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Uma visão sobre Salazar

por Rui Crull Tabosa, em 27.07.10
Ditador, patriota, fascista, conservador, nacionalista, autoritário, frio, cerceador da liberdade, salvador da Pátria, saneador das finanças públicas, provinciano, quase asceta e exemplo de honestidade e probidade, o maior investidor português, como recentemente se sustentou, de António de Oliveira Salazar tudo se disse e o seu contrário, conforme as tendências da moda e as simpatias políticas de quem o qualifica. 
Cumprindo-se hoje 40 anos sobre a morte de Salazar, começa finalmente a ser tempo de a ideologia ceder à História e permitir um retrato mais desapaixonado e mais verdadeiro do Homem que, aos 40 anos, governou Portugal por outros 40.
No vídeo acima, produzido para o programa Grandes Portugueses, transmitido há poucos anos pela RTP, Jaime Nogueira Pinto atirou uma pedrada para o charco do politicamente correcto. E, mais recentemente, Rui Ramos, na sua História de Portugal, 'abriu as portas' à revisão da historiografia oficial, tradicionalmente dominada pela esquerda, que nunca resistiu a fazer política com as suas interpretações marxizantes da História.

Opinião feminina: um animal feroz...

por Luísa Correia, em 26.07.10

Quando a atmosfera me esturrica os neurónios, fico sem conseguir falar de mais do que dos meus neurónios esturricados. Nem opinar sobre a figura do nosso «animal feroz» - entretanto vagamente amansado e agora também mitificado pela sua omnipresença - consigo, sem o recurso a estas ajustadas e expressivas palavras de Evelyn Waugh: «I thought he was a sort of primitive savage, but he was something absolutely modern and up-to-date that only this ghastly age could produce. A tiny bit of a man pretending he was the whole».

Defeitos da raça

por Rui Crull Tabosa, em 25.07.10

 

"Inveja" foi a palavra escolhida por Camões para o último verso da última estrofe do último canto d'Os Lusíadas. Como conhecia bem o nosso povo... E como pouco mudámos desde então...

Aventuras na Pequena Alface: Domingos sobre rodas

por Luísa Correia, em 25.07.10

Foi a propósito deste post do José, e com um olho nuns pastelinhos de bacalhau e outro nas belas imagens de Paris, transmitidas no pequeno ecrã a pretexto da conclusão da volta à França em bicicleta, que relembrei os Domingos estivais do meu mais ou menos remoto passado. Eram Domingos domésticos, abrigados nas sombras frescas intra-muros – os caminhos do mar estando, nesses dias, invariavelmente sobrelotados - … mas nem por isso a aventura ficava à porta. O alvoroço começava, aliás, na Sexta-Feira anterior, com os treinos de qualificação. E atingia o seu clímax no Domingo, com o Grande Prémio de Fórmula 1. Os duelos que se travavam nas pistas absorviam a atenção, não apenas no par de horas por que se alongavam, mas durante toda a jornada, de manhã à noite, desde logo na especulação sobre as condições dos asfaltos e das atmosferas, e na aposta sobre os vencedores; e depois, na revisão e no comentário das tácticas, das manobras, dos percalços, dos acidentes e até de algumas perdas pessoais, que lastimava sem nunca realmente desligar do espectáculo, e que talvez até desvalorizasse – como tendencialmente se desdramatizam as mortes doces. Há nomes que não vou esquecer pelo fastio que baniram das minhas tardes dominicais: Jackie Stewart, François Cévert (lindíssimo homem!), Jacky Ickx, Niki Lauda, Nelson Piquet, Gilles Villeneuve, Alain Prost, Ayrton Senna, Nigel Mansell, Michael Schumacher… No tempo dos primeiros, a vibração centrava-se ainda nos virtuosismos automobilísticos dos pilotos, demonstrados numa competição taco-a-taco, em que a tecnologia dos motores, a sofisticação dos chassis ou a velocidade dos abastecimentos – ou, em quatro palavras, a força da escuderia - não parecia interferir. No tempo dos últimos, outros nomes se foram impondo, os nomes de casas como a Ferrari, a McLaren, a Renault e a Williams, cujo sistema organizativo passou a condicionar o desfecho das corridas. Mas há um terceiro conjunto de nomes que também releva: o dos circuitos. E neste conjunto, realçaria o circuito urbano do Mónaco, onde as emoções, pela estreiteza das vias, pelo aperto das curvas, pela dificuldade das ultrapassagens e pelo ambiente geral, tão requintado, quanto cosmopolita, atingiam o ponto alto de cada campeonato. Não sei quando perdi o rasto ao «circo» da Fórmula 1. Foi, se calhar, quando a RTP2 o erradicou da sua programação… Ou quando deixei de acreditar em heróis…

