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A plêiade de "pedagogos"

por Pedro Correia, em 01.04.08

Ouvi ontem alguns minutos do Prós e Contras dedicado à inevitável (há quem diga incontornável...) questão do mano a mano entre a professora de francês e a aluna do liceu portuense a propósito do malfadado telemóvel que tem enchido horas de telejornais.

Lá compareceu em força a habitual plêiade de pedagogos, com ou sem aspas, debitando  frases como estas, onde não faltava a habitual evocação nostálgica do Maio de 68:

"Um adolescente tem que transgredir."

"Um aluno pode saber mais do que o professor."

"O aluno não pode nunca ser expulso da escola."

Reparei que algumas vozes, cheias de bom-senso, tentavam remar contra a maré - entre elas a do Carlos Abreu Amorim. Escusado: o que prevalecia no conjunto eram aquelas sentenças dos tais "pedagogos" (agora com merecidas aspas) que servem de caução moral a todo o género de desmandos nas salas de aula. Depois queixem-se.

ADENDA: Ler o Carlos B. Oliveira, nas Crónicas do Rochedo.

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Para ver, logo depois do Vitinho

por Filipa Martins, em 01.04.08

 

"És um criminoso, Bush! Um homem desprezível! Mereces o Inferno!", diz o boneco palestiniano antes de atravessar com "a espada do Islão" o outro boneco, que representa o presidente dos Estados Unidos. Esta cena, protagonizada por desenhos animados, foi transmitida num programa infantil da televisão Al Aqsa, que emite na Faixa de Gaza.

 

 

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Parece-me uma boa escolha

por Pedro Correia, em 01.04.08

 

Soraya Sáenz de Santamaría, a nova líder parlamentar do PP espanhol, que decidiu enfim (um pouco tarde...) refrescar a sua equipa dirigente.

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Nas colunas

por João Villalobos, em 01.04.08

 Este fim de semana, em Gouveia.

Les Reines Prochaines

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Palavras que odeio (111)

por Pedro Correia, em 01.04.08

Possidónio

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Isto começa bem, começa

por João Villalobos, em 01.04.08

«Entretanto, o primeiro-ministro vai desapertando o cinto aos portugueses».

No Câmara de Comuns 

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RIP!?

por João Villalobos, em 01.04.08

Telefonam-me de um jornal a perguntar se a revista Atlântico vai acabar ou se, como ouviram dizer, vai "apenas" mudar de mãos. Não sei. Não percebo por que carga de água havia de saber. Devo ter uma fama de coscuvilheiro que faz favor.

Só espero que seja fumo sem fogo embora, infelizmente, assim não pareça. Nunca lá escrevi uma linha mas sempre achei, e continuo a achar, que a revista é preciosa e veio preencher um vazio de debate e de ideias por parte de uma nova geração. O "projecto" é hoje mais do que isso e o PPM, como seu líder, aguentou-se à bronca bem mais do que muitos outros em aventuras similares. A Atlântico vai fechar?  Rapaziada, por favor desmintam-me. 

Actualização: Ler aqui o post do PPM.

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Maquiavel não seria mais claro

por João Villalobos, em 01.04.08

Lido isto: «Todos sabemos que a RTP foi, é e será manipulada pelo Governo e o partido que estiver circunstancialmente no poder, e, digo eu, com toda a legitimidade».

E depois isto: «Pedro Passos Coelho (...) teve a coragem de lançar esta discussão e disse claramente que defendia a privatização da RTP. Quantos, dentro do PSD ou fora, estarão de acordo com ele? Temo que poucos».

A conclusão parece-me simples: O Pedro Marques Lopes defende a privatização da RTP e, aplicando em seguida o raciocínico acima expresso, que ela seja depois manipulada pelos seus novos proprietários, aliás «com toda a legitimidade». É isso não é? Porque se a lógica é outra então não percebi.

