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Leituras

por Pedro Correia, em 29.08.08

"As mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas."

Oscar Wilde, A Esfinge sem Segredo

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Geopolítica: verso e reverso

por Pedro Correia, em 29.08.08

Curioso: os mesmos que consideram que a Polónia, a Ucrânia, a Moldávia e os estados bálticos, já para não falar da Geórgia, devem mendigar as boas graças de Moscovo em nome dos sacrossantos princípios da geopolítica, são os mesmos que aplaudem o regime cubano por bater o pé a Washington a escassos 160 quilómetros da costa norte-americana.

A geopolítica transformou-se nisto: é hoje apenas um pretexto para aliviar a consciência daqueles que vivem em permanente duplicidade moral.

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Palavras que odeio (185)

por Pedro Correia, em 29.08.08

Hipostasiar

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Sexta-feira vintage

por João Villalobos, em 29.08.08

 

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Palavras de Hoje (13)

por João Villalobos, em 29.08.08

«...ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazeis caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, estas horas contadas de uma vida toda material, maçuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente do que a que hoje vivemos. Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos».

Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra, 1846

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O mistério da mata de Soure

por Filipa Martins, em 29.08.08

 

 
 
O senhor Manuel acordou ontem e disse: “É pá! Eu ia jurar que tinha ali 1300 eucaliptos!” Mas depois ficou mais contente por só lhe terem roubado 1298. Dois esconderam-se atrás de um arbusto. Dizem que o assaltante fugiu de bicicleta.

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Obama: teste superado

por Pedro Correia, em 29.08.08

 

Barack Obama sabe muito bem como falar numa grande reunião partidária: em 2004 ele foi a estrela da convenção de Chicago que confirmou a nomeação de John Kerry como candidato à Casa Branca, ganhando aí mesmo a projecção nacional que lhe permitiu ser este ano o representante do Partido Democrata nas presidenciais. Esta madrugada confirmou os seus pergaminhos como orador num dos melhores discursos já pronunciados por um candidato presidencial norte-americano. Não o fez à porta fechada, mas no espaço imenso do estádio Invesco, em Denver, perante uma multidão avaliada em quase cem mil pessoas. Uma fasquia que representa um sério desafio para a convenção republicana, que começa segunda-feira.

Mostrando convicção ao longo de todo o discurso, Obama deu um conteúdo concreto ao rótulo de mudança que lhe serve de bandeira. Eis algumas das suas promessas:

- Aliviar a carga fiscal para 95% dos americanos.

- Acabar, na próxima década, com a dependência energética dos EUA face ao Médio Oriente.

- Multiplicar os investimentos na educação, de modo a que nenhum jovem que o queira fique impedido de frequentar a universidade.

- Garantir cuidados de saúde para todos.

- Estabelecer o princípio da igualdade salarial entre homens e mulheres.

- Retirar os militares americanos do Iraque. "Não derrotamos terroristas que operam em cerca de 80 países ocupando o Iraque."

Afirmou-se pronto para o debate com o seu rival, John McCain (haverá três, mais um debate entre os candidatos a vice-presidentes), mas deixou claro que nenhum dos dois deve questionar "o carácter e o patriotismo" do adversário. Essa é uma péssima tradição da política americana que também, a seu ver, deve ser alterada.

"Somos o partido de Roosevelt e de Kennedy. Não me digam que os democratas não defendem este país", sublinhou, acentuando diversas vezes que os EUA não podem "andar para trás". Entre críticas contundentes à administração Bush que o fizeram abandonar aquele ar de bom escuteiro que costumava exibir até agora.

Muito mais do que falar para os fiéis, o seu objectivo era captar a simpatia e o voto dos eleitores indecisos - que são ainda muitos. Este discurso certamente contribuiu para o relançar nas sondagens. Como veremos por estes dias.

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A mulher mais poderosa do mundo

por Pedro Correia, em 29.08.08

É Angela Merkel, segundo a lista deste ano da revista Forbes. Saibam quem são as outras 99.

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Gorki Águila, preso político em Cuba

por Pedro Correia, em 29.08.08

Porque o regime castrista não aprecia música punk.

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Blogues do país real (27)

por Pedro Correia, em 28.08.08

Jardim de Luz (das Caldas da Rainha)

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Palavras leva-as o vento

por João Villalobos, em 28.08.08

Francamente, esse «puxar de orelhas» não me aquece nem arrefece, Francisco. Porque, ao mesmo tempo, Cavaco deixou passar isto, aceitando a criação inédita de um cargo na Administração Pública com equiparação a secretário de Estado e para uma função que bem mereceria um parecer sobre a sua constitucionalidade.

É óbvio que o clima de violência e assaltos que os meios de comunicação repercutem são o cenário de fundo ideal nesta altura e o timing escolhido dificilmente poderia ser melhor. Além disso, a escolha de Júlio Pereira ajuda a dar a impressão de que, no fundo, a coisa não muda assim tanto, uma vez que afinal ele já era o director geral do SIRP. Mas isso não é verdade: O cargo de Secretário-geral da Segurança Interna é agora o mais elevado da Administração Pública. E é também o mais poderoso, podendo ter acesso à informação que bem entender. Um cargo que dificilmente será extinto seja qual for o Primeiro Ministro que vier a seguir, repartido entre a tentação de saber e a vontade do poder. 

Actualização: Afinal, ao contrário da notícia ontem avançada pela Antena 1, foi o Juiz-Conselheiro do Supremo, Mário Mendes, o escolhido para o cargo. 

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Uma questão de músculo

por Francisco Almeida Leite, em 28.08.08

 

 

O Presidente da República, perante a onda inacreditável de criminalidade a que o País tem assistido nas últimas semanas, veio ontem puxar as orelhas ao Governo. Com autoridade, sem pedir a demissão de ninguém (o que seria se o fizesse).

A onda de assaltos e crimes violentos que se tem vindo a verificar no nosso país é uma coisa muito séria”, afirmou Aníbal Cavaco Silva. O Presidente ainda acrescentou que o momento actual pede claramente “uma concentração de meios e de esforços” e “o desenvolvimento de uma estratégia adequada”. Já esta noite, enquanto escrevo este post, oiço atentamente a entrevista de Rui Pereira à Judite de Sousa, na RTP1.

Do tom falsamente confiante e meio alienado dos últimos dias, o ministro da Administração Interna passou para um tom sóbrio e certinho. Há minutos ouvi-o mesmo dizer que o Governo está a preparar uma "presença mais musculada" das forças de segurança nas ruas e nos locais mais atingidos pela criminalidade violenta. A lei que regula o acesso e a posse de armas também irá sofrer alterações.

É esta, meus amigos e amigas, a diferença entre a reserva de Cavaco Silva e o silêncio de outros responsáveis políticos. Cavaco está muitas vezes calado, mas quando fala é ouvido e faz "estragos". O que diz tem consequências.

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A guerra mora ao lado

por Pedro Correia, em 28.08.08

 

O novo czar Putin e o seu duplo, Dmitri Medvédev, aumentam o braço de ferro com a Europa por saberem que boa parte dos países da UE depende fortemente do combustível russo. A Eslováquia, por exemplo, importa da Rússia todo o petróleo que consome. Outros países estão fortemente condicionados pelo crude russo: a Hungria (98%), a Letónia (97%), a Polónia (95%), a Finlândia (81%) e a República Checa (70%). Mesmo países como a Bélgica (que importa da Rússia 39% das suas necessidades petrolíferas), Suécia (35%), Alemanha (34%), Grécia (32%), Áustria (28%), Holanda (27%) e Itália (22%) terão de arranjar novos parceiros comerciais, neste domínio, caso Moscovo jogue a cartada da chantagem energética, aliás implícita nas entrelinhas de cada comunicado e cada proclamação dos seus dirigentes. A situação torna-se ainda mais complexa pelo facto de a Rússia ser também fornecedora de 25% do gás hoje consumido na União Europeia. 

Portugal, como de costume, está noutra. Apenas 1% do crude  que importamos vem da Rússia, o que será um dos motivos para que o grave conflito no Cáucaso esteja ausente das reflexões de vários colunistas e bloguistas de nomeada, alguns dos quais costumam indignar-se a propósito seja do que for de quarto em quarto de hora. O outro, ainda mais compreensível, é o facto de já ter começado o campeonato de futebol. Não há tempo nem paciência para pensar em tudo.

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As palavras dos outros

por Pedro Correia, em 28.08.08

 

"O sangue seca depressa."

Charles de Gaulle

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Até que enfim

por João Villalobos, em 28.08.08

«Se acabó la arbitrariedad en los controles de los aeropuertos. Los pasajeros ya pueden defender con un documento oficial en la mano que nadie les puede impedir embarcar más de 100 mililitros de un medicamento, de un producto dietético o de un alimento infantil. Que nadie puede pedirles que se quiten los zapatos o los cinturones. Y que pueden exigir que las autoridades competentes les informen sobre qué productos líquidos están prohibidos antes de facturar». No El Pais

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Cantemos: Só eu sei porque não fico em casa

por Maria Inês de Almeida, em 28.08.08

 

Colegas sportinguistas viram ontem o jogo? Parece que os leões não assustaram ninguém... :)

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Brevemente

por Filipa Martins, em 28.08.08

Aurora já não me está a ouvir. Melhor assim. Conta à cabeleira branca as peripécias de uma noite no amassar do pão. Inventa um ou dois episódios com graça. O garoto que na hora de pedir se esquece do que quer e corre para casa. O estudante do Algarve que pede papo-secos e não carcaças. A mulher toda emproada, mas com malhas nas meias a descobrir a pobreza. A outra ri-se e acredita. Conta ainda que ele voltou a aparecer na padaria e lhe trouxe flores. Onde elas estão? Esqueci-me! Que cabeça a minha! Ficaram em cima do balcão! Ele, no imaginário da outra, é o homem correcto e educado que vai desposar a filha, que lhe vai tirar das mãos aquele trabalho de homem, que vai libertar das preocupações uma mãe doente. Filha, que feliz ficava se te visse bem casada, com tempo para os filhos e para fazer bolos. Acredito que ainda tenho os dois olhos abertos para ver isso. Tens de te apressar, filha. Sabes que para mim és sempre bonita, mas a idade é madrasta e o nosso corpo muda, seca, deixa de dar filhos. Dizes-me que ele é bem parecido e que deve estar bem na vida e que anda nesses galanteios há meses corridos. Porque não o trazes cá para o conhecer? E não digas que é cedo. A idade é madrasta, filha. Abríamos uma garrafa do teu pai porque seria uma ocasião especial. Eu juntei umas moedas, até podias ir à modista. Bem sei que te preocupas com isso, mas não falas porque sabes que não podemos. E homem que goste de ti dentro dessa bata largueirona vai ficar encantado se te vir num vestido de enchumaços.

 

E Aurora prometia-lhe que da próxima vez é que era. Que ia deixar de ter medo de parecer atrevida e a outra sorria e dormia melhor toda a tarde.

 

O ele da padaria apareceu quando Aurora percebeu que essas histórias faziam mais efeito nas doenças do corpo do que as mesinhas caseiras de alho e gengibre esmagados e regados com limão. Quando chegava a casa pela manhã e sentia que ela não se mexia debaixo dos lençóis presa a dores sem nome, descrevia um olhar comprometido, um sorriso mais aberto, o corte de um sobretudo de boa fazenda, botões largos, casaco e colete, lenço dobrado, galanteios vários, mas educados e novo olhar. A outra sorria e dormia melhor toda a tarde. Com o tempo, Aurora começou a cultivar um gosto inconfessado em ouvir-se. Se é para se sonhar que se sonhe alto. Se é para pedir que se peça tudo, que diabo! Já vivemos com pouco. Não temos de ser modestos nos pedidos.

 

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Para mais tarde recordar

por Pedro Correia, em 28.08.08

"O que a sensatez exige é que o Estado e a lei não se metam no que não é do Estado e da lei."

Francisco Louçã

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Emoções básicas (5)

por Luís Naves, em 28.08.08

Chegado da Europa Central, onde estive separado na nossa visão do mundo, percebo que na crise georgiana muitos blogues portugueses parecem dar razão à Rússia.

Parece-me que é um pouco como dar razão à Áustria-Hungria, na sua reacção ao assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, em Agosto de 1914. Vivemos no século XXI, mas as duas últimas semanas pareceram tiradas de alguma novela anacrónica, do século XIX e da guerra anterior, com direito a canhoneiras e expedições punitivas.

Dar razão à Rússia, neste contexto, é fácil de fazer em Portugal, pois aqui nunca se sentiu a influência imperial russa (e é disso que estamos a falar).

Acho que esta crise terá duas consequências: Moscovo ficará mais isolada e o regime de Vladimir Putin vai entrincheirar-se ainda mais num medo policial e autoritário. A esperança da democracia ficou adiada outro década e aquele poderoso império continuará a mergulhar no seu imparável declínio político e demográfico, entretido num apagamento que julgo não ter qualquer paralelo na história recente. E para culminar o absurdo, a Rússia precisará cada vez mais do seu pior pesadelo, a China.

Como provou o caso citado acima, a política internacional não tem de ser lógica ou sequer racional. Um atentado político transformou-se num conflito que matou milhões de pessoas e os diplomatas perderam o controlo da situação numa altura em que ninguém previa que pudesse estalar um conflito. O mau exemplo foi agora lembrado por Mikhail Gorbachov. A Primeira Guerra Mundial podia ter sido evitada, mas a Europa preferiu suicidar-se. Pareceu mais importante defender a razão de Estado. A monarquia austríaca sabia que estava a lançar-se numa aventura e que não tinha capacidade para sustentar uma guerra moderna, mas atirou-se de cabeça.  

 

 

E não podia discordar mais deste post do Eduardo Pitta. Quando os europeus estão genuinamente preocupados e falam duro, como é o caso, são irrequietos; se ficam divididos, mais valia estarem calados; se ficam calados, mais valia falarem duro.

Nunca vi os europeus tão unidos e preocupados. Mas em Portugal, que não depende do gás natural russo, é mais fácil desvalorizar o perigo.

 

 

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A melhor década do cinema (136)

por Pedro Correia, em 28.08.08

A RAPARIGA DO BALOIÇO VERMELHO

(The Girl in the Red Velvet Swing, 1955)

Realizador: Richard Fleischer

Principais actores: Ray Milland, Joan Collins, Farley Granger, Cornelia Otis Skinner, Glenda Farrell, Luther Adler

"Uma obra alucinantemente bela." (João Bénard da Costa)

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