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De onde vem a Luz...

por João Távora, em 26.12.09

(...) Mesmo perante a morte de Deus há uma centelha sagrada que não se apaga. Mesmo na ausência de Deus eu sei que devemos reforçar a trincheira da bondade e fazer fogo sobre tudo o que ponha em causa essa mesma bondade. E o Natal, meus amigos, é o renovar anual dessa centelha. (...)

 

Henrique Raposo no Expresso

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Valeu a pena esperar!

por João Távora, em 26.12.09

 

No sapatinho:

 

 

 

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Sexta-feira de Natal

por Corta-fitas, em 25.12.09

 

Alessandra Ambrosio

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O melhor presente

por João Távora, em 24.12.09

Gerrit Van Honthorst – Adoração dos Pastores (1622)

 

Há por aí um discurso simplista em que se confunde consumismo e opulência com a benigna tradição do "presente de Natal". Nesta quadra é importante evidenciar a nobreza que possui a materialização do nosso amor num objecto, um “presente” que, independentemente do seu valor material, nos tornará presentes no coração do próximo. Oferecer um presente a alguém - a quem desejamos homenagear ou queremos (re) aproximar - é com toda a certeza uma atitude de grande dignidade. Claro que é essencial não se confundir essa dádiva com marketing pessoal ou com qualquer forma de alienação da realidade. Presentear é aliás uma arte muito própria que requer imaginação, e, o que é mais importante, uma grande capacidade de nos colocarmos "na pele" do outro, o mesmo é dizer de “amá-lo”.

Os presentes do Natal cristão devem significar verdadeiros actos de amor: cada qual, um autêntico tributo ao Nosso Senhor e Salvador, que nesse dia de grande Festa se nos é de novo oferecido como um frágil e radiante Menino, que para nossa redenção. 

 

A todos os leitores e amigos do Corta-fitas desejo um muito feliz Natal.

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Ai Jesus que é quase Natal!

por João Távora, em 23.12.09

 

Do porta bagagens do meu carro aos inimagináveis espaços de arrumação que vou descobrindo na minha casa, multiplicam-se por estes dias caixas e caixinhas, sacos e pacotes. Muitos dos presentes estão por embrulhar... e hoje em dia poucas são os estabelecimentos, mesmo os caros, que embrulham condignamente a mercadoria que vendem; e quando o fazem, disponibilizam papel e Invólucros muito pouco natalícios, com referências demasiado gritantes à loja ou à marca. Isso leva a que, logo á noite, como se vai sendo tradição, terei de madrugar umas horas a embrulhar e a destinar. Lá em casa, há uns dias para cá que reina enorme excitação, mas o problema maior é o mais pequenito que, de olhos arregalados, anda num tremendo êxtase: temo bem que nem um potente calmante o iria sossegar antes da meia-noite para os pais poderem “trabalhar”.

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Males que vêm por bem?

por Duarte Calvão, em 22.12.09

 

Tenho pena que o Hot Club de Lisboa feche devido ao incêndio, ontem à noite, do prédio onde está, na Praça da Alegria, mais um sinal de como a cidade se vai destruindo a pouco e pouco. Mas a verdade é que os bons momentos que lá passei vêm acompanhados de recordações de profundo desconforto. Aquilo era tão pequeno que, mesmo quando os músicos que lá se apresentavam não eram conhecidos, os seus amigos mais chegados bastavam para ocupar os poucos lugares sentados e só chegando cedo ou tendo sorte se apanhava uma mesa livre. Quase sempre assisti às apresentações de pé, junto ao balcão do fundo, tentando espreitar o palco por cima das cabeças e entre as colunas. Ou então ficava na escada, com dores no pescoço por estar tanto tempo com a cabeça voltada para o palco. Muitas vezes, até fora dos meses quentes, aquilo abafava de uma maneira atroz. Se havia alguém um pouco mais conhecido a tocar, ficava logo cheio e nem se conseguia entrar, reforçando a ideia de que aquilo era um lugar reservado a meia-dúzia de "entendidos" e não o local de divulgação do jazz que outrora lhe deu fama. A determinada altura, desisti de lá ir e já nem consultava a programação. Enfim, tomara que recuperem o prédio que transformem o Hot Club para melhor. Parece ser esse o sentimento dos responsáveis que ouvi prestar declarações aos jornalistas e nada mais inteligente do que transformar um momento tão negativo como este numa ocasião de renascimento.

