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O coice do dia

por João Villalobos, em 03.08.08

«A impunidade com que a China se vai safando na realização dos Jogos Olímpicos vai assumindo, à medida que os mesmos se aproximam, contornos que raiam o ridículo». Pacman, no Correio da Manhã

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Conselho bem intencionado

por João Villalobos, em 03.08.08

Para a próxima vez, alguém poderia dizer ao ministro Manuel Pinho que não é boa ideia dar entrevistas sobre a velocidade das suas medidas de dinamização da  Economia, como a que concedeu à Visão, ostentando uma gravata com caracóis.  A ter que optar por padrões animais, sugiro cavalinhos. Sempre superam melhor os obstáculos. 

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Domingo

por João Távora, em 03.08.08

Evangelho segundo São Mateus  14, 13-21
 

Naquele tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Baptista tinha sido morto, retirou-Se num barco para um local deserto e afastado. Mas logo que as multidões o souberam, deixando as suas cidades, seguiram-n’O por terra. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e, cheio de compaixão, curou os seus doentes. Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Este local é deserto e a hora avançada. Manda embora toda esta gente, para que vá às aldeias comprar alimento». Mas Jesus respondeu-lhes: «Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer». Disseram-Lhe eles: «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes». Disse Jesus: «Trazei-mos cá». Ordenou então à multidão que se sentasse na relva. Tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção. Depois partiu os pães e deu-os aos discípulos e os discípulos deram-nos à multidão. Todos comeram e ficaram saciados. E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos. Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

 

Da Bíblia Sagrada

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Nas colunas

por João Villalobos, em 02.08.08

 Dexys Midnight Runners

«Let´s Make This Precious»

 

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O polis da Caparica

por Teresa Ribeiro, em 02.08.08

Decidiram alcatroar a areia da praia e a substituir os bares (na sua maioria decadentes, reconheço) instalaram uma espécie de jaulas. Espero que quando estiver tudo pronto os autores do programa Polis que está a mudar a face da Caparica se dignem atirar por delicadeza umas bananas aos veraneantes, sempre que se lembrarem de passar pela obra.

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Palavras de hoje (1)

por João Villalobos, em 02.08.08

«Os pais compram, com dinheiro e presentes, o afecto dos filhos que veêm fugir-lhes. Essa juventude passou a viver com o dinheiro que sobeja dos bolsos duma classe que tem mais do que o necessário para as suas necessidades. Uma facilidade que passou do dinheiro para os próprios comportamentos». 

Conversas com Marcello Caetano, António Alçada Baptista, Moraes Editores, 1973 

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O coice do dia

por João Villalobos, em 02.08.08

«Tudo bem, excepto que no meio destes excitantes exercícios de poder, o Presidente da República se esqueceu de que tinha também mobilizado o país real, para quem as minudências constitucionais do Estatuto açoriano são apenas mais um irritante barulho de fundo num quotidiano cinzento e sem perspectivas. Resultado: a palavra presidencial sofreu uma forte depreciação».

Fernando Diogo, no Expresso 

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Os Croquetes no Star Tracking

por João Villalobos, em 02.08.08

«Orgulhosamente nós».

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A maneira mais cobarde de chegar ao fim

por Pedro Correia, em 01.08.08

São os velhos eufemismos à portuguesa, embora o vocabulário pareça novo: quando se quer fechar um jornal, diz-se que ele será "modernizado". Mete nojo tanta hipocrisia.

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Cavaco: as palavras e o silêncio

por Pedro Correia, em 01.08.08

Nesta matéria, estou mais de acordo com o Tomás Vasques do que com o João Gonçalves. Achei despropositada tanta solenidade, achei sobretudo descabido tanto secretismo. Se o Presidente iria pronunciar-se à noite sobre o estatuto dos Açores, devia ter informado logo desse pormenor os portugueses, evitando doze horas de absurdas especulações. As intervenções presidenciais, tenham o conteúdo que tiverem, deverão ser consideradas um facto perfeitamente normal no sistema constitucional que nos rege. O Chefe do Estado terá de ser o último a comportar-se como se uma posição sua fosse algo cabalístico ou extravagante.

Falta acrescentar: muitos dos que o elegeram foram esperando, ao longo do dia de ontem, que talvez Cavaco se pronunciasse sobre isto. Esperaram em vão. Só podem ter ficado desiludidos.

 

 

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O desencontro

por João Távora, em 01.08.08

Quando pensou que tinha descoberto o tecto do mundo e o centro da terra, aquele povo zangou-se com o seu Deus. De repente estranhou-O, pois no seu sábio parecer, Ele deixara de lhe dar espectáculo: nem aparecia nas revistas nem tinha morada no hi5. Tornara-se assim como que desinteressante, discreto e passivo... um Deus pouco interventivo; para mais sem resposta aos seus interesses imediatos e sem os critérios da pequena verdade instituída. Um Deus que não punha ordem no desacerto e na perversão (por sinal cunhos sempre alheios) tornara-se numa grande desilusão, enfim, uma inutilidade. Insurgiram-se contra Ele, porque afinal desejavam-nO à sua imagem e semelhança. E depois, que fazer com um Deus que não obedece aos homens "evoluídos", que não corresponde às suas expectativas ?

