.

Em suma, constataram a existência da famigerada crise e resignaram-se com o facto. Declararam o seu protesto mas dispuseram-se aos sacrifícios. O que é sintomático e encorajador: os portugueses, acima dos seus prejuizos pessoais -  de que os governantes são causa e culpa - valorizaram a crise nacional. Em segura demonstração de maturidade.

Portugal tem, portanto, um Povo. Não tem é Poder nem Autoridade politica. Logo, não tem Estado. Terá, ou será, apenas, uma tradição. Uma Cultura, vá lá.

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Vem aí cacau!

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

Infelizmente não é daquele de que muito precisamos mas sim outro... E vai custar dinheiro! E quem é que o manda? O "nosso amigo" Chávez, é claro. Disto é que não falou o Engº Pinto de Sousa quando fez a negociata do barco. Mas a garantia é dada pelo Comandante que decidiu hoje mesmo declarar o Cacau venezuelano como "produto estratégico nacional" e inclui Portugal como um dos países que o deve importar.

O anúncio foi feito durante o já nosso conhecido programa radiofónico e televisivo "Alô Presidente!", transmitido a partir da fábrica de chocolate El Cimarrón.

O Presidente venezuelano explicou que deseja converter a Venezuela numa "potência cacaueira mundial", como parte de um novo modelo económico, e referiu que tenciona distribuir esse produto "a países aliados da Revolução Bolivariana", como Portugal, Líbia, Arábia Saudita, Ucrânia, Bielorrúsia e Rússia, num barco que faria uma primeira paragem em território português.

"Estamos falando de um produto estratégico para a produção nacional e para a nossa nova política económica internacional (...) o cacau que se produz na Venezuela é o melhor do mundo!", enfatizou Hugo Chávez que instou o vice-presidente venezuelano, Elías Jaua, a pôr-se em contacto com as empresas produtoras de cacau para realizar uma união estratégica.

Conclusão: não vem "cacau" daquele que precisávamos. Em contrapartida chegará cacau do verdadeiro. Já agora, curiosidade minha, com que taxa de IVA?

Confira tudo aqui.

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“Basta de pastéis, Coelho a Belém”

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

Pobre III República que produz candidatos deste calibre. Está tudo dito sobre o fim próximo do Regime.

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O fim da era Sócrates

por Duarte Calvão, em 01.11.10

A era Sócrates acabou neste fim-de-semana. Com um processo de negociações do Orçamento que lhe correu muito mal e duas sondagens esmagadoras, sem margens de erro que lhe valham, terá agora que liderar a contragosto um Governo que se vai arrastar durante seis meses a tentar executar um Orçamento de miséria, com uma derrota nas presidenciais pelo meio, até às eleições antecipadas que darão uma vitória certa ao PSD, caso o PS torne a apresentá-lo como candidato a primeiro-ministro. O que, porém, parece que não é certo.
Apesar de eu não ter simpatia pela actual direcção do PSD, tenho de reconhecer que jogou bem nas negociações do Orçamento. Mas tenho a impressão de que a intervenção de Cavaco Silva foi essencial para o triunfo de Passos Coelho (logo ele, tão enfático em querer ultrapassar o “cavaquismo” no seu partido…), não só pela sugestão de Eduardo Catroga, mas sobretudo porque quando Sócrates, na terça-feira, deu ordens a Teixeira dos Santos para provocar a ruptura nas negociações com o PSD, o presidente deverá ter feito saber a Sócrates que não aceitaria a sua demissão. Ou seja, trocou as voltas ao primeiro-ministro que, como me parece evidente, se preparava para seguir o exemplo do seu mentor António Guterres: depois de deixar o país de pantanas, ir embora e culpar o futuro governo do PSD pela crise económica criada pelos socialistas.
Entretanto, graças ao nosso sábio sistema republicano, vamos ter que agonizar mais de meio ano até termos de novo um Governo a sério, num momento em que vivemos a maior crise pós-25 de Abril. Sabem porquê, sabem porque é que o presidente não pode dissolver o Parlamento nos seis meses anteriores às eleições presidenciais? Porque o nosso sistema semi-presidencial “funciona” tão bem que desconfia que o mais alto magistrado da Nação pode usar isso como trunfo para a sua reeleição ou para favorecer um candidato que apoie… Com destaque para Jorge Sampaio, que só depois de dois mandatos presidenciais e de ter sido secretário-geral do PS “descobriu” que este prazo constitucional não serve, há agora uma série de pessoas a clamar contra a estupidez desta disposição. Como se agora adiantasse alguma coisa.
Vamos portanto aguentar impotentes a ver o país a cair durante o Inverno e a Primavera, mas sempre nos podemos ir divertindo com as mudanças de opinião de comentadores, empresários, banqueiros, jornalistas e por aí fora, que até há menos de um ano não hesitavam em considerar José Sócrates como “o melhor primeiro-ministro” para esta época de crise e que agora lhe vão virar as costas e culpá-lo por tudo e mais alguma coisa. As suas qualidades passarão a ser defeitos, as “reformas” passarão a ser causas da crise, o que era branco passará a ser preto. Um espectáculo repugnante já visto com o Cavaco primeiro-ministro e com Guterres, que mostra bem que também esses “opinadores” e “influentes” são culpados pela desgraça de país em que vivemos.

