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O Bloco errou (II)

por Francisco Almeida Leite, em 27.03.09

Na sequência deste post que escrevi ontem, gostaria de informar os leitores do Corta-Fitas que o Bloco de Esquerda vai retirar este fim-de-semana o cartaz em causa. Segundo uma fonte oficial do BE, com quem me dou muito bem (um tipo impecável), o cartaz já tinha recebido críticas de outras crianças, para além do meu filho. Mas ninguém ainda tinha feito nada. Não sei se foi do timing ou da denúncia, mas o BE revela bom senso político ao tirar das ruas aquele outdoor. E eu sou insuspeito de estar aqui a ceder ao elogio fácil...

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Sexta-feira em revista (2)

por João Villalobos, em 27.03.09

Despidas em português

Rute Penedo, «1ª playmate nacional», via JN.

Para a próxima era boa ideia mencionarem quem é o fotógrafo. Aliás, num projecto destes não entendo que apenas se fale nos nomes dos colunistas.

 

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Nas colunas

por João Villalobos, em 27.03.09

Flight of the Concords, «Friends» com um obrigado à Ana_Ana_Ana

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Sexta-feira em revista

por João Villalobos, em 27.03.09

Mónica Sofia, capa da 1ª edição da Playboy portuguesa. Disseram-me que lá dentro não há nu integral, mas ainda não tive ocasião de confirmar.

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Uma revelação

por Tiago Moreira Ramalho, em 27.03.09

«Os liberais originais conceberam um mundo sem tiranos, e tinham um certo idealismo, dentro do qual exploraram as possibilidades de um mundo que então não existia.
O que no seu contexto histórico foi revolucionário, embora a sua posterior aplicação tenha tido toda a espécie de consequências, incluindo a emergência da sua nemesis: o socialismo, como contramovimento.

Já o neo-liberalismo é um projecto de poder, onde a liberdade é a retórica, mas a realidade é apenas outra tirania. Ao contrário dos liberais, os neolliberais não têm a desculpa de não saber ao que levam as suas ideias.»
 

L. Rodrigues em comentário ao meu post anterior.

 

Agora experimentem assim:

 

«Os socialistas originais conceberam um mundo sem tiranos, e tinham um certo idealismo, dentro do qual exploraram as possibilidades de um mundo que então não existia.
O que no seu contexto histórico foi revolucionário, embora a sua posterior aplicação tenha tido toda a espécie de consequências, incluindo a emergência da sua nemesis: o "neoliberalismo", como contramovimento.

Já o neo-socialismo é um projecto de poder, onde a liberdade é a retórica, mas a realidade é apenas outra tirania. Ao contrário dos socialistas, os neo-socialistas não têm a desculpa de não saber ao que levam as suas ideias.»

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Dúvidas que me assolam

por Tiago Moreira Ramalho, em 27.03.09

Se desde que o Liberalismo foi pensado pela primeira vez (se é que foi realmente pensado pela primeira vez alguma vez) existem liberais, porque é que agora se chamam neoliberais?

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Registo

por Pedro Correia, em 27.03.09

José Medeiros Ferreira mantém intacta a capacidade de análise que o celebrizou: "Vendo as imagens chega-se à fácil conclusão que a bola não foi jogada pela mão do peitudo Silva. Falta mal assinalada portanto. Como tantas outras. Faltavam vinte minutos para o fim da partida. Ninguém mais pensou em desempatar. As substituições indicavam que os dois treinadores, que dão o seu melhor a comunicar com o público, lançavam em campo os tecnicistas da marcação de grandes penalidades."

No futebol como na política, eis o nosso principal defeito: passamos a vida à espera que tudo se resolva com uma grande penalidade.

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A alegoria do barquinho

por Tiago Moreira Ramalho, em 26.03.09

Minhas senhoras e meu senhores, esta sim é uma alegoria bem feita. Daniel Hannan no Parlamento Europeu, cara a cara com Gordon Brown.

