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Debate rasteiro, rasteirinho

por Tiago Moreira Ramalho, em 29.05.09

O desespero por ganhar alguns votos está a atingir níveis inaceitáveis numa qualquer democracia. Ontem, na sua campanha eleitoral para as Europeias, Vital Moreira veio atirar responsabilidades ao PSD pelo caso BPN. Isto porque, segundo Vital, “Certamente por acaso e só por acaso todos aqueles senhores são figuras gradas do PSD" e, como tal, "Estamos à espera que o PSD se pronuncie sobre a roubalheira do BPN”. É vergonhoso para Vital e é vergonhoso para a democracia. E os socialistas sabem bem o que é ver o partido responsabilizado ou associado a crimes ou possíveis crimes de militantes e dirigentes seus: Casa Pia, Freeport ou o caso da Valor Alternativo, da qual são sócios Dias Loureiro e Jorge Coelho, e que, curiosamente, não tem sido propriamente tema de conversa.

A qualidade da democracia está em causa?

por Filipa Martins, em 28.05.09

Os números não são novos, mas colocados em pontos – desta forma, como o Expresso fez no site – é difícil não sentir arrepios. Só no primeiro trimestre de 2009 os investimentos publicitários sofreram um corte de €131 milhões.

 
- A Impresa Publishing, que detém a "Visão", "Exame", Expresso e "Caras", perdeu num só trimestre 20,7% das receitas publicitárias, isto é, €6 milhões. Respondeu com cortes de 10% nos salários dos gestores e jornalistas de topo.
- O "Público", com uma quebra de 0,7% das receitas, fechou o caderno de Economia e avançou para cortes salariais de 10% dos trabalhadores.
- A Controlinveste ("DN", "JN" e "24Horas") decretou o despedimento de 122 pessoas.
- A Cofina seguiu-lhe o rasto, com 20 despedimentos e menos 21,7% de receitas.
- O grupo Impala´já dispensou duas dezenas de trabalhadores.

Conselho de Estado

por Maria Inês de Almeida, em 28.05.09

 

 

Numa altura em que tanto se fala dos Conselheiros de Estado pergunto:

Não há mulheres Conselheiras para além de Leonor Beleza?

Que idade tem o mais novinho conselheiro?

E a partir de que idade é que se pode dar conselhos?

Happy together (or maybe not)

por Pedro Correia, em 28.05.09

Não sei se já repararam. Vital Moreira praticamente não tem aparecido sem José Sócrates ao lado e Paulo Rangel praticamente não tem aparecido ao lado de Manuela Ferreira Leite. Está certo. São sinais inequívocos que se extraem da campanha: tanto o PS como o PSD querem mesmo ganhar estas eleições.

Palavras que odeio (266)

por Pedro Correia, em 28.05.09

Calafeta

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Uma dúvida

por Francisco Almeida Leite, em 27.05.09

 

 

Como é que Paulo Rangel conseguiu evitar os espirros quando questionado sobre o imposto europeu, defendido por Vital Moreira, e não o fez quando lhe perguntaram o que achava da ausência de Rui Rio e Luís Filipe Menezes da sua campanha?

E eu aqui tão perto

por João Villalobos, em 27.05.09

O Francisco Almeida Leite é um dos oradores na conferência organizada pelo NPF que decorre, entre hoje e amanhã, no hotel Tiara Park Atlantic em Lisboa.

O tema geral da conferência, que reúne diversos especialistas com provas dadas na área, é o de como «Preparar Estratégias de Comunicação Política Atractivas». Quanto ao Francisco, vai falar sobre a cobertura jornalística e «A influência do poder político na comunicação social». A coisa promete e, na parte que lhe diz respeito, começa já daqui a pouco, às 15.15H. 

Palavras que odeio (265)

por Pedro Correia, em 27.05.09

Profícuo

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A fome e a vontade de comer

por Nilton, em 27.05.09


Que acontece se juntarmos o sensacionalismo ao sensacionalista? 

Acontece o episódio Marinho Pinto VS Manuela Moura Guedes. 

* A todos, as minhas desculpas pela ausência

Isto é uma proposta?

por Alexandra Carreira, em 26.05.09

O cabeça de lista do PS às Europeias sugeriu que se criasse um imposto europeu. O Público conta que Vital Moreira só dará pormenores quando for eleito para o Parlamento Europeu e puder apresentar propostas nesse sentido.