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Melomanias - O pantomineiro de Sua Majestade

por João Távora, em 22.12.09
 

Peter Gabriel, nasceu em 1950 em Surrey Inglaterra, e tornou-se famoso como vocalista dos Genesis, a mítica banda de rock sinfónico – “barroco” dos anos setenta. Tal sucedeu não só por ostentar uma singular e expressiva voz, mas por causa das suas performances em palco onde representava as estranhas personagens dos inusitados versos de cada peça musical. Inspirado percursor do “espectáculo total”, no qual todo um concerto é apresentado com um minucioso guião musical e visual com utilização de trajes, cenários, projecção de imagens, pirotecnia e outros aparatosos artifícios, Peter Gabriel transpôs e aprimorou de forma magnifica esse conceito para a sua carreira a solo.
Empenhado divulgador da música etnológica dos quatro cantos do mundo, Peter Gabriel assumiu diversas causas políticas, tendo-se destacado nas campanhas pela libertação de Nelson Mandela e o fim do Apartheid. Ligado a esta causa está um dos seus mais emblemáticos temas musicais, um impressionante hino dedicado ao activista sul-africano Steven Biko, falecido em "estranhas circunstâncias" em 1977.
De destacar é também a profusa participação do músico no cinema com inúmeros temas, e com as magnificas bandas sonoras de Birdy de Alan Parker ou The Last Temptation of Christ de Martin Scorsese.
Alguns fãs dos Génesis de Gabriel, Hackett e Rutherford, Banks e Collins - para mim a mais fantástica reunião de talentos pop que eu alguma vez conheci - acusam o vocalista dum temperamento narcísico como causa da seu abandono em 1975. Esse ponto de vista é quanto a mim pouco sustentável, pois através de inúmeras produções audiovisuais disponíveis para o público, uma observação atenta da actuação de Gabriel, tanto a solo como com a sua antiga banda, verifica-se uma postura do músico em nada “narcisista”, antes pelo contrário, exibindo em cada seu gesto um extraordinário profissionalismo e a superação duma timidez latente, tudo planeado ao pormenor com vista uma determinado quadro visual e musical. Os seja, o músico tinha uma ideia concreta de modelo para aquele projecto e trabalhava em função dela. Finalmente confesso que concordo parcialmente com a crítica de Rui Albuquerque (que inspirou estas linhas) quando num comentário a um meu post anterior qualifica Peter Gabriel como um compositor "chato": por mim, acho que é um chato porque abandonou o projecto Genesis quando ainda tanto prometia, e chato porque leva uma média cinco anos a produzir um novo álbum de originais. Só por isso.

De resto, em mais de trinta anos de carreira a solo o músico compôs um número significativo de peças musicais objectivamente geniais, que só por má-fé ou desconhecimento podem ser desconsideradas: Solsbury Hill, Excuse Me, Humdrum, Here Comes the Flood, Mother of Violence, On the Air, White Shadow, Índigo, Home Sweet Home, Family Snapshot, Biko, San Jacinto, Family and the Fishing Net, Wallflower, Mercy Street, Washing of the Water, Secret World, Blood of Eden, Signal to Noise, Sky Blue só para dar um número restrito de exemplos. Claro que ficam para trás alguns temas essenciais, que admito que pelo seu cariz mais experimental sejam “chatas” para algumas pessoas, por exemplo o extraordinário Exposure, tema em parceria com Robert Fripp, ou outras chatices imprescindíveis como Intruder, Lead a Normal Life, Darkness ou The Drop.
A voz de Peter Gabriel embala a minha existência desde a tenra adolescência. Com os anos, em lugar da mistificação algo infantil que eu dedicava a este meu anti-herói de causas impossíveis, deu lugar a uma adesão mais racional. No entanto a sua extraordinária voz  foi adquirindo para mim um encantador efeito fetiche, que me releva para as melhores sensações da vida.
Para terminar, uma boa notícia para os fãs deste singular trovador e pantomimeiro, súbdito de S. Majestade Isabel II: em Fevereiro do próximo ano será publicado um seu novo álbum com o sugestivo titulo Scratch My Back: uma nova experiência, desta vez na interpretação de temas alheios como Heroes de David Bowie,  The Boy in the Bubble de Paul Simon, Listening Wind dos Talking Heads, The Power of the Heart de Lou Reed,  I Think It's Going to Rain Today de Randy Newman, Philadelphia de Neil Young Street Spirit dos Radiohead, entre outras. A coisa promete!
 