 

 

[via 31 da Armada, via O Insurgente]

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O Bloco errou

por Francisco Almeida Leite, em 26.03.09

É inegável que o Bloco de Esquerda sabe fazer marketing político e que é um partido (ou uma federação de partidos) com uma mensagem clara e com apoio junto de um certo eleitorado de esquerda. Mas a última campanha do BE é, a meu ver, um desastre. O grupo liderado por Francisco Louçã tem nas ruas um outdoor que me suscita muitas dúvidas quanto aos efeitos colaterais que pode causar. Passo a explicar: há dias passei de carro por um desses cartazes e o sinal virou encarnado. O meu filho de cinco anos, esperto como tudo, disse-me do banco de trás: "Ó Pai, não se deitam crianças no lixo, o que é aquilo?"

Olhei com mais atenção para o cartaz (aqui reproduzido) e de facto a leitura visual oferece-se a várias interpretações, sobretudo para as crianças. É que a figura do suposto patrão é maior que o suposto empregado, logo, para uma criança, trata-se de um adulto e de uma criança. Má produção para explicar uma ideia. De resto, acrescento que o meu filho também se pronunciou sobre o símbolo do Bloco de Esquerda: "Pai, as estrelas não têm cabeça!"

Está visto que o Francisco Louçã, ou os seus sucessores, não têm ali um futuro eleitor...

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Às vezes não sabe bem ter razão

por João Villalobos, em 26.03.09

A propósito desta notícia:«Qimonda Portugal declara insolvência», repesco aqui sem prazer algum o post publicado a 27 de Janeiro:

 

«Por mais que Manuel Pinho desejasse que não, a Qimonda já era. Quem passou por vários processos como este, sabe que declarações como as que constam desta notícia servem apenas de paliativo para o inevitável. O porta-voz do processo de falência, Michael Jaffe, diz que aguarda que surjam “investidores fortes”. Como as coisas estão, bem pode aguardar sentado. Aliás, ele provavelmente aguarda é que Pinho faça esse milagre por ele.

Em lugar de brincar com a esperança dos trabalhadores, era bom que o ministro focasse o seu discurso no plano social para os mesmos, em conjunto com os responsáveis da empresa: Indemnizações justas, um programa de outplacement, um gabinete de apoio psicológico aos colaboradores e famílias... Não se pode travar o inevitável. E muito menos com cortinas de fumo. Para todos aqueles que trabalham na Qimonda, desejo o melhor possível. E se eu estiver enganado e esta for a excepção à infeliz regra, melhor ainda. Desde que isso não suceda, claro está, à custa de mais panaceias e injecções de capitais públicos».

 

Espero, agora, que o Governo aplique as medidas sociais juntos dos trabalhadores e das suas famílias que, entretanto, certamente foram preparadas ao longo destes meses. Ou não? 

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A TVI 24

por Francisco Almeida Leite, em 26.03.09

Confesso que nos primeiros dias achei a TVI 24 mais do mesmo. Ou seja, não fugia muito ao conceito que a SIC Notícias implementou e que a RTP N também acabou por seguir. Falta de atenção minha. Nos últimos dias, em pleno gozo de folgas, acabei por ter mais tempo para dar uma vista de olhos na estação e ver, do princípio ao fim, alguns dos programas da grelha. E fui agradavelmente surpreendido. Por exemplo, achei um piadão à entrevista que Alexandra Lencastre fez a Manuela Moura Guedes. Excelente clima, respostas sinceras e desconcertantes, um óptimo momento de televisão.

Depois, ontem estive a ver a entrevista que a Constança Cunha e Sá fez ao prof. Adriano Moreira. Numa palavra: Excelente. Sei que sou suspeito porque sempre gostei do estilo e do jornalismo que a Constança praticou ao longo dos anos, mas a entrevista de ontem passou das marcas. Foi um consolo, aquela entrevista. Adriano Moreira a falar de Marcelo Caetano, do Antigo Regime e da Primavera Marcelista. Com uns brindes pelo meio, como a sua relação com Salazar, com Caetano e alguns desabafos, caso da noção que chegou a ter de que Antunes Varela teria dado um bom sucessor em 68 quando o presidente do Conselho caiu da cadeira. Tiro o chapéu à confissão que Adriano fez de que teria sido excessivo quando uma vez falou mal a Caetano, no seguimento de diatribes entre os dois.