Acordai!

por Rui Crull Tabosa, em 25.07.10
Cantata n.º 140, de Johann Sebastian Bach ('Wachet auf'), pelo tenor Peter Schreier, acompanhado pela Orquestra Bach, de Munique, sob a direcção de Karl Richter.

Domingo

por João Távora, em 25.07.10

Leitura do Livro do Génesis

 

Naqueles dias, disse o Senhor: «O clamor contra Sodoma e Gomorra é tão forte, o seu pecado é tão grave que Eu vou descer para verificar se o clamor que chegou até Mim corresponde inteiramente às suas obras. Se sim ou não, hei-de sabê-lo». Os homens que tinham vindo à residência de Abraão dirigiram-se então para Sodoma, enquanto o Senhor continuava junto de Abraão. Este aproximou-se e disse: «Irás destruir o justo com o pecador? Talvez haja cinquenta justos na cidade. Matá-los-ás a todos? Não perdoarás a essa cidade, por causa dos cinquenta justos que nela residem? Longe de Ti fazer tal coisa: dar a morte ao justo e ao pecador, de modo que o justo e o pecador tenham a mesma sorte! Longe de Ti! O juiz de toda a terra não fará justiça?». O Senhor respondeu-lhe: «Se encontrar em Sodoma cinquenta justos, perdoarei a toda a cidade por causa deles». Abraão insistiu: «Atrevo-me a falar ao meu Senhor, eu que não passo de pó e cinza: talvez para cinquenta justos faltem cinco. Por causa de cinco, destruirás toda a cidade?». O Senhor respondeu: «Não a destruirei se lá encontrar quarenta e cinco justos». Abraão insistiu mais uma vez: «Talvez não se encontrem nela mais de quarenta». O Senhor respondeu: «Não a destruirei em atenção a esses quarenta». Abraão disse ainda: «Se o meu Senhor não levar a mal, falarei mais uma vez: talvez haja lá trinta justos». O Senhor respondeu: «Não farei a destruição, se lá encontrar esses trinta». Abraão insistiu novamente: «Atrevo-me ainda a falar ao meu Senhor: talvez não se encontrem lá mais de vinte justos». O Senhor respondeu: «Não destruirei a cidade em atenção a esses vinte». Abraão prosseguiu: «Se o meu Senhor não levar a mal, falarei ainda esta vez: talvez lá não se encontrem senão dez». O Senhor respondeu: «Em atenção a esses dez, não destruirei a cidade».

 

Da Bíblia Sagrada

Evasões

por Luísa Correia, em 25.07.10

(Menorca...)

Post-it

por Luísa Correia, em 24.07.10

O arrebatado levantamento em Fafe traz à memória revoltas de outros tempos, despoletadas, também elas, por «razões de fé». Agrada, numa certa perspectiva, ver que o povo não dorme – não sempre… - e que é capaz de afrontar a autoridade, quando se vê contrariado com decisões aparentemente mal explicadas. Mas desagrada (profundamente!) que, por estes dias, apenas o faça - e usando impropérios e ameaçando com uns pares de «galhetas» - com a única autoridade que, precisamente pela natureza do seu poder, não deveria ser assim afrontada. Primeiro, porque o poder da Igreja não é e não se reclama, nem nunca reclamou um poder democrático; depois, porque é um poder «enfraquecido», que não se ampara na força das armas, nem do constrangimento policial, nem sequer das «galhetas». O poder da Igreja Católica no século XXI – como, justiça se faça, o poder de outras igrejas do planeta – é um dos raros poderes conformes ao meu conceito de civilização: é um poder discreto, pacífico e pacifista; e é um poder que gere uma comunidade a que se adere ou que se abandona livremente. Mas claro que o meu conceito de civilização é o meu conceito de civilização. Segundo Eça, nos seus Ecos de Paris, «a questão toda está em definir bem o que é ser civilizado. Antigamente, pensava-se que era conceber de um modo superior uma arte, uma filosofia e uma religião. Mas, como os povos orientais têm uma religião, uma filosofia e uma arte melhores ou tão boas como as dos ocidentais, nós alterámos a definição e dizemos agora que ser civilizado é possuir muitos navios couraçados e muitos canhões Krupp. Tu não tens canhões, nem couraçados, logo és bárbaro, estás maduro para vassalo e eu vou sobre ti!»… Por outras palavras – ou ajustando a ideia ao tema do post - a Igreja não tem a força das «galhetas», logo é bárbara, está madura para vassala e lá vai «a malta» sobre ela.