Discografia

 

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Comer papel

por Duarte Calvão, em 22.12.09

O que levará adultos aparentemente normais (alguns dos quais, amigos meus...), a quem as mãezinhas devem ter ensinado em criança bons hábitos de higiene, a transportar na boca os tickets dos parques de estacionamento enquanto estão ao volante? Não encontrarão nas suas espaçosas viaturas um cantinho qualquer para depositá-lo? Têm as cabecinhas tão fracas que entre o pagamento e a saída se esquecem de onde o deixaram? Terão os tickets algum sabor especial e viciante? Não se vêem ao espelho nesta figura algo canina? Estas questões percorrem o meu espírito, mas não encontro resposta. Acho que para evitar este espectáculo ridículo e pouco higiénico, só há uma solução: as máquinas, à saída, rejeitarem tickets babados e com marcas de dentes.

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My favorite things

por João Távora, em 22.12.09

Pela noite dentro 

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Lisboa, Capital do Império

por João Távora, em 21.12.09

Pacheco Pereira já cá mora aos dias de semana em S. Bento, o Red Bull Air Race também vem a caminho, o campeonato da bola é bem capaz de vir para Benfica...

Carago, não desesperem: a gente dispensa-vos o Zé que faz falta.

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Discos da minha vida – 81

por João Távora, em 21.12.09

 

 

Peter Gabriel 1

Peter Gabriel

1977 - Charisma

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Sobre a liberdade

por João Távora, em 21.12.09

Uma crónica brilhante de  João Carlos Espada, na edição de fim-de-semana jornal I:  

 

(...) Dizem-nos que a única posição compatível com a liberdade é a que defende o casamento enquanto contrato voluntário entre [por enquanto] duas pessoas, sejam elas do mesmo sexo sejam de sexos diferentes. Por isso é acrescentado que quem quer que discorde deste ponto de vista defende um ponto de vista opressor, uma vez que recusa direitos iguais à posição divergente, a que defende casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Há aqui uma curiosa dissonância cognitiva. O que temos pela frente é uma discordância entre duas opiniões particulares, igualmente legítimas no plano político. Não há uma opinião opressora e uma opinião livre. A opinião de que os casamentos devem envolver pessoas do mesmo sexo é um ponto de vista tão particular e tão criticável como a opinião de que os casamentos devem apenas abranger pessoas de sexo diferente. Isto significa que, se impusermos na lei que os casamentos devem abranger pessoas do mesmo sexo, estamos a impor uma opinião particular sobre as pessoas que defendem uma opinião particular diferente, a de que o casamento deve ser para pessoas de sexo diferente. 

Por outras palavras, nenhuma das propostas em presença é neutra e o Estado não pode reclamar-se de qualquer delas em nome da neutralidade relativamente a concepções particulares do bem. Perante este dilema, uma sociedade livre tem uma solução relativamente simples, embora ela possa não satisfazer os fundamentalistas de ambos os lados: manter o casamento para pessoas de sexo diferente e criar uma instituição jurídica diferente para as uniões do mesmo sexo. Estas últimas podem também ser abertas a casais de sexo diferente que considerem a sua união equivalente às uniões entre casais do mesmo sexo. 