Não contente com isto, a seguir vi o programa do António Peres Metelo, intitulado "Contas à Vida", com Jorge Braga de Macedo e Joaquim Pina Moura. Mais uma vez, uma lufada de ar fresco. Emitido mais ou menos à mesma hora em que um canal concorrente tinha no ar um programa de economia com, pasme-se, os omnipresentes (e soporíferos) Augusto Santos Silva e Paulo Rangel. A TVI 24 deu dez a zero. Gosto da sobriedade e do estilo técnico do José Gomes Ferreira, mas aqueles convidados não estão com nada. Santos Silva está em todo o lado e Rangel tinha estado uma hora antes com Mário Crespo em horário nobre e no mesmíssimo canal! De resto, Braga de Macedo comprovou a razão para alguns lhe chamarem "adiantado mental": conhecedor das matérias em causa e extremamente criativo, o antigo ministro das Finanças é um caso sério em televisão. Qualquer dia está a fazer sombra ao seu colega de curso Marcelo Rebelo de Sousa... Sem dúvida, ambos de 19 valores.

 

P. S. - Há uma coisa à qual ainda não me habituei na TVI 24: os décors! São simplesmente pavorosos... Aquela lareira no programa de Alexandra Lencastre não tem nome. Nem explicação.

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Isto não fui eu que sugeri, hem?

por João Villalobos, em 26.03.09

Hoje às 22.00H, no Blues Cafe, a Exame comemora o seu 20º aniversário com Pinto Balsemão na bateria, acompanhado por Daniel Proença de Carvalho e António Pinto Barbosa. Tentem entrar, mesmo sem convite, porque uma coisa destas não se perde. 

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Coitados dos ricos

por João Villalobos, em 26.03.09

Estava aqui no café a ver a televisão sem som e aparece o PM com um púlpito a dizer «Plano para Salvar a Indústria da Cortiça». Para além da Corticeira Amorim, esta indústria envolve exactamente quem? O PM não lê a revista Forbes, ou quê?

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Raios partam os do leste que ficam com tudo!

por Tiago Moreira Ramalho, em 25.03.09

Há uns dias, quando se retirou o anúncio da Antena 1 do ar por, diz-se, atentar contra o direito à manifestação, escrevi que era censura. E era. No entanto, a caixa de comentários é óptima para nos repensarmos e o facto de ser uma estação pública condiciona invariavelmente a sua actuação, por isso, neste momento considero que foi um mal menor o que se fez.

Chegado eu a esta conclusão, vou ao site do Público e leio que o BE utilizou o spot para um vídeo a apelar à manifestação (vídeo que está em cima). Coisa normal: partido político apela à manifestação. O problema, está no conteúdo do vídeo. Começando pela forma como se refere ao "patrão", figura tipo de todos os patrões no entender do Bloco, completamente sem sentido: "o patrão está contra si e contra o resto dos trabalhadores"?! Mais discurso populista, daquele a que já estamos habituados. Mas a cereja no topo do bolo é, a frase final: "a produção passou para a Eslováquia". Este é, quanto a mim, o tipo de discurso xenófobo que, esse sim!, atenta contra a Constituição e que nenhuma estação, pública ou privada, deveria passar. A haver politicamente correcto, pois que haja sempre: anúncios que apelam ao ódio (o Estaline também fazia umas coisas giras nesta área) e à xenofobia não deveriam entrar-nos em casa.

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Pensamento do Dia

por Joao Tordo, em 24.03.09

Deus abençoe os mártires sportinguistas, deles será o reino dos céus.

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Adivinha

por Nilton, em 24.03.09

"Sócrates promete 40 mil estágios profissionais"

 

O que não bate certo nesta frase? Será: Socrates promete? Será o número parecer-se demasiado com os outros 140 mil? Será a frase toda?

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Os coveiros do futebol

por Pedro Correia, em 23.03.09

 

Textos como o do Miguel Somsen, aqui em baixo, fazem-me ainda crer no futebol como sinónimo de desporto. Em perfeito contraste com as atitudes de Lucílio Baptista, que vem reconhecer que errou sem pedir desculpa aos espectadores que acompanharam a final da Taça da Liga no estádio ou em casa, vem diluir as suas responsabilidades num suposto parecer do seu auxiliar que só ele terá ouvido e vem reconhecer que não se apercebeu do facto de Pedro Silva lhe ter dado um forte 'encosto' com o peito, o que só comprova que não estava em condições de arbitrar aquele jogo. Quanto mais fala, mais se enterra. E o problema maior é que pessoas como ele enterram também o futebol com isto.