A longa celebração da desordem e da bancarrota

por José Mendonça da Cruz, em 24.07.10

Historiadores de direita e esquerda (Manuel Braga da Cruz, Vasco Pulido Valente, Fernando Rosas, António Costa Pinto, Rui Ramos, entre muitos) descreveram já pormenorizadamente a realidade da I República: um estado lastimável e pernicioso de coisas, um regime não democrático onde em nenhuma eleição votaram mais de 10 000 pessoas, conhecido por torturar padres, enviar os seus caceteiros contra opositores ou meros discordantes, gastador e perdulário, que meteu o país numa Guerra Mundial, versado no assassínio de governantes e presidentes, sem crédito interno e internacional, golpista e desordeiro, e que conduziu o país à bancarrota.

Pinheiro Chagas chegou a advertir, olhando a I República à sua volta, que «isto vai parar direitinho às mãos dos militares.» Foi, seguindo-se uma ditadura. Fernando Rosas já identificou nesses negros dias a existência de uma «ânsia de normalidade entre a classe média», ou seja, a maioria dos Portugueses, por oposição aos golpes diários, à desordem generalizada e à falência. Uma ânsia que foi respondida: a oferta de Salazar de «viver habitualmente» teve geral acolhimento.

Acontece, no entanto, que um grupo de dinossauros maçónicos e socialistas resolveu celebrar este ano e prolongadamente o centenário da República (e distribuir entre si os cargos em comissões e eventos correlativos), de pés assentes naquilo que o mesmo Rosas chama uma «visão hagiográfica da História». Não celebram a República como mais que discutível progresso em relação à Monarquia. Não, o que eles celebram é mesmo a I República.

Eis, portanto, o que se passa, descarada, impenitente e reiteradamente, durante todo este ano, culminando a desvergonha em Outubro: um grupelho que se apropriou de vários milhões de euros dos nossos impostos celebra um regime torcionário e indigno que levou o país à bancarrota e foi causa próxima de uma ditadura. Certamente, vêem-se ao espelho.

 

Alguns frutos famosos da I República

Novos reaccionários e serventes

por José Mendonça da Cruz, em 24.07.10

As discussões pouco sérias sobre a proposta de revisão constitucional do PSD tiveram duas enormes vantagens.

A primeira, a de ver bem a descoberto o comportamento dos novos reaccionários. Os novos reaccionários, que, do alto do pedestal em que se creem, vêm arruinando o país, gritam e contorcem-se, sem pudor, de cada vez que alguém propõe estudar e mudar aquilo mesmo que nos aflige (aquilo com que os novos reaccionários nos afligem).

Os novos reaccionários rezam pelo credo do Estado Social, prometem toda a saúde para todos, educação em geral gratuita e à roda, e cobram a empresas e trabalhadores em troca de segurança na velhice. Mas, depois, geram carência, mau atendimento, descaso e filas de espera na saúde. Mas, depois, fomentam o aparecimento de hostes de ignorantes saídas de um ensino medíocre, sem qualidade nem exigência, que chumba em todos os estudos comparativos na Europa. Mas depois de nos cobrarem o que estava no contrato, quebram o contrato e, afinal, dão menos segurança ou nada. Quando surja, porém, alguma proposta séria de rever o financiamento de educação, segurança social ou saúde, quando alguém relembre o facto indesmentível de que não haverá verbas que cheguem, nem para a segurança social, nem para a educação, nem para a saúde, os novos reaccionários fincam os pés no embuste, e assanham-se, como decrépitas virgens, contra o «atraso civilizacional», a «ofensa ao estado social», o «sacrilégio» (embora laico).