Primeiro, não me parece nada lógico que o principal candidato dos socialistas possa avançar com tal proposta (que de resto não é inédita) e não explique exactamente o que gostaria de propor quando se sentar em Estrasburgo. A campanha não serve para isto mesmo?

Segundo, pelo que li (não ouvi as declarações ), dá-me a impressão de que Vital Moreira ainda não sabe muito bem o que quer propor. A questão do imposto europeu não é nova e vai provavelmente tornar ao debate quando se começar a discutir a reforma do Orçamento Comunitário. Muitos dizem que se até aqui não foi possível uma proposta dessa natureza ter pernas para andar, não será num contexto de crise que alguém conseguirá impor a questão verdadeiramente na agenda.

Do imposto, Vital segue para a ideia de uma contribuição maior dos orçamentos nacionais, que me parece esbarrar exactamente no mesmo obstáculo. Naturalmente, nenhum país quer dar mais do que já dá para para o Orçamento Comunitário e não será agora que vão conseguir. Mais, acho que é demasiado simplista dizer às pessoas que a ideia é "ter um bolo maior" para ter "fatias maiores" para os estados-membros. É simplista e é demagógico, porque não se adivinha um orçamento maior e muito menos fatias nacionais mais generosas.  

A questão de fundo, e parece-me que a que ganha mais terreno, é a necessidade de a UE ter receitas próprias - daí o imposto ou a outra ideia de enviar parte do IVA directamente para Bruxelas. É aqui que os candidatos têm de se posicionar com clareza, porque, a par do crescendo de poderes do PE se o Tratado de Lisboa for avante, há uma série de assuntos importantes a cair em cima da próxima legislatura (reforma do orçamento, da PAC, da Política Comum das Pescas, etc....) e os eleitores merecem saber, sem equívocos, de que lado estão os candidatos, que ideias têm e, de facto, o que sabem sobre os dossiers que lhes vão cair no colo.

Política espectáculo

por Francisco Almeida Leite, em 26.05.09

Está a decorrer a audição parlamentar a José Oliveira Costa, antigo presidente do BPN, que resolveu desenterrar o machado de guerra contra Joaquim Coimbra, o "grupo dos quatro" e Miguel Cadilhe. Pelo menos até agora. Oliveira Costa já falou de três tentativas goradas de venda do BPN, antes da nacionalização, tendo sido uma delas da Carlyle. Já falou de sauditas e de sírios, envolveu escritórios de advogados e parece que não se vai ficar por aqui. Mas, depois de mais de uma hora a falar na Comissão de Inquérito Parlamentar, o ex-banqueiro pediu para fazer uma pausa.

Nessa altura, começou a "dança" de deputados, de todos os partidos, a apressaram-se a fazer declarações às televisões que estão a acompanhar a audição em directo. Pelo que tenho visto, falaram Hugo Velosa, Nuno Melo, João Semedo, entre outros. Todos comentaram o que se vai passando lá dentro e que todos estamos a ver em directo, pela televisão. Não sei porquê, estas figuras pareceram mais oriundas daqueles painéis de adeptos comentadores de clubes de futebol do que membros de um órgão de soberania. Os mesmos deputados que todos os dias são alvos das notícias e que depois vão às televisões de notícias debitar opiniões sobre o que fazem e sobre o que os outros fazem. É o admirável mundo novo da política espectáculo, que eles mesmos dizem querer combater e que rejeitam sempre que podem. Porque dá bom aspecto.

 

P. S. - Parece que o próximo visado é Manuel Dias Loureiro...

Da nossa Filipa

por Francisco Almeida Leite, em 26.05.09

A síndrome Marinho Pinto

por Pedro Correia, em 26.05.09

 

José Pacheco Pereira, num lamentável artigo no Público, parece acometido pela síndrome Marinho Pinto. À falta de melhor assunto, dispara contra o convite feito pelo eurodeputado social-democrata Carlos Coelho - seu companheiro de partido - a um grupo de autores de blogues que se deslocou recentemente a Bruxelas. Pacheco parte do princípio, como qualquer bom populista partiria, de que esta brigada de bloguistas estava sedenta de ser obsequiada com uma corrida à sede da União Europeia e veio de lá agradecida por uns jantarinhos e umas tantas visitas guiadas ao Parlamento Europeu. António Marinho Pinto, provavelmente, não diria nada de diferente, pronunciando-se contra a "promiscuidade" entre quem escreve, em blogues ou jornais, e quem faz política. Partindo do princípio de que, até prova em contrário, todas as pessoas são venais - algo próprio de quem alimenta o maior dos pessimismos sobre a natureza humana.