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Se conduzir não beba

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

Foto recebida por e-mail

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Arqueologias

por João-Afonso Machado, em 01.11.10

O tordo perdera o comboio de regresso e foi ficando, estava cá no dia em que o apanhei com a máquina. A poisar, acabadinho de chegar de umas silveiras, onde trinava. E atrás de mim, então, uma voz inesperada:

- Interessante megalito...

(o esteio de uma ramada, já inexistente, de onde o tordo se alou, no maior alvoroço). A interpelante, essa, descia vagarosamente o caminho, muito sorridente, muito comunicativa. Não digo fosse citadina mas, sem dúvida, as suas roupagens não eram as mais adequadas àquelas andanças.

- E está classificado?

Eu não contava ser mentiroso. Mas a promoção do pobre esteio, com um pedaço de ráfia atado na ponta, seu único adorno, a tão nobre e veneranda condição foi mais forte. Além de que a vizinhança recebe turistas, há que valorizar a terra, puxar por ela.

- Com certeza, minha senhora. Classificadíssimo. Com notas elevadas, aliás.

(Até porque os seus congéneres, não reutilizados como ponteiras nos bardos das vinhas novas, fácilmente se vendiam, à mingua de gente para trabalhar o granito).

A senhora quis saber tudo. Expliquei-lhe a ligação daqueles monumentos à vitivinicultura. Desde tempos imemoriais. Dos celtas, talvez...

- Mas o vinho é assim tão antigo?...

Rematei logo, a controlar a temática:

- O vinho palhete sim, minha senhora. O vinho rosé - rosado como os celtas, na cútis. Olhe, como os ingleses que inventaram o vinho do Porto...

Ela permaneceu uns segundos em silêncio, encantada.

- Há uma ligação profunda entre estes megalitos, apontados ao firmamento, e o culto da morte. Ou mesmo com a fertilidade, com o culto da vida...

Entre a vida e a morte, prestes a estoirar em garagalhada, que certamente ofenderia tão distinta arqueóloga, pretexteei uma urgência qualquer e despedi-me. Não podia, nem queria, estragar o negócio turistico dos meus vizinhos.

(Mais além, jaz um túmulo pré-romano,efectivamente. Não me ofereci para o mostrar: podia confundi-lo com alguma talha de azeite e não se deve brincar com o sacro).

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Curioso, não é?

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

Um blog conotado com aquilo que, alguns, chamam de esquerda (confesso que nos tempos que correm tenho imensa dificuldade em perceber o que isso é) está a fazer um inquérito/sondagem sobre quem os leitores vão votar nas eleições presidenciais. Curiosamente nele foi colocado o nome de S.A.R. o Duque de Bragança. Resultado? D. Duarte lidera a sondagem...Pois é...

Confira a votação aqui.

 

Como vai votar nas Presidenciais?

  • Cavaco Silva (3%, 92 Votes)
  • Manuel Alegre (1%, 41 Votes)
  • Fernando Nobre (7%, 198 Votes)
  • Duarte Pio (40%, 1.180 Votes)
  • Francisco Lopes (1%, 16 Votes)
  • Defensor Moura (0%, 3 Votes)
  • Candidato Vieira (4%, 131 Votes)
  • António Pedro Ribeiro (0%, 9 Votes)
  • Não voto (41%, 1.226 Votes)
  • Em branco (2%, 50 Votes)
  • José Pinto-Coelho (1%, 10 Votes)
  • Total Votantes: 2.956

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Dia de Todos os Santos

por João Távora, em 01.11.10

 

