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Ainda vou a tempo de assinalar o facto mais importante do dia: os 70 anos do rei de Espanha. Notable alto para el Rey, titula hoje o El Mundo em manchete, publicando uma sondagem em que 82,9% dos inquiridos afirmam que a monarquia está consolidada no país vizinho. "El periodo más fecundo", observa o primeiro-ministro Zapatero em depoimento ao El País, classificando assim - muito justamente - os 32 anos do reinado de Juan Carlos. É muito compreensível esta satisfação entre os espanhóis, incluindo aqueles que se proclamam republicanos: o rei conduziu o país a uma exemplar transição da ditadura para a democracia, colocando-se sempre ao lado da liberdade. É verdade que a Espanha enfrenta diversos problemas. Mas sem o monarca tudo teria sido muito pior ao longo destas três décadas. Para os espanhóis e também para nós, pois somos cada vez menos imunes ao que se passa aqui ao lado.
Ao contrário da agenda mediática norte-americana que durante 2008 vai vibrar com as eleições para a presidência, aqui no nosso pacato burgo não se prevêem acontecimentos de monta e o negócio prevê-se chocho. Com uma oposição tolhida, sem liderança ou projecto, e um “mercado” pouco atreito às “questões de fundo”, os media estarão condenados a uma agenda política estéril, a faits divers como fumos, comidas e licores.
Quanto a vocês não sei, mas acho-o assim um bocadinho pipi em excesso, tipo «ai não me toques que me despenteias». Tem ar de quem usa aquelas coisinhas esticadas com molas para não amarrotar os sapatos, que também devem ser Prada e custar 4 salários mínimos como os do nosso Primeiro. A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
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