Os novos reaccionários são avessos a toda a mudança. E compreende-se. Os novos reaccionários habituaram-se a viver dentro do Estado, sendo que o Estado são eles. Os novos reaccionários são muito comichosos com o Estado e a dignidade dele. É por isso que viajam em executiva, que compram mais de 900 carros de luxo no mais fundo da crise que criaram, que acreditam em cobrar-nos cada vez mais, sempre cada vez mais, e em cumprir cada vez menos do que contrataram. Para eles, a dignidade do Estado é isso. Para eles, é irrelevante que o Estado não cumpra hoje os contratos que assinou ontem; não é grave que a despesa do Estado cresça sempre, e, depois de aumentar mais uma vez os impostos e de nos levar mais dinheiro nosso, já tenha gasto até Junho muitos milhões mais do que previra em Dezembro. Um Estado não fiável e indigno não é, para eles, isso. Os novos reaccionários continuarão, portanto, a defender que as coisas permaneçam como estão, por pior que elas estejam - embora não para o seu poder, e o poder de distribuir amigos por cargos. E a proposta de revisão constitucional do PSD tem essa primeira vantagem: pôr bem em evidência o comportamento e as particularíssimas preferências dos novos reaccionários. Um povo que acreditasse nos gritos de «perigo» soltos pelos novos reaccionários teria, assim, que ser incomensuravelmente medroso e estúpido.

A segunda vantagem da proposta do PSD foi a de ver novamente em acção, com um zelo militante que as sondagens tinham atenuado, os que se querem fazer passar por jornalistas e não passam de serventes. Na RTP, na SIC e na TVi, esta semana, tivemos oportunidade de ver, à descarada, comentários, reportagens recheadas de tiques de parcialidade e impertinência, jornalismo daquele que não informa mas apenas transmite a voz do dono, que são todo um atestado de comportamento. E a segunda vantagem da proposta do PSD é esta: o PSD não tem, agora, a menor desculpa para considerar que o estado do jornalismo em Portugal é «normal» e uma dessas «coisas da vida». Se tomar estas correias de transmissão por honestas, e esta desinformação por virtuosa, não se poderá queixar do futuro.

Quando eles falarem, desliguem

por José Mendonça da Cruz, em 24.07.10

A informação da RTP, que sofre de alma de lacaio, não é flor que se cheire. Mas o comentário desportivo - seja sobre futebol, seja sobre ciclismo - é um oásis no deserto de patetice e incompetência desse tipo de comentário. Na transmissão da Volta a França, enquanto a RTP conta com o comentário conhecedor, sóbrio e colado ao acontecimento de Marco Chagas e de um jornalista, o Eurosport recorre aos serviços de dois curiosos e um Olivier. Dizia, hoje, em antena, durante o contra-relógio decisivo, um dos curiosos ao Olivier do sotaque: «Olivier, quando limpas a boca com o guardanapo, desligas o microfone.» Que estas coisas sejam consideradas, além de normais, admissíveis e engraçadas, eis o que dá a medida de um serviço.

Frases que põem os ateístas de molho

por Rui Crull Tabosa, em 24.07.10

Jacinto Serrão, líder do PS/Madeira: "Vivemos num Estado laico, mas a sociedade não é, nem tem de ser. E este despacho [do Governo Regional da Madeira, a permitir crucifixos nas escolas da região] está ajustado à convicção religiosa da sociedade madeirense".

 

A cloaca pró-governamental

por Rui Crull Tabosa, em 24.07.10

 

Esta vara de cobardes anónimos, que nunca perdoou ao ‘Sol’ ter mostrado aos portugueses as abjectas conversas dos boys socialistas contra a comunicação social não enfeudada ao ‘chefe máximo', continua, todos os dias, a atacar quem se opõe ou simplesmente não pertence à máfia situacionista.
Nunca imaginei que o Governo do meu País pudesse recorrer a métodos de propaganda e desinformação tão miseráveis como os usados por aqueles acocorados escribas anónimos.
Mas uma coisa é certa: José Sócrates não deixará de ser recordado pelos desprezíveis serviços do antro abrantino. É que nenhum outro primeiro-ministro permitiria colaboradores de tal jaez.