Tende a generalizar-se por aí uma certa confusão sobre a celebração que fundamenta o feriado de hoje, que pouco tem a ver com o culto dos mortos e muito menos com o carnaval antecipado das abóboras e das bruxas. Hoje celebra-se o dia de Todos os Santos, ou seja, de todos os cristãos que de forma coerente, anónimos ou canonizados pela hierarquia, devotaram o esforço das suas vidas à felicidade de serem "dos de Cristo". Hoje pelas igrejas de Portugal reza-se por intenção dos seus heróis, Todos os Santos, a Guarda Avançada de Jesus Cristo na História:

 

Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se.
Rodearam-n’O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo:
«Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça,
porque deles é o reino dos Céus.
Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós.
Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa».

 

Mt 5, 1-12a

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Sra. PRESIDENTA...

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, dirigiu uma mensagem de felicitações à Presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, vencedora das eleições realizadas ontem realizadas naquele país.

É o seguinte o teor da mensagem do Presidente Aníbal Cavaco Silva:

“Tendo acabado de tomar conhecimento da vitória de Vossa Excelência nas eleições para a Presidência da República do Brasil, quero apresentar-lhe, em meu nome e em nome do Povo português, as mais calorosas felicitações e os desejos do maior sucesso no exercício das altas funções que o Povo brasileiro lhe confiou.

Estou certo que o mandato de Vossa Excelência constituirá uma renovada oportunidade de aprofundamento do nosso relacionamento e da nossa concertação estratégica. Pode, Vossa Excelência, contar com o meu firme empenho pessoal nesse sentido.

Na expectativa de poder recebê-la brevemente em Portugal, reitero-lhe as minhas mais sinceras felicitações e peço-lhe que aceite os votos que formulo pela felicidade pessoal de Vossa Excelência e pela continuada prosperidade e progresso do Povo irmão brasileiro.

Aníbal Cavaco Silva”

 

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Pirata assaltado!

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10

Uns chamam-lhe "arte". Eu prefiro incompetência ou "borrada". Como se não bastassem os "grafitti", agora, em vez de promover a reabilitação dos edifícios degradados na capital, a Câmara Municipal de Lisboa, pela mão do edil Costa, resolveu optar pela solução mais fácil e autorizar a "intervenção artística" numa série de edifícios um pouco por toda a capital. Desta forma se "embeleza" no entender do Município aquilo que a incapacidade política não consegue resolver. A última vítima indefesa do verdadeiro assalto foi o edifício "Pirata das Caraíbas", em plena Av. da Liberdade, e que, em vez de ser recuperado e devolvido aos lisboetas, jaz agora pintado de azul TMN conforme as cujas fotos que, com a devida vénia, reproduzimos do post certeiro publicado por Nuno Castelo - Branco hoje no Aventar, atestam. Pobre Lisboa!

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Maria "Coveira"

por Pedro Quartin Graça, em 01.11.10
Maria 'Coveira' enterra os mortos como há meio século

A peça é assinada por Paulo Julião e está publicada no Diário de Notícias de hoje. Em Dia de Todos-os-Santos, a coveira de Merufe, em Monção, lamenta-se de não ter quem lhe suceda no negócio, o qual, há mais de sete décadas, é assegurado pela família Cerqueira. Nos últimos 50 anos, a "sorte" coube a Maria que, com 70 anos, garante que vai continuar a enterrar os mortos enquanto tiver forças.

"Se aos cem anos ainda estiver viva e com forças, continuo a ser a coveira. Mas o que queria mesmo era deixar isto para os meus filhos, mas eles têm outras vidas", conta, à conversa com o DN.

"As pessoas têm um medo terrível disto. Até fogem." A última esperança de deixar o negócio na família era um primo, que já a ajudava há vários anos. "Foi um desgosto muito grande. Morreu há três semanas, com 47 anos, amarrado a uma tomada eléctrica. Nem tive coragem para o enterrar e tive de chamar um coveiro de fora", diz, emocionada, Maria Cerqueira.

Nas campas, que sozinha escava em meio-dia, garante que os únicos sustos que apanha é quando "volta e meia" fica enterrada, pela cintura, sempre que alguma terra lhe desliza para cima. "Fora isso, tenho mais medo dos vivos do que dos mortos", confessa.

Bem compreendo a Maria. Está cheia de razão. Os mortos não fazem mal a ninguém. Já quanto a alguns dos vivos é o que se sabe.

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Corta-fitas

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