O ex-eurodeputado delira nestes seus considerandos que roçam a injúria. É um perfeito disparate imaginar que autores de blogues tão diversos como este, este, este ou este, feitos por pessoas habituadas a pensar pela própria cabeça e que não precisam do convite de ninguém para jantarem onde lhes apetece ou viajarem ao estrangeiro quando lhes dá na real gana, se deixariam instrumentalizar facilmente pelos correligionários de Pacheco Pereira em Bruxelas. O autor do blogue Abrupto, que foi deputado europeu, sabe bem que os grupos parlamentares representados em Bruxelas e Estrasburgo têm verbas comunitárias específicas ao dispor para a divulgação das instituições da UE junto dos líderes de opinião nos diversos estados-membros. Esta verba deve ser dispendida até ao fim da legislatura, sob pena de não ter servido para nada. Quando Pacheco lá estava, que eu saiba, nunca a usou para este fim. Fez bem o eurodeputado Carlos Coelho em ter adoptado outro critério, adaptado aos novos tempos, o que só confirma a crescente importância dos blogues na formação da opinião e a influência que exercem junto dos próprios jornais.

Alguns visados, como o João Villalobos e o João Gonçalves, já responderam a Pacheco Pereira - e fizeram bem. Outros optaram por não lhe dar troco - e talvez não tenham feito tão bem. A conversa não me diz directamente respeito, pois não integrei a referida delegação bloguista, mas entendo que vai sendo tempo de Pacheco deixar de exibir a sua pretensa autoridade moral nas mais diversas matérias lançando sempre as maiores suspeitas sobre quem faz opinião sem se submeter ao seu diktat. Todos são influenciáveis, todos são maleáveis, todos pecam por falta de convicções - menos ele. Marinho Pinto não diria melhor. Com tanta falta de razão como Pacheco Pereira.

Palavras que odeio (264)

por Pedro Correia, em 26.05.09

Braquicéfalo

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Insólito

por Alexandra Carreira, em 25.05.09

Vamos por partes, que isto pode ser confuso:

 

1. As próximas eleições europeias vão eleger 751 deputados, apesar de no início da legislatura só 736 poderem assumir verdadeiramente o seu lugar no hemiciclo.

Dada a incerteza sobre o resultado do referendo ao Tratado de Lisboa na Irlanda - mas na convicta esperança de que seja desta que os irlandeses acertam na resposta -, há 18 deputados que vão ter o estatuto de "observadores" no Parlamento Europeu até que possam assumir funções.

 

2. O Tratado de Nice estabelece uma diminuição do número total de deputados dos actuais 785 para 736, mas Lisboa ordena o aumento para os 751. De Nice para Lisboa só a Alemanha é que perde, mas os quatro deputados que tem a mais - se o Tratado de Lisboa entrar em vigor em Janeiro de 2010 - vão cumprir mandato até ao final da legislatura.

 

3. Para que os 18 que ficam on hold possam de facto assumir na totalidade as suas funções como eurodeputados (votar etc...) tem primeiro de existir um documento de natureza jurídica que permita a alteração da composição do Parlamento Europeu e que tem de ser ratificado por todos os estados-membros da UE. Fala-se numa solução que passe por  adicionar um protocolo ao Tratado de Adesão da Croácia... sabe-se lá para quando.

 

Muitos comentários se poderiam tecer acerca destas formas criativas de contornar os problemas, tornar a transição mais rápida, etc. E tenho a certeza de que até há argumentos muito válidos dos que aprovam esta forma de fazer as coisas. Mas posto isto, pergunto, há alguém que consiga refutar a ideia de que existem pressões sobre a Irlanda para que vote "Sim" em Outubro? É que entre 4 e 7 de Junho há 12 países que vão eleger gente que de facto não tem o direito de ser eurodeputado - só no universo paralelo que se constrói em torno de um Tratado que, por agora, e a meses ainda do referendo, não passa da realidade virtual.