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Memórias de estudante II

por Teresa Ribeiro, em 01.04.08

Sei do prestígio de que gozavam os professores do secundário no tempo dos meus pais. Rómulo de Carvalho, Irene Lisboa, Mário Dionísio e Sebastião da Gama foram alguns dos que honraram a profissão tendo projectado o seu nome muito para além das paredes dos liceus onde leccionaram. Mas mesmo os que nunca saíram do anonimato não deixaram de ser, nas suas escolas, vedetas cuja fama muitas vezes os precedia: fama de exigentes, duros, excêntricos e até perversos na forma como exerciam a sua autoridade. Admirados por uns, detestados por outros eram, todavia, respeitados pelos seus vastos conhecimentos nas matérias que ensinavam.
Já não apanhei essa casta no activo, mas herdei alguns dos seus discípulos em fim de carreira. Destacavam-se dos mais novos pela atitude. Colocavam-se muito acima de nós, sem complexos.
Essa convicção inibia-nos. Até podíamos detestar aquele estilo anacrónico de dar aulas, mas o máximo que conseguíamos fazer era retalhá-los nos intervalos, a golpes de má língua e algum sentido de humor. Penso que era a sua estatura intelectual que nos apoucava e tolhia, mas sobre isso nunca falávamos. Era tabu. Reconhecer o ascendente de um professor sobre nós era sempre embaraçoso.

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A dança das horas

por João Távora, em 01.04.08

Apesar de depois de muita pancada ter aprendido a ser pontual, não sou muito crente nessas coisas das horas e calendários. Mas quem sou eu para pôr em causa essas linhas com que nos cosemos conformadamente há tantas gerações...
Pois foi há já muitos anos que perdi a inocência, quando descobri que os ingleses mediam as distâncias com milhas, que o merceeiro aldrabava nos pesos, e que na China era de noite. E como eu gostava de "ligar para as horas” e sabê-las certas e indubitáveis “ao terceiro sinal”! Confesso que o golpe fatal na minha crença foi perpetrado sabe Deus quando, por um dos governos de austeridade de Mário Soares, quando se decretou a mudança da hora duas vezes por ano! Mudar a hora não fazia nenhum sentido... de que servia ter o relógio atomicamente acertado se, de repetente, era tudo mentira?
Hoje ainda não me conformo com a metamorfose horária, principalmente na primavera, quando nos roubam descaradamente o fim-de-semana em sessenta preciosos minutos... de sono. E eu bem sei que Einstein já dizia que o tempo é relativo, que é uma curva, coisa e tal; mas uma hora de diferença é demais! Principalmente para os miúdos mais pequenos que andam com os sonos e os apetites trocados, com as consequentes embirrações existenciais – coisa que neles se traduz em choradeiras e disparates.
Enfim, que o tempo não é fiável e que a as diferenças horárias pagam-se caro com umas úlceras e insónias, já eu sei por experiência própria com as viagens. Mas que a família toda tenha que sofrer uma semana inteira de jetlag sem sair do fuso horário do Estoril é que não está certo, é uma chatice.
A ver se logo adormeço a tempo de retemperar bem as energias, que isto não está nada fácil!

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De pernas para o ar

por João Villalobos, em 01.04.08
Quando alguém quer fazer seja o que for neste país surge sempre um meretriz-que-o-deu-à-luz de um animal. Ele é o maçarico de bico direito, ele é o sapo de dupla cornadura (não existe mas podia bem existir) ou ainda, como neste caso, os morcegos.
A Câmara de Lisboa está num impasse por causa de morcegos. Falou-se em retirar competências ao presidente por causa de morcegos. O debate não esteve tão aceso nem no clímax do alcunhado "Caso Bragaparques" (já agora, alguém me explica como está o outro "caso", o do Vale de Santo António?).
Parece até que instalar provisoriamente mini-eólicas na cidade, no âmbito de uma iniciativa que se pretendia pioneira na sensibilização para as energias renováveis no espaço urbano, é uma manobra do demo que visa dizimar a capital com uma praga de dengue provocada pelos mosquitos que os morcegos deixariam de engolir.
Eu conheço o homem que foi o autor do projecto. Ainda não lhe falei sobre este assunto, mas imagino que esteja deprimido e sem perceber como uma ideia que parecia tão boa descambou desta maneira. Para a próxima, os seres a preservar podem ser os pombos, os ratos ou as baratas. Ideias inovadoras? Leve-as o vento.

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1+1=1

por João Villalobos, em 01.04.08

«A análise dos rendimentos per capita de acordo com a tipologia dos agregados permite identificar que são as famílias mais numerosas, e em particular as com crianças, aquelas que apresentaram menor nível de rendimento per capita e, consequentemente, uma maior precariedade económica». Agência Financeira 

 

«Baixa fecundidade não permite renovação de gerações». Diário Digital

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Jotas

por Cristina Ferreira de Almeida, em 01.04.08

Também estou farta dos jovens, com ar de matraquilhos e mãozinha sobre o coração, a crucificarem os colegas na televisão e a exclamarem, com os olhinhos redondos: "Não fui eu, senhora professora! Eu quero aprender... A culpa é da sociedade".

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