 

ADENDA - Não têm faltado portistas e até benfiquistas a reconhecer, com isenção, que não houve verdade desportiva nesta final. Como este. Ou este e este. E até este. Mas estranho o silêncio deste.

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Cortava-se o mal pela raiz

por Tiago Moreira Ramalho, em 23.03.09

Que tal uma revisão constitucional que ponha termo a isso do Provedor de Justiça?

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A Taça da Liga nunca existiu

por miguelsomsen, em 23.03.09

 

Como seria de esperar, mesmo num blogue tão lúcido como o Corta Fitas a única coisa que se discutiu depois da pouca vergonha da Final da Taça da Liga foi o desempenho do árbitro Lucílio Baptista, que mandou marcar um penalty sobre uma falta (mão na bola) que não existiu.
 
Ninguém parou para pensar que a maior invenção da época não foi o penalty mas a própria Taça da Liga? Ninguém falou sobre a mediocridade das equipas em jogo, na propensão para a falta e para o conflito? Ninguém pune um jogador (Pedro Silva) que quase agride o árbitro, arremessa uma medalha para longe e ofende a instituição? Como pode o presidente do Sporting, Soares Franco, exigir que peçam as desculpas ao seu clube?
 
Em nome da “verdade desportiva” (como agora se diz) não gostei que o Sporting tivesse perdido um jogo com base numa falta inexistente. Mas se o Sporting tivesse depois ganho a Taça nos penalties, nada mais haveria para discutir. Uma vez que perdeu, tudo está em cima da mesa: o árbitro, a verdade desportiva e a Taça da Liga, que desde há um ano nasceu torta e nunca ninguém se preocupou em endireitar.
 
Recordo que já este ano a Taça da Liga foi interrompida para que se avaliasse o significado de “goal average” que havia determinado a eliminação do Belenenses (em favor do V. Guimarães). Antes disso, o mesmo Belenenses deveria ter mandado impugnar a Taça da Liga quando foi dada liberdade ao V. Guimarães para jogar 24 horas depois do clube de Belém, algo impensável quando se realiza a última jornada de qualquer competição. O Guimarães precisava de ganhar por 3-0 e não é que ganhou mesmo por 3-0? Sem espinhas.
 
Um erro de árbitro é um erro de árbitro, ponto final. Lucílio Baptista errou mas em vez de ir para as televisões fazer o mea culpa deveria assumir a sua soberania (incluíndo a probabilidade humana de um árbitro errar). É impensável para a classe e seus colegas que ele se sinta obrigado a pedir desculpas a quem quer que seja. É impensável para ele e para todos os clubes que sistematicamente são prejudicados pelos árbitros e nunca tiveram direito a pedidos de desculpas formais.
 
Como será a partir de agora? Os árbitros vão pedir desculpa ao Braga por todos os erros que sofridos na I Liga este ano? O desempenho de Lucílio Baptista fora de campo consegue ser mais lamentável que dentro de campo: fora das quatro linhas ele está a pisar o risco. E aumentar a pressão sobre os seus colegas. 
 
48 horas depois, a única parte que nos falta ouvir é da Carlsberg, que tem patrocinado esta pouca vergonha. Estará tudo podre no reino da Dinamarca?

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Menos que primários

por Pedro Correia, em 22.03.09

O João Tunes vem acusar-me, na caixa de comentários deste post, de ter "roubado o direito ao uso da inteligência por parte dos benfiquistas". Isto, vejam lá, porque me atrevi a escrever que o árbitro Lucílio Baptista, ao inventar um penálti, lesou o Sporting num título que vale um milhão de euros, roubando-lhe a vitória em campo e concedendo "um generoso brinde" a seis milhões de benfiquistas. É uma "indignação primária", assegura ele, dando a entender que ninguém embandeirou em arco com este monumental esbulho. Sugiro-lhe uma espreitadela a este blogue antes de chamar primários aos outros. E assim, sobre este assunto, ficamos conversados.

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