Esta foi a solução pacificamente adoptada na "livre Inglaterra", com a criação das "civil partnerships". É a solução liberal por excelência, que corresponde ao princípio "live and let live", viver e deixar viver. Não requer um acordo, nem sequer uma votação por maioria. Deixa espaço para a convivência pacífica entre as duas opiniões, sem que uma tenha de se impor à outra. (...) Ler tudo

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Por uma questão de ética

por João Távora, em 20.12.09

Apesar de tudo, o meu interesse p’la bola ainda subsiste nesta malfadada época por conta da ameaça da plutocracia no futebol: lagartada, não podemos descansar enquanto o Benfica cheirar o título, contra tudo o que ensinamos ás criancinhas sobre a importância “do ter” e “do ser”! Logo à noite é garantido que sou do Fóculporto desde pequenino, de bandeira azul e branca em punho (por acaso usam-se, na minha casa). De resto, o que eu mais quero é que o Braga de Paciência ganhe este campeonato: a coisa daria assim uma bela parábola...

Finalmente um apelo aos senhores jornalistas desportivos: voltem a tratar o treinador dos lampiões pelo nome com que sempre o trataram até ele ir pró Seixal - Jorge Jesus. É capaz de ser esse o propósito, mas a conotação messiânica que este ano pretendem atribuir ao homem soa a blasfémia. 

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A Conversão só acontece a um homem livre

por João Távora, em 20.12.09

 

Bela crónica esta do Henrique Raposo. De qualquer forma raros são os católicos eminentes com origens em meios devotos: os nossos heróis são quase sempre convertidos. E o mais fácil é resistir a um bife à Sexta-feira.

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Domingo (4º do Advento)

por João Távora, em 20.12.09

 

Maria e Isabel ou “A Visita” (1864/1878),  de Carl Bloch - detalhe

 

Evangelho segundo São Lucas 1, 39-45

 

Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direcção a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor».

 

Da Bíblia Sagrada

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Visita de fim-de-semana

por João Távora, em 19.12.09

 

A Luísa faz do seu Nocturno um elegante e sedutor salão adornado pela melhor fotografia e boa conversa, sempre frequentado por corteses e dedicados amigos que acalentam um ambiente tão despretensioso quanto erudito. De vez em quando, discretamente por lá tomo um chá, naquela senhorinha do canto ao pé da janela donde a conversa se ouve bem e melhor se apreciam as vistas da nossa Lisboa. O Nocturno é do melhor que a blogosfera tem para oferecer.

 

Fotografia da autora

 

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Laranjas com sumo

por Duarte Calvão, em 18.12.09

O artigo de Pedro Santana Lopes hoje no Sol e as palavras de ontem de Paulo Rangel, que continua a ser o meu candidato preferido à liderança  (assim ele queira) , parecem mostrar que o PSD começou finalmente a reagir. Já era tempo e esperemos que não seja tarde. Caminhar para o abismo sem saber como evitá-lo é coisa de socialistas. Basta ver o estado do País.

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Discos da minha vida – 80

por João Távora, em 18.12.09

 

 

I'm Your Man

Leonard Cohen

1988 - Columbia Records

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Relativismos tíbios

por João Távora, em 18.12.09

  

Na voragem da discussão sobre o casamento ente homossexuais, desgosta-me especialmente a indignação duma certa direita moderninha ou complexada que por aí anda contrafeita, perorando entre dentes contra o governo, que “cada um case com quem quiser” e que "Portugal tem outras prioridades". Esta gente não percebe como os seus argumentos são fracos e acabam dando razão àqueles para quem as suas convicções são prioritárias e as quer levar a bom termo. Na minha opinião, como é bom de ver, concebo o casamento como uma instituição fundadora da família baseada na complementaridade masculino/feminino que possibilita a geração de vida. É fundamentalmente por isto que eu acho um disparate o casamento gay e ainda ninguém me bateu por isso nem perdi o emprego.

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Sexta

por Corta-fitas, em 18.12.09

 

 Kirsten Dunst

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Corta-fitas

Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios.

Contacte-nos: bloguecortafitas(arroba)gmail.com




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