Um país feito de banalidades

por Tiago Moreira Ramalho, em 25.05.09

«Portugal é uma manta de retalhos semanal. Cada semana é uma entidade autónoma, separada das semanas anteriores e sem continuidade nas seguintes. Nesta semana falou-se dos combustíveis. Na semana passada, discutiu-se o cigarro de Sócrates. Na outra semana abortou-se a subida dos juros. Na próxima semana, discutir-se-á o código laboral. E nunca aparece um fio condutor entre os temas. Portugal não tem uma visão política e uma narrativa histórica para enquadrar as diferentes discussões semanais. Às 23h59 de cada domingo, alguém carrega no «reiniciar»; feita esta tabula rasa, as segundas-feiras caem de pára-quedas em Lisboa, oriundas de um Olimpo ahistórico, apolítico e «aportuguês».»

 

Henrique Raposo, 24 de Maio de 2008 (retirado do livro A Caipirinha de Aron)

Requiem da gravata

por Francisco Almeida Leite, em 25.05.09

Hoje em dia não há gato-sapato que não resolva surgir em público sem gravata, muitos com o supremo mau gosto de não prescindirem do fato completo. Mas sem gravata. Sempre sem gravata. Os políticos já não a usam ao fim de semana, o que não acho mal, mas agora estão a banalizar, também durante a semana, o fatinho sem gravata. Os pivots de televisão fazem o mesmo, os comentadores também, sejam eles especializados em política, no mundo da bola ou no pseudo-jet set nacional.

Definitivamente, as gravatas caíram em desgraça. Dantes discutia-se o nó de gravata que cada um usava, a cor, o padrão, o bom ou mau gosto do conjunto fato-camisa-gravata. Agora, uns tantos papalvos eliminaram o acessório do guarda-roupa masculino e nem sequer avisaram. Um exemplo: não me choca nada que meia dúzia de pivots a tenha posto de lado, mas já me custa ver um programa de comentário político onde o único com gravata é o pivot! Aconteceu isso esta semana com Henrique Garcia e com o seu painel de comentadores na TVI. Ainda por cima, todos uns senhores que admiro e que me habituei a respeitar: Vasco Pulido Valente, Rui Ramos e Manuel Villaverde Cabral. Nem um levou gravata. Não estava nada à espera. Há que reconhecer que tudo muda.

Pensamento do Dia

por Joao Tordo, em 25.05.09

O Marinho Pinto é que devia treinar o Benfica na próxima temporada.

Óinc

por Joao Tordo, em 25.05.09

Hoje, na reflectida e plácida imprensa diária, há já quem condene as atitudes de Marinho Pinto na entrevista concedida Àquela Cujo Nome Não Pronuncio. Ok, o homem é um bocado manhoso e exalta-se como um carroceiro; mas não se dão pérolas a porcos, e Aquela Cujo Nome Não Pronuncio é um porco dos grandes, daqueles que chafurdam selvaticamente no curral. Era preciso um homem com a virulência do bastonário para a meter na ordem, ou Aquela Cujo Nome Não Pronuncio continuaria impune a atirar-se à lama, conspurcando tudo em seu redor. Traduzido em miudezas: a mulher estava a pedi-las e já não era de hoje. O Marinho aviou-a. Há gente que só aprende assim.

Adeus Sporting 2008/2009

por Francisco Almeida Leite, em 25.05.09

Despedi-me oficialmente do Sporting versão 2008/2009. Ontem fui a Alvalade ver o jogo com o Nacional e fiquei com a sensação de que podíamos ter feito mais e melhor no jogo, como aconteceu aliás durante toda a época. O segundo lugar soube a pouco, mas a equipa e toda a estrutura não chegava para mais. O SCP 2008/2009 teve poucos bons momentos e momentos muito maus (as humilhações frente a clubes como o Bayern), agora há que pensar nesta nova fase que se pode abrir com as eleições que estão à porta. Dos candidatos possíveis, José Eduardo Bettencourt tem condições para fazer o Sporting regressar aos bons velhos tempos. Não sei se voltava a apostar em Paulo Bento, como ele parece querer fazer, mas, tirando isso, temos que ter confiança no futuro. Um presidente profissional, um treinador que conhece os cantos à casa, um leque base de jogadores que chega e sobra para o campeonato nacional (aos quais é preciso acrescentar jogadores de classe europeia) e uma massa associativa fantástica. Só falta uma coisa: mais ambição.




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