What a Wonderful World

por Luísa Correia, em 23.07.10

Stacey Kent com What a Wonderful World.

Domingos e dias santos

por João Távora, em 23.07.10

O povo num assomo de consumismo numa feira em Boticas

 

Devo ressalvar que nada me obsta que as grandes superfícies comerciais passem a abrir ao Domingo. Não concordo com o proteccionismo ao comércio de proximidade que tem e teve ao longo do tempo todas as oportunidades para se adaptar. Se assim fosse, também se criavam barreiras para o comércio electrónico (de que sou fã) que prolifera de mansinho, 24,00hs por dia 365 dias por ano: do pão quente ao leite do dia, aos discos, livros e medicamentos, quase tudo podemos comprar com grande economia através do computador em lojas virtuais. Por exemplo, veja-se aqui como criar e comprar a sua camisa exactamente à sua medida. Quanto à questão religiosa que alguma Igreja levanta, considero irrelevante: sempre existiram feiras e mercados ao Domingo a atrair comunidades e famílias “ao consumo”. Se um cristão falta à missa para ir ao hipermercado o problema é outro, bem mais difícil de resolver.

De resto achei muita graça ao comentário da nossa Luísa Correia ao post do Duarte recordando-nos como a polémica se repete, e como encontramo-la no princípio do século XX relativamente aos Grandes Armazéns que então nasciam. Curioso é que, sabendo nós que o republicanismo em Portugal foi um movimento essencialmente burguês, foram personagens como Teófilo Braga, talvez sob os auspícios de outro eminente republicano, Francisco de Almeida Grandella, que em 1904 se opunha categoricamente e levantou a voz contra a instituição do descanso semanal dos trabalhadores, uma reivindicação popular na Europa desde o final do Séc. XIX: o descanço dominical, isto é, a morte de toda a actividade intellectual e fabril de um paiz, é o tédio ou a ruína. É o suicídio social para a gente fina que se diverte. Um domingo de Londres é, para os habitantes de Londres, o peor e o mais negro e húmido dos seus nevoeiros.

Sexta-feira com razão atendível

por Corta-fitas, em 23.07.10

 

Monica Bellucci

his master's voice

por Rui Crull Tabosa, em 23.07.10

Ó Rui Pedro, depois de teres borregado com a TVI, vê lá agora se consegues controlar o 'Sol'. É que aquilo é um jornal travestido (sem ofensa prós amigos), é uma verdadadeira caça ao homem, pá!

Uma boa medida do Governo, para variar

por Duarte Calvão, em 22.07.10

Os hipers poderão abrir ao domingo. Até que enfim, cada comerciante tem liberdade para estabelecer o seu horário semanal. O PSD de Cavaco não teve coragem, o PS de Guterres também não e até perdeu Daniel Bessa por causa disso, creio que o PSD de Durão/Santana nem tocou no assunto. O PS de Sócrates do primeiro mandato ignorou-o igualmente. O que se terá passado? Cá para mim foi a necessidade urgente de criar empregos.

Milfontes aí vamos nós!

por João Távora, em 22.07.10

 

No meio das grandes mudanças que têm abalado a minha vida profissional perspectivam-se umas almejadas férias já a partir de Sábado.

Por duas semanas será tempo de me importar com as marés, com a temperatura do mar, passar pelas brasas, ler romances e muitos jornais, brincar com os miúdos, passear com a minha Senhora. Tudo isto até que num fim de tarde de calor, de dentro duma piscina cavada na areia em maré vazia, a realidade se me exiba clarividente. Depois, que venha o Mundo que a vida pega-se de caras.

 

PS.: Aqui voltarei sem hora ou compromisso, por gosto e prazer como (quase) sempre foi.

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O lobo a tomar conta dos cordeirinhos

por João Távora, em 22.07.10

 

O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro  por ocasião do centenário da implantação da República.  A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo.

 

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