Mas isso não era grave, pois afinal, para o equilíbrio da economia, bastavam-lhes os seus modernos pequenos deuses, mais palpáveis e descartáveis, sempre sorrindo nas revistas ou novelas, coleccionáveis como cromos ao gosto de cada um. E como era importante "o gosto de cada um"!
Aquele povo, sôfrego de redenção, acomodou-se a um novo mundo, apequenado pelas auto-estradas e pela fibra óptica, onde até se vivia mais depressa, muito depressa mesmo, sem silêncios ou pontos mortos. Para um ou outro mal, logo se conceberam pílulas milagrosas, que afinal a química ainda irá a resolver a existência.
Iludindo o espaço e as sensações, criaram janelas e mais janelas, interactivas, electrónicas e portáteis. Através delas e dumas teclas podiam espraiar-se por novos caminhos, brilhos e experiências. Mesmo sem espaço, sem relação, sem compromisso e sem silêncio. Fórmula infalível para que a criatura jamais sentisse a vertigem da sua imensidão interior. De modo a nunca arriscar um estranho e diferente encontro.

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O coice do dia

por João Villalobos, em 01.08.08

«O Presidente teve razão: e se V. saiu da praia mais cedo para não perder a demissão do Governo e agora está zangado, aprenda».

Rui Ramos, no Público

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10 conclusões do discurso de Cavaco Silva

por João Villalobos, em 01.08.08

 

1. A depressão económica dos portugueses manifesta na quebra histórica do Índice de Confiança não é um tema «verdadeiramente importante» para o PR.

2. Pode aumentar-se sem problemas de consciência o estado de ansiedade de toda uma nação, desde que se pretenda com isso garantir audiências.

3. Com excepção da TVI (que eu tenha visto ou lido) nenhum meio de comunicação tem realmente boas fontes na Presidência.

4. A blogocoisa também não, excepção feita para o Carlos Barbosa de Oliveira.

5. Se calhar o tema dos Açores era «verdadeiramente importante» mas como não me lembro das aulas de Direito Constitucional não percebo nada do que se passou ou ainda se passa. Para mais, ainda não ouvi o prof. Jorge Miranda sobre o assunto, que é o único em quem confio nestes imbróglios.

6. Acho que Cavaco Silva quis dar um sinal de que não está para aturar certas coisas.Não sei que coisas são essas, mas que tenham só a ver com os Açores parece-me que é chegar-lhe a mostarda ao nariz demasiado depressa.

7. Graças ao que sucedeu, deitámos todos cá para fora aquilo que entendemos serem coisas «verdadeiramente importantes». Ou seja, foi uma espécie de focus-group gigante à borla e uma prenda para quem estiver a fazer o seu programa político.

8. Cavaco tirou o tapete mediático ao movimento de Passos Coelho que queria construir qualquer coisa sobre a qual quase ninguém ontem falou. Acho que era Portugal.

9. Os leitores do Público online são mais catastrofistas do que as Testemunhas de Jeová.

10. Ao contrário de Ferreira Fernandes, acho que o assessor que falou da coisa «verdadeiramente importante» ao Público não vai ser despedido e, pelo contrário, deve ter ouvido elogios à brava lá no Palácio.

 

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Melhor deputado do CDS

por Pedro Correia, em 01.08.08

DIOGO FEIO

Ascendeu a líder parlamentar com todo o mérito. É um dos raros dirigentes do CDS que faz o pleno entre as diversas sensibilidades do partido. E é também, reconhecidamente, um dos deputados mais trabalhadores. Nas comissões e no plenário, intervém, interpela, inerroga com uma argumentação sólida. E faz propostas concretas, em regra bem fundamentadas. Ganhou o respeito dos adversários políticos pela sua conduta - fiel às convicções próprias, respeitando as convicções alheias.

Outros entendem que os deputados são todos iguais. Eu não. Por isso voto nele.

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Pois a mim apetece-me mais ser salazarista

por João Villalobos, em 01.08.08

 

Luciana Salazar

 

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Hoje apetece-me ser monárquico

por Pedro Correia, em 01.08.08

 

Rainha Rania, da Jordânia.

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Palavras que odeio (170)

por Pedro Correia, em 01.08.08

Conúbio

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Aviso

por João Villalobos, em 01.08.08

Hoje não contem comigo. Estou a estudar a cunha.

(Aos mais masoquistas: Clicar para